Subscribe:

10 de dezembro de 2017

Imprensa argentina destaca visita de Dilma à "amiga" Kirchner



Cristina Kirchner (à esquerda) recebeu a ex-presidente Dilma Rousseff em seu apartamento em Buenos Aires.@dilmabr


As ex-presidentes da Argentina, Cristina Kirchner, e do Brasil, Dilma Rousseff, se reuniram no sábado (9) durante uma visita privada da brasileira a Buenos Aires. A visita de Dilma, no momento em que Kirchner é visada por um pedido de prisão, foi amplamente divulgada pelos jornais locais.


"Afetuoso encontro em minha casa com a companheira Dilma", escreveu Kirchner, em sua conta do Twitter ao divulgar uma fotografia das duas em seu apartamento no bairro de Recoleta, na capital portenha. Dilma publicou a mesma imagem em sua conta no Twitter com o comentário: "solidariedade à querida amiga".

Kirchner, que tomou posse como senadora no dia 29 de novembro e inicia neste domingo (10) seu mandato de fato, enfrenta um pedido de perda de imunidade e de detenção emitido pelo juiz federal Carlos Bonadío. Ela é acusada de acobertar iranianos acusados pelo atentado contra um centro judaico que matou 85 pessoas em 1994.

"Entre outros temas, conversamos sobre uma realidade que está se impondo em nossos países. Um processo que se denomina mundialmente Lawfare e consiste na utilização do aparato judicial como arma para destruir a política e os líderes opositores", reportou Kirchner.

Segundo o site argentino Página 12, elas conversaram sobre "a perseguição a dirigentes políticos e empresários, que nada tem a ver com a luta contra a corrupção". O jornal Clarín relata em sua manchete que as duas ex-presidentes conversaram sobre "guerras jurídicas".


"Esse processo está acontecendo tanto no Brasil, com Michel Temer, como na Argentina, com Mauricio Macri, entre outros países sul-americanos", explicou Kirchner. "O objetivo é o mesmo no Brasil e aqui: ocultar o desastre econômico que estão realizando os governos neoliberais da região", completou Kirchner sobre os vários processos judiciais que as duas ex-presidentes enfrentam em seus respectivos países.

Pedido deverá ser tratado pelo Senado

Para que o pedido do juiz seja cumprido, Kirchner deverá primeiro ser submetida a um processo de perda do foro privilegiado no Congresso. Para isso, é preciso que o governo Macri inclua esse pedido em uma convocatória a sessões extraordinárias.

O pedido deverá ser tratado pelo Senado, precisando ser aprovado por dois terços dos presentes. A aliança governista Cambiemos tem 25 cadeiras (de um total de 72), enquanto o peronismo tem 32. No entanto, apenas dez desses peronistas respondem diretamente a Kirchner.

Na quinta-feira (7), Kirchner afirmou que o pedido de suspensão do foro privilegiado e a prisão ordenada pelo juiz contra ela é "um verdadeiro excesso" que "viola o Estado de direito". Segundo ela, Macri "é o máximo e verdadeiro encarregado de uma organização política e judicial para perseguir a oposição". Em uma coletiva de imprensa, Kirchner considerou que a acusação de "traição à pátria" contra ela é "um insulto à inteligência dos argentinos".

Congresso de sociólogos em Montevidéu

Dilma encerrou na sexta-feira (9) em Montevidéu, no Uruguai, o 31° Congresso da Associação Latino-Americana de Sociologia. também participaram do evento o ex-presidente uruguaio José Mujica e o vice-presidente da Bolívia, Álvaro García Linera, entre outros.

"Estamos em um momento no qual vamos sofrer", afirmou Dilma, 69 anos, em referência à atual situação da esquerda latino-americana. "Mas Lula será candidato a presidente da República", completou, em um tom mais otimista.

Com agências internacionais

Raul Jungmann Está Diante De Uma Crise Militar, Que Poderá Adquirir Proporções Delicadas.


