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31 de maio de 2011

Comissionado pelo Espírito Santo. Paul Washer


Muitos estudiosos da palavra precisam ver esse vídeo e gravar essas verdades em seus corações.

Tenho orado justamente por isso, conseguir romper o impedimento para buscar Deus em oração.

Que Deus preserve e levante mais profetas como Paul.
Abraços fraternos do Comuna.


Afinidade



Afinidades é um do poucos sentimentos que resistem ao tempo e ao depois.
A afinidade não é o mais brilhante, mas o mais sutil, delicado, penetrante dos sentimentos.
É o mais independente também, e não importa o tempo, a ausência, os adiamentos, as distâncias, as impossibilidades.

Quando há afinidades, qualquer reencontro retoma a relação, o diálogo, a conversa, o afeto no exato ponto em que foi interrompido.

Ter afinidade é muito raro. Mas quando existe, não precisa de códigos verbais para se manifestar, existia antes do conhecimento, irradia durante e permanece depois que as pessoas deixaram de estar juntas.
Afinidade é ficar longe, pensando parecido a respeito dos mesmos fatos que impressionam, comovem ou mobilizam. É ficar conversando sem trocar palavras, é receber o que vem do outro com aceitação anterior ao entendimento.
Não é sentir, nem sentir contra.
Nem sentir para...
Nem sentir por...
Nem sentir pelo...
Afinidade é sentir com.
Sentir com é não sentir necessidade de explicar o que esta sentindo.
É olhar e perceber....
É mais calar do que falar, ou, quando falar, jamais explicar: apenas afirmar.
Afinidade é ter perdas semelhantes e iguais esperanças.
É conversar no silêncio, tanto nas possibilidades exercidas, quantos nas impossibilidades vividas.
Afinidade é retomar a relação no ponto em que parou sem lamentar o tempo de separação.
Porque tempo e separação nunca existiram, foram apenas oportunidades dadas pela vida.

Artur da Távola.

Recebi por e-mail de um grande amigo. Paz

29 de maio de 2011

PAPO DE GRAÇA ESPECIAL | GENIZAH - O CRENTE E O SEXO 1-6

Para assistirem toda a entrevista basta somente clicar na setinha ao lado na playllist, aproveitem a entrevista. Aí estão todas as seis partes. Caio, Cajuru Gospel. rss

28 de maio de 2011

Paul Yonggi Cho, fundador da maior igreja evangélica do mundo acusado de desvio de recursos


justiça da Coreia do Sul abriu investigação sobre o fundador da maior igreja evangélica do país.
Paul Yonggi Cho, fundador da Igreja do Evangelho Pleno, em Seul, na Coréia, está sendo acusado de desviar milhões de dólares para socorrer o filho.
Vinte e nove líderes do Igreja do Evangelho Pleno, em Seul, pediram a abertura de um inquérito contra Cho, suspeito de desviar 14,6 milhões de euros.
“Reunimos provas suficientes sobre a má gestão dos fundos da igreja e continuaremos a lutar no tribunal”, disseram os líderes da igreja em um comunicado. O pastor Cho rejeita estas acusações, que classifica de “campanha de difamação”.
Paul Yonggi Cho é o fundador e pastor titular da Yoido Full Gospel Church em Seul, Coreia, conhecida como a maior igreja do mundo, com mais de 450 mil membros engajados em cerca de 25 mil células nos lares.
Yonggi Cho começou sua carreira eclesiástica como intérprete de missionários norte-americanos em 1958 e iniciou com pregações em bairros pobres de Seul. Pregava inicialmente para poucas pessoas, mas logo o número de membros de sua igreja foi aumentando.
Nesta época também implantou uma estratégia de evangelismo na forma de reuniões eclesiásticas nas casas dos membros, o que fez com que a igreja crescesse bastante. Era a ideia da igreja em células, conceito hoje amplamente conhecido e mundialmente aplicado pelas igrejas evangélicas.
Através de seus livros, divulgou amplamente o sistema das células, inspirando o colombiano César Castellanos a criar o movimento conhecido como G12.
Palestrante conhecido mundialmente, é autor de vários livros, entre eles Viva na Quarta Dimensão: em um Mundo de Terceira Dimensão; e o Espírito Santo, Meu Companheiro.
As ramificações da Igreja do Evangelho Pleno espalhadas pelo país contabilizam 800 mil membros.
A Coreia do Sul é o país da ásia Oriental com a maior comunidade cristã. O país tem 8,6 milhões de protestantes e 5,1 milhões de católicos, enquanto 10 milhões de sul-coreanos são budistas.

