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3 de outubro de 2015

Dízimo-Contribuindo com Amor ou com Terror?


Rô Moreira.


Dízimo, se for por obrigação, não é cristão.


Este é o verdadeiro devorador que devorava as plantações do campo embora seja feio e tenha chifres, JAMAIS o devorador citado em Malaquias,seria um demônio. Se só o dinheiro pode repreender o devorador (suposto diabo ),
então, onde fica a autoridade suprema do nome de Jesus? Seria o dinheiro mais poderoso que o nome de Jesus?

Destaque do artigo: "Contribua sim com dízimos e ofertas, não deixe de ajudar a obra, onde você congrega tenho certeza que ajudará muito se ela for mesmo de Deus, mas, com ofertas e com o que propõe o seu coração, se você propõe no seu coração dá o dízimo, amém, mas que seja com alegria nunca através de terror, sendo que se voçê não der será amaldiçoado, isto se chama "persuasão",

Muitos usam de Malaquia para pedir dízimo, chegando até a constranger muitos dentro dos Templos, pois chamam quem não pode ou não quer dar o dízimo de ladrão!


Bom Irmãos, Malaquias foi escrito dentro do contexto do Pacto do Sinai. É o último livro do Velho Testamento. Quem quiser realmente compreender o texto de Malaquias deve ler Neemias e Esdras, seus contemporâneos. Em Neemias encontra-se muito mais sobre dízimo do que Malaquias.

Havia turmas de sacerdotes e levitas que serviam no templo. Cada turma ficava uma semana no templo. Os dizimistas entregavam dízimo aos levitas e esses, por sua vez, separavam o dízimo dos dízimos (que tinha que ser a melhor parte dos dízimos recebidos por eles) e levavam a uma câmara do templo, chamada casa do tesouro, onde eram depositados os mantimentos (alimentos) para o sustento da turma da semana no serviço do templo. Acontece que os levitas não entregavam o melhor muitas vezes. E os sacerdotes não queimavam a melhor parte das ofertas que eles recebiam, conforme a lei e ainda roubavam alimentos. Havia, desta forma, grande desleixo e irresponsabilidade. Vejam o texto de Malaquias e confiram como Deus repreende os sacerdotes e levitas. Não é o povo que não entregava dízimo. Não é que o povo não estivesse ofertando. Os vilões desta história são os da tribo de Levi.

"Trazei todos os dízimos à casa do tesouro" foi escrito para os levitas, pois a eles somente cabia levar dízimos a essa câmara (Neemias 10:38). E como vimos, casa do tesouro não era o templo, muito menos é hoje o prédio da congregação, mas um depósito apenas.

Devemo ter muita cautela para não chamarmos nossos irmãos de ladrões, para que não tenhamos do que nos envergonhar depois. Lembres de que há uma grande diferença entre Antigo Testamento e Novo Testamento.

O Novo Testamento começa com a morte de Jesus.

Os Defensores do dízimos usam sempre a passagem de MT 23.23 para defenderem o dízimo no Novo testamento vejamos então:

Jesus disse certa vez: "Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que dizimais a hortelã, o endro e o cominho, e desprezais o mais importante da lei, o juízo, a misericórdia e a fé; deveis, porém, fazer estas coisas, e não omitir aquelas." (Mateus 23 : 23).  Tentando validar o dizimo no NT se esquecem que ali era um papo de Judeu para judeu. Jesus dizia a eles que eles deveriam dizimar e não omitir outras coisas, tais como a misericórdia e o amor, fé. Eles sim deviam dizimar, porque dizimos era pra judeus.

E só uma questão de interpretação de texto. "fazer essas coisas, e não omitir aquelas"
-------------------------------------------------------------------

Realmente interpretação. O Novo Testamento só começa quando Jesus morre na cruz. Antes disso, estava em vigor a Lei Mosaica. O dízimo fazia parte da Lei...era mandamento para os judeus. Jesus não mandaria eles pararem de dizimar estando ainda em vigor a Lei. Jesus os admoestou porque observavam zelosamente os aspectos exteriores da Lei, mas não a sua essência. O ato de dizimar não provocara neles um crescimento espiritual quanto a fé, justiça e misericórdia. Eram hipócritas, pois dizimavam até os temperinhos do quintal, mas eram duros de coração.

Já no âmbito do Novo Testamento, nas cartas apostólicas e em Atos, jamais vimos um cristão dizimar. Dízimo era parte do judaísmo, servindo para sustento do ministério levítico. Este tipo de sacerdócio foi substituído, bem como todo o aparato que o servia, ou seja, as 614 leis, ordenanças, mandamentos, pertinentes a ele.

No novo testamento, até mesmo um levita (que na Lei recebia dízimos), vende uma propriedade e entrega aos apóstolos para que estes, por sua vez, distribuísse aos pobres e irmãos em dificuldades. O dízimo foi substituído pela oferta voluntária como sustentáculo econômico da obra de Deus. E mais: o templo no Antigo Testamento era mantido por impostos e ofertas em dinheiro. O dízimo era dado sempre em alimentos, embora o dinheiro já existisse desde Gênesis. Na época de Cristo, Israel chamava-se Judéia e era uma província romana. Pagavam impostos em dinheiro e o dinheiro tinha a efígie de César. Dízimo eram alimentos para levitas, órfãos, viúvas e estrangeiros (Dt 14:22-29).

Se você deseja dar o dizimo, fique a vontade, mas não é para nós, era para os Judeus! 


Quando me perguntam: Rô Moreira VOCÊ NÃO DÁ o dizimo?

Respondo: Como irei dizimar, se o Templo de Jerusalém foi DESTRUÍDO? E onde arrumarei um animal que posso sacrificar? E como levarei até Jerusalém? E só mais um detalhe - Dízimo era ANUAL, não mensal.Eram dado em alimentos. Como vou fazer?  Para qual SACERDOTE entregarei? Só se for no templo do Salomão do Edir Macedo.

Deus faz alianças. Fez uma com Noé. Fez outra com Abraão. Fez outra com o povo de Israel no Sinai. Fez conosco, por Jesus Cristo.
A aliança com Abraão não tinha como mandamento o dízimo, mas sim a circuncisão. O dízimo dado a Melquisedeque foi voluntário. Além de voluntário, foi dado uma única vez. Além de voluntário e dado uma só vez, foi a partir de despojos de guerra. Além de tudo isso, os outros 90% Abraão devolveu ao rei de Sodoma. E tem mais,se formos ter como exemplo odízimo de Abraão e jacó rss, deveríamos então dar uma vez apenas, como ele fez.
Em Hebreus lemos que Melquisedeque é figura de Jesus. Deus sempre cuidou dos pobres. Em Mateus 25:31-45 Jesus disse que quem auxiliasse o pobre e o necessitado estaria fazendo para Ele. Jesus toma esses cuidados com os necessitados como algo pessoal, feito para Ele próprio. Melquisedeque receberia dízimos assim hoje, creio eu

É muito bom esclarecer, até porque não dá mais pra esconder isso de ninguém.

O Dízimo é exclusivo para Israel, “O dizimo sempre foi estabelecido para Israel para o sustendo da ordem levítica para manutenção do templo, para distribuição aos pobres”; “Se alguém te chamar de ladrão dentro dos Templos Evangélicos irmãos, não aceitem, se te amaldiçoarem também não aceitem. Contribua sim, não deixe de ajudar a obra se ela for mesmo de Deus, mas com ofertas e com o que propõe o seu coração, se você propõe no seu coração ofertar com dízimos, amém, mas que seja com alegria nunca através de terror, sendo que se voçê não der será amaldiçoado, isto se chama "persuasão", "Persuasão é uma estratégia de comunicação que consiste em utilizar recursos lógico-racionais ou simbólicos para induzir alguém a aceitar uma idéia," não aceite, faça tudo segundo propõe o seu coração!





 E você o que acha? devemos contribuir com amor ou por terror? O Dízimo é mandamento cristão ou não?? Paz sejam com todos!


 

125 comentários:

Eduardo Medeiros disse...

Rô, muito bom este teu texto, parabéns! Eu só teria a acrescentar duas coisitas que em nada maculam o seu pensamento que está perfeito: Seria bom também citar o contexto de Malaquias no pós-exílio, na reconstrução do templo. O Templo era o centro da religião de Israel, assim como de todos os povos antigos.Daí, a advertencia teria ainda maior sentido para eles.

Eu só não concordo que o "Novo Testamento" tenha começado na morte de Jesus, visto que o termo "Novo Testamento' é construção teológica posterior, do mesmo modo que chamar a Bíblia hebraica de "Velho Testamento". Velho para quem??

disse...

O Novo Testamento começa exatamente...
...quando Jesus diz:

"está consumado"


Neste momento a lei se cumpriu nEle e a nova aliança, eterna, foi estabalecida.

Eduardo Medeiros disse...

Rô, querida, "Novo Testamento" é construção. Você já leu nos Evangelhos Jesus dizendo que com a morte dele a Lei estaria abolida? no, no, no. Não vou entrar em debates teológicos pois seu blog tem esse clima de dabates...ou estaria errado??? rss

Concordo no entanto que você diga que crê que com Jesus, a Lei foi abolida, quem sou eu para discutir sua fé.

abraços

disse...

Um testamento só é anulado ou modificado, para acrescentar algo, antes da morte de quem fez o testamento, então ele quer acrescentar, ou confirmar quem são os seus herdeiros , então antes da morte de cristo, na útima ceia, Jesus levanta o cálice como se fosse seu sangue derramado na cruz, e diz esta é a nova aliança que é derramada por todos vós, não que antiga perdeu valor, mas Ele está confirmando o acréscimo, pois havia mal entedimento da antiga aliança, com seu sangue ele faz um novo pacto de salvação, a antiga aliança era o homem se esforçando para entrar no reino, agora é Deus por meio do sangue de Jesus que nos leva ao Pai. Cadê vc ?? Edu a lei foi ou não abolida me responda? se vc quiser posso dizer que foi quando o verbo se torna carne, aí sim, começa o novo testmento. ta bom??

disse...

O NT "explica" o VT. Nâo anula os fatos históricos, nem os princípios, mas anula a letra fria.

David disse...

Rô, perfeitos os comentários!

disse...

Obrigada David!

Eduardo Medeiros disse...

Rô, tô aqui..rssss tá me chamando prá debate é?? Tem certeza??? Eu sou muito mau quando debato com crentes..rsssss mentirinha, brincadeirinha, calminha...

É o seguinte: Essa questão é um tema teológico vasto, difícil e que os biblistas brigam entre si para fazer valer suas opiniões. Aqui, liberais e conservadores nunca vão se entender.

Não que eu seja liberal...nem conservador...

"Testamento" é um termo tardio no pensamento cristão. Jesus nunca disse que iria escrever ou deixar um "novo testamento", mesmo porque o AT não é um testamento e sim, uma Aliança.

Então, o termo está equivocado. O melhor seria dizer nova aliança que na verdade, não é um termo do NT e sim, do profeta Jeremias.