O ministro da Defesa, Raul Jungmann, há nove dias em um périplo pelo Oriente Médio, desembarca hoje em Brasília no bojo de uma crise militar, que poderá adquirir proporções delicadas.
Terá de decidir se punirá ou não o general Hamilton Mourão, de quatro estrelas, secretário de Economia e Finanças do Exército e integrante de seu Alto Comando. Mais que isso, Mourão é uma liderança, que se tornou uma espécie de ícone dos que postulam uma intervenção militar como saída para a crise política.

Ele próprio jamais fez apologia explícita da intervenção, mas já emitiu, mais de uma vez – e mais que qualquer outro oficial da ativa -, sinais da insatisfação militar em face do quadro político.
Voltou a fazê-lo quinta-feira passada, no Clube do Exército, quando comparou o governo Temer ao governo Sarney, pelo recurso sistemático ao fisiologismo parlamentar, em busca de chegar, “aos trancos e barrancos”, à conclusão do mandato. E manifestou simpatia à candidatura Bolsonaro, reiterando que “é um dos nossos”.
Em setembro, o general fizera o mesmo, em palestra numa loja maçônica, em Brasília, quando disse que, se a Justiça não cuidasse de enquadrar os políticos corruptos, “nós teremos que impor isso”, o que foi interpretado como ameaça de intervenção militar.
Não foi punido na ocasião, não obstante protestos de políticos, sobretudo da esquerda, e do próprio ministro da Defesa. Mas o comandante do Exército, general Villas-Boas, preferiu contornar a situação numa conversa pessoal, recusando-se a puni-lo.
Se o fizesse, não seria a primeira vez. Mourão, no governo Dilma, ao se manifestar criticamente sobre política, foi transferido do poderoso Comando Militar do Sul para a Secretaria de Economia e Finanças, em Brasília, uma função burocrática.
A mudança não abalou o seu prestígio interno. De certa forma, aumentou-o, pela audácia de ter vocalizado um sentimento hegemônico nos quartéis – e também entre os oficiais da reserva. Continuou a ser cortejado não apenas por seus colegas de Estado Maior, mas também por grupos civis intervencionistas.
As críticas que fez e faz ao quadro político e aos seus mais destacados protagonistas são até amenas, se comparadas ao que circula na mídia, nas ruas e no próprio Parlamento.
A diferença é que é um oficial da ativa, no mais alto posto da carreira, rompendo um silêncio institucional que se estabeleceu há 32 anos, com o advento da Nova República.
Nem mesmo quando o PT instituiu a Comissão da Verdade, nos governos Lula e Dilma, expondo ao julgamento moral (já que não tinha efeito jurídico) alguns oficiais que atuaram na repressão política no curso do regime militar, os quartéis se manifestaram.
O general Mourão é o primeiro a fazê-lo. Sua análise conjuntural, em síntese, mostra o país numa situação de degradação política, moral e institucional, em que o colapso da segurança pública e a falta de resposta da Justiça ameaçam levar o país ao caos.
A passividade do Estado diante de ações cada vez mais violentas de grupos armados, como o MST, destruindo não apenas propriedades privadas, mas redes elétricas e serviços públicos de infraestrutura, é um sinal de que não está dando conta da manutenção da lei e da ordem.
E aí entra em cena uma discussão a respeito do artigo 142 da Constituição, que diz que “as Forças Armadas (…) destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem”.
Segundo alguns, a intervenção estaria subordinada à iniciativa de um dos três Poderes, mas, segundo outros, à frente dos Poderes, estaria a “defesa da Pátria”, a garantia da lei e da ordem.
O general Mourão parece alinhar-se a essa segunda interpretação, ao sustentar que, diante do caos – “ou mesmo nos antecipando a ele” -, será inevitável agir. Daí a lógica das “aproximações sucessivas” que, segundo ele, poderão desembocar na desordem e numa intervenção, que ele diz não desejar.
Nesse sentido, menciona, entre outras coisas, as dificuldades da Justiça em relação à punição dos corruptos graduados; o cipoal das leis processuais, “que precisam ser revistas”, pois estabelecem a impunidade; a ação do narcotráfico; e a presença criminosa em instâncias da administração pública, de que o Rio de Janeiro é o exemplo mais eloquente – mas nem de longe o único.
Nada do que disse é fictício, inédito ou exagerado, mas, dito por um militar graduado da ativa, tem gravidade diferenciada.
Jungmann é o primeiro ministro civil, desde que o Ministério da Defesa foi criado, no governo FHC, a lidar com uma crise militar, que não poderá resolver sem a intermediação do general Villas-Boas, comandante do Exército, que já manifestou anteriormente sua amizade e admiração pelo general Mourão.