Notícias Cristãs com informações do Christian Post


Acabei de copiar do Site Notícias Cristãs, mas como SOU CRISTÂO E ÉTICO, EU CITO AS FONTES ORIGINAIS E O NOTÍCIAS CRISTÃS. Link Original: http://news.noticiascristas.com/2011/09/paul-yonggi-cho-fundador-da-maior.html#ixzz1ZHiMY9L7
Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial

Justiça garante - 87 só do Sport - Desculpem -me os Flamenguistas, mas não resisti.

Ontem o Sport informou que a justiça Federal derrubou a resolução da CBF que confirmava o Flamengo como campeão Brasileiro de 1987. Segundo o diretor jurídico do Clube Pernambucano Arnaldo Barros, a entidade tem 48 horas para atender a determinação.

A Justiça Federal acaba de derrubar uma resolução da Confederação Brasileira de Futebol que decidiu por conta própria dividir o título de Campeão Brasileiro de 1987. Assim, a conquista, que é do Sport de fato e de direito, volta a ser exclusivamente nossa.

O Sport em momento algum aceitou essa decisão da CBF e nunca vai deixar passar impune quem ouse desmerecer o título nacional conquistado em 1987. A geração de Neco, Givanildo Oliveira, Betão, do capitão Marco Antônio e do maestro Ribamar escreveu o nome do Sport na história do futebol brasileiro e ninguém apagará ou sequer dividirá essa glória.

Segundo o diretor jurídico do Sport, Arnaldo Barros, a CBF terá um prazo de 48 horas para atender a solicitação da justiça. “Acabei de pegar a decisão, que foi no sentido de expedir uma carta precatória para a CBF na pessoa do Sr. Ricardo Teixeira ou de quem responder por ele, dando um prazo de 48 horas para que ele revogue a resolução número 2 de 2011. Ele ainda tem o mesmo prazo para editar uma nova resolução afirmando expressamente que o Sport é o único campeão do Campeonato Brasileiro de 1987”, disse o advogado rubro-negro.

Ainda de acordo com ele, a CBF e Ricardo Teixeira podem ser punidos se não cumprirem o determinado em até 48 horas. “Se ele não atender a determinação, terá penalidades. Uma delas é uma multa de R$500,00 enquanto perdurar o descumprimento e até uma apuração de crime por desobediência”, concluiu o diretor jurídico Arnaldo Barros.

Fonte


27 de maio de 2011

Em busca do livro perdido (uma experiência de libertação)

A capa do livro era muito semelhante a esta imagem
“A face oculta do mal”, seria esse o título? Já tentei de todas as maneiras encontrá-lo, digitei diversas vezes na barra de pesquisa da internet, já conversei com muitos amigos, já cacei em sebos e livrarias e nada! Do nome da autora, eu também não me recordo. O livro é autobiográfico e para facilitar minha recriação da história, vou chamar a personagem principal de Tânia.

Desde criança, quando ia dormir em seu quarto, Tânia percebia a chegada daquelas vozes. Ela ficava muito assustada. Mas, aos poucos, ela foi percebendo que um outro grupo de vozes logo se aproximava e trazia para ela uma paz que sempre inundava seu quarto. Aquele segundo grupo de vozes expulsava as primeiras e, então, ela adormecia tranquilamente. Muitas foram essas noites da sua infância, até que ela se habituou a chamar pelas vozes que a protegiam. Assim ela cresceu, chamando as vozes boas de meus “anjos protetores”.

Em algum momento, já na escola, uma amiga apresentou a ela o Evangelho e foi quando Tânia conheceu um pouco sobre a Bíblia e Jesus. Mas algo acontece e essa sua amiga precisa se mudar. Isto a impede de continuar seu discipulado e, com o passar do tempo, tudo aquilo fica para trás rapidamente.

