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24 de agosto de 2016

BRASILEIRA QUE MORA EM ROMA CONTA SOBRE O TERREMOTO NO CENTRO DA ITALIA



O prefeito de Amatrice, na província de Rieti, na Itália, confirmou nesta quarta-feira (24) que "metade da cidade" sofreu fortes danos como consequência do forte terremoto que atingiu o centro do país nesta madrugada. "Metade da cidade já não existe. As pessoas estão sob os escombros", lamentou Sergio Pirozzi, à emissora privada "Sky".

O prefeito confirmou que houve desabamentos graves em vários edifícios e pontes que complicam o acesso ao local por parte das equipes de resgate, que tentam ajudar as pessoas que estão "sob os escombros".

Pirozzi fez um apelo às autoridades do país para liberar as ruas o mais rápido possível e poder ajudar as pessoas feridas por conta do terremoto. "Temos espaço para a chegada de helicópteros de resgate, mas a prioridade é liberar as ruas", disse o prefeito, observando que a região está sem luz, o que dificulta o trabalho de resgate.

Por sua parte, o coordenador da Cruz Vermelha em Amatrice, Giussepe Pignoli, confirmou que na entrada da cidade há uma ponte que desabou, complicando o acesso ao local. "Ativamos o dispositivo de socorro da Cruz Vermelha. Há muitos danos", disse.

A Defesa Civil confirmou deslizamentos de terras em outras três províncias da Região de Marcas: Ascoli Piceno, Fermo e Macerata.

Especificamente, os maiores danos aconteceram nas cidades de Arquata del Tronto e Pescara del Tronto, Ascoli Piceno, em Amandola (Fermo) e Gualdo (Macerata).

Após o tremor de magnitude 6,2, vários tremores secundários, de magnitudes 5,5, 4,6 e 4,3, foram registados perto de Amatrice e de Norcia, e o principal chegou a ser sentido em Roma e no Vaticano.

O terremoto ocorreu muito perto de Áquila, onde em 2009 aconteceu um forte sismo de magnitude 6,3 que causou mais de 300 mortes e devastou a região de Abruzos e o centro histórico local.
Imagens de destruição em Amatrice (Foto: Remo Casilli / Reuters)Imagens de destruição em Amatrice (Foto: Remo Casilli/Reuters)


Equipe de resgate usa cão para procurar sobreviventes sob escombros em Amatrice (Foto: Emiliano Grillotti / Reuters)

Imagens do G1




Lulinha, o filho de Lula, quer separação da esposa, mas o problema são os bens





23/08/2016 às 14:49


O filho do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva estaria propenso a pedir a separação da esposa, Renata, principalmente depois que vazou uma conversa entre ela e Kalil Bittar, irmão de Fernando, o suposto ‘laranja’ do sítio Santa Bárbara, em Atibaia.
Fábio Luiz, no áudio, é tratado como ‘ogro’ pela esposa.
Na conversa que viralizou na internet, ela e o amigo demonstram uma intimidade muito grande, o que teria deixado Fabio Luís extremamente contrariado, possesso.
Entretanto, quando o casal começou a discutir uma eventual separação, a própria ex-primeira dama, dona Marisa Letícia, teria intervindo.


Renata, esposa de Lulinha

A grande preocupação é a discussão sobre eventual divisão de bens.
A esposa de Fabio Luís conhece e sabe de tudo o que foi adquirido pelo marido, principalmente durante o período em que Lula esteve na presidência.
Uma fonte assegura que o patrimônio é incalculável e também compreende bens, fazendas e dinheiro em outros países.
Para Lula, envolto em tantos problemas e fugindo aterrorizado do juiz Sérgio Moro, é mais uma ‘bomba’ para tentar administrar.
O advogado Roberto Teixeira, compadre de Lula, estaria funcionando como conciliador.
Abaixo, ouça o áudio que deflagrou a crise conjugal.
Amanda Acosta
redacao@jornaldacidadeonline.com.br


Jornal da Cidade

23 de agosto de 2016

CARLA ZAMBELLI, LÍDER DE MOVIMENTO NAS RUAS, PROCESSA VEREADOR MURAD, AUTOR DE HOMENAGEM A FIDEL CASTRO EM SP

Carla Zambelli, líder de movimento nas ruas, processa vereador Murad, autor de homenagem a Fidel castro em SP


Carla Zambelli, líder de movimentos nas ruas que lutaram a favor do impeachment, entrou com uma ação judicial contra o vereador da Câmara Municipal de São Paulo, Jamil Murad, por ato de homenagem ao ditador e assassino, Fidel Castro, em comemoração (há motivo para comemorar?) aos seus 90 anos.