Fonte NBO

9 de dezembro de 2017

Danilo Gentili ridiculariza FHC após declaração bizarra de que “Lula deveria pagar pelo crime nas urnas”




A declaração bizarra de FHC – dizendo que prefere “vencer Lula nas urnas do que vê-lo condenado” – assusta pela indecência.
Realize a situação onde as pessoas não pudessem mais ser condenadas por seus crimes. Bastaria que concorressem a eleições. Se perderem, já estão punidas. Se ganharem, ficam impunes.
Danilo Gentili não perdoou: “Não sei vocês. Eu já sei o que falar no tribunal caso um dia eu cometa um crime e seja pego: Meritíssimo, por favor, eu gostaria de pagar pelo meu crime nas urnas, não na cadeia”.
FHC é patético.

Não sei vocês. Eu já sei o que falar no tribunal caso um dia eu cometa um crime e seja pego: Meritíssimo, por favor, eu gostaria de pagar pelo meu crime nas urnas, não na cadeia. https://twitter.com/jornaloglobo/status/939535113892843521 
Ceticismo Político. https://www.ceticismopolitico.org/danilo-gentili-ridiculariza-fhc-apos-declaracao-bizarra-de-que-lula-deveria-pagar-pelo-crime-nas-urnas/

Lula diz que Moro “é do mal”




Lula disse, neste sábado (9), que o juiz Sergio Moro “é do mal”. O petista fez essa afirmação durante reunião com artistas e intelectuais em um hotel em Copacabana, no Rio. As informações são da Folha.
Os que compareceram são aqueles “intelectuais” de sempre. Gente como o cineasta Luiz Carlos Barreto, a atriz Cristina Pereira, o ator Tonico Pereira e a filósofa Marcia Tiburi, além dos ex-ministros Franklin Martins, Celso Amorim, Luiz Dulci e José Gomes Temporão. Muitos da tradicional elite artística de extrema esquerda.
Lula afirmou que esperava que, ao receber a denúncia contra ele, Moro recomendasse que os procuradores fossem estudar, ou que, aberto o processo, fosse absolvido.
“Mas não. O cara é do mal”, afirmou.
Durante a semana, Lula já havia dito que Moro “é surdo” e que não ouve o que ele fala. Moro transformou Lula em pó ao dizer, dias depois que “não participa de debate público com condenados”.
O fato é que Sérgio Moro é, sim, uma representação “do mal” para quem meteu a mão no dinheiro público.

Os Advogados de Lula vão para a galhofa total e dizem que periciaram documentos antes de enviá-los a Moro




8 de outubro de 2017


Essa defesa de Lula é uma grande piada, como lemos no Painel, da Folha:


Aliados de Lula afirmam que, antes de entregar ao juiz Sergio Moro os recibos de pagamentos de aluguel do apartamento vizinho ao que ele mora em São Bernardo do Campo (SP), os advogados do ex-presidente submeteram os papéis a perícia particular. Acionaram dois especialistas — um do Brasil e outro do exterior — e só juntaram os documentos ao processo após receberem um sinal verde. Na quinta-feira (dia 5), a Lava Jato disse que os recibos são falsos e pediu uma perícia técnica.

No documento que protocolou no Comitê de Direitos Humanos da ONU contra a ofensiva da Justiça sobre o petista, a defesa de Lula anexou fotos da aparição de Moro no lançamento do filme “Polícia Federal — A Lei é Para Todos”, em agosto. A queixa inclui imagens de Moro entrando no cinema por um tapete vermelho e comendo pipoca. A alegação é a de que um juiz que conduz um processo sem decisão final não poderia ter comparecido à estreia de um filme que, dizem os advogados, “viola a presunção de inocência” do réu.