Um dia, ela lê sobre um curso de “controle da mente”. Decide participar. Havia muitos alunos na sala e o professor os inicia na meditação transcendental. Era um curso sobre como encontrar um nível de meditação mental ao ponto de você criar um refúgio, um abrigo dentro de você para descansar dos problemas do mundo. Tânia fecha os olhos e começa, sob a orientação do professor, a imaginar um lugar lindo em sua mente: um jardim, um lago, uma pequena queda dágua, uma casinha... Tudo perfeito. Nesse momento, o professor pede aos alunos para escolherem um “guia imaginário”, que irá sempre aconselhá-los nesse lugar de refúgio. Cada aluno deveria escolher o seu “guia”. Poderia ser um tio, uma tia, Gandhi, Marx, Jesus... Ela lembrou da amiga que, há muitos anos, havia falado sobre o Evangelho e sobre Jesus. Então, para Tânia, ninguém melhor do que Jesus para ser o seu amigo naquele lugar de refúgio e abrigo. Terminada a sessão, o professor alertou para que os alunos não a repetissem em casa, pois, devido aos perigos de serem iniciantes, eles poderiam acabar tendo experiências desagradáveis.

Em casa, porém, ela repetiu a sessão de “controle da mente”. Tudo perfeito: a natureza, o abrigo... mas, quando Jesus apareceu de novo, ele estava por trás de um pano que se suspendia e permitia que ela visse seus pés, pernas... mas quando chegou na altura do tórax, ela viu que a roupa branca que Jesus vestia estava toda suja de sangue! Finalmente, ela viu o rosto de Jesus, mas, agora, transfigurado num rosto de lobo, um lobo com sua boca cheia de sangue! Ela despertou do transe assustada, mas, quando contou o ocorrido ao professor do curso, ele a tranquilizou dizendo que Jesus estava querendo testá-la, para saber se ela o amava realmente ou se ela se deixaria levar pelas aparências. O fato é que os anos passaram e Tânia se acostumou a ver esse Jesus, que ora lhe aparecia com um rosto humano e ora lhe aparecia com a fisionomia de um lobo com a boca sempre suja de sangue.

Ela se tornou uma famosa parapsicóloga, reconhecida internacionalmente e requisitada para prestar consultas para personalidades do mundo inteiro. Porém, certa vez, Tânia foi chamada para participar de uma sessão de cirurgia mediúnica. Ela foi e ali viu que os “médicos”, que fariam a intervenção, ficavam mais próximos à mesa do paciente que se encontrava deitado sobre ela. Havia, também, os médiuns que se davam as mãos ao redor da mesa da cirurgia e começavam a falar em línguas incompreensíveis. Após alguns minutos sem conseguirem incorporar nenhuma entidade médica, uma daquelas pessoas que orava, disse: “Alguém está impedindo a manifestação do espírito do Dr. Fulano... e ele me disse que é você”, e apontou para Tânia. Surpresa, disse que iria embora. Mas, pela primeira vez, ela se questionou sobre o porquê que ela impediria uma manifestação sobrenatural. Tentou ainda participar de outras sessões de incorporação, mas sempre sem sucesso. Procurou algumas pessoas, conversou com outros parapsicólogos e ouviu as mais diversas explicações. Nenhuma a satisfez. O fato é que ela fora atingida em sua vaidade e perdera a sensação de controle que, até então, ela tinha da sua vida. Lembrou-se daquela amiga que, há muitos anos, apresentara-lhe o Evangelho, procurou por ela e descobriu seu telefone. Essa amiga estava morando em L'Abri na Suiça. Tânia telefonou e contou tudo o que havia acontecido desde que se separaram. Antes de desligarem o telefone, sua amiga lhe propôs que viesse a L'Abri, porque lá era um lugar onde ela poderia encontrar pessoas dispostas a responder suas perguntasas e ajudá-la. Ela foi.

