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23 de outubro de 2017

“Intervenção Militar É Um Retrocesso”, Diz Comandante Da Aeronáutica


Comandante da Aeronáutica, o tenente-brigadeiro do ar, Nivaldo Luiz Rossato, 66 anos, rechaça os comentários de oficiais do Exército que vieram à tona no mês passado sobre intervenção militar, e diz que a autoridade “suprema” é do presidente da República. “O país vai encontrar o próprio caminho, sem retrocessos”, disse ele, na última quinta-feira, em entrevista ao Correio. Rossato afirmou que oficiais da ativa não podem se pronunciar sobre política. “Os caras da reserva começam a ficar valente. Eu digo para pegarem uma barraquinha e irem para a Esplanada protestar. Eles podem, mas os da ativa, não.”
Rossato afirma que os cortes orçamentários nos recursos da União afetaram as operações aéreas, manutenção dos aviões e até causaram redução na frota destinada a proteger 22 milhões de quilômetros quadrados que estão sob responsabilidade do Brasil. A restrição financeira provoca até mesmo a redução do número de pilotos em atuação. Dos 1.300 pilotos que integram a Força Aérea atualmente, 300 não estão mais realizando atividades de voo por falta de dinheiro. Isso provocou uma queda de 30% nas decolagens dos aviões da Força. Outro grande problema é o sucateamento da frota de aeronaves. Nesta entrevista ele dá um panorama sobre como está o braço aéreo das Forças Armadas.

Lava jato News
http://www.lavajatonews.com/2017/10/23/intervencao-militar-e-um-retrocesso-diz-comandante-da-aeronautica/

O Esquema De Propinas De Luciano Lewandowski


O irmão de Ricardo Lewandowski tinha um esquema de propinas.
A denúncia foi feita por Lúcio Funaro, segundo o qual Luciano Lewandowski “operava papéis da Rio Bravo, que envolvia a Prece, e que a propina era de 5-6%”.

O Buzzfeed, que publicou a matéria, procurou Ricardo Lewandowski e Luciano Lewandowski, mas nenhum dos dois se pronunciou sobre o assunto.


Lava jato News

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A Dois Dias Da Votação Da Denúncia, Temer Homenageia Raquel Dodge


O presidente Michel Temer participou de cerimônia em comemoração ao Dia do Aviador e ao Dia da Força Aérea Nacional nesta segunda-feira. O evento, realizado na Base Aérea de Brasília, agraciou com a Imposição de Comendas da Ordem do Mérito Aeronáutico os ministros Torquato Jardim (Justiça), Helder Barbalho (Portos), Dyogo Oliveira (Planejamento) e Leonardo Picciani (Esportes) — este exonerado na última sexta-feira para participar da votação em plenário da segunda denúncia contra o presidente na Câmara. Também recebeu a homenagem a procuradora-geral da República, Raquel Dodge. Temer, acompanhado do ministro da Defesa, Raul Jungmann, entregou as medalhas.

Lava jato News
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Dilma Traiu Quem A Elegeu Em 2014, Diz Lula A Jornal Espanhol


