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21 de outubro de 2011

A conquista da masculinidade (segundo Maria Paula)

Resolvi trazer este texto anti-feminista, porque causou-me certa perplexidade à minha memória púbere seu conteúdo vindo das mãos da Maria Paula.

Maria Paula Fidalgo, filha de Brasília, divorciada do músico João Sulicy com quem teve dois filhos, lançou recentemente o seu livro "Liberdade crônica". Ela não precisa nem de apresentação, porque, durante quase duas décadas, a musa da piada (como é chamada) invadiu as casas de todo o Brasil com sua malícia, sua caricatura de"loira burra", com suas piadas recheadas de atrevimento e pornografia. Ela era a "oitava Casseta" do programa televisivo Casseta e Planeta.

Mas qual o nosso estranhamento? Nestes tempos em que lemos tantos textos de mulheres cristãs feministas e independentes, eis que me deparo com mais uma"pedra" clamando uma verdade que muitas mulheres (sem falarnos homens) dentro da igreja torcem o nariz (pricipalmente na nossa cultura homo-onipresente e andrógina): o papel exclusivo do homem no plano da família!

Queremos deixar este texto como reflexão de que, por mais quevenhamos a produzir "discursos", a prática, a vida como ela é, se impõe e, no fundo no fundo, toda mulher AINDA sabe o que espera de um homem e sabe também o que é um homem de verdade: um Homem com H maiúsculo.

Cabe dizer que determinadas descobertas só acontecem devido à maturidade moldada pelas experiências da vida como ela é e essas experiências se encarregam de desmistificar os mitos juvenis da nossa modernidade (pelo menos é o que acontece com alguns). Ou, quem sabe, o texto abaixo foi apenas um ato falho de um mundo que se cansa de suas próprias bandeiras? Leiam e tirem suas próprias conclusões.

Enfim, um texto de mulher para mulheres, mas, também, uma mensagem poderosa a todos os homens que ainda não cresceram ou estão tateando no escuro e errando o alvo na hora de exercer sua masculidade plena: assumir a responsabilidade que lhe cabe diante da família, que lhe foi dada por Deus.

O grifo no texto abaixo é nosso.

Boa leitura.

Casal 20.

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A conquista da masculinidade

Quando um bebê vem ao mundo, recebe seu primeiro batismo de fogo no estreitamento extremo provocado por sua passagem pelo canal vaginal. Ele precisa deixar o ninho seguro e quentinho do útero da mamãe para vir à luz da vida na Terra. É um momento delicado, perigoso, crítico, cuja fragilidade se revela na mesma proporção que a forçada natureza. Ao enfrentar esse desafio precoce, ele é iniciado na exigência de coragem que irá acompanhá-lo vida afora, imprimindo graus de dificuldade cada vez maiores a que ele será exposto até se tornar um homem maduro, no sentido mais amplo do termo. A morte, com sua dura irreversibilidade, será a última chance a ele: a de encarar de frente o abismo do desconhecido.

Durante a infância e a adolescência, inúmeras pequenas preparações se dão até que o grande momento lhe seja apresentado. Aprende-se a caminhar com suas próprias pernas, o seio cujo alimento lhe é oferecido com abundância na temperatura ideal e em embalagem perfeita, limpa esegura, deixa de estar à sua disposição e os dentinhos começam arasgar a gengiva, satisfazendo a necessidade de triturar alimentos mais substanciais. Logo logo, esses dentinhos começam a cair para dar lugar aos definitivos. Com a puberdade, chegam as alterações de humor provocadas pelos hormônios. Os pelos crescem, a voz vai engrossando e os interesses se voltam para a descoberta do sexo e seus atrativos, cujo apelo só será ultrapassado mais tarde, quando questões filosóficas maiores fizerem com que o jovem se dedique a conquistas profissionais, as que lhe trarão maior independência erespeito perante os seus.

Cada um desses ritos de passagem tem seu significado profundo e serve de base para que o grande momento seja alcançado com sucesso. O momento em que se dará a sublime descoberta do verdadeiro sentido da masculinidade plena: tornar-se o provedor de um núcleo familiar. Chamar para si a responsabilidade de construir uma estrutura forte o suficiente para sustentar o crescimento físico, intelectual, emocional e espiritual dos filhos gerados pelo seu próprio sêmen. Proporcionar não só sua continuidade genética, mas aprimorar as qualidades subjetivas de sua linhagem.