Jeremias diz ao povo que Javé iria fazer uma nova aliança com seu povo, que iria tirar o coração de pedra e colocar um de carne. Ou seja, uma atitude para com Deus que não fosse fria, impessoal, ritualística, mas baseado no amor e na disponibilidade da vida.

Os profetas dizem que Javé está cansado de sacrifícios. Chega de ritual. Chega de mecanicidade. Amós, se não me engano, põe na boca de Deus as palavras de que ele nunca tinha pedido sacrifícios ao povo quando os tirou do Egito.

Mas tem também um porém aqui, pois este pensamento de "não sacrifício" está em contexto com todo o problema do exílio onde não se podia mais sacrificar no Templo de Jerusalém.

Então, na verdade, o pensamento de uma nova aliança não é original do NT. Os autores do NT se apropriaram de tudo o que estava nos profetas sobre a questão, e aplicaram a Jesus.

Este assunto vai longe.... muita coisa prá dizer...mas vou parar por aqui. Tá bom ou precisa mais?

Respondendo diretamente às suas perguntas. E que fique claro que isto é a minha compreensão teológica e exegética do tema, onde a fé tem que ficar um pouco de lado para que possa haver tal compreensão.

A passagem que você cita de Jesus. é bom que fique claro que ali Jesus estava comemorando a páscoa judaica e não a ceia cristã.

A Lei foi abolida? Jesus deixou isto bem claro e respondido no Evangelho de Mateus: "Eu não vim anular a lei mas cumprí-la". Ou seja, não como o povo diz popularmente: "Jesus cumpriu a lei para que eu não precisasse cumprir". Ora, Jesus não disse isso. O espírito da Lei continua vivo. A prática morta da lei, esta foi denunciada por Jesus. O próprio Paulo, "construtor" da teologia cristã e para mim, fundador do cristianismo, diz que em Romanos que a "Lei é boa"...sei de todo o contexto em que diz isso, mas quero destacar essa afirmação.

Logo, no contexto cristão, seria melhor dizer que Jesus veio nos fazer compreender o espírito da Lei(principalmente no Ev. de Mateus) e a Nova aliança é exatamente o aprendizado que Jeremias já tinha dito antes: mudar o coração de pedra para um de carne.

Mas até essa colocação tem problemas pois o que Jeremias disse, o disse para o povo de Israel e não para mim, um brasileiro do século 20. O que Jesus disse sobre cumprir a Lei, disse para os seus compatriotas e não para nenhum gentio.

Ou seja, o negócio é muiiiito complicado...

abraços

disse...

Sabemos que o evangélho (Novo Testamento, com suas boas novas de cristo) é uma consequencia do antigo testamento, com todas as suas profecias, falando da vinda, da vida de Jesus, até a sua morte.
Quem vive na graça mas vive na observância de preceitos da lei, acaba não fazendo nada direito...no fundo é uma pessoa confusa que precisa conhecer a graça contida em Cristo.
se as As 613 leis foram abolidas prevalecendo a graça, o que quer dizer isto então?
ninguém será justificado pelas obras da lei, então? ela foi ou não abolida? Paulo se enganou??
A Lei é regra de juízo. Imaginem: Um juiz julga baseado em que?
A Graça mediante a fé em Cristo é que conduz o pecador arrependido ao caminho da salvação. Se o pecador volta ao pecado deliberadamente ele será julgado em que parâmetro? Alguns dizem que será julgado pela lei de Cristo.
Pergunto: Que lei de Cristo??
É através da lei que o homem é julgado. É através da graça mediante a fé que o homem é salvo ou condenado.

Eduardo Medeiros disse...

Rô, não acredito em julgamentos, em inferno, em céu literal. Mas te respondi teologicamente. Quem aboliu a lei? Você está contestando uma afirmação clara de Jesus: "Eu não vim abolir a lei..."

Como é que fica amiga? vai desdizer o que Jesus disse?? rsssss pergunta ao teu pastor para ele te explicar. Disse isso porque lembrei agora que no seminário eu tinha um professor que não dava provas. Dava só para constar, pois ele não levava as provas à serio. Aí ele entregava as provas e nos dizia: "Taí a prova, levam para os seus pastores responder..."

hhhahahaha eu ria muito com ele

disse...

Jesus não ia dizer que veio abolir a lei estando em vigor a lei uai!!

disse...

Se você não acredita em julgamentos, em inferno, em céu . Então não adianta debater contigo, é perda de tempo! srrs
Paz Edu

Eduardo Medeiros disse...

Uai, mas não é dito que Jesus veio tirar a lei e estabelecer a graça??

Rô, não é porque eu não creio na literalidade desses temas teológicos que o debata seja impossível. Eu expus minhas razões que são exegéticas e não fideístas.

Mas sinceramente, não quero discutir as suas crenças, nem mesmo refutá-las,só o fiz por que você me perguntou, ok?

um abraço

disse...

O contexto do VT a palavra lei e mandamentos sempre se referem aos ditames de Moisés dado a Israel.
Os israelitas estavam debaixo da lei de Moises, sujeito ao velho concerto.
no NT quando se fala em seus mandamentos ou na lei de Cristo deve-se levar em consideração o contexto da Nova Aliança e não o da antiga.
Leva-se em consideração a Cruz e não o Sinai.
A Bíblia te diz:

Heb 8:7-13­ "Porque, se aquela primeira aliança tivesse sido sem defeito, de maneira alguma estaria sendo buscado lugar para segunda. E, de fato, repreendendo-os, diz: Eis aí vêm dias, diz o Senhor, e firmarei nova aliança com a casa de Israel e com a casa de Judá, não segundo a aliança que fiz com seus pais, no dia em que os tomei pela mão, para os conduzir até fora da terra do Egito; pois eles não continuaram na minha aliança, e eu não atentei para eles, diz o Senhor. Porque esta é a aliança que firmarei com a casa de Israel, depois daqueles dias, diz o Senhor. Nas suas mentes imprimirei as minhas leis, também sobre os seus corações as inscreverei; e eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo. E não ensinará jamais cada um ao seu próximo, nem cada um ao seu irmão dizendo: Conhece ao Senhor; porque todos me conhecerão, desde o menor deles até ao maior. Pois, para com as suas iniqüidades usarei de misericórdia, e dos seus pecados jamais me lembrarei. Quando ele diz Nova, torna antiquada a primeira. Ora, aquilo que se torna antiquado e envelhecido, está prestes a desaparecer.Por que voltar para a velha?

Porque em Hebreus 8:6-10, ao falar da passagem do Velho para o Novo Concerto, esta importante passagem trata das “Minhas leis” (de Deus), que são escritas nos corações e mentes dos que aceitam esse Novo Concerto [Novo Testamento]

Eduardo Medeiros disse...

Rô, não quero mesmo prolongar esse debate, mas você fica me provocando....rsssss

Se diz "Lei de Moisés" mas quem deu a Lei foi Deus. O que o autor de hebreus diz é o que eu também comentei sobre o termo "nova aliança". Mas veja o que Deus diz:

"Nas suas mentes imprimirei as minhas leis, também sobre os seus corações as inscreverei; "

Viu: "imprimirei as minhas LEIS". Deus não está dizendo que iria abolir a Lei mas iria pôr a Lei nos corações do povo.

Qual o problema aqui? É óbvio: os escritores do NT adaptaram essa passagem para a pessoa de Jesus, como se na passagem desse texto no AT, Deus estivesse falando de Jesus, e não estava.

A nova aliança que o profeta esperava não tinha nada a ver com a interpretação posterior que o cristianismo deu a essa nova aliança.

Tá complicando...eu falei...rsssss

beijos

disse...

Repetindo o que postei no início!

O Novo Testamento começa exatamente...
...quando Jesus diz:

"está consumado"


Neste momento a lei se cumpriu nEle e a "Nova aliança", eterna, foi estabalecida.

Nova aliança eterna!!
Nova aliança etrena!!
Nova aliança eterna!!

Eduardo Medeiros disse...

Rô, quem diz que o NT começa no "está consumado" é o cristianismo; pergunte a qualquer judeu praticante (verdadeiros "donos espirituais" do AT) o que eles pensam sobre isso. Só me resta encerrar esse papo com um "Amém" à sua empolgação trinômica à "nova aliança eterna". E não se esqueça que Jesus era judeu e não cristão. rss

abraço

disse...

Eu te disse se vc quiser pode ser quando o verbo se fez carne, que vc acha?

Eduardo Medeiros disse...

Rô, querida, o caso aqui não é bem "se você quiser" ou "deixar de querer", o caso aqui balança entre a fé cristã e a fé judaica e por fora e acima dessas duas fés, uma leitura histórica e literária da bíblia.

Veja: João usou a metáfora "no princípio era o Logos...e o logos se fez carne". Logos é a palavra grega que em português se traduz normalmente por "verbo" ou "palavra".

Logos, não é um conceito "cristão", não foi João quem o cunhou, ele é um termo grego repleto de significados filosóficos do pensamento grego.

Logos para a filosofia grega estóica era a Razão do mundo, o princípio cósmico fundamental da inteligência que produz a atividade racionalmente ordenada do universo. Está presente em todas as coisas como agente causal.(Cf. Dicionário de filosofia de Thomas Giles).

Então, João pega um conceito grego e o adapta a Jesus. Isto é certo? Para os gregos não, pois o conceito para eles não tinha nada a ver com um carpinteiro judeu da Galiléia.

João usa o conceito grego para tentar explicar a sua fé em Jesus como esse princípio racional do universo. Não creio que Jesus nunca tenha visto a si mesmo como tal coisa, mesmo porque, é quase certo que ele não conhecia nada de filosofia grega.

Tá vendo, a coisa é complexa quando não lemos o texto bíblico somente a partir da fé cristã que é uma construção.

Não estou dizendo que a apropriação que João fez do conceito de logos é equivocada, mas isto é uma questão de fé, que está além da história, não pode ser confirmado historicamente que Jesus era o Logos grego, entende? É fé.

Agora, eu não me permito ter uma fé cega que lê a Bíblia somente pelo o que de antemão me disseram que era verdade, pois se trata da "verdade da fé" que não é a verdade científica que precisa de dados comprobatórios. Alguém pode dizer: "Elvis está vivo, eu conversei com ele hoje". Pensaríamos logo: esse cara é doido. Mas pode muito bem ser "verdade" para ele. A fé religiosa funciona mais ou menos assim. E vou logo dizendo que não acho que quem crê que Jesus está vivo seja louco, por favor!!! porque na verdade, ele nunca esteve tão vivo quanto hoje, é só vê a quantidade de lugares onde se prega em seu nome e infelizmente, quase nunca se faz o que ele ordenou...

Eu vou além da verdade da fé e busco confrontar a minha fé com a história, com a literatura bíblica, com o pensamento antigo, etc, para enfim, chegar a uma fé consciente que até pode subjetivamente, vê em Jesus o logos, o Deus encarnado, etc, mas sabendo que isto é subjetivo e não corresponde ao que é histórico pois a história não trabalha com fé.