Em plena campanha para voltar ao Planalto em 2018, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tentou explicar, em entrevista ao jornal espanhol El Mundo, as razões do colapso econômico brasileiro. Para ele, o rompimento da confiança no Brasil começou com as manifestações de 2013 e se agravou em 2015, quando sua sucessora, Dilma Rousseff (PT), “anunciou o ajuste fiscal e traiu o eleitorado que a elegeu em 2014 com a promessa de manutenção dos gastos”.
Este teria sido o segundo principal erro do governo petista. O maior, avalia Lula, foi “exagerar nas políticas de desoneração das grandes empresas”. “O Estado deixou de arrecadar para devolver aos empresários e em 2014 saía mais dinheiro do entrava”, apontou.
Na entrevista, o ex-presidente foi questionado se estava arrependido de não ter disputado o pleito de 2014 no lugar de Dilma. Lula diz que não é “o tipo de pessoa que se arrepende”, mas que foi “leal” à democracia e a Dilma, e que reconhecia o direito que ela tinha de ser reeleita. “Mas eu pensei nisso muitas vezes e sei que ela também”, afirmou.
Ainda na sua argumentação sobre a perda de credibilidade brasileira, o petista comparou o penúltimo ano de sua sucessora com 1999, primeiro ano do segundo mandato do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Disse que a diferença principal não estava no governo, mas na Câmara. Enquanto FHC teve a seu lado o presidente da Casa, o hoje presidente da República Michel Temer (PMDB), Dilma Rousseff contou com a opoisção de Eduardo Cunha (PMDB-RJ).
Lula disse ainda que se candidata à Presidência aos 72 anos “porque há muita gente que sabe governar, mas não há ninguém que saiba cuidar do povo mais necessitado” como ele. “Conheço suas entranhas, como vivem, o que necessitam”, avaliou. Sobre a hipótese de ser condenado em segunda instância e ficar de fora das eleições, afirma que “ninguém é imprescindível” e que existem “milhares de Lulas”.
Política externa
O ex-presidente brasileiro respondeu a algumas questões relacionadas a política mundial. Questionado se estava mais próximo do “populismo latino-americano” ou da “social-democracia europeia”, disse respeitar a segunda, mas considerou que, no Brasil, “nós construímos o Estado a nossa maneira, nem melhor, nem pior”. E questionou a definição de populismo: “O que é ser populista? É falar a língua do povo e defendê-lo?

Lava jato News

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O Que É Niobio, Quanto Vale E Para Que Serve? – Confira


O Nióbio É O Minério Que Pode Salvar O Brasil

O nióbio é um elemento químico, de símbolo Nb, número atômico 41 (41 prótons e 41 elétrons) e massa atómica 92,9 u. É um elemento de transição pertencente ao grupo 5 ou 5B da classificação periódica dos elementos. O nome deriva da deusa grega Níobe, filha de Dione e Tântalo — este último, por sua vez deu nome a outro elemento da família 5B, o tântalo.[1] É usado principalmente em ligas de aço para a produção de tubos condutores de fluidos. Em condições normais, é sólido. Foi descoberto em 1801 pelo inglês Charles Hatchett.
O nióbio tem propriedades físicas e químicas similares ao do elemento químico tântalo e os dois, portanto são difíceis de distinguir. Em 1801, o químico inglês Charles Hatchett relatou a descoberta de um material similar ao tântalo e o denominou colúmbio. Em 1809, o químico inglês William Hyde Wollaston erroneamente concluiu que o tântalo e o colúmbio eram idênticos. O químico alemão Heinrich Rose estabeleceu em 1846 que os minérios de tântalo continham um segundo elemento que foi batizado como nióbio. Entre 1864 e 1865, ficou esclarecido que “nióbio” e “colúmbio” eram dois nomes do mesmo elemento. Por quase um século estes nomes foram utilizados de forma intercambiável. O nióbio foi oficialmente reconhecido como um elemento químico em 1949, mas o termo colúmbio ainda é utilizado na metalurgia estadunidense.

O nióbio é um mineiro pouco conhecido pelos brasileiros, embora tenha ganhado espaço em debates sobre riquezas naturais do Brasil ainda é desprezado pelo governo e boa parte da população. Com o avanço tecnológico e industrial no Mundial grandes empresas precisam cada vez mais de ligas metálicas mais resistentes e maleáveis para produção deste, grandes tubulações de alta pressão até turbinas de jatos comuns e supersônicos que necessitam de material altamente resistente ao desgaste e elevadas temperaturas.

O nióbio e utilizado pela indústria bélica Em diversos países inclusive em armas nucleares devido a grande proporção de resistência que pode ter uma liga metálica que contenha o minério, embora seja algo utilizado por diversos países o nióbio só é encontrado com facilidade e abundância em terras brasileiras, os únicos locais em todo o mundo que possui reservas consideráveis deste minério são o Brasil que detém 98% das reservas e o restante ficam com o Canadá que possui apenas 2% deste preciso material.