O homem que consegue dar esse passo fundamental toma em suas mãos as rédeas do destino da humanidade e traça um caminho evolutivo consistente para todos os outros.

Esse é o verdadeiro e sofisticado macho alfa, que faz nossa aventura nesse planeta valer a pena, independentemente da sua conta bancária, do nível de poder alcançado ou do seu conhecimento profissional. Osujeito que protagoniza a cena ao ser contemplado com a consciência do valor da paternidade conquista o direito de habitar o topo da pirâmide e será eternamente reverenciado por isso.

Publicado originalmente na seção Crônica da Revista, na Revista do jornal Correio Braziliense, domingo, 9 de outubro de 2011, ano 7, número334.
Por Maria Paula

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25 comentários:

Geórgia Lopes disse...

Rô, tmb já sou sua seguidora!
Fica c Deus amada!!!
Bjuss!

disse...

Verdade, o homem só se torna homem de verdade quando se torna um provedor de sua família. Ele passa por todos os processos em sua vida , mas só se torna homem mesmo quando sabe dirigir sua família!

A loira não é burra não Fabio,como você bem disse: é uma pedra clamando por homens responsáveis no seio familiar. Achei muito bom o que Ela disse. Paz!

Casal 20 disse...

Rô, também achei demais esse texto, por causa de tudo isso que você tão bem sintetizou.

Abraços sempre muito afetuosos.

disse...

Fabio, obrigada por tudo viu??? Paz querido!

Eduardo Medeiros disse...

oi fábio, beleza?

olha, eu não concordo que haja um padrão social único e eterno para os papeis de homem e mulher.

costumamos dizer que o padrão para a família deveria ser adão e eva. ora, adão e eva viviam em um paraíso, e mais importante de tudo, adão não tinha sogra. nem umbigo...rsss

olhando para a história social de diferentes povos fica claro que os papeis de homem e mulher na família são culturais e se modificam com as modificações sociais.

o modelo do homem provedor e da mulher submissa em tudo e que se restringia a criar os filhos perdurou por séculos, mas não acredito que esse deva ser o padrão que deus estabeleceu para sempre.

esse arranjo reflete a família patriarcal, onde o homem e os filhos masculinos tinham proeminência sobre as mulheres e filhas.

então, acredito que os padrões familiares podem mudar com os tempos. o que não deveria mudar é o amor, o respeito, a construção de um verdadeiro lar por todos os membros de uma família.

aqui em casa mesmo, esse padrão patriarcal não existe. eu, por ser um militar precocemente reformado, não estou trabalhando, e por isso, fico em casa cuidando do meu filho e minha esposa trabalha fora.

e sabe de uma coisa? me sinto um felizardo por esta oportunidade de acompanhar o crescimento dele.

então, resumindo, não sou contra o padrão da família patriarcal com o homem provedor e a mulher dona de casa; sou contra achar que o único padrão válido para todo o sempre foi esse estabelecido por deus.

ah, e acho a maria paula uma excelente comediante.

abraços

disse...

Edu , este desejo é da mulher, nem toda mulher quer ser independente, ela quer ter em quem se apoiar, e muitos homens esqueceram que eles é que tem que proteger a mulher e prover para sua família. Meu marido também é militar e esta em casa aposentou-se com 43 anos, ele me ajuda em casa e com as Filhas. Mas ele é que é o provedor.

Mas claro tudo isso se deu por causa da emancipação da mulher, mas por conta disso os homens negligenciam seu papel, pois toda mulher quer um homem provedor! Não falo no seu caso pois você é como Djalma MEU MARIDO, mesmo sua esposa trabalhando vc que é o provedor. Eu sou contra os padrões familares mudarem. Pois a maioria só muda porque os homens são todos uns frouxos e a mulher só saiu para trabalhar porque não um homem com H em casa! Eu mesma jamais diria , eu adoro ser independente, eu não quero ser nunca, ralar pra caramba. Se puder quero depender o resto da minha vida, é tão bom, não ter que se preocupar em pagar contas, já trabalhei muito. Sai fora!

manuel marques disse...