Resumindo, para a teologia cristã (aliás, o povo evangélico normal nada sabe de teologia), Jesus é o logos, é o fundador da "nova aliança", veio cancelar a lei e estabelecer a graça, deixou a bíblia hebraica "velha" e a nomeou como "Antigo Testamento", etc, mas isso é fé sem nenhuma base histórica, apenas base religiosa e talvez filosófica.

Teologia é construção metafísica, fora da normalidade do cotidiano, do que é palpável e observável por todos, logo, depende de quem crê.

Aliás, vou deixar uma coisinha para você pensar(por favor, não ache que estou tentando enfraquecer sua fé, jamais eu faria isso):

Somos salvos pela fé, certo? E fé é crer em algo que não se vê. Então como foram salvos os discípulos de Jesus que o "viram" após sua resssurreição? Se viram, não precisaram de fé. Até mesmo Tomé disse que se não visse, não iria acreditar e Jesus fez questão de aparecer para ele...

Eduardo Medeiros disse...

continuando...


Eles foram salvos pela "certeza" e nós temos que nos contentar com a fé?

Eu não quero ser "bem-aventurado" coisa nenhuma, minha fé tal qual a de Tomé, precisa de comprovação histórica.

Isso daria um problema teológico e os redatores cristãos para amenizar o paradoxo, puseram na boca de Jesus a frase "Bem-aventurados os que não viram e creram..."

todos os discípulos tinham "visto" Jesus menos ele, então, porque Jesus diria isso a ele?

É, Rô, o melhor para um crente é continuar na sua fé simples sem pensar muito, pois fé a priori, não precisa de explicação. Para os crentes como eu que não têm medo da história, da filosofia e da crítica não podemos nos contentar com "fé cega".

Aproveita que não é toda hora que eu dou uma aula grátis de teologia, filosofia, história, crítica literária num comentário só heim!!!!

convencido que sabe alguma coisa....rsssssss

Para alguns, melhor dizer como Paulo: "resolvi não saber mais nada a não ser cristo crucificado". É um ato de fé mas também de fuga da realidade que outras abordagens poderiam trazer.

abraços

disse...

Edu disse:

Eles foram salvos pela "certeza" e nós temos que nos contentar com a fé? Eu não quero ser "bem-aventurado" coisa nenhuma, minha fé tal qual a de Tomé, precisa de comprovação histórica.


Pra vc a fé tem que ser concreta pois, sempre ouvimos dizer que a fé é um sentimento subjetivo. Porém, para os apostólicos sinceros, a fé passa a ser uma realidade, concreta pois são orientados a conduta e o proceder de cada um, com ensinos e doutrina. Mas pra vc sempre será pouco! a fé cega esta baseada em fantasia, a minha esta baseada através das escrituras pois é através dela que conheço Deus.

Ela nunca será comprovada para vc, vc estuda estuda , estuda e continua do mesmo jeito, nunca será comprovada para vc. pois precisa de comprovação histórica.
Será sempre cega para quem duvida como Tomé. Por isso é fé, é certeza de algo que não se vê, não se comprova. muitos creram e não viram, vc disse os apostolo viram tiveram a certeza, mas muitos não viram e ainda sim a fé deles não foram em vão, nossa parece até hino de harpa rsrs por isto para vc será sempre cega! vc precisa de comprovação ! assim como eu mas minha comprovação vem através das escituras, mas pra vc não basta as escrituras.
A doutrina da Igreja Apostólica é original e dinâmica, não queira discutir interpretações ou descobrir de forma critica as implicações e decorrências filosóficas contidas nas Sagradas Escrituras. Concordo que a Bíblia é um documento de alto valor mas não acho que ela careça de inspiração divina para que seu conteúdo se torne elucidativo, ou esclarecido. Porque para o leigo, historiador ou estudioso, a interpretação será pessoal e passível de erros... sempre.
Quando Jesus falou que o Seu povo deveria ser ensinado a viver, Ele mesmo começou a esclarecer os textos bíblicos, indicando o que realmente interessa para seu povo no tempo presente, ampliando conhecimento daquilo que realmente reflete a vontade de Deus.

Paz Edu, e obrigada pela aula viu? concordo contigo em algumas coisas. paz!

Eduardo Medeiros disse...

Rô, de fato, a fé é um sentimento subjetivo. Alguém diz ter fé em Buda. Outros, dizem ter fé em Maomé. Outros, dizem ter fé em Oxum. Outros, como nós, dizemos ter fé em Jesus como salvador do mundo. A minha fé é mais verdadeira do que daquele que crê em qualquer outro deus? Para mim, não! O problema é que os cristãos acham que a sua fé é OBJETIVA, ÚNICA VERDADEIRA, logo, se contradizem ao dizer que a fé deve ser subjetiva. Ora, se é subjetiva, é verdadeira para quem crê.

O exemplo que eu dei dos discípulos é que se de fato, Jesus apareceu para eles ressuscitado (fato de fé que não pode ser compravado) eles não precisaram cumprir a "fé que não vê", entendeu? Logo, a fé deles não foi subjetiva.

Eu busco estudar e pesquisar pois estou exercendo o que o próprio Deus me deu: a razão. Eu não teria problemas se os meus irmãos cristãos dissessem que a nossa fé não pode ser compravada historicamente, que ela é subjetiva e pronto.

A bem da verdade, tudo o que vem da fé e da religião não pode mesmo ser objetivo, concreto, pois só pode ser expresso pelo simbólico(isto é outro assunto extenso que não vou comentar). Esse é o único problema dos crentes: achar que a fé deles é concreta, verdadeira e absoluta e a fé dos outros é mentira e engano do diabo...

abraço e disponha sobre as "aulas" rssss você é uma boa "aluna" rsss

disse...

rssr ok, você também é.

Anselmo Melo disse...

Bom, eu tenho ao longo dos anos procurado não fechar questão com relação a esse tema. Nunca consegui chegar a uma conclusão final sobre esse e outros tantos. Não creio ser simples como faz parecer alguns textos e conclusões de alguns escritores e teólogos.Se for para não dar o dízimo no mínimo teríamos que seguir o conselho de Paulo: 2 Cor.9:6 - E isto afirmo: aquele que semeia pouco pouco também ceifará; e o que semeia com fartura com abundância também ceifará.O grande problema dos que se levantam contra o dízimo é que normalmente são pessoas que não estão dispostas a contribuir com nada ou quase nada, daí se esmeram em encontrar argumentos que justifiquem sua falta de liberalidade para com a obra de Deus. Trato essa questão com muita seriedade e amor entre os queridos irmãos que pastoreio, procuro ser antes de tudo exemplo para todos nessa área. Eu particularmente nunca usei do texto em questão para coagir ninguém. Eu mesmo não sou dízimista, sou na verdade trizimista, invisto na obra de Deus no mínimo 30% daquilo que ganho. Deus tem sido fiel e generoso para comigo.
Paz!

Anselmo Melo disse...

Em tempo. Já li muitooooo sobre o tema, e, não poderia deixar de ser diferente, já que se trata de um assunto que levanta tantas controvérsias. Me atrevo a dizer que o texto do Pr Luciano Subirá é um dos mais lúcidos que já li.É necessário no entanto ler com paciência e coração desarmado, assim o fiz e por isso o postei aqui.

disse...

Paulo diz que cada um contribua segundo propõe o seu coração, o dízimo não é obrigatório, mas se alguém deseja contribuir que seja sem persuasão e coação. Sem essa de usar Malaquias, ou seja chamando todos de ladrões, isso é bastante constrangedor, se alguém quer dizimar que seja por amor, mas sabendo que o dízimo não é mandamento cristão!
Paulo fala de ofertas!
Ah, meu marido é dizimista viu?

René disse...

Rô,

Concordo com você inteiramente!

E tem um detalhe: no primeiro concílio da Igreja, onde foi discutido sobre o cumprimento da Lei pelos cristãos, Tiago não falou pro Paulo não se esquecer dos dízimos. E este era um preceito importantíssimo na Lei!

Paz!

Rita disse...

Rô,
Paz e bem seja contigo!

Seu texto é lúcido,e limpo,está uma benção.
Quem contribui que seja por espontaneidade,não por lei, constrangimento,ou ameaças..somos livres para amar e dividir,não existe percentual para se fazer o bem ao próximo...nada de tercerizar sua generosidade!

Esse negócio de dízimo do amor na minha opinião é uma furada,acaba induzindo as pessoas a dizimarem cumprindo um ritual...
Na graça nós todos que vivemos a lei do amor,e com a liberdade que Ele nos libertou,servimos uns aos outros,suprindo as necessidades uns dos outros com amor,....segundo oque cada um tem,não segundo o que não tem...2 Co 8;12...e devemos fazê-lo pessoalmente...

Quanto ao testamento estar vigorando,lembrei-me desses textos para o Edu...

Porque um testamento tem força onde houve morte; ou terá ele algum valor enquanto o testador vive? Hebreus 9:17

Irmãos, como homem falo; se a aliança de um homem for confirmada, ninguém a anula nem a acrescenta. Gálatas 3:15

E por isso é Mediador de um novo testamento, para que, intervindo a morte para remissão das transgressões que havia debaixo do primeiro testamento, os chamados recebam a promessa da herança eterna. Hebreus 9:15

Benção pra vc e para sua casa,no amor do Messias!

Zilton Alencar disse...

A briga parece ser por causa da palavra "testamento". Ora, chamamos de Nov ou Velho testamento os livros que compõem estas coletâneas. Entretanto, cada uma destas coletâneas tratam de aliaças. O Antigo testamento trata de alianças feitas com Adão, Noé, Abraão, Davi e o povo de Israel (esta última, a Lei, ou Antiga Aliança). O novo testamento trata do CUMPRIMENTO (Jesus não veio simplesmente chegar e dizer: "pronto, tá abolido!"; Ele veio primeiramente CUMPRI-LA e estabelecer uma NOVA E ETERNA ALIANÇA com a Igreja.) da Antiga Aliança e da sua substituição para a Igreja pela Nova Aliança, no sangue dEle mesmo. Os escritores de Gálatas e Hebreus mostram claramente duas alianças, a ineficácia da antiga e a eficácia da velha, a plena possibilidade de propiciação através da nova, e a incapacidade da mesma façanha pela velha. Assim creio! Nós, como Igreja,nos guiamos pelo Novo Testamento, aonde estão dispostas as diretrizes desta Nova ALiança, pela graça plena e suficiente de Deus! Assim creio.

neste aspecto, eu lamento, mas os dízimos pertencem à Antiga Aliança. entretanto, como SOMBRA,devemos considrerá-lo como parâmetro para as nossas ofertas voluntárias.

Zilton Alencar disse...

Acabei de assistir o vídeo. Perfeito! O velho Augustus está afiado como sempre, com uma mensagem coerente, centrada no Novo Testamento... Concordo plenamente!

O BLOG DA VERDADE disse...
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Cesar M. R. disse...

Blog da verdade,

Por isso eu não leio o blog do Ciro.
Acabo de ler o texto dele. Péssimo. Só serve para convencer os incautos.