Schaeffer com seus alunos
A comunidade L'Abri (“o abrigo”) começou na Suíça em 1955, quando Francis e Edith Schaeffer decidiram abrir a casa em que moravam, para ela ser um lugar onde as pessoas pudessem encontrar respostas satisfatórias às perguntas que faziam e verem uma demonstração prática dos cuidados de Jesus Cristo ali, vivendo com eles em família. Foi chamado L'Abri, porque eles procuraram dar um abrigo contra as pressões de uma época implacavelmente secular. Tânia fora enviada por Deus para aquele lugar, bem em meio à crise que se estabelecera nas suas tantas certezas de outrora. 


Edith e Francis Schaeffer
Logo foi apresentada a Edith Schaeffer. Ao final de tudo o que compartilhou com Edith, esta, mais uma vez, lhe expõe o Evangelho, tece algumas considerações sobre as dúvidas de Tânia, ora com ela e lhe presenteia com o Evangelho de João: "Tânia, aproveite os dias que você passará aqui para ler e meditar neste Evangelho... Mas eu queria mais uma coisa, quando você ouvir aquelas vozes más e chamar as vozes boas para lhe ajudar... bem, eu queria que, nesse momento, você orasse pedindo que Jesus lhe mostre a verdade que você não vê”. Ela aceitou o conselho de Edith.

Alguns dias depois, Tânia precisou sair de L'Abri para fazer compras na cidade. Em determinado momento da viagem, aquela sensação ruim, aquele medo, o pavor, que sempre acompanhava as vozes más, estava se aproximando dela mais uma vez. Mas como sempre fazia, chamou pela presença reconfortante e libertadora dos seus “anjos protetores”, que eram as vozes boas. Como sempre, uma paz maravilhosa lhe invadiu e, imediatamente, ela pode sentir os seus opressores indo embora. Tânia estava feliz novamente. Aquela presença ali, ela podia sentir como que se espalhando para fora do carro e se estendo por toda a floresta. Mas veio-lhe à mente a imagem de Edith e o que elas haviam concordado em fazer... Estava tão bom, tão agradável aquele momento, que Tânia não queria atrapalhar por causa de uma tolice: “Peça para Jesus lhe mostrar a verdade que você não vê”, esta frase de Edith, entretanto, ia e vinha insistentemente como as batidas de um martelo irritante. Até que Tânia cedeu: "Por que não?", pensou. Ela encostou o carro fora da pista, fechou os olhos e orou: “Jesus, se há uma verdade que eu preciso conhecer nisso tudo, mostra para mim”! De repente, ela sentiu que alguma coisa acontecera. As vozes e a presença dos seus anjos protetores reagiram àquela pequena oração. Ela levantou o rosto e pode ver que, finalmente, os seus anjos haviam sido revelados a ela: eram lobos com suas bocas completamente ensanguentadas e ela pode ver centenas deles na floresta, olhando para ela. Apavorada, Tânia ligou o carro e retornou para L'Abri, chorando e repetindo por todo o caminho: “Jesus, Jesus, me perdoa. Eu não sabia o que eu estava fazendo”!

Este post é para compartilhar essa linda experiência de conversão de Tânia. Um post dedicado a um livro perdido e às impressões profundas que ele deixou em mim sobre o poder libertador do meu Senhor e Salvador Jesus.

Casal 20

25 de maio de 2011

Vitória da família. Uau!!

Por Rô Moreira

Enfim uma boa notícia para família brasileira, a presidenta Dilma rejeitou por hora a possibilidade de inclusão do kit gay na grade de ensino das escolas públicas em todo território nacional.

Pena que não foi uma atitude consciente e de bom senso, foi uma ação imposta por ameaças de trancamento das pautas na câmara e de convocação do ministro Palocci para explicar a sua riqueza repentina. A pressão foi tão grande que tiveram que ceder. Antony garotinho que é vice presidente da frente parlamentar Evangélica afirmou que a bancada Evangélica não votaria em nenhum projeto da câmara, e olha que ela é composta por 74 deputados até que o Governo recolhesse os vídeos anti- homofobia. Os deputados da bancada Evangélica disseram que os vídeos e a cartilha anti-homofobia é um estimulo ao homossexualismo.