Vale lembrar que a PF já demonstrou em seis pontos as falsidades nos recibos de Lula, como lemos no Estadão:


1) Glaucos da Costamarques relatou por meio de sua defesa que todos os recibos referentes ao suposto aluguel do ano de 2015 foram assinados em uma mesma ocasião, isto é, em dezembro de 2015, quando se encontrava internado em hospital, tendo sido levados para Glaucos por João Muniz Leite (contador que presta serviços a Roberto Teixeira e a Luiz Inácio Lula da Silva), sendo de todo inusitado o fornecimento de quitação de aluguéis em leito hospitalar, dada a aparente falta de urgência do assunto, ainda mais depois de ter ocorrido visita em que Roberto Teixeira disse a Glaucos que o aluguel seria pago dali em diante, nada tendo esclarecido Glaucos sobre os demais recibos referentes aos outros anos

2) Não há fluxo financeiro em favor de Glaucos da Costamarques que seja compatível com o recebimento de valores à guisa de aluguel, entre fevereiro de 2011 e novembro de 2015, de acordo com os elementos obtidos mediante quebra de sigilo bancário. • Glaucos da Costamarques admitiu não ter recebido nenhum valor a suposto título de aluguel do apartamento n. 121 entre fevereiro de 2011 e novembro de 2015, momento este coincidente com a prisão de seu primo José Carlos Bumlai em decorrência da Operação Lava Jato.

3) Glaucos da Costamarques admitiu não ter recebido nenhum valor a suposto título de aluguel do apartamento n. 121 entre fevereiro de 2011 e novembro de 2015, momento este coincidente com a prisão de seu primo José Carlos Bumlai em decorrência da Operação Lava Jato.

4) Os próprios registros de despesas domésticas encontrados na residência de Luiz Inácio Lula da Silva não fazem referência ao pagamento de aluguel pela locação do apartamento n. 121.

5) Os supostos recibos do pagamento do aluguel do apartamento n. 121 não foram encontrados durante as diligências de busca e apreensão efetivadas em locais relacionados a Luiz Inácio Lula da Silva e Marisa Letícia Lula da Silva.

6) Os supostos recibos do pagamento do aluguel do apartamento n. 121 foram apresentados apenas na fase de diligências complementares da ação penal, passados mais de 09 meses do oferecimento da denúncia.

Quer dizer. Depois disso tudo, os advogados de Lula ainda produziram mais uma prova (a sétima).

Se os recibos eram verdadeiros, para que perder tempo e dinheiro pagando perícias?

Ora, se foram contratar uma perícia, isso só seria justificável se eles tivessem fabricado os recibos e estivessem buscando alguma credibilidade para a farsa.

Patético, patético…
https://ceticismopolitico.com/2017/10/08/advogados-de-lula-vao-para-a-galhofa-total-e-dizem-que-periciaram-documentos-antes-de-envia-los-a-moro/

Os Estados Unidos são o país que “colocou o comunismo de joelhos”, diz Trump


Por Luciano




Ao discursar em Pensacola, na Flórida, o presidente Donald Trump disse que as forças militares norte-americanas são “a força mais justa” na história do mundo. As informações são da Sputnik.

Trump voltou a afirmar que os Estados Unidos “nunca mais serão desrespeitados”. Ele lembrou que a OTAN se beneficia dos Estados Unidos mais do que os Estados Unidos se beneficiam da OTAN.

Os críticos de Trump dizem que ele quer ser o presidente do planeta. Claro que é um exagero, mas ele lembra que os Estados Unidos venceram em sua participação em duas guerras mundiais. Além de tudo, são o país que “colocou o comunismo de joelhos”.

“Somos o país que construiu o canal do Panamá, que venceu duas guerras mundiais, que enviou o homem para a Lua e que colocou o comunismo de joelhos”, disse Trump.

Claro que Obama e Hillary não gostaram de ouvir isso. Principalmente porque é verdade.

Ceticismo Político

Tiririca está “envergonhado” da política, só não teve vergonha de usar dinheiro público para resort e de empregar humoristas na Câmara









O deputado federal Tiririca fez um discurso dando “bronca” nos colegas parlamentares nessa semana. Anunciou que irá sair da vida pública decepcionado. Disse que não se envergonhava do pouco que tinha feito.