Minha igreja nunca cobrou dízimo. E ela existe muito antes de surgir a Teologia da Prosperidade. O verdadeiro motivo de crescerem as críticas à cobrança do dízimo é o fato de que as pessoas estão pensando um pouco mais que antes. E os argumentos fracos dos pastores já não enganam tanto.

Abraço,

Cesar

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Cesar M. R. disse...

Esta é uma questão em que concordo plenamente com a Rô.

Em Mt 23:23, Jesus está falando para judeus sobre costumes judaicos!!! A questão nem é somente o fato de ser antes da cruz. É uma conversa de judeus. VocÊ é judeu, Blog da Verdade????

Aliás, o dízimo nem faz parte da lei mosaica! É mais um costume de um tempo em que Governo e Templo se confundiam. Era como um imposto para manutenção do Templo.

Rô, sobre os líderes não criticarem o dízimo por causa das rendas da igreja, tenho que dizer que, felizmente, desse mal não sofremos na minha comunidade. Eu faço parte do conselho fiscal e sei dos apertos que passamos, mas em nenhuma reunião da diretoria nem o pastor nem o presidente da igreja (que é sempre leigo na nossa igreja) jamais propos mentir sobre o dízimo para facilitar a arrecadação. Graças a Deus, não tem sobrado dinheiro, mas também não tem faltado. Uns colaboram com muito e outros com pouco, mas todos o fazem segundo o coração e não por leis.

Abraço,
Cesar

disse...

Glória a Deus Cesar, que Deus continue trazendo suprimentos para o que for necessário a sua comunidade de fé. Seria tão bom, se todos fossem assim, dissessem somente o que é pra nós ou não, isso faz crescer a credibilidade das ovelhas em relação ao ministério que pertencem.Paz!

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disse...

Estou a cada dia mais convencida de que a Igreja vem falhando em ser "luz e sal" como deve ser, por causa da distorção que fazem com o dízimo. Obviamente que é um pacto com Israel e não com os gentios. Em Atos dos Apóstolos, cap. 15, alguns cristãos judeus ensinavam aos gentios convertidos ao cristianismo que estes deveriam circuncidar-se e guardar a Lei Mosaica. Os judaizantes, como ficaram conhecidos, foram repreendidos pelos apóstolos. Leiam o capítulo 15 de Atos e confiram. E, como diz o nosso amigo logo acima, se Malaquias torna-se indefensável como argumento ao dízimo atual, cita-se logo o dízimo de Abraão. Ora, ou é um ou outro. Se formos ter como exemplo o dízimo de Abraão e jacó rss deveríamos então dar uma vez apenas, como ele fez?
Em Hebreus lemos que Melquisedeque é figura de Jesus. Deus sempre cuidou dos pobres. Em Mateus 25:31-45 Jesus disse que quem auxiliasse o pobre e o necessitado estaria fazendo para Ele. Jesus toma esses cuidados com os necessitados como algo pessoal, feito para Ele próprio. Melquisedeque receberia dízimos assim hoje, creio eu.

disse...

Blog da Verdade, saiba que Deus faz alianças. Fez uma com Noé. Fez outra com Abraão. Fez outra com o povo de Israel no Sinai. Fez conosco, por Jesus Cristo.

A aliança com Abraão não tinha como mandamento o dízimo, mas sim a circuncisão. O dízimo dado a Melquisedeque foi voluntário. Além de voluntário, foi dado uma única vez. Além de voluntário e dado uma só vez, foi a partir de despojos de guerra. Além de tudo isso, os outros 90% Abraão devolveu ao rei de Sodoma. Agora o que tem isso a ver com o que se é dado todo mês na igreja??

Ah, e saiba que se é por obrigação, não é cristão.

Adriel vieira disse...

Cara Rô.
Sempre que encontro alguém combatendo dízimos, via de regra, esta pessoa não é contribuinte com a sua igreja ou com o Reino de Deus. Geralmente são pessoas egoístas que gastam centenas ou milhares de reais em restaurantes e lojas e trazem centavos para a obra de Deus. Mas e o dizimo? O dizimo é anterior a lei. Séculos antes da lei o patriarca Abraão, de quem somos filhos na fé, entregou os dízimos de tudo a Melquesedeque, que é uma representação do próprio Cristo. Representa o domínio do próprio Cristo sobre os bens. Depois dele veio Jacó, seu neto, fez uma aliança com o próprio Deus envolvendo dízimos. É por esta e por outras que a obra de Deus é feita geralmente por pessoas pobres. Desapegadas. Jesus falou sobre os ricos, apegados ao seu dinheiro. Ele disse: “como é difícil um rico entrar no Reino de Deus”. Não que este esteja fechado a eles. Mas por que o seu deus é Mamom. Seus desejos são mais importantes que o reino, as almas ou missões. Adriel Vieira

disse...

Adriel você esta completamente enganado FILHO, combater é uma coisa e ensinar é outra coisa filho.Cuidado pra não chamar seus irmãos de ladrões, para que não tenha do que se envergonhar depois. Pois muitos não combatem mas ensinam, e outra coisa a onde alguém aqui disse pra não dá o dízimo?? meu marido é contribuinte e não é pouco não viu?? ele ganha bem rs rs. Graças a Deus ele contribui, porque propôs em seu coração contribuir com dízimo. PAZ QUERIDO!

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disse...

Ah, e leia sobre o patriarca Abraão acima no coments interior meu, assim evito de ter que responder a mesma coisa. Veja acima. Paz e obrigada pelo seu comentário!

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Cesar M. R. disse...

O blog da verdade,

Vc deve estar falando sobre essa sua fala: "The statement in brackets seems to be ambiguous,I don't know what you really mean with that."

Bem, sinceramente, eu acho que o texto da Rô explicou bem o que eu tinha em mente. Leia-o novamente e se desfará a ambiguidade.

No mais, uma questão de cunho pessoal: Você disse que não saberia dizer o mesmo em português. Você não é brasileiro? Quer ajuda para traduzir a frase?

Sério. Isso não é briga. É só para entender esse curioso problema linguístico.

Abraço,
Cesar

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Cesar M. R. disse...

O Blog da verdade,
vc tem que falar a verdade... hehehe
Que bacana. Conheci um Moçambicano no ano passado. Vc é de onde na África?
Vc podia nos contar mais sobre sua experiência. Sobre sua igreja de origem e atual, sobre o país em que vive, sobre o país de onde saiu... Acho que nos enriqueceria muito.
Abraço,
Cesar

O BLOG DA VERDADE disse...
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disse...

Ele é de Tronoh vi no Facebook. Tem que dizer a verdade maninho. he he he!

O BLOG DA VERDADE disse...
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Cesar M. R. disse...

Caramba!
Malásia!?!?!?!?

Cesar M. R. disse...

Adriel,
Entendo, então, que você não leu o resto do que eu escrevi, inclusive sobre minha comunidade de fé... Uma pena que você prefira ficar no lugar de acusação. "Nada entende... bláblablá... arranja mil motivos..."
Pois então, a trindade está discutida e definida no concílio de Niceia. Em que concílio definiram o retorno do Dízimo????

O modelo bíblico neotestamentário para sustento da igreja NÃO é o dízimo, mas a contribuição voluntária. Isso funciona bem em muitas comunidades.

Um abraço,
Cesar
P.S. se é pra acusar novamente, não precisa mais escrever.

disse...

Adriel, desculpa exclui seu coments, sem querer querido poste novamente por favor!

Cesar M. R. disse...

hahahaha

isso que dar ficar xingando os outros...

brincadeira, heim, Adriel, não leva a mal não, mas achei engraçado...

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disse...

Cesar, ele postou e eu aceitei, mas fui apagar meu coment que fiz pra ele pois fui concertar alguns erros meus e acabei apagando o dele. rs rs Deculpa Adriel!

Cesar M. R. disse...

Sim, Rô,
mas eu li antes de vc apagar e respondi com aquele comentário que começa assim:

"Adriel,
Entendo, então, que você não leu o resto do que eu escrevi, inclusive..."

Tomara que ele não mogoe!

Abraço,

Cesar

disse...

kkkkkkkkk Só a graxa!

Marcelo disse...

É sempre bom ler você e ouvir o professor Augustus Nicodemus.

Graça e paz.

https://www.facebook.com/tito.celo

Adriel vieira disse...

Querida Rô.
Quando alguém compara dízimos com poligamia “nada entende, nada sabe, é soberbo...”. Rotular dízimos de costume é não conhecer realmente o que é doutrina. Como disse o Rev. Ed Rene Kvitis a igreja primitiva saiu do modelo bíblico que é a decima parte de sua renda para uma totalidade. Não deu certo venderam tudo, comeram tudo e começaram a passar necessidades. A bíblia também não fala explicitamente sobre trindade, mas é assunto encerrado desde o concilio de Niceia. A obra de Deus precisa de sustento. Lamento por aqueles que usam mal os dízimos mas o modelo bíblico para sustento da obra e obreiros são dízimos. Ai eu insisto: quem arranja mil motivos para não contribuir é por que não ama a obra do Senhor e sim o seu dinheiro. Judas foi um desses, achou ruim quando Maria quebrou o vaso de alabastro sobre o Senhor Jesus. Até com o dinheiro que os outros doam eles se importam.
Em Cristo.
Adriel vieira

disse...

Marecelo obrigada, é bom pra comparamos o que ele diz e o que eu penso, e fazer uma análise e tirar suas próprias conclusões.. Paz!

Adriel vieira disse...

Cezar sua igreja e seu pastor podem contar com sua contribuição? Ou você só critica e na pratica: Nada. Quando Ario colocou em duvida a deidade de Cristo, ele teve a sua resposta dos apologistas. No entanto quando se fala de dízimos os apóstolos e o pais apostólicos não tinham o que discutir pois o entendimento era unanime.
Vou radicalizar. Quem combate dízimos e ofertas está literalmente combatendo a evangelização e o crescimento da obra de Deus.
Em Cristo.
Adriel vieira

disse...

Adriel, você sabia que o dízimo foi cobrado pela igreja só depois de 500 anos da partida de Jesus?
Foi introduzido, embora com pouco êxito inicial, no Concílio local de Mâcon, no ano 585. Apenas uns duzentos anos após isso é que ganhou força, passando a ser considerado tributo obrigatório à Igreja Católica (por Carlos Magno, de 777 d.C). Portanto, para aceitarmos a prática do dízimo, principalmente com o grande desvio de finalidade como vemos hoje, teremos que desprezar o estudo da Bíblia e também a história da Igreja, incluindo os apóstolos e os pais da Igreja, os líderes dos primeiros séculos da história do Cristianismo.

"Os que possuem alguma coisa e queiram, cada um conforme sua livre vontade, dão o que bem lhes parece, e o que foi recolhido se entrega ao presidente. Ele o distribui a órfãos e viúvas, aos que por necessidade ou outra causa estão necessitados, aos que estão nas prisões, aos forasteiros de passagem, numa palavra, ele se torna o provedor de todos os que se encontram em necessidade." (JUSTINO MÁRTIR, 100 A 165 d.C.).