No Canadá o minério e responsável por sustentar grande parte do orçamento público do país, toda a renda obtida e revertida em benefício aos cidadãos canadenses.


Onde estão as reservas no Brasil?
O Brasil corresponde a mais de 90% da comercialização mundial de nióbio, seguido por Canadá e Austrália. As reservas brasileiras possuem 842.460.000 toneladas distribuídas nas jazidas locais. As maiores estão localizadas em Minas Gerais (75%), Amazonas (21%) e em Goiás (3%).
O Nióbio e a Política brasileira
o primeiro parlamentar a fazer uma abordagem neste tipo de minério na política brasileira foi foi o deputado federal e ex-candidato à presidência da República Enéas Carneiro, falecido em 2007. Enéas afirmava que só a riqueza do mineral em si seria capaz de ampliar – e muito – a fortuna patrimonial do Brasil. Esse metal é tão valorizado que chegou a ser envolvido em um escândalo: O Mensalão, em 2005. À época, o empresário Marcos Valério afirmou, durante a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) dos Correios, que o Banco Rural entrou em contato com José Dirceu (atualmente preso) acerca da exploração de uma mina de nióbio localizada da Amazônia.
Hoje em dia quem aborda a questão do minério de Nióbio é o Dep. Federal Jair Bolsonaro para o deputado o minério de nióbio é um dos fatores que podem alavancar a economia brasileira nos próximos anos, se for extraído e tratado com a responsabilidade que merece. a opinião de Jair Bolsonaro é que o metal deve ser extraído por empresas Brasileiras em parcerias com empresas estrangeiras, a ideia é fazer com que as empresas em território nacional se desenvolvam trabalhando com as estrangeiras sem que o país perca recursos. Como acontece hoje que o nióbio é extraído e vendido como rejeitos de minério a preço de banana para empresas da china.
Quanto Vale o minério?
Agora que você já está mais por dentro do nióbio no Brasil, é hora de apresentarmos algumas informações curiosas sobre esse metal. Para começar, o nióbio não é tão raro e precioso quanto o ouro. Estatísticas oficiais dão conta de que a liga ferro-nióbio foi negociada por US$ 26.500/ton em média, no ano de 2012. Enquanto isso, a cotação média da onça de ouro, média de 31,10 gramas, foi de US$ 1.718.
Apesar de ser muito cobiçado, o Nióbio não é uma fonte de energia primária ou de alto nível de consumo, como o petróleo. Mesmo assim, parece que o nióbio não possui quaisquer concorrentes. Mas, o fato é que ele tem. São eles: vanádio, tântalo e titânio.
A negociação do nióbio brasileiro com outros centros subiu de US$ 13 o quilo no ano de 2001 para US$ 32 em 2008. Já em 2012, a média foi de US$ 26,5 o quilo. Como os preços não são negociados em bolsas de valores e como as produtoras possuem subsidiárias em outros países surgiram suspeitas (ainda não comprovadas) de subfaturamento. Já a suspeita de as jazidas nacionais estarem sendo “dilapidadas” não se mostra real. Afinal de contas, somente a CBMM explora jazidas que têm durabilidade estimada em mais de 200 anos. O governo também informou que não possui planos para iniciar a produção de nióbio em outras áreas que possuam reservas lavráveis conhecidas, como Amazonas e Rondônia.
Os maiores produtores de nióbio no Brasil
Os 98% de nióbio do mundo todo, pertencem ao Brasil, a maioria desta porcentagem está concentrada nas mãos de apenas duas empresas: A CBMM, que segue sendo controlada pelo grupo Moreira Salles (agora pelos herdeiros de João Moreira) – os mesmos fundadores do banco Unibanco – e a Mineração Catalão de Goiás, empresa controlada pela britânica Anglo American. Dos 100% de nióbio no mundo todo, 80% pertencem à CBMM, seguida pela canadense Lamgold (10%) e a Anglo American (8%), que só possui produção de nióbio no Brasil.