Então ele não se envergonha de ter empregado amigos humoristas em seu gabinete? Ou de usar verba pública para pagar passagens pra fazer shows pelo Brasil? Ou do dinheiro público que gastou em resorts?


Pois é.


Que feio, Tiririca.


Leia a reportagem do Estadão de 2011 sobre ele:


Deputado mais votado do Brasil, com 1,3 milhão de votos, o palhaço Tiririca (PR-SP) usa dinheiro da Câmara para empregar humoristas do programa A Praça é Nossa. Em 23 de fevereiro, foram nomeados como secretários parlamentares os humoristas José Américo Niccolini e Ivan de Oliveira, que criaram os slogans da campanha eleitoral do deputado. Ambos recebem o maior salário do gabinete, de até R$ 8 mil, somadas as gratificações.


Niccolini é presença semanal na TV com o personagem Dapena, uma sátira do apresentador da TV Bandeirantes José Luiz Datena. No ano passado, durante as eleições, o humorista foi protagonista de um quadro cômico que interpretava os então candidatos José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT).



Os humoristas nomeados por Tiririca moram em São Paulo e não cumprem expediente diário como servidores da Câmara – até porque Tiririca não tem escritório político na capital paulista. Niccolini e Oliveira ajudaram a fazer dois dos slogans principais da campanha: “Vote no Tiririca, pior do que está não fica” e “O que é que faz um deputado federal? Na realidade, não sei. Mas vote em mim que eu te conto”.


(…)


Com apenas dois meses de mandato, ele já usou o dinheiro da Câmara num resort em Fortaleza (CE), capital de seu Estado natal, que fica a 3 mil quilômetros de sua base eleitoral. Ele apresentou à Câmara em março o pedido de reembolso de notas fiscais de R$ 660 de hospedagem e R$ 311 de alimentação no Porto d’ Aldeia Resort, hotel que fica em meio a dunas, com piscina e vista para o mar na capital cearense.






Cetiscismo Politico

https://www.ceticismopolitico.org/tiririca-envergonhado-politica-so-nao-teve-vergonha-de-usa-dinheiro-publico-para-resort-e-empregar-humoristas-na-camara/

A “escrava” Luislinda demite seu secretário-executivo









A ministra dos Direitos Humanos, Luislinda Valois, que ficou conhecida por ter pedido para receber acima do teto de R$ 33,7 mil, acaba de tomar uma atitude muito pouco condizente para quem disse que a impossibilidade de acumular salários (e estourar o teto) era uma forma de “escravidão”.


De acordo com a Coluna do Estadão, ela demitiu seu secretário-executivo Johaness Eck.


Ele estaria sendo acusado ou de má-fé ou incompetência no vazamento de seu pedido para estourar o teto permitido para servidores públicos.


Luislinda acaba de inovar de novo. Antes ela teorizou sobre uma classe de “escravos” que recebem R$ 33,7 mil por mês. Agora define que essa nova classe de “escravos” pode usar o poder no espaço público para demitir funcionários.


Um detalhe: a mídia noticiou que Luislinda seria demitida após suas afrontas ao bom senso e o desrespeito ao povo. Se ela está demitindo pessoas, é sinal de que ela ainda não foi “libertada”.


Cetiscismo Politico.
ttps://www.ceticismopolitico.org/a-escrava-luislinda-demite-seu-secretario-executivo/

Gleisi radicaliza na galhofa e faz post em homenagem ao Dia Internacional de Combate à Corrupção



Somos obrigados a reconhecer: Gleisi Hoffmann é imbatível no uso do cinismo e da galhofa como forma de comunicação.

É como se Suzanne Von Richtofen quisesse homenagear o Dia dos Pais. É como se o Maníaco do Parque fizesse uma manifestação em favor da Lei Maria da Penha.

Agora Gleisi publicou, em seu Twitter: “Hoje, 9 de dezembro, Dia Internacional de Combate à Corrupção, a Fundação Perseu Abramo lança o livro Poder e Corrupção no Capitalismo, que faz uma abordagem histórica e fala das ações dos governos do PT contra a corrupção”.

Parece mentira mas não é.