Dízimo é veterotestamentário
Não há o menor indício de prática de dízimo pela Igreja na Bíblia. Ao contrário, o dízimo, no contexto de Malaquias, é da Lei Mosaica. No contexto de Abraão é anterior à Lei, mas não foi dado da renda de Abraão, mas do que foi roubado na guerra contra o rei de Sodoma. Os outros noventa por cento Abraão devolveu ao rei de Sodoma. Em parte alguma da bíblia Abraão é exemplo para incentivar alguém a dizimar. E isso não é desculpa é Bíblia. Mas, torno a dizer, se você propõe em seu coração de dá o dízimo dê, mas sem persuasão, pois nem mandamento cristão é. Faça somente se for com amor e alegria. Paz e obrigada por postar novamente!

Cesar M. R. disse...

Adriel, vou postar novamente minha resposta a este seu comentário grosseiro a meu respeito.
Att,
Cesar

Adriel,
Entendo, então, que você não leu o resto do que eu escrevi, inclusive sobre minha comunidade de fé... Uma pena que você prefira ficar no lugar de acusação. "Nada entende... bláblablá... arranja mil motivos..."
Pois então, a trindade está discutida e definida no concílio de Niceia. Em que concílio definiram o retorno do Dízimo????

O modelo bíblico neotestamentário para sustento da igreja NÃO é o dízimo, mas a contribuição voluntária. Isso funciona bem em muitas comunidades.

Um abraço,
Cesar
P.S. se é pra acusar novamente, não precisa mais escrever.

Cesar M. R. disse...

Adriel,

Vou recortar e comentar sua resposta por partes, para ficar bem esclarecido:

"Cezar sua igreja e seu pastor podem contar com sua contribuição? Ou você só critica e na pratica: Nada. "

Resposta a sua pergunta: O pastor não tem que contar com minha contribuição, mas a COMUNIDADE, que admnistra o dinheiro por meio de sua DIRETORIA, da qual o pastor não faz parte. O pastor tem salário fixo. Ah, sim, eles podem contar comigo.


Outra parte do seu texto: "Ario colocou em duvida a deidade de Cristo, ele teve a sua resposta dos apologistas. No entanto quando se fala de dízimos os apóstolos e o pais apostólicos não tinham o que discutir pois o entendimento era unanime."

Se você leu o último comentário da Rô, não entendeu nada. Ele fez um esforço bacana pra demonstrar que a cobrança do Dízimo não era comum na igreja antiga.

A última e pior parte do seu comentário: "Vou radicalizar. Quem combate dízimos e ofertas está literalmente combatendo a evangelização e o crescimento da obra de Deus."

Vem aqui dizer isso pra um irmão da minha igreja que é CONTRA a cobrança dos dízimos e que, ao receber uma gratificação de 20000,00 no trabalho e doou imediatamente 10000,00, a metade, para a reforma da congregação! Sua generalização é injusta, eu já disse, mas se vc quiser continuar nessa ignorância, nada posso fazer.

Um abraço,

Cesar

P.S. Vc é pastor?
P.S.' A Rô e eu não combatemos a doação de dízimos, mas a COBRANÇA e IMPOSIÇÂO dos dízimos. É diferente. Se é por decisão própria, de coração, a pessoa pode decidir contribuir com 9 por cento, 10, 11, 30...

Abraço de novo.

Pr. Anselmo Melo disse...

Caramba. Como esse assunto rende. Vou entrar mais uma vez na conversa, e, já esclarecendo que o que escrevo não é dirigido a ninguém em particular e sim ponderando idéias.
Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria. 2 Coríntios 9:7
Como Pastor, tenho encorajado os membros da Igreja que pastoreio a propor no coração de dar no mínimo o dízimo (a décima parte) daquilo que ganham. Tenho certeza absoluta de que a maioria aqui faz isso, contribuem com mais, e, com alegria.
Porque o fazem com alegria? Porque vêem onde seu dinheiro é aplicado, e, concordam com isso.
Honra ao SENHOR com os teus bens, e com a primeira parte de todos os teus ganhos; Provérbios 3:9
Ao que parece essa não foi uma orientação nem para a Igreja e nem para os Judeus, e sim, uma revelação de que Deus não esta na verdade preocupado com seu dinheiro, e sim com ser honrado através de nossa liberalidade em dar.
Segundo o dicionário, honrar quer dizer distinguir, atribuir a algo ou alguém uma posição de destaque. Isso nada tem a ver com o volume de dinheiro que você oferta e sim com que coração você oferta.
Eu acredito que o Cesar e a Rô não são pessoas mesquinhas para com a obra de Deus, mas, infelizmente, na maioria das vezes as pessoas que combatem a prática do dízimo são os mais miseráveis, são aqueles que levam até o gazofilácio as moedas que lhe sobraram no bolso ou no porta moedas do carro.
Se formos nos ater ao pouco que temos nas escrituras sagradas para tirarmos essa ou aquela conclusão, certamente incorreremos no erro de forçar a interpretação de alguns textos ou de traduzi-los segundo a conveniência do ponto de vista que defendemos. A Bíblia não é 100% clara sobre esse tema e nem em relação a outros tantos que acabamos fechando questão levando-se em consideração a tradição ou uma interpretação de cunho pessoal, que, na maioria das vezes duvidosa.
Gostaria de propor uma coisa, que tal encorajarmos nossos irmãos a contribuir com 15% ao invés de 10%. E, logicamente, sem coação ou qualquer tipo de constrangimento. Mas, por amor, amor a missões, amor para com os necessitados.
Se sua Igreja usa mal os recursos de que dispõe isso não pode ser pretexto para que você se torne um miserável. Saia de lá, procure um lugar onde a questão finanças seja tratada com a seriedade devida. Honre ao senhor com o seu melhor, e certamente você vai concluir que o dízimo é muito pouco.
Existem muitas demandas, existem muitas necessidades que precisam de dinheiro para que sejam supridas.
Muitos usam do texto que vou mencionar para persuadir os irmãos, mas, infelizmente e igualmente errados, alguns preferem ignorar sua existência e ensino sobre o tema “finanças”.
Antes do texto de 2 cor.9:7 citado em verso e prosa nos comentários aqui, dizendo que cada um deve contribuir segundo propôs no coração, que tal analisarmos o contexto imediato?
Assim, achei necessário recomendar que os irmãos os visitem antes e concluam os preparativos para a contribuição que vocês prometeram. Então ela estará pronta como oferta generosa, e não como algo dado com avareza.
Lembrem-se: aquele que semeia pouco, também colherá pouco, e aquele que semeia com fartura, também colherá fartamente.
2 Coríntios 9:5-6
Sejamos generosos para com a obra de Deus. Honremos ao Senhor com o nosso melhor.

Cesar M. R. disse...

Olá, Anselmo,

Concordo que motivar a comunidade a ofertar com liberalidade, amor pela missão e alegria é algo louvável! Acho mesmo necessário fazer isso! Muito!

Agora, propor uma porcentagem específica mínima é que eu acho complicado. Pensa comigo.

Um membro da igreja recebe + ou - 6000,00 (seis mil) por mês e tem um só filho, casa própria paga, carro novo na garagem, poupancinha abastecida etc.

Outro membro da mesma igreja recebe 1000,00 (mil) reais por mÊs. Tem que pagar aluguel, tem 3 filhos em idade escolar, gasta muita grana com ônibus.

Eu te garanto que 600,00 (10%) reais para o primeiro é muito menos do que 100,00 (10%) para o segundo. O que aconteceria se os dois fossem cobrados com o mesmo percentual. O pobre se sentiria entristecido, achando que faz mal, que rouba de Deus por ofertar somente 50,00 (5%). Sentiria culpa, achando, inclusive, que o que ganha 6000,00 é melhor que ele. Na verdade, ele ofertar com 5% é mais valoroso do que muitos ofertarem com 15%.

Por isso, prefiro que se insista na liberalidade sem impor limites, percentuais nem nada. Acredito que se o Espírito Santo realmente habita nas pessoas, Ele as moverá a participar conforme suas possibilidades! Creio mesmo nisso.

O que vc acha?

Eu acho que o amor nos obriga a pensar na situação real das pessoas!


Ah, antes que digam que eu estou defendendo causa própria, observo que não ganho 1000,00, não tenho 3 filhos, não pago aluguel etc etc etc...


Abraço, meu amigo,

Cesar

disse...

Taí, concordo contigo Anselmo quanto ao seu coment: "que tal encorajarmos nossos irmãos a contribuir com 15% ao invés de 10%. E, logicamente, sem coação ou qualquer tipo de constrangimento. Mas, por amor, amor a missões, amor para com os necessitados". APESAR DE SER CONTRA UM VALOR PRÉ ESTIPULADO.Mas vou te aliviar. rs

Ja fazemos isso. Somos cristãos, aqui não há ninguém que esteja fora do aprisco, mas, que conhece a verdade, estuda e aprende. Incentivamos sim, mas sabemos da verdade, não negligenciamos a verdade nunca, não devemos temer que alguém saiba a verdade, ou seja, que o dízimo não é mandamento cristão, é bom abrirmos os olhos, não podemos viver manipulados, pois a falta de conhecimento nos coloca nas mãos de homens fraudulentos, e é mais fácil de ser manipulado. Então dê os dízimo, mas sabendo que não é para nós igreja, para a igreja é ofertar com alegria e segundo propõe o seu coração, VAMOS PARAR DE SERMOS MENINOS E APRENDER. Se você propõe em seu coração de dar o dizimo então dizime uai, mas não venha dizer que estamos inventado desculpas. Isso é papo de quem não quer aprender. O mais legal é que, daqui pra frente sempre que você for dá o dízimo você vai lembrar da irmã Rô , do Augustus Nicodemos e do Cesar. Vai dizimar, mais não vai poder dizer QUE nunca lhe foi ensinado a verdade sobre o dízimo. Então para mim. Finished! rs rs Paz a todos!

Pr. Anselmo Melo disse...

Meu querido Cesar.Quando sitei a questão de 15% na verdade estava dando um exemplo e não sugerindo um numeral.Quis na verdade dizer que 10% é muito pouco diante do muito que temos recebido. Não considero o percentual injusto, muito pelo contrário, ele nos nivela.Complicado seria o contrário, quem ganha R$6.000,00 ofertar R$600,00 e o que ganha R$1.000,00 também ofertar R$600,00.Se a pessoa propôs no coração os 10%, não importa sobre o quanto esse percentual será aplicado.O complicado é que em meio a toda essa discussão nós acabamos por nos esquecer que existem bençãos e princípios,e,novamente ignoramos o "quem semeia pouco,colhe pouco,e o que semeia muito colherá com fartura". isso não deve soar ameaçador para ninguém, mas,precisamos reconhecer de que existe aqui um ensino e um principio a ser aplicado quando ofertamos.Exageros à parte,como os usados pelos manipuladores do mesmo texto, é preciso agir com entendimento ao analisarmos a analogia proposta pelo apostolo Paulo.Assim, como não havendo ensino e consequentemente o entendimento,o irmão que ganha R$1.000,00, citado em seu exemplo, vai continuar pagando aluguel e andando de ônibus durante muitos anos.Se não cremos que existe aqui uma proposta de bençãos para os mais liberais como entenderemos então a afirmação de Paulo?Como uma forma de constranger os contribuintes?E quanto a ser verdade de que o dízimo era coisa do velho testamento quero acrescentar o seguinte.Essa é uma verdade relativa, carente de muitas explicações e interpretações, eu não teria nenhuma dificuldade em abraça-la se esse foce o meu entendimento,mas não é.Assim como o eloquente Augustus oferece sua interpretação, conheço homens igualmente sérios e tão ou mais eloquentes que ele que defendem com riqueza de argumentos a manutenção do dízimo para a Igreja.Sendo assim acho complicado afirmar:Essa é a verdade!talvez seria mais apropriado dizer:Eu creio assim.

disse...