Bom texto.

Abraço e bom fim de semana.

Missionária Bella Dourado disse...

Eu acho que os papéis se modificam como disse o Edu.

Porém não exclui a questão do homem ser o provedor ou ao menos se não for o provedor tem de haver a inversão de papéis ditados pelo machismo, se a mulher esta trabalhando fora é justo que o marido cuide das tarefas pertinentes a casa.

E quanto a "loura" não ser burra,kkk às vezes nos é lucrativo parecermos burras.

Agora a falta de responsabilidade em construir um lar esta cada vez mais acentuada, ou a piazada resolve arrumar gatinnha e ir morar junto e o trouxa da familia vão sustentar a mulher do filho ou o homem da filha.

E ainda tem a turma do cômodo há que traz os parceiros para casa dos pais e fica nessa até sabe Deus quando.

Enfim parece que a galera ta mais tendenciosa ao ócio do que a "formar uma familia com direito a contas para pagar"

Bjs e adorei o texto.
Boa sexta!

Casal 20 disse...

Rô, faço da tua resposta ao Edu a minha também.

Perceba que em momento algum o texto se fala sobre submissão feminina, mas sobre a ausência masculina naquilo que a mulher (lembre-se que é uma mulher quem escreve o texto) espera de um Homem.

O texto é escrito para mulheres. E, segundo a Maria Paula, esse macho alfa, responsável, crescido (não um eterno adolescente) é o que faz a a aventura delas nesse planeta valer a pena! Poxa! Essa mensagem é demais!!!

Bella, tenho certeza que a Maria Paula não é a favor do machismo, assim como mostra que não é a favor do macho fresquinho (rsrsrs). E, certamente, faz parte da responsabilidade masculina ajudar a mulher naquilo que ela necessita, mas, de modo algum, o homem pode usar a emancipação feminina como desculpa para se esquivar de seus deveres para com sua família. Infelizmente, muitos homens fazem isso.

Gente, valeu os comentários.

Abraços sempre afetuosos.

Guiomar Barba disse...

Rô, eu dou minha opinião simples, depois que alguém comente sobre a mulher de Provérbios 31.10-31.

Eu já ouvi de uma mulher que respondeu a quem lhe perguntou o que ela fazia na vida, o seguinte: eu gasto o que meu marido ganha.

Assim caminham muitas mulheres, sentadas no colo do provedor.

Beijão amiga.

Mariani Lima disse...

Oi, Rô!! A mulher mudou, conquistou um monte de coisas, mas fato é que não conheço uma que não goste de um homem que cumpra o seu papel de homem, aquele antigo que ainda estamos acostumadas, de ter atitude, palavra, segurança, de ser capaz de prover e impor respeito rsrs...A família é mais democrática, mais participativa, mas ainda temos a mesma essência e desejamos o homem no difícil papel do sexo forte. Eu penso que até a questão de prover, poderá mudar daqui mais alguns anos, mas ainda vejo um grande desconforto na maioria dos casos em que a mulher precisa assumir esse papel.

Beijinhos...Fica com Deus.

Kecia disse...

"macho alfa, responsável, crescido (não um eterno adolescente) é o que faz a a aventura delas nesse planeta valer a pena! Poxa! Essa mensagem é demais!!!"

Vero! Hehe!

Eduardo Medeiros disse...

fábio e rô.

"macho alfa"? mas que negócio é esse? para mim, macho alfa é coisa de leão ou macaco.

se as mulheres querem mesmo um homem provedor do tipo patriarcal é por que elas também ainda estão agarradas a uma cultura antiga.

rô, você disse um negócio aí que não é realidade. as mulheres foram para o mercado de trabalho por que os homens se tornaram frouxos?

nada mais distante da realidade histórica. as mulheres começaram a trabalhar de forma mais intensa fora de casa durante a segundo guerra mundial.

enquanto os homens frouxos estavam dando suas vidas pela liberdade do mundo, as mulheres se viram tendo que desempenhar trabalhos ditos "masculinos" nas fábricas já que os homens frouxos estavam na guerra.