Católicos e evangélicos eleitos para representarem a família e a igreja, enfim mostraram a que vieram, ao pressionar o governo numa causa sem fundamento sólido. A liberdade na sociedade é vigiada e não se pode ferir o outro para justificar comportamento pessoal, ex: gostar de andar nu não dá direito de fazê-lo em público, gostar de usar drogas não dá direito de fazer apologia a própria e na questão da opção sexual, não dá o direito de querer destruir uma educação familiar com pretexto de conscientização das crianças e dos jovens, com fins de proteger as “prováveis” vítimas de bullying por conta de suas opções homossexuais sem falar nos vídeos que há imagens de meninos de 12 anos se beijando na boca.

Quem educa moralmente os filhos são os pais, quanto à educação escolar, ela é cultural. Se existe violência desproporcional por esta questão deve ser trabalhada, mas sem querer impor essa condição goela abaixo da sociedade na base do doa a quem doer.

Existe no Brasil uma sociedade pluralista, que assim como os gays pagam os seus impostos, portanto todos os seguimentos devem ser respeitados; desde que sejam ouvidos e a maioria concorde com tal situação, até porque, direitos não podem ferir direitos.

Sabemos que os católicos, evangélicos, judeus, muçulmanos, orientais entre outras etnias, que vivem em harmonia em nossa nação prezam pela família e não consideram uma relação entre duas pessoas do mesmo sexo como família.

Mas isso não impede de terem direitos sobre o que eles trabalharam e junto construíram, mas por força de lei querer prender a nossa geração por não concordar com os seus comportamentos e influenciar as futuras gerações é demais.
Queria aqui agradecer ao Antony Garotinho, ao Senador Magno Malta e ao Jair Bolsonaro que trabalharam muito para que isso acontecesse. E vamos em frente. Paz



Batismo de Angústia


Por Marcello Comuna
Os amigos que tem acompanhado os meus textos sabem que eu sou insistente na tecla da auto avaliação. Persisto nisso porque tenho total convicção que essa é uma estratégia eficiente para confrontar nossas motivações e nos guardar de tropeços.

Esse ano lamentei profundamente a morte de David Wilkerson, um dos poucos grandes profetas pós modernos. As pregações dele marcaram profundamente minha mente e suas mensagens juntamente com as de Paul Washer, me estimulam a andar com o espelho bíblico diante de mim. Hoje pela manhã, no balançar do trem rumo ao trabalho, vim lembrando do batismo de angústia que Wilkerson dizia ser necessário passar para compreender, mesmo que num pequeno vislumbre, o tamanho da agonia que Deus sente pela humanidade corrompida.

Comecei a me avaliar. Comecei avaliar a coerência entre meus sentimentos, atitudes, motivações e meus textos. Às vezes eu quero escrever algo mais “up”, mas simplesmente não consigo! Sempre que estou concentrado em meus escritos, uma terrível necessidade de chamar a atenção para a terribilidade de nossa miséria humana me invade. Hoje comecei a investigar os últimos anos da minha vida com Cristo, e mesmo tendo sofrido uma notória transformação de caráter, abandonando algumas práticas que me distanciava do Pai, percebi que apesar de estar antenado intelectualmente no fracasso da humanidade, estou apático sentimentalmente a todo caos ao meu redor. Percebi que eu nunca chorei ao ver uma criança dormindo na rua, nunca perdi o sono por lembrar que seres humanos como eu não tem onde dormir, nunca perdi a fome por lembrar que outras pessoas comem os restos de comidas nos lixões. Talvez essa indiferença seja fruto do meio, do pandemônio em que vivemos ou quem sabe, a nossa predisposição egoísta. De qualquer forma, há uma grande necessidade de um batismo de angústia divina sobre todo aquele que se auto proclama um cidadão do Reino de Deus.

Cristo desceu a terra e enfrentou o maior de todos os desafios por que não suportou olhar nossa jornada rumo ao inferno sem nenhuma esperança de salvação. Ele se importou de tal forma que rompeu os limites do imaginável e entrou no inimaginável. Nenhum ser humano em perfeito juízo seria capaz de inventar uma história como a do Messias.