As conexões internacionais do PT e o dinheiro manchado de sangue

09/12/2017 

Temer, Moreira, Meirelles e Eunício se juntam a Lula contra o juiz Sérgio Moro


O juiz Sérgio Moro foi premiado nesta terça-feira (5) em São Paulo. Recebeu da Revista ‘Isto É’ o título de ‘O brasileiro de 2017’.

Na solenidade de premiação, Moro notadamente evitou contatos com políticos, diferentemente do que ocorrera em 2016.

Porém, a solenidade deste ano foi marcada por um momento de constrangimento. 

O presidente da República Michel Temer, o presidente do Senado Eunício Oliveira e os ministros Henrique Meirelles e Moreira Franco, diferentemente de toda a plateia presente, permaneceram inertes quando foi anunciado o nome do juiz para receber o prêmio. Não se levantaram para aplaudir Moro.

Temer não aplaudiu Moro.
Temer não aplaudiu Moro.


Foi uma clara demonstração de hostilidade, flagrantemente percebida por todos os presentes.

O que se percebe é que quem de algum modo tem algum envolvimento com corruptos e corrupção está se colocando contra Sérgio Moro.

Nesse aspecto, Lula, Temer, Eunício, Meirelles e Moreira estão juntos.

Jornal da cidade.

https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/7914/temer-moreira-meirelles-e-eunicio-se-juntam-a-lula-contra-o-juiz-sergio-moro

8 de dezembro de 2017

Sérgio Cabral e Adriana Ancelmo são aprovados em vestibular de teologia Ex-governador do Rio de Janeiro e a mulher, presos na Lava Jato, foram aprovados para curso a distância. Ex-secretário estadual também integra a lista.








Casal foi preso devido às investigações derivadas da Operação Lava Jato (Foto: Divulgação)



O ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, e a mulher dele, Adriana Ancelmo, foram aprovados no vestibular do curso de teologia, oferecido pelas Faculdades Batista do Paraná (Fabapar). Os dois foram presos durante os desdobramentos da Operação Lava Jato, que atingiram a administração fluminense. O resultado foi divulgado nesta sexta-feira (8).


Além deles, o ex-secretário estadual Wilson Carlos Cordeiro Carvalho também integra a lista de aprovados no mesmo curso. Eles devem cursar a faculdade na modalidade a distância, ou seja, com aulas virtuais. Os três ainda seguem presos.






Nomes de Adriana Ancelmo, Sérgio Cabral e Wilson Carvalho aparecem na lista de aprovados do vestibular da Fabapar (Foto: Reprodução)




Faculdade de história




Estudioso, o ex-governador do Rio de Janeiro pediu à Justiça para participar do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para presos. O político quer cursar história. O pedido dele foi autorizado pelo juiz Marcelo Bretas, na quinta-feira (7).


A prova do Enem para presos vai ocorrer no dia 12 de dezembro. De acordo com o advogado de defesa, Rodrigo Roca, a cada três dias de estudo há um dia a menos de cumprimento de pena.




Condenações




O ex-governador do Rio de Janeiro já tem três condenações na Justiça, referentes aos processos derivados da Operação Lava Jato e da Operação Calicute, que foi deflagrada pela Justiça Federal do Rio de Janeiro. Somadas, as penas chegam a 72 anos e quatro meses.




Adriana Ancelmo também já foi condenada pela Justiça, em um dos processos em que era ré, junto com o marido. A ex-primeira-dama recebeu pena de 18 anos e três meses, em regime fechado.


Já o ex-secretário Wilson Carlos tem penas que somam 44 anos e oito meses de prisão, também em regime fechado.



SÉRGIO CABRAL

A fantástica semelhança entre o PT e as igrejas neopentecostais e entre os crentes e os militantes



Que o PT não é um partido, mas uma seita, até o Palocci concorda.

Falta nos darmos conta de que algumas seitas não são religiões: são um PT.

O fiel sustenta com o dízimo um "pastor" que forja milagres, mente descaradamente, manipula, ludibria e vive como um nababo, enquanto o rebanho pasta.

Troque "fiel" por "militante" - e "pastor" por “a alma mais honesta do país” - e já não se sabe mais se está falando de um partido neopentecostal ou da seita petista.