Lava jato News
http://www.lavajatonews.com/2017/10/23/para-que-serve-o-niobio-e-quanto-vale/

Propina De R$ 1 Milhão Para Gleisi Foi No ‘Fio Do Bigode’, Afirma Ex-Deputado


O ex-deputado Pedro Corrêa (ex-PP) afirmou que propinas de R$ 1 milhão oriundas do suposto ‘caixa’ de seu partido junto à Diretoria de Abastecimento da Petrobrás à campanha de Gleisi Hoffmann (PT) ao Senado, em 2010, foram acertadas ‘no fio do bigode’. A presidente do PT e seu marido, o ex-ministro Paulo Bernardo, são réus por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no STF.
Pedro Corrêa teve sua delação homologada em agosto de 2017 pelo ministro do Supremo Edson Fachin. O ex-parlamentar, condenado a 30 anos na Lava Jato e a 7 anos e 2 meses no Mensalão, é testemunha de acusação em processo contra Gleisi. Ele depôs no dia 19 de setembro.

Lava Jato News

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Marcelo Bretas transfere Sérgio Cabral para presídio federal Ministério Público fez pedido. Em interrogatório tenso, juiz e ex-governador discutiram

O ex-governador do Rio Sérgio Cabral (PMDB) e o juiz Marcelo Bretas discutiram, nesta segunda-feira (23), durante interrogatório. Cabral criticou a denúncia contra ele, afirmando que era um "roteiro mal feito de corta e cola", que está sendo injustiçado e que o juiz deveria conhecer sobre joias já que a sua família teria negócios com bijuterias. Bretas rebateu afirmando que não recebeu "com bons olhos" o interesse de Cabral de informar que sua família trabalhava com bijuterias. "Esse é o tipo da coisa que pode ser entendida como ameaça”.  O advogado do ex-governador pediu uma pausa no depoimento, e o juiz concedeu. Mais tarde, Bretas acabou aceitando o pedido de transferência de Cabral para um presídio federal feito pelo Ministério Público Federal (MPF).
Além dos supostos negócios da família do juiz no ramo de bijuterias, Cabral também falou, durante o interrogatório, de suposta concretização da delação de Renato Pereira, ex-marqueteiro do PMDB. 

Sérgio Cabral e Marcelo Bretas discutiram durante interrogatório
Sérgio Cabral e Marcelo Bretas discutiram durante interrogatório

"Durante o interrogatório do senhor Sérgio Cabral, ele mencionou expressamente que, na prisão, recebe informações inclusive da família desse magistrado, o que denota que a prisão no Rio não tem sido suficiente para afastar o réu de situações que possam impactar nesse processo", afirmou o procurador Sérgio Pinel.
Bretas acatou o pedido de transferência, afirmando que este tipo de declaração é "inusual". "Será que representa alguma ameaça velada? Não sei, mas fato é que é inusual", disse, acrescentando: "É no mínimo inusitado que ele venha aqui trazer a juízo, numa audiência gravada, a informação de que recebe ou acompanha a rotina da família do magistrado. Deixa a informação de que, apesar de toda a rigidez [do presídio no Rio], que imagino que aja, aparentemente tem acesso privilegiado a informações que talvez não devesse ter", disse o juiz.
Interrogatório
Durante o interrogatório, Cabral afirmou que a denúncia contra ele era "um roteiro mal feito de corta e cola". Ele fez a insinuação sobre o suposto negócio do ramo de bijuterias da família de Bretas após as primeiras perguntas feitas a ele sobre a denúncia de compra de joias com dinheiro de propina. O ex-governador ainda chegou a dizer que Bretas falava dele de maneira "desdenhosa". "Aqui não há desdém", rebateu o juiz.
"Comprei joias com fruto de caixa dois, não foi de propina. Meu governo não foi organização criminosa. Mudou a vida de milhões de brasileiros que moram no Rio. Não me sinto chefe de organização criminosa nenhuma. Eu estou sendo injustiçado. O senhor está encontrando em mim uma possibilidade de gerar uma projeção pessoal, e me fazendo um calvário, claramente", disse o ex-governador.
Cabral afirmou que os empreiteiros não pagavam propina. “Não é verdade que empreiteiro dê dinheiro antecipado por qualquer coisa. Fiz a campanha 2006 e sobraram recursos de campanha. O dinheiro que Carioca me deu não tinha vínculo com obras”. O ex-governador afirmou ainda que o seu erro foi o caixa dois. Cabral chegou a chorar ao dizer novamente que as mudanças de financiamento de campanha são prejudiciais à política. “Por mais que tenha me exasperado com o senhor [Bretas] aqui, por mais que ache injustiça o que o MP faz, que fique indignado com as matérias que saem nos jornais, prefiro muito mais ser acusado num sistema democrático, ser massacrado, do que um sistema autoritário”, disse.