Relativa? carente de explicação Anselmo?? caramba, tô te dando uma moral aqui, mas você não quer me ajuda né? rs rs.rs rs. Não vai muito longe pra não lhe faltar argumentos Anselmo. he he he
Este negócio de que "conheço homens igualmente sérios e tão ou mais eloquentes que ele que defendem com riqueza de argumentos a manutenção do dízimo para a Igreja". Não apela, a maioria lhe faltam argumentos isso sim. Muitos se enrolam TODOS neste assunto, nós é que fingimos que acreditamos, apesar de haver alguns que acreditam fielmente pois, desconhecem a verdade!

Cesar M. R. disse...

Anselmo,

Vou pensar em parte do que vc disse. A referência ao texto de Paulo é interessante.

Quanto à eloquência do Nicodemus, pra falar a verdade, nem assisti o vídeo. Estou falando a partir da doutrina que a minha igreja ensina há séculos (no sentido literal da palavra). Curiosamente, parece que é uma das poucas igrejas em que se prega isso oficialmente. Na maioria das outras, os que falam essas coisas são "os rebeldes". Ah, sim, mas a minha igreja começou com um rebelde gordinho, e, por isso, todos somos rebeldes... mas nem todos somos gordinhos. (quem me vê escrevendo isso não imagina que tenho muito trabalho urgente na outra janela do explorer...)

Quanto a esses outros com bons argumentos e tudo, nunca encontrei nenhum. E olha que procurei.

Nessa questão, tô com a Rô e não abro.

Um abraço,

Cesar

disse...

Rs rs rs.
Mas,nem todos são gordinhos. Boa essa!

Adriel vieira disse...

Caro irmão Cezar.
O irmão doou a metade. E você? É doador. Te respondo o que você me perguntou se você responder primeiro o que te perguntei.
Em Cristo.
Adriel vieira

Cesar M. R. disse...

Adriel,
Se sou doador?
Doador de sangue eu não sou, pois sou muito magro para tanto.
Financeiramente, como todos os membros, contribuo sistematicamente sim para minha comunidade,claro.
Agora,mais que isso eu não te informo. Daqui a pouco vai pedir minha declaração de IR, meu extrato bancário etc para averiguar se sou liberal... hehehe Isso vai contra o princípio que Jesus ensinou de discrição nas doações.
Agora é sua vez!
Se quiser agir com liberalidade, informa também, além do que perguntei antes, o nome da sua igreja.
Abraço,

Cesar

Adriel vieira disse...

Cara Rô.
Nosso modelo de igreja é a primitiva. A igreja primitiva doava tudo. Cem por cento. Se quiséssemos seguir este modelo ficaria muito difícil. Mas o modelo bíblico é dízimos e ofertas. Existem exemplos muito claros na historia do cristianismo. Sou radicalmente contra o constrangimento pois entendo que dízimos é questão de fé e restritamente pessoal. Gostaria de relembrar casos muito conhecidos como o de William Colgate e John Wesley. Gosto do debate mais de ideias. E estou me deixando levar para o lado pessoal que não é o que desejo. Volto a postar no seu blog em outras ocasiões se você assim o permitir.
Em Cristo
Adriel vieira

disse...

Volte sempre Adriel, mas a igreja primitiva doava tudo, porque pra ela, Jesu voltaria naquela mesma época, por isso eles doavam e se desfaziam de tudo ok. Paz querido!

Cesar M. R. disse...

Palavras do Adriel em dois comentários seguidos:

"E você? É doador. Te respondo o que você me perguntou se você responder primeiro o que te perguntei."

Daí, respondi o que ele pediu. E, no comentário seguinte dele:

"Gosto do debate mais de ideias. E estou me deixando levar para o lado pessoal que não é o que desejo. Volto a postar no seu blog em outras ocasiões se você assim o permitir."

E nada das respostas dele.

Caramba, Adriel! Você não respondeu e disse que já vai... barbaridade (como dizem os la do Sul)... Acho que já sei de onde vc é... Deve ser de Brasília, pq tem uma facilidade para dizer uma coisa e logo mudar a conversa... Parece até político!

Brincadeira, viu? Leva a mal não. Depois a gente toma um café e deixa tudo em ordem! Mas vc paga, tá? Que eu sou meio pão duro, como você disse!

Abraço,
Cesar

Pr. Anselmo Melo disse...

César.Como você afirmou existe uma tradição em sua Igreja Secular.E como também afirmou "você fechou" a questão.Isso pode significar duas coisas em relação a sua terceira afirmação:"Quanto a esses outros com bons argumentos e tudo, nunca encontrei nenhum. E olha que procurei".
1º - Você não procurou tanto assim.
2º - Achou mas preferiu ficar fechado com sua primeira opinião e a opinião de sua Igreja.
Ora, eu não estou defendendo o dízimo,acho ele pouco para quem me deu tudo.Essa porém é minha opinião e não pretendo fazer dela uma doutrina ou imaginar que outros queiram pensar e agir como eu.E, continuo achando que ainda assim ele é Bíblico.E, novamente essa é minha opinião, baseada no que estudei e estudo.Sendo assim não posso querer fazer de minha opinião uma verdade absoluta.Em última análise quero dizer que,se alguém,algum dia,me oferecer argumentos que eu considere válidos,não terei o mínimo constrangimento em mudar minha opinião.Por hora,ainda não os vi e nem os li.!E olha que procurei"....rs,rs,rs

Pr. Anselmo Melo disse...

Rô.Também estou de dando a maior moral aqui,rs,rs.Afinal em que outro espaço você me vê postando tantos comentários assim? Podemos continuar assim, você me dando a maior moral e eu te retribuindo.Só não precisamos para isso termos de concordar em gênero,número e grau.Concorda comigo?
Abração!!!

disse...

Rss Claro meu amigo. Paz!

disse...

kkkkkkkk Não consigo parar de rir com Cesar!

Cesar M. R. disse...

Anselmo,
Acreditar ou não que devo cumprir o Dízimo não mudaria em nada minha vida hoje.
Ah,tá, mas queria comentar que suas opções não estão certas. Na verdade, eu procurei as explicações a favor da cobrança do dízimo antes de conhecer minha atual igreja. Na época, eu era batista, de uma igreja que insistia muito no dízimo e eu era escravo dessa lei também. Mas achava estranha a cobrança disso e não de outras leis até mais enfatizadas no AT.
Hoje só sou escravo de Cristo.

Abraço,

Ah, concordo com vc. Continuamos amigos e irmãos mesmo você sendo cabeça dura... hehehehe, brincadeira... mesmo que não concordemos em tudo.

Abraço,

Cesar

Laudinei- NEI disse...

Ro, deixe-me acrestar um pouco ao seu texto?
Para quem defende o famoso texto de Mat 23:23 eu peço para ler o capitulo 23 todo.No verso 3 Jesus pede para fazer e guardar tudo o que os escribas e fariseus ensinavam. Ora eles ensinavam toda e lei e as vez até mais do que ela ensinava. Se alguem quiser seguir o verso 23 deve seguir o 3 e observar toda a lei (se fosse possivel.rs) . E mais o dizmo da lei era somente para produtos da terra e rebanhos. Não ha textos biblicos dizendo que carpinteiros como Jesus, fazedores de tendas como Paulo ou bancário como eu devesse dizimar. Alem deles só os proprios levitas que davam o dizimo dos dizimos.

disse...

Cesar disse:Se sou doador?
Doador de sangue eu não sou, pois sou muito magro para tanto.
Financeiramente, como todos os membros, contribuo sistematicamente sim para minha comunidade,claro.
Agora,mais que isso eu não te informo. Daqui a pouco vai pedir minha declaração de IR, meu extrato bancário etc para averiguar se sou liberal...

kkkkkkkkkkkk Cesar você me mata de rir!

disse...

Laudinei, fica a vontade para acrescentar. Paz!

Adriel vieira disse...

Caro Cezar.
Disse a Rô que não voltaria mas como você cumpriu a sua parte vou cumprir a minha. Sim sou pastor da AD da convenção CIAD. Sou pastor de uma pequena congregação com uns cinquenta membros. No entanto não vivo disso pois sou sargento do corpo de fuzileiros navais, faltando alguns anos para a minha transferência para a reserva com a qual me dedicarei integralmente ao ministério. Minha intenção não foi ofende-lo pois falei em tese, se sentiu-se ofendido por mim, perdoe-me. Quanto ao café terei grande prazer em tomar com você e pode deixar por minha conta, você só precisa estar ao redor de Belem-pa onde moro atualmente por ossos do oficio.
Em cristo. Adriel vieira

Laudinei- NEI disse...

Escrevi alguma coisa sobre o tema: Não dá para copiar tudo então fica o link para quem se interessar: sujestões e criticas serão bem vindas:
http://www.exemplobereano.blogspot.com/2010/02/este-blog-estara-completando-seu.html

Laudinei- NEI disse...

Mais uma sugestão:O melhor livro ( na minha opinião) sobre o tema:

Desmistificando o dízimo" Paulo José F. de Oliveira ABU Editora

Cesar M. R. disse...

Adriel,

Obrigado!
Ah, mas se é no Pará, a gente pode acrescentar um bombom de cupuaçu nesse café aí, né?
Bom, como mineiro, eu levo o café e vc o cupuaçu.

Respeito sua tradição. Que Deus abençoe seu trabalho hoje e também depois de ir para a reserva.

Abraço,
Cesar

Cesar M. R. disse...

Laudinei-NEI,

Bom o texto no seu blog.
Juntando ele com as explicações da Rô e com o que aprendo na minha igreja, eu acho que só não entende quem não quer mesmo.

Abraço,
Cesar

disse...

Laudinei estive em seu blog tentei fazer loguin e não consegui te seguir.Atualizei várias vezes a página e nada. VEJA QUAL É O PROBLEMA LÁ MEU AMIGO. Paz!

Pr. Anselmo Melo disse...

O atual participante do debate é conhecido por seu fervor em combater a entrega de dízimos,é figura conhecida na internet em outros sítios.Encerrando a minha participação no que diz respeito a esse tema,quero apenas mais uma resposta.Há, e não vale o "segundo propus no meu coração".
Com qual percentual sobre seus rendimentos vocês costumam contribuir com as Igrejas que estão membrados?Há, antes que alguém repita que seguindo a ordem de Cristo não pode dizer,por favor,não usem também essa resposta.Bom, eu sei na verdade a resposta, talvez erre só no percentual.

disse...