hoje em dia, a mulher foi para o mercado de trabalho pois as condições sociais do nosso tempo assim exigem. o salário da mulher ajuda a família, já que as despesas de uma casa hoje em dia são infinitamente maiores do que as de séculos passados.

não vejo homens frouxos se pendurando na saia de suas mulheres. vejo mulheres guerreiras que para darem um futuro melhor para os filhos e um conforto a mais para a sua família, vão também trabalhar.

mas é claro que isso também tem a ver com a emancipação feminina; do jeito diferente que as mulheres hoje se veem. elas não são mais as "donas do lar" e o homem não é mais o exclusivo "provedor"; hoje ambos, mulheres e homens, são iguais em tudo socialmente falando, ambos podem ser "donos do lar e provedores".

acho engraçado a maria paula dizer que adora um macho alfa provedor sendo uma atriz que tanto "trabalha fora".

será que a maternidade mexeu com ela? será que ela agora quer ficar em casa e ser sustentada pelo marido? mas assim, escrevendo livros, ou seja, trabalhando?

Eduardo Medeiros disse...

fábio,

eu só citei a submissão feminina como um ingrediente forte que vinha no bolo cultural da família patriarcal.

e eu concordo com o que você diz:

"E, certamente, faz parte da responsabilidade masculina ajudar a mulher naquilo que ela necessita, mas, de modo algum, o homem pode usar a emancipação feminina como desculpa para se esquivar de seus deveres para com sua família. Infelizmente, muitos homens fazem isso. "

eu não disse nada ao contrário disso. na sociedade moderna, homens e mulheres possuem os mesmos deveres no sustento do lar.

não existe mais aquela cultura que mulher foi feita para parir, educar os filhos, arrumar casa e servir sexualmente ao marido à noite, e o homem feito para trabalhar, sustentar sozinho a casa e ter a liberdade que sempre teve já que não era função dele lavar pratos nem levar filhos à escola.

é disso exatamente que estou dizendo. ora, existem as mulheres que querem parir, lavar pratos e arrumar casa? claro que existem, e se os maridos delas podem lhe dar um bom sustento, não há nenhum problema com elas.

mas será que essa mulher que quer ser sustentada pelo tal macho alfa concordaria que estudar, se formar em uma faculdade deva ser coisa exclusiva de homens provedores?

por que se o ideal divino é que as mulheres sejam sustentadas ainda hoje pelos homens prá que elas precisam estudar tanto?

sei que os novos padrões familiares têm problemas. sei que filhos estão sendo criados em creches e com babás(livrai-me, senhor, deste mal..rs), mas há que haver por parte de maridos e esposas, um mínimo de planejamento para que a educação dos filhos não fique a cargo só de terceiros.

cada época tem seus desafios.

abraços

disse...

Então Edu, elas não foram para a batalha porque QUERIAM ser independente, mas por necessidades. E tem o fator homem frouxos sim, tem muito homem se escorando em mulheres, homens que não são dignos das calças que vestem. Edu, realmente as mulheres viraram donas do lar, não por vontade própria, a maioria delas desejam um homem provedor. Vejo que elas tomam as rédeas da casa porque é claro, ninguém vai ver seus filhos passando necessidades e ficarem de braços cruzados. Tinha uma amiga minha que dizia que ela trabalhava por esporte, eu sabia que não era tadinha, mas ela dizia que era independente, muito cansada cuidando do lar sozinha, levando tudo em suas costas. As mulheres estão infartando, pois estão assumindo responsabilidades que não suas. Paz.

Mariani concordo contigo mana, a mulher mudou sim, ocupou vários espaços, e com isso ganhou também, responsabilidades que não são delas. Ganhou sim, muito cansaço, ficaram doentes, hoje vejo o reflexo de minha mãe que sempre trabalhou pra ajudar meu pai, cansada e doente trabalhou muito. hoje muitas no fundo querem sim um homem para cuidar delas. Não acredito que a mulher trabalhe para ser independente, mas trabalhe porque tem medo de ficarem sozinhas, muitas sabem que nem todo casamento dá certo hoje dia.Bjs

Kecia eu também achei muito forte que a Maria Paula disse.