Zambelli descreve que os organizadores do evento, exibiram diversas faixas de críticas ao chamado “imperialismo“ e ainda a execução de um hino de Cuba sem a presença de algum indivíduo originário desse país.

A líder ainda ressalta, que tal ato infringiu direitos da República Federativa do Brasil, como por exemplo, a quebra do respeito a dignidade da pessoa humana, além das relações internacionais, como a prevalência dos direitos humanos e o destaque ao repúdio ao racismo, relações essas que foram quebradas durante a realização dessa “homenagem“ paga com dinheiro público e com massiva participação de movimentos sociais pelegos.

Sendo assim, Carla Zambelli, solicita a investigação de conduta do vereador, para que se verifique crimes de apologia ao crime e promoção de organização terrorista, apologia á organização criminosa e improbidade administrativa.


MBL

Advogado de Lula se enrola ao ser questionado por jornalista e não consegue explicar sítio..


Advogados protocolam representação contra vereador comunista que homenageou Fidel castro em São Paulo; Veja




Um grupo de advogados protocolou junto a Ministério Público de São Paulo uma representação contra o vereador Jamil Murad, que promoveu uma homenagem
ao ditador cubano Fidel Castro na Câmara Municipal de São Paulo.


Folha Política

Temer pede suspensão de reajustes e quer barrar aumento no Supremo





O presidente interino, Michel Temer, pediu a seus aliados no Congresso para suspender temporariamente a votação de projetos que reajustam salários de servidores públicos e quer barrar o aumento salarial dos ministros do Supremo Tribunal Federal.
A ideia é esperar não só a conclusão do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, cujo julgamento pelo Senado terá início nesta quinta-feira (25), mas também a votação da proposta que cria um teto para os gastos públicos, limitando o aumento das despesas à inflação registrada no ano anterior.
Após críticas por causa de concessões feitas na área fiscal, o governo Temer tenta mostrar que não vai aprovar aumentos salariais antes de garantir a aprovação das medidas que limitam o crescimento das despesas públicas.
Na Câmara, devem ficar na gaveta os projetos de lei que tratam de reajustes salariais de dez categorias de servidores, entre eles os da Receita Federal e da Polícia Federal.
No Senado, o governo tenta retirar a urgência da proposta de aumento para os ministros do Supremo, que eleva os salários de R$ 33,7 mil para R$ 39,2 mil, o que aumentaria o teto do funcionalismo público em todo o país.
Temer decidiu acatar pedido do PSDB, que é contra o reajuste por causa da crise econômica e do impacto que teria nos gastos com pessoal da União, dos Estados e dos municípios. Não há garantia, porém, de que o acerto será cumprido, porque outros aliados são a favor do aumento.
Logo após Temer assumir como interino, o governo sancionou um pacote de reajustes para diversas categorias do funcionalismo, com impacto de R$ 68 bilhões até 2018.
A medida tornou Temer alvo de críticas e desconfiança, por aumentar os gastos públicos em meio à recessão econômica e num momento em que o governo prevê fechar as contas deste ano com deficit de R$ 170,5 bilhões.

SEGURAR
Nesta segunda-feira (22), o ministro Geddel Vieira Lima, chefe da Secretaria de Governo, disse que está na hora de conter os reajustes. "O que passou, passou. Agora é o momento de segurar um pouco essa questão de reajuste", disse. "O país precisa aprovar reformas estruturantes e mostrar compromisso com o combate ao deficit público."
Ele participou de almoço com o presidente interino e líderes aliados na residência oficial do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).
O líder do governo no Senado, Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), afirmou que o plano será barrar o aumento do STF, com apoio do Palácio do Planalto, e só analisar os outros projetos depois que ficar assegurada a aprovação do teto dos gastos públicos.
O PSDB se manifestou publicamente contra os recuos do governo na área fiscal e atuou para derrubar alguns reajustes salariais.
Durante o encontro desta segunda-feira, Temer fez um apelo aos líderes partidários para que eles mobilizem os deputados para as votações dos próximos meses. O governo teme que, com o avanço das campanhas eleitorais, o Congresso possa ficar esvaziado, inviabilizando a aprovação de medidas importantes, como as reformas trabalhista e previdenciária.


http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2016/08/1805950-temer-pede-suspensao-de-reajustes-e-quer-barrar-aumento-no-supremo.shtml
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