Jornal do Brasil

http://www.jb.com.br/rio/noticias/2017/10/23/marcelo-bretas-transfere-sergio-cabral-para-presidio-federal/

“O Narcotráfico Não Acaba Porque Financia Campanhas Políticas”, Diz O Traficante Marcinho VP

O detento 37 deixa o pátio onde jogava bola com outros presos, em uma tarde ensolarada de outubro, para ser escoltado por um agente penitenciário.
Ele é levado até uma sala dividida ao meio por uma grade de ferro dentro das instalações do presídio de segurança máxima de Mossoró (RN) — cidade com 295 mil habitantes localizada no semiárido nordestino. Condenado a um total de 48 anos de reclusão pelos crimes de tráfico de drogas e por ser mandante de dois assassinatos, Márcio dos Santos Nepomuceno, o Marcinho VP, conhece os procedimentos do sistema penitenciário federal: são 21 anos ininterruptos passando por prisões, mais da metade de sua vida.
Vira-se para a parede e as algemas são retiradas pelo agente. Senta-se na cadeira à espera das perguntas do UOL, em uma entrevista exclusiva de duas horas. Ouve-se o barulho da disputa renhida do futebol no pátio. Marcinho VP sorri.
O uniforme azul pálido transparece o suor dele. “A gente precisa aproveitar o pouco tempo que tem fora da cela”, diz aquele que é apontado pelas autoridades da segurança pública como um dos chefes do Comando Vermelho, a maior facção criminosa do Rio de Janeiro, fundada em 1979. “Isso é folclore”, diz. Marcinho VP gosta de escrever.
Afirma ser alvo de “injustiças” e, para se defender, lançará no sábado (21) o livro “Marcinho Verdades e Posições — Direito Penal do Inimigo”. A obra foi redigida em coautoria com o jornalista Renato Homem.
O detento conta sua trajetória no mundo do crime, nega as acusações que lhe pesam, relembra companheiros, comenta sobre política e Operação Lava Jato e ataca o ex-governador Sérgio Cabral Filho (PMDB), a quem diz ter prestado favores eleitorais em 1996. “Ele é o cacique-mor da maior organização criminosa do Rio de Janeiro.” A polícia afirma que Marcinho comandou o tráfico no Complexo do Alemão, na zona norte do Rio. Ele nega.  Marcinho defende a legalização da maconha. “O tráfico de drogas não acaba porque financia campanhas políticas no Brasil”, afirma. “O tráfico é nocivo e funesto, mas a corrupção é o crime que mais mata no Brasil.

Lava jato News

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STF na contramão da cidadania




STF na contramão da cidadania
Brasil 23.10.17 12:29
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A prisão dos condenados em segundo grau “pode mudar a cara do Brasil”.


Leia um trecho da coluna de Carlos Alberto di Franco no Estado de S. Paulo:

“Uma eventual revisão do entendimento sobre o tema no STF pode, na prática, melar o trabalho da Operação Lava Jato, comprometer gravemente o esforço de combate à corrupção e desembocar no pântano da impunidade.