Guiomar, eu vivo sentada no colo do meu provedor com gosto mana.rss Bjss

Guiomar Barba disse...

Rô, eu gostaria que você visse a mulher também à luz de provérbio 31. Mesmo nos tempos mais remotos, vemos mesmo na cultua judaica, mulheres ativas, dinâmicas, que traziam mantimento para suas casas. Uma das mulheres que muito admiro nas histórias bíblicas é a juíza Débora.

Se a mulher quer criar seus filhos e ser sustentada e o marido concorda, tudo bem. Porém eu te digo que eu amo ser protegida, mas gostava de repartir as despesas com meu marido, me sinto muito bem quando independo economicamente dele. Apesar de ser ele muito generoso.
Não pretendi ferir as mulheres dependentes.
Beijo.

Casal 20 disse...

Oi, gente! Passei aqui para dizer boa noite.

E dizer também que é muito interessante ler os comentários dos homens e das mulheres aqui. Quem tiver oportunidade de reler o que os homens escreveram e comparar com o que as mulheres comentaram dá um quadro muito interessante sobre como os diferentes sexos reagiram. Deu um ingrediente a mais ao post.

Abraços sempre afetuosos para todos os que passarão por aqui.

disse...

Não acredito que alguma mulher quer criar seus filho carregando responsabilidades que não são suas. Eu já trabalhei e muito, e nunca me senti independente, mas sempre me vi como ajudadora de meus pais, mas nunca porque preferi isso. Não tenho nada contra quem goste de trabalhar pegar ônibus lotado todo dia, ou trem, chegar tarde em casa em dias de chuvas, aqui no Rio eu vejo minha filha fazendo estagio, ela sai cedo, e só chega as 22:30 pois do estágio vai pra Faculdade e ela diz: "mãe não sei como a senhora aguentava isso". Ela disse mãe pego o ônibus em pé e vou até o centro, e depois as 18 horas vai direto pra Facul. rsss,
Ela esta começando a vida agora, imagina quem é obrigada a ir por não poder contar com um marido provedor?? Sendo obrigada muitas vezes a ganhar uma mixaria?? Não acho vergonhoso quem gosta de ser do lar, e também não acho grandes coisas a mulher sair pra trabalhar, ralar pra caramba só pra dizer que é independente. Bom, em fim. Eu acho que a mulher sempre será louvada de qualquer jeito. Mas prefiro permanecer sentada no colo do meu provedor. rsss.

Eduardo Medeiros disse...

Rô, você quer que só os homens trabalhem, se cansem, se estafem, infartem...deixa de ser mesquinha, mulher. teu pensamento é de uma mulher do século 19.

gui, bem lembrado dessa mulher empreendedora e executiva de provérbios 31.

disse...

Meu pensamento é de uma mulher que não se engana, não vou ficara aqui mascarando uma realidade. Mulher independente é aquela que ganha bem, tem sua casa, seu carro seu trabalho, sem precisar em sustentar casa e filhos. Agora, mulher mal casada e mulher sozinha e abandonada sem um provedor é outra coisa.Paz!

E Edu, já trabalhei muito, vou logo falando antes que pensem que sempre fui dondoca rsss. Só não acredito que as mulheres se lasquem todas só pra dizer que são independentes rss. É ruim ein?? é por necessidades mesmo??



Gui, ajudar economicamente porque deseja engrossar o orçamento é uma coisa, agora sustentar a família sozinha, ter responsabilidades e dizer que é independente é outra coisa, isso é negligência do home, que tem sim a tarefa de ser provedor, o homem foi feito para cuidar de sua família, cuidar da mulher , proteger seus filhos, ser provedor. Bjs!

Soli Dei Gloria disse...

Muito bom o texto! Bem escrito, com argumentação substancial e simples! Gostei muito, e concordo com sua postura. O Homem que obedece ao Senhor cumpre seu papel. Isso não é minimizar as mulheres, porém abençoá-las! Em Cristo.

"LABAREDAS DE FOGO" disse...

Não creio que um homem de verdade tenha prazer em ter seu status de provedor mudado. Existe um outro lado dessa questão que é muito mais importante e tem sido usado pelos tais "Engenheiros Sociais" para destruir as famílias, principalmente as cristãs.