Meu marido contribui com os 10% e ainda dá oferta, acaba saindo mais caro do que ir ao shopping meu amigo. rs rs rs, Mas, ele sabe da verdade da palvra. Contribui porque quer mesmo e não é pouco!

Pr. Anselmo Melo disse...

Tá Rô, eu já entendi."O seu marido".Mas e você???

disse...

Caramba meu marido contribui, minha filha contribui pois faz estagio e mesmo sendo estagio ela ganha bem e vc ainda quer que eu contribua também?? Putz!! he he he.
Brincadeira, quando trabalhava eu contribuía, mas hoje contribuo com minha presença linda , cantando e pregando rs rs E faço visitas aos lares também. Mas acho que ta bom né?? caraca!

Pr. Anselmo Melo disse...

Tá,vu lhe mandar um par de asas e uma auréola dourada.kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

disse...

Pô, querem a gordura também das ovelhas é?? caramba! deste jeito vou acabar siando e indo gastar no shopping, que me sai mais barato kkkkkkkkkkkk

O BLOG DA VERDADE disse...

Xiiiiiii! o assunto foi muito debatido!Enfim,o blog do Ciro fez uma boa explicacao acerca disso,nao vou aqui condenar ninguem por nao dar o dizimo,cada um tem suas opinioes.

Cesar M. R. disse...

Anselmo,

Já contribuí com mais de 10% sistematicamente.

Hoje, devido a um temporário planejamento financeiro austero, imposto pela recente aquisição de bem imóvel e outros detalhes que não vêm ao caso, estou certo de que tenho contribuido com menos de 10... mas não tenho uma porcentagem fixa. Cada mês faço uma contribuição diferente.

Mas na minha igreja isso não é problema algum. Não há qualquer menção de que 10% seja o mais correto. Tem gente que contribui com 14,5%, tem gente que contribui com 6,3%. Ninguém fica pensando nos 10.

E é aí que está a diferença que me incomoda! Lá, ninguém me olharia como se eu fosse menos espiritual por saberem que contribuo com menos de 10. Você e outros, por outro lado, farão silenciosas ou audíveis acusações: "Tá vendo! Prefere cuidar da própria casa do que da casa de Deus... Por isso critica a cobrança!" E é justamente esse tipo de comportamento (comparações, vistorias, acusações etc) que, no meu entender (e no da Igreja Luterana Ortodoxa Confessional) não tem nada a ver com o Evangelho de Cristo. E, como a Rô e eu cansamos de falar, não é por dinheiro que criticamos a imposição do dízimo, mas por causa da verdade. Pelo mesmo motivo, os pastores de minha igreja pregam contra a imposição dos dízimos.
Abraço,
Cesar

Rô,
No meu entender, se seu marido contribui, você contribui. A contriuição é da família. Se você não o apoiasse, ele não poderia trabalhar tranquilo e ter a renda que tem.
Cá em casa, muié e homi trabalham igual. Aliás, tanto o trabalho extra-casa quanto as tarefas domésticas são compartilhadas.

Abraço,

Cesar

jlcolli disse...

par de asas...rachei de rir!!!

Joab Barros

disse...

Aqui também Cesar, até as tarefas domésticas são compartilhadas, graças a Deus, mas parei de trabalhar ja tem alguns anos, portanto só ele e minha filha são dizimistas fieis e ofertante também e sempre soube que a contribuição é da família, mas sempre dizimei, pois tenho uma vida abençoada por Deus em tudo, faço não por barganha, mas porque graças a Deus posso dividir. Mas, tenho minhas tarefas na igreja como sempre tive. Mas, aqui todos nós sabemos que não é por imposição e nem obrigação. Pois se for obrigação não é cristão. Paz!

disse...

Cesar, o blog da Verdade excluiu seus coments viu? nuntindinada!
Te peço que não apagues seus coments, sendo assim, ficará como aula para outros que vistarem o artigo!

O BLOG DA VERDADE disse...

Ah entendi.

O BLOG DA VERDADE disse...

A irma esta me "surpreendendo".Achei que a irma fosse uma mulher "brava".

Pr. Anselmo Melo disse...

Meu caro Cesar.Será que lá também ensinam que é errado fazer julgamentos precipitados sobre alguém? Quem foi que lhe disse que ajo dessa maneira?Ou que alguém aqui na comunidade o faz?Não deveríamos praticar a verdade em todas as áreas de nossa vida?Pisou na bola meu camarada. "E é aí que está a diferença que me incomoda! Lá, ninguém me olharia como se eu fosse menos espiritual por saberem que contribuo com menos de 10. Você e outros, por outro lado, farão silenciosas ou audíveis acusações":...
Quando largamos o assunto e partirmos para querer prescrutar o coração alheio acaba acontecendo isso.Eu não vigio ninguém,e,para nem correr o risco de faze-lo,em nossos envelopes de contribuição sequer existe um espaço destinado ao preenchimento de valor ou nome de quem entregou a contribuição.

disse...

E porque colocou azinhas em mim meu amigo? duvidaste de mim Anselmo?

Pr. Anselmo Melo disse...

Não,não duvidei.Não tenho motivos para isso.Apenas fiz uma brincadeira(com você).Achei que tinha liberdade para isso.Me perdoe se a ofendi, não foi minha intenção.Muito menos ainda ofender o Cesar fazendo uma brincadeira com você.Até onde sei você é bem grandinha e capaz de defender-se sozinha, se esse foce o caso.

disse...

Não tô zangada mano, se sabe que não me aborreço com isso. Só queria saber se foi brincadeira. Paz!

Cesar M. R. disse...

Anselmo,

Onde quer que se pregue que o Dízimo é Lei que deve ser cumprida, haverá verificação e julgamento. Isso não é pessoal contra vc ou sua comunidade! É fato!

Se afirmamos que não se pode cometer tal coisa, quando alguém a comete, os outros a olham como "errado, negligente ou rebelde". Para afirmar isso, eu não preciso sondar corações, mas somente observar estudos a respeito do comportamento de comunidades religiosas.

Se você falar dez vezes ao longo de um ano na sua igreja que é errado ouvir música secular, logo, quando um membro visitar o outro, vai observar os cd's que ele tem na estante, para averiguar a retidão alheia. O mesmo eles farão com os dízimos. Não por maldade, mas porque é assim que se age quando se está sob a Lei. É o que vcs farão se estão sob a Lei do Dízimo. É o normal no judaísmo por exemplo. É a busca pela performance religiosa.

Por isso, a tranquilidade nos assuntos financeiros só é possível quando se segue o padrão neotestamentário, que está bem definido no texto da Rô.

Não quis ofender. Se o fiz, desculpe. Mas estou certo de que as coisas funcionam assim.

Um abraço,

Cesar

Pr. Anselmo Melo disse...

Cesar,para encerrarmos esse assunto,você dirigiu-se sim a minha pessoa:("Você e outros"). Quando percebemos um erro ao julgar o que não conhecemos o melhor a fazer é pedir desculpas,sem antes tentar justificar.Primeiro,eu não prego que dízimo é lei.Segundo,como afirmei,nos nossos envelopes não existe um espaço destinado ao preenchimento de nome do ofertante ou de valor.Logo,ainda que eu quisesse,e nunca quis,não haveria como se fazer verificação de nada.

Um grande abraço.

Cesar M. R. disse...

Anselmo,

Como você diz que não prega o dízimo como lei se veio aqui justamente dizer que acha que há bons argumentos para que o dízimo esteja ainda vigente?

Outra coisa: Eu não pedi desculpas porque não julguei ninguém (no sentido que vc diz), mas antevi atitudes com base em uma série de fatores conhecidos por todos aqui. Vou enumerar as informações que me levam a concluir isso:

1) "Você e outros" entendem que o cristão DEVE entregar o dízimo.
2) Você, em vez de apresentar os tais "bons argumentos" dos que defendem a vigência do Dízimo, preferiu perguntar a mim e à Rô o quanto damos à igreja financeiramente. Ou seja, vc quis SIM averiguar isso daí.
3) Pode não ter nome nos envelopes (e isso é louvável), mas se alguém disser, como eu disse em resposta a seu INTERROGATÒRIO, que NÃO é dizimista, essa atitude será comparada com o padrão apresentado em sua pregação. O relacionamento entre membros da igreja não se resume à observação de envelopes. As conversas, as perguntas e os silêncios dizem muito.

Entendeu? Eu não julguei você, mas deduzi com base na informação que tinha. Não estou tentando dar desculpas. Acho que se minha dedução foi errada, e você não age como eu disse, você é um caso raro e muito provavelmente deve estar enganado, pois os membros de sua igreja devem agir como eu disse e vc não sabe disso. É uma questão de lógica, não de julgamento pessoal.

Por isso, eu adianto e digo: se te julguei, foi mal.

E sugiro que em outra discussão sobre este ou outros temas, você não diga "já ouvi argumentos tão bons etc sobre isso", mas sim APRESENTE esses argumentos, para que possamos pensar. E não parta para a crítica aos opositores (como vc fez com o Laudinei) ou para averiguações pessoais (como vc fez com a Rô e comigo).

No fundo, acho que vc sabe que os argumentos contra a cobrança do dízimo são muito fortes e consistentes.

Abraço,
Cesar

Pr. Anselmo Melo disse...