Na verdade, a possibilidade concreta de cadeia, consequência da condenação em segunda instância, acionou, à direita e à esquerda, o alerta vermelho no submundo da cultura da corrupção. Por trás dos embargos e recursos dos advogados, ferramentas legítimas do direito de defesa, o que se oculta é um objetivo bem determinado: a impunidade. A bandidagem conhece a morosidade do Judiciário e aposta todas as fichas na prescrição dos crimes. Trânsito em julgado, no Brasil, é o outro nome da impunidade (…).

O que você, amigo leitor, pode fazer para contribuir para a urgente e necessária ruptura do sistema de privatização do dinheiro público, que se enraizou nas entranhas da República?

Em primeiro lugar, pressionar as autoridades. O STF, por exemplo, deve sentir o clamor da sociedade. Impõe-se a execução das penas do julgamento em segunda instância. A Suprema Corte pode dar o primeiro passo para a grande virada. Se os condenados em segunda instância, responsáveis pela instalação de uma rede criminosa no coração do Estado brasileiro, pagarem por seus crimes, sem privilégios nem imunidades, o Brasil mudará de patamar.

Está nas mãos do Supremo assumir o papel histórico de defesa da democracia e dos valores republicanos ou – Deus não queira – virar as costas para a cidadania (…)

A corrupção é, de longe, uma das piores chagas que maltratam o organismo nacional. Esperamos, todos, que o Supremo Tribunal Federal, instituição exemplar ao longo da História deste país, não decida na contramão da cidadania. A admissibilidade da prisão após o recurso em segundo grau pode mudar a cara do Brasil.”

O Antagonista

O eleitor do Bolsonaro é meu’, diz Ciro Gomes Ex-governador acredita representar anseios dos simpatizantes do deputado por 'seriedade' e 'autoridade' e diz considerá-lo 'mais honesto’ que tucanos







Ciro Gomes (Diego Padgurschi/Folhapress)

Para o ex-governador do Ceará Ciro Gomes (PDT), os “bolsominions”, simpatizantes do deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ), podem migrar para a sua pré-candidatura à Presidência da República. “O eleitor do Bolsonaro é meu. Eles não perceberam, mas eles estão procurando seriedade, autoridade. Eu sou isso, de verdade”. A fala de Ciro ocorreu durante uma entrevista para o programa Canal Livre, da TV Bandeirantes, na noite deste domingo.

O pré-candidato do PDT atacou nomes fortes do PSDB, como o senador e presidente licenciado do partido, Aécio Neves (MG), e o prefeito de São Paulo, João Doria. Ciro Gomes disse que apesar de não concordar “com absolutamente nada do que o Bolsonaro fala, diz ou representa”, considera o deputado federal é “mais íntegro do qualquer tucano nesse momento”.

Veja Abril

Escândalo: MinC autoriza Wagner Moura a captar R$ 10 milhões para seu filme sobre terrorista Marighella


De acordo com informações da Veja, o ator Wagner Moura conseguiu autorização do Ministério da Cultura para captar R$ 10 milhões, através da Lei do Audiovisual (a Rouanet do cinema), para fazer seu filme de homenagem ao terrorista e herói da extrema-esquerda Carlos Marighella.
“Marighella: O Guerrilheiro Que Incendiou O Mundo”, poderá ter como seu protagonista o rapper Mano Brown, do grupo Racionais MCs, que já apoiou publicamente o PT e tem laços com a família Suplicy. Além disso, para fazer parte do elenco, é necessário que os atores ascendência nordestina.
Jornal Livre

https://jornalivre.com/2017/10/23/escandalo-minc-autoriza-wagner-moura-a-captar-r-10-milhoes-para-seu-filme-sobre-terrorista-marighella/