O PT se gaba de o SUS ser motivo de orgulho, coisa de primeiro mundo, sistema "perto da perfeição".
Mas sua elite se instala é no Sírio e Libanês, que é para onde também correm os "pastores" – os mesmos que curam milagrosamente, num piscar de olhos, num levantar de mãos, os males mais incuráveis.


Essa rede de sanguessugas abre um "templo" em cada esquina - e quanto mais pobre o lugar, mais o negócio prospera.

Exatamente como o PT (e linhas auxiliares), que foi montar sua barraca entre as "minorias", nas periferias do progresso, onde vende mais fácil o terreno (fictício) no céu do Socialismo.
___________

Seitas trabalham com narrativas sobrenaturais, tão delirantes quanto as ideológicas.
E desenvolvem uma linguagem própria (o dom das línguas ininteligíveis não é exclusividade da finada presidenta work alcoólica).


PT e seitas sabem que estão mentindo.
Militantes e crentes se recusam a admitir que estão sendo enganados.


Não importa quantos "pastores" sejam flagrados aplicando golpes, cometendo abusos. 
Não importa quantos “guerreiros do povo brasileiro” tenham deixado suas digitais no maior assalto já praticado contra o Estado. 


Crentes e militantes seguem aprimorando a Síndrome de Estocolmo.

Fanáticos petistas e pentecostais não roubam só os outros – roubam a si mesmos. 

O roubo é parte do seu método.

Uns fazem lavagem de dinheiro das doações (não contabilizadas) comprando horários em canais de televisão (que pertencem a eles próprios) e que se destinam apenas a aumentar a arrecadação – necessitando mais horários de pregação para lavar mais dinheiro. 

Outros tentam erguer “memoriais da anistia” ou museus de autolouvor – mas mesmo aí a tentação de roubar é mais forte que o cabotinismo.

Nesta quarta-feira (6), professores mineiros que desejam a construção de um memorial dos malefícios da ditadura protestaram contra a condução coercitiva daqueles que desviaram o dinheiro destinado a esse monumento. Será que não percebem a contradição?

Investigue-se algum dos charlatães que expulsam demônios, vendem sabonetes milagrosos ou cobram para fazer lobby junto a uma divindade (charlatães que sabem que não há divindade alguma, ou temeriam ser punidos por sua conduta na última instância de um hipotético juízo final). Os devotos serão os primeiros a protestar contra a expulsão dos vendilhões do templo. Será que não percebem a incoerência?

Não parece haver alforria possível para a escravidão voluntária.



Eduardo Affonso


É arquiteto no Rio de Janeiro.

Jornal Da Cidade

Modesto Carvalhosa: “Gilmar garante a fraude eleitoral em 2018” (veja o vídeo)


Não cessam nunca os danos jurídicos e morais que Gilmar tem acarretado diariamente à nação brasileira. Afrontando todas as regras de decoro que deveria observar no exercício de seus cargos públicos, agora, na qualidade de Presidente do Tribunal Superior Eleitoral decidiu impor, goela abaixo de todos nós, a sua decisão de que apenas 5% dos votos eletrônicos serão impressos.

Como se sabe, face à notória fraude a que estão sujeitas as urnas eletrônicas, em 2015, na mini-reforma eleitoral, editou-se a Lei 13.165, que no seu art. 59-A determinou que a urna imprimirá o registro de cada voto, que será depositado, de forma automática e sem contato manual do eleitor, em local previamente lacrado.

Essa medida legal saneadora, editada há mais de 2 anos, impunha, como impõe, ao Superior Tribunal Eleitoral, presidido pelo preclaro Gilmar, providenciar no Orçamento do Judiciário para 2018 as verbas necessárias à aquisição das impressoras de todos os votos depositados, que serão as réplicas comprobatórias do contido eletronicamente em cada um deles.

Ocorre que tais verbas não foram incluídas no Orçamento do Judiciário do próximo ano. Essa intencional omissão mereceu do Presidente do TSE - sempre o ínclito Gilmar - a desculpa de que a impressão das cédulas impressas, que evitam as fraudes nas urnas eletrônicas, custariam mais de 2 (dois) bilhões de reais. Por se tratar de deslavada mentira, pois as impressoras das urnas terão um custo estimado de, no máximo, 125 milhões de reais, decidiu arbitrariamente o probo Gilmar que, na eleição de 2018, os votos eletrônicos serão replicados, no máximo, em 5% em cédulas impressas, nas cerca de 600 mil urnas do pais.