Existe muita opinião superficial sobre um problema que não pode ser visto dessa maneira; para se aprofundar e saber realmente qual é o papel que a Bíblia tem para a mulher casada, aconselho a todos lerem o livro “De Volta Ao Lar”; traduzido por Júlio Severo:
“O trabalho do lar é o estilo de vida bíblico para as esposas cristãs. Mas o trabalho do lar não é só ficar e casa. Deus não nos chamou para ficar em casa, mas para trabalhar em casa! O trabalho do lar é o oposto exato da tendência moderna de se colocar as instituições e o governo como a solução para as nossas necessidades. Embora tenhamos entregue para frias instituições as áreas da educação, saúde, agricultura, assistência social, negócio, moradia, moralidade e evangelismo, nossa inteira dedicação ao lar nos abrirá as portas para assumirmos de volta o controle dessas áreas. O mais imortante de tudo é que o trabalho do lar é o caminho certo para obedecer a Deus... ...O trabalho do lar, tal omo o feminismo, é um estilo de vida que requer total dedicação e sacrifício. A diferença é que o trabalho do lar produz lares fortes, igrejas que crescem e filhos que serão líderes cristãos" (De Volta ao Lar Pag. 6)

"LABAREDAS DE FOGO" disse...

A Grande Mentira

Em sua luta para se tornar "igual aos homens", as mulheres de hoje estão sendo vítimas da segunda maior mentira da História. [A primeira foi quando a serpente persuadiu Eva de que ela precisava elevar seu estilo de vida e "se tornar igual a Deus"] Graças à liberação feminista, agora os tribunais estão arrancando nossa proteção legal por meios de leis liberais de divórcio que dão direito de custódia em comum, mesmo quando o marido não tem juízo algum e leva uma vida depravada. As revistas feministas seguem o exemplo das revistas pornográficas, rebaixandonos ao nível de prostitutas quando apresentam o sexo sem casamento como se fosse algo belo e fascinante. Os empregsadores estão perdendo seu compromisso de dar aos nossos maridos um salário dígno, pois eles acham que nós esposas também devemos trabalhar fora para ajudar no orçamento doméstico. (De Volta ao Lar, Pag. 9)

O que você diria se eu provasse que as esposas evangélicas de hoje estão sendo enganadas e levadas a se trorna adeptas de uma falsa religião – o feminismo? E se o inocente envolvimento delas em carreiras profissionais fora do lar ajudar a levar ao colapso moral, social e econômico de nosso pais? Você sabia que os teólogos que acham que agora existe um papel "moderno" para as mulheres não acreditam que a Palavra de deus é infalível? Você sabia que na realidade todos os defensores da "liberação da mulher" dentro das igrejas evangélicas não crêem que a Bíblia é infalível?(De Volta ao Lar, Pag. 10)

Suely Rezende disse...

Olá Rô

Destaco a seguinte frase do texto:

" O momento em que se dará a sublime descoberta do verdadeiro sentido da masculinidade plena: tornar-se o provedor de um núcleo familiar" .

Li recentemente um livro do autor Steve Harvey que fala justamente desse assunto e diz:
Homens são condicionados pelo que são na vida, pelo que fazem e pelo dinheiro q ganham. São três coisas que compõem o DNA básico da masculinidade. É o que todos eles precisam para sentir que cumpriram sua missão como homens neste mundo. Quem ele é - O que ele faz - Quanto ele ganha.

O livro é bem interessante.

beijos
Suely

Cacá - José Cláudio disse...

Só constrói história que vale a pena quem busca o protagonismo de sua função humana na terra. Não o protagonismo de aparecer para holofotes, mas o de assumir responsabilidades reais e enfrentar os desafios para tentar melhorar o sistema (pelo menos em sua volta). E o papel do homem nesse sentido é de fundamental valor para que os rumos não se percam, a mulher não seja tão sacrificada e os filhos, a família, enfim, prospere e frutifique; e assim teremos fraternidade universal. É o que eu ainda acredito. Estamos ainda distantes, mas acredito. Bela escolha deste texto da Maria Paula. Abraços e ótima semana.

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