Coalizão de Macri vence tropa da bolivariana Kirchner nas eleições legislativas



Os números oficiais da apuração da eleição legislativa argentina , realizada neste domingo (22), com mais de 90% das urnas apuradas em todo o país, indicam que a aliança Mudemos, do presidente Mauricio Macri, terá a maior bancada no Congresso a partir de dezembro.
O governo também venceu a disputa para o Senado da província de Buenos Aires, a mais importante do pleito. Com 99,19% das urnas apuradas à 0h15 (1h15 em Brasília), o ex-ministro da Educação Esteban Bullrich tinha 41,38% contra 37,25% da ex-presidente Cristina Kirchner.
Os resultados apontavam também para uma vitória do Mudemos em várias províncias importantes, como Córdoba, Entre Ríos, Santa Fe, Mendoza e também em Santa Cruz, bastião kirchnerista.
Entre elas, uma surpresa, Salta, governada por Juan Manuel Urtubey, um peronista antikirchnerista que pretende unir a corrente em torno de uma possível candidatura presidencial sua em 2019.
O próprio Urtubey discursou logo depois do anúncio dos primeiros resultados, admitindo a derrota do peronismo e parabenizando Macri.
Outra vitória notável foi em La Rioja, onde a Mudemos superou o ex-presidente e atual senador Carlos Menem em seu bastião tanto no Senado quanto na Câmara.
A informação é da Folha de São Paulo.

Prêmio Congresso em Foco 2017, cujos jurados são os jornalistas da grande mídia, só deu a esquerdalha… Quem está surpreso?

Jean Wyllys celebra diversidade e repudia fascismo ao receber Prêmio Congresso em Foco



Ano após ano figuras como Chico Alencar são eleitas como “melhores parlamentares”. Desta vez, ele próprio, seguido pelo deputado da Globo, o Alessandro Molon (REDE), depois Glauber Braga (PSOL), Ivan Valente (PSOL), Miro Teixeira (REDE) e ainda Luiza Erundina (PSOL) e Jean Wyllys (PSOL).
Claro, tem algo de estranho aí… Quem escolhe, afinal? Certamente não é o povo. Obviamente também não há muitos critérios técnicos ou éticos envolvidos, do contrário ninguém escolheria alguém como Glauber Braga, que já enalteceu publicamente um terrorista. Os jurados são jornalistas da grande mídia, e a esta altura eles já nem tentam mais disfarçar seu partidarismo.
Veja os primeiros nomes da lista:
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Note que os únicos nomes que não pertencem à REDE ou ao PSOL na lista dos “melhores” deputados são justamente os nomes de deputados que votaram contra Michel Temer recentemente.


JORNAL LIVRE

Sites de extrema-esquerda querem vender Luciano Huck como “candidato da direita”. A quem pretendem enganar?



Diversos sites ultra esquerdistas têm atacado Luciano Huck nos últimos dias e, o mais incrível, eles também estão empurrando uma conversa fiada de que o global seria o “candidato da direita” nas eleições de 2018. Sem entrar no mérito da candidatura, que pode nem ocorrer, é importante desmascarar aqui a jogada suja destes veículos de desinformação.
Primeiramente, Luciano Huck é abertamente de esquerda, sem qualquer sombra de dúvida. O global é desarmamentista, seu irmão é dono da página Quebrando o Tabu, que tem viés ultra esquerdista. Ele e sua esposa têm grande proximidade com figuras do PSOL, apoiam o movimento Acredito (que é de extrema-esquerda) e entre outras coisas possui relações muito boas com uma grande parte da elite artística e política de esquerda.
Noves fora, sobra ainda o fato mais importante: praticamente nenhum político ou pessoa pública de direita apoia o candidato. Ao contrário, ele tem amplo apoio da esquerda “moderada”, como o pessoal do site O Antagonista. O global sempre foi duramente criticado sobretudo por ser desarmamentista convicto, e diversos blogs e sites de direita demonstram muita desconfiança em relação a sua candidatura.
De onde, então, surgiu essa tese absurda de que Huck seria o candidato da direita? Surgiu de uma tentativa de passar a perna na população. Com o sentimento anti-PT aflorado, a ideia é vender Huck para o povo como uma alternativa às esquerdas, colocando-o como inimigo do PT e seus aliados. Assim, além de conseguirem possivelmente emplacar um enorme cavalo de Tróia, na pior das hipóteses ainda conseguiriam dividir votos dos candidatos realmente alinhados à direita, como Caiado, Dória ou Jair Bolsonaro.
O nome disso é trapaça e é coisa simples.
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