Meu caro Cesar.Deduções...Confusões acontecem quando fazemos deduções.Não apresentei argumentos porque não creio ser esse o canal apropriado.Não existiria como postar um estudo aqui,e,eu não o faria em meu blog,uma vez que lá já existem posts que tratam do assunto da maneira como eu o compreendo.Se realmente você quiser argumentos,procure por lá.Não preciso e nem pretendo convencer você ou quem quer que seja de nada.E, até onde foi possível perceber,você também não apresentou argumentos de nada,limitou-se a dizer que pesquisou aqui e ali.Quem tem opinião definida sobre determinado tema não quer pensar.Analisa pontos de vista contrários sempre com um olhar crítico e com o antídoto das pre-concepções "debaixo do braço".
Seu problema se manifesta praticamente em todos os parágrafos das respostas que me dá,são os seus achismos."Eu acho isso, eu acho aquilo e eu acho aquilo outro".
Se eu foce achar alguma coisa levando em relação seus comentários,certamente esses achismos na maioria das vezes não seriam condizentes com a verdade.Só a título de exemplo vou "achar" que quando você afirma:"Nossa comunidade NUNCA cobrou dízimo. São 60 anos de existência. Temos dois templos próprios. Um em um bairro nobre de BH. Além disso, temos casa pastoral, prédio de instituição beneficente, apartamento para pastor auxiliar, kombi e carro da igreja. Tudo com contribuições conforme orientação do NT: de acordo com as possibilidades e segundo o coração.
Vc vem acusar-nos de mão fechada???
...Bom, EU ACHO,que você estava tentando "jogar algo na cara" do irmão que discorria com você sobre o assunto,também ACHO que vocês são um grupo de pessoas mesquinhas,nossa Igreja tem exatamente a metade da idade da sua, 30 anos,e além do básico que você mencionou como se foce uma espécie de troféu,nós temos sete orfanatos que suprem todas as necessidades de cerca de 100 crianças.Temos o projeto casa da Mãe e casa do Pai,neles são ministrados cursos profissionalizantes e estágio para cerca de cento e cinquenta adolescentes,meninos e meninas ex-reclusos de casas de custódia para menores.Temos o Projeto Crescer que oferece alimentação,cursos diversos para crianças entre 04 e 10 anos de idade.Temos o projeto decolar que hoje assiste nas mesmas áreas quase 500 adolescentes.Mais cursos noturnos para adultos,reforma de casas de pessoas em comunidades carentes através do "Projeto Neemias",e ainda temos dois consultórios dentários para assistência de comunidades carentes.Bom,sabe o que eu ACHO,ACHO que com 60 anos de história vocês não fazem quase nada.Sabe o que mais eu ACHO,que o nosso povo tem uma compreensão melhor do papel da Igreja no mundo.E,ACHO também que essas discussões sobre quem é o dono dessa ou daquela verdade não levará nenhum de nós a lugar algum.E,ACHO, que dispensei muita energia vindo aqui responder sobre esse tema.E,ACHO, que se sua intenção é de sair vencedor do debate,aproveite a deixa,dedique-se a mais uma de suas respostas repletas de achismos,vou lhe conceder essa honra,pois não tratarei mais desse assunto.O mundo na verdade se divide em alguns grupos de pessoas,os que ACHAM que fazem alguma coisa e os que fazem e preferem não achar nada.
Em tempo.Não estou aborrecido com você,EU SEI,separar essas disputas do pessoal,e,vou preferir ACHAR que você também sabe.
Um grande abraço.Fique na Paz de Cristo.

Cesar M. R. disse...

Não estou respondendo ao Anselmo, mas esclarecendo aos outros leitores que, quando falei de minha comunidade, eu o fiz para demonstrar a um irmão que dizia que uma igreja não prospera sem Dízimos que era sim possível fazer as coisas somente com contribuições voluntárias. Se demonstrar isso, na ocasião do diálogo, significa "jogar na cara", sim, foi o que fiz.

E é claro que deve ter passado batido que, entre as coisas que listei, está um "prédio de intituição beneficente", cujas atividades na periferia de BH eu não quis explicitar por não vir ao caso. E é claro que nossa comunidade tem muito mais a fazer. Agora, queridos, se para fazer mais, ainda que sejam coisas boas, tivermos que MENTIR a respeito dos DÌZIMOS, eu prefiro que continuemos fazendo pouco. Mais vale o pouco de acordo com a verdade, do que o muito baseado na astúcia enganosa de leituras equivocadas da Bíblia.

Os argumentos contra a COBRANÇA de dízimos estão claros no texto da Rô, no texto do Laudinei, e em muitos comentários. Quem não aceita é por medo de baixa na arrecadação. Não vi nem aqui nem em livro ou blog nenhum, um só argumento decente a favor da COBRANÇA dos dízimos. E isso eu não acho, eu AFIRMO. Se alguém quiser discutir o assunto com argumentos a favor, que os apresente, pois os contrários já estão mais que evidentes.

Abraço,

Cesar

disse...

Verdade Cesar, concordo contigo, ainda não vi nenhum argumento com base para dízimo pra igreja de Jesus(nós) Eu acho que ficaria bem mais bonito e honesto aceitar isso, ao invés de quererem dá um jeitinho, pois não conseguem e fica feio pra caramba. rss Já li e reli, ja estudei e nada, até o Nicodemus aí acima NO VÍDEO, fez um malabarismo incrível para dar base ao dízimo no NT. Só a graxa!

Alan Capriles disse...

Parabéns pela coragem!

A verdade tem mesmo que ser dita. Só assim descobrimos quem ama a verdade e quem ama as tradições.

Ensinar o dízimo como doutrina cristã obrigatória é um equívoco, pois o dízimo nem sequer é mencionado no livro de Atos e nas epístolas. Isso decorre pela mesma razão de a guarda do sábado não ser também ensinada no Novo Testamento: ambas eram ordenanças pertencentes à velha aliança, limitada aos judeus, estando os gentios (não judeus) convertidos totalmente livres disso (Atos 15:19-20). Se alguém deseja seguir Moisés e o judaísmo, deveria procurar uma sinagoga (Atos 15:21). Por outro lado, aqueles que realmente seguem ao Senhor Jesus, desejarão contribuir espontânea e liberalmente para a expansão do seu Reino, ofertando muito além do dízimo, a fim de que não faltem recursos para este propósito – o qual não é outro senão promover a pregação do evangelho, o ensino de Cristo, o sustento dos que se dedicam integralmente a isso e a ajuda aos necessitados (Atos 4:34-35; 6:1-4; 1Co 9:14; 2Co 11:8; 1Tm 5:17-18). Barnabé foi um bom exemplo de cristão que oferta muito além do dízimo (Atos 4:36-37).

Além do vídeo do Augustus Nicodemos, existe outro, muito mais objetivo, que é o de Tim Conway, pastor do famoso Paul Washer. Confiram:

http://youtu.be/BAhCPcVNEgI

Deus abençoe a todos
e sejam todos uma bênção!

disse...

Sabia que não me enganei contigo Pr. Alan. Deus te abençoe e muito e frutifique cada vez mais seu ministério!

Discípulo de Cristo disse...

Paz Seja Contigo, irmã Rô.

. A passagem de Mt. 23.23 ocorreu no final do período do Velho Testamento. Aqueles escribas e fariseus não eram os que queriam apedrejar o Senhor Jesus, mas sim os supostamente mais corretos (elite), pois não só cumpriam a Lei Levítica, como também sobrepuljavam com a décima parte do endro, cominho e hortelã.

Entretanto, o Senhor Jesus os condenou a perdição eterna, não por cumprir a Lei vigente de dízimos, mas sim por negligenciar os preceitos mais importantes da Lei: A justiça, a misericórdia e a fé; ou seja as viúvas, os órfãos e os estrangeiros eram surrupiados por estes, que davam a mais para encobrirem o que faziam de menos.

Portanto, a passagem de Mt 23. 23, está registrada no livro do Novo Testamento, porém faz parte da velha aliança, onde Cristo cumpriu toda a Lei (Mateus 5. 17); inclusive pagou o preço da maldição da Lei, que é a condenação eterna sobre toda a humanidade.

Mas a todos quantos O receberem, não serão condenados, pois Ele ao cumprir toda Lei, consumou em Seu próprio corpo,toda maldição que nos estava proposto, para que tivéssemos vida e vida em abundância. Amém!

. Quanto ao repreender o devorador com pagamentos de "dízimos", isso foi na antiga aliança, posto que uma Nova e Superior estava por surgir logo após aquele encontro com os escribas e fariseus hipócritas de Mateus 23. 23.

Aliança essa, onde o Senhor Jesus nunca usou a palavra "dízimo", nem nenhum de seus apóstolos, muito menos Paulo, apóstolo dos gentios e por extensão discipulador nosso, o qual afirma categoricamente:

CADA UM CONTRIBUA SEGUNDO TIVER PROPOSTO NO CORAÇÃO, NÃO POR TRISTEZA OU POR NECESSIDADE; PORQUE DEUS AMA A QUEM DÁ COM ALEGRIA.
II CORÍNTIOS 9. 7


CONCLUSÃO:

O dogma do "dízimo", foi introduzido à aproximadamente a XIV séculos pelos ditos "pais da igreja" e o mesmo (dízimo) tem trazido grandes prejuízos ao pastoreio espiritual da Igreja de Cristo.

Com relação a repreender o devorador (diabo), somente pode ser feito pelo NOME DE JESUS.

A manutenção da igreja não deveria estar baseada numa mentira que insiste em prevalecer, e sim nas OFERTAS DE JUSTIÇA; não proposta pelos homens (líderes) que manipulam seu próprio rebanho com ameaças de DEVORADORES (diabo) e até mesmo de perderem a SALVAÇÃO por não se cumprir Malaquias 3. 10.

Ou seja, é considerado ladrão todo aquele que não "paga" ou "devolve" no mínimo 10% dos seus salários, dando a esses líderes certa estabilidade financeira e controle emocional da membresia, em detrimento de um pastoreio espiritual.

Quanto a sobrevivência da Igreja, não precisa de nenhum "imposto compulsório" da Lei Levítica (Dízimo); posto que os líderes deverão viver pela fé na espiritualidade da sua igreja no tocante a contribuições voluntárias, mediante Ofertas de Justiça; como era costume na Igreja Primitiva.

Pois quem muito é pastoreado em amor, muito mais será liberal para retribuir com alegria; abençoando em justiça, misericórdia e fé.


PORQUE NADA PODEMOS CONTRA A VERDADE, SENÃO EM FAVOR DA PRÓPRIA VERDADE.
II Coríntios 13. 8


Um abraço do Discípulo de Cristo,
J.C.de Araújo Jorge

Lucy Araujo "Fruto do Espírito" disse...

Olá querida, estou com saudades!!!

A PRINCÍPIO ANALISO TRÊS RAZÕES DA IGREJA NEOTESTAMENTÁRIA NÃO QUERER ENTENDER A VERDADE SOBRE O DÍZIMO:

1- Esse imposto religioso compulsório dá estabilidade financeira a Igreja, que se enriquece como denominação, sem nenhum tipo de promoção social, nem mesmo em favor de seus membros. Cobra-se tudo, nada é de graça para que seus líderes amontoem riquezas; todavia, espiritualmente empobrecem.

2- Existem pessoas que acham conveniente dizimar a ter que se santificar e amar o seu próximo; e dessa forma, aliviam suas consciências, como se pudessem comprar a salvação à prestação.

3- E por último, os irmão mais simples são coagidos por seus líderes com base na sombra da Lei do velho testamento. Pois, se esses irmãos não obedecerem com no mínimo 10%, são considerados ladrões e réu de condenação eterna.

Acredito sinceramente que se a Igreja atual, fosse genuinamente Primitiva, principalmente nas contribuições voluntárias, os pastores teriam que apascentar suas ovelhas da seguinte forma: Se preocupar com o desempregado, ungir os enfermos com óleo na oração da fé, fazer visita domiciliar aos membros que se encontram afastados, discipular e orar pela prosperidade do seu povo; ou seja, cumprir o chamado pastoral. Dessa forma, creio que a Igreja estaria em um nível espiritual mais elevado; pois, já teríamos alcançado os 50% de VIRGENS PRUDENTES, e não a maioria de virgens néscias, que só tem atrasado o Arrebatamento da Noiva ao encontro do Senhor Jesus nas nuvens.

Ofertar é um ato de amor e dizimar é um mandamento carnal.

Em Cristo,

***Lucy***

Laio disse...

Amigo Leia o livro de Gálatas e entenderá que há sim um velho e um novo testamento.
O que se faz confusão é que a lei foi abolida com a morte de Cristo, nao todas as escritas do velho testamento.A Lei do VT que foi abolida

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