O cinismo do ‘dono’ do TSE, para não cumprir uma lei especifica de sua estrita competência é revoltante.

Trata-se, incontestavelmente de prevaricação. Há uma clara intencionalidade delituosa na conduta do Capo do TSE na medida em que não incluiu a aquisição das impressoras no Orçamento do Judiciário para 2018. Deixou, propositadamente, de praticar ato de oficio. Acrescente-se a deslavada mentira já citada, de que seria muito caro o cumprimento da lei. 

Todos sabem que a aquisição das impressoras custa dez vezes menos do que os dois bilhões alegados por ele. E, ao não cumprir a lei impositiva de 2015, reduzindo os votos impressos a somente 5% das urnas, deixou de observar disposição expressa de lei para satisfazer interesse pessoal seu e de seus apaniguados políticos. Estes poderão fraudar as eleições eletrônicas do ano que vem a seu bel prazer. 

Com essa conduta contra os interesses supremos do pais, o manda-chuva do TSE, permitirá que se repita aqui a escabrosa “eleição eletrônica” de Honduras, do ultimo dia 26 de novembro. Naquele pais o atual “presidente” Juan Orlando Hernandez ao verificar a evolução das apurações das famigeradas urnas eletrônicas que davam grande vantagem de cinco pontos ao candidato das forcas anti-corrupção, Salvador Nasralla, provocou – pura e simplesmente – um “apagon informatico”, ressurgindo, três dias depois, com as urnas eletrônicas já consertadas, que lhe davam vitória acachapante. Os detalhes da fraude eleitoral podem ser lidos no Le Monde, edição deste 2 de dezembro.

E, com efeito, nada é mais fraudável neste mundo informatizado do que urnas eletrônicas. 

A luta da nossa sociedade civil contra esse instrumento de manipulação dos resultados das eleições no Brasil tem mais de 15 anos, sempre liderada pela grande cidadã Maria Aparecida Cortiz, e que hoje conta com milhares de apoiadores. 

Ingressamos juntamente com ela, com a União Nacional dos Juízes Federais e seu ilustre presidente, com inúmeras medidas visando a inclusão da verba orçamentária de 2018 para tal fim. Provocamos inúmeras audiências públicas junto ao TSE, que sempre foram igualmente fraudadas e desviadas dos seus objetivos. Nenhum ministro do TSE compareceu a nenhuma delas.

E agora o nosso idôneo presidente daquela Corte, o desagregador–mor das instituições brasileiras, decide do alto de seu abjeto arbítrio, reduzir a 5% a impressão das urnas. 

Prepara, assim, aquele soberbo ministro, em conjunto com a empresa Smartmatic – o nome é auto-explicativo - a repetição da fraude que ela produziu nas ultimas eleições da Venezuela. 

Essas fraudes da Smatmatic – contratada pelo TSE para “operacionalizar” as nossas eleições de outubro e novembro de 2018, foram confessadas pelo próprio presidente daquela empresa, Sr. Antonio Mugica, no final de julho deste ano.

Pelas mãos generosas e amigas do atual presidente do TSE, o Brasil não passará, no ano que vem, de uma grande Venezuela e de uma enorme Honduras.

Não nos resta - como já fez a oposição hondurenha - senão recorrer à Comissão Interamericana de Direitos Humanos, entidade da Organização dos Estados Americanos, para que exija o cumprimento da nossa Lei 13.165 de 2015 e que, também envie uma delegação para supervisionar as nossas próximas eleições gerais, claramente susceptíveis de fraude.

Este é o estado vergonhoso a que nos levou o nosso grande Gilmar, o inimigo público número 1 do Brasil.

(Artigo do jurista Modesto Carvalhosa, publicado originalmente no Blog do Noblat)

Abaixo, veja o vídeo:

Modesto Carvalhosa

Jurista.


Jornal da Cidade
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...