E aqui estamos nós, declarando aos quatro ventos que somos pequenos cristos, mas caminhando sentimentalmente indiferente a toda miséria humana sobre a terra.

Wilkerson cita em sua pregação, o batismo de angústia dos grandes profetas da bíblia, que antes de assumirem seus ministérios, foram imersos em um mar de angústias ao ponto de chorarem, rasparem suas cabeças, cobrirem-se de pano de saco para evidenciar sua enorme angústia pelo povo que padecia. Nesse instante, veio a minha mente Jeremias, Isaías, Habacuque...

Habacuque gritou em desespero: “Até quando, Senhor, clamarei por socorro, sem que tu ouças? Até quando gritarei a ti: Violência!Sem que tragas salvação? Por que me fazes ver a injustiça, e contemplar a maldade? A destruição e a violência estão diante de mim; há luta e conflito por todo lado.” Habacuque 1 vs 2:3
Nós nos isolamos em nossas igrejas, sejam as grandes instituições ou pequenas células orgânicas, não interessa! Tenho andado enfadado de gente que só sabe criticar e destruir, sem construir nada, ou ao menos, chorar literalmente de angústia por toda essa vergonha evangélica que se espalha. Sua apologética é estrume se você anda como um cyborg diante da falência global.
Ah, meu Deus! Como somos hipócritas! Como podemos falar de “A” e “B” nos justificando em nosso zelo com a genuinidade da letra, porém, caminharmos com um coração endurecido pela maldade que assola a terra. O maior zelo que podemos demonstrar para com as Escrituras é praticar o seu mandamento maior: O amor.
As notícias de atrocidades não nos impactam por mais de cinco minutos! Nem eu e nem você lembramos mais das crianças mortas naquela escola em Realengo! Nos tornamos insensíveis demais, frios demais, calculistas demais, demagogos demais.
Há cinco anos eu luto para matar mais e mais o velho Marcello que há em mim e fortalecer o novo Marcello que nasceu em Cristo. Mas é tão difícil... É tão difícil chorar de verdade com os que choram.
Minha conduta moral correta não me é mais suficiente. Eu preciso de mais, preciso desesperadamente sentir o amor que Deus sente pelos perdidos, pelo menos uma parte do amor que O fez subir naquela cruz por alguém que era tão sujo como eu.
Não me chame mais de homem de Deus só porque eu não prático os famosos pecados capitais ou escrevo alguma coisa relevante. Deus fala através das mulas. Não me meça por isso.
Nem eu e nem você somos dignos de ser chamados de homem e mulher de Deus antes de passar pelo batismo de angústia que nossos irmãos profetas bíblicos passaram.
Entenda que toda obra feita para o Reino por pura consciência moral ou costumes não suportarão os olhos fumegantes do nosso General. Apenas as obras que brotam alicerçadas no amor resistirão ao fogo da prova Jeovática. E não há como sentir um amor divino pelo mundo sem antes sentir uma angústia por toda miséria física e espiritual a nossa volta.
Um batismo de angústia é o caminho mais curto para se tornar um cristão relevante. Se você tiver coragem, ore a Deus e peça-o! Deseje sofrer uma terrível inquietação por saber que existem milhares de lugares onde a bandeira do nosso Rei não é tremulada. É sobre essas dores que somos convidados a sermos participantes. Não se trata de espinhos e chicotadas, é muito mais profundo, é a angústia na alma que fez o Cristo suar gotas de sangue.
Eu já tomei minha decisão. Anseio por esse batismo, anseio deixar de ser um demagogo hipócrita galopando sobre belas pregações e belos textos.
Quero que meu espírito seja relevante no mundo espiritual para que minha carne também alcance essa estatura no mundo físico.
Deus nos ajude e nos batize. Amém?

24 de maio de 2011

Como nos tempos da inquisição





Após defender o Estado laico e o reconhecimento jurídico da união homoafetiva em entrevista a CartaCapital no fim de abril , o pastor Ricardo Gondim, líder da Igreja Betesda e mestre em teologia pela Universidade Metodista, virou alvo de ferrenhos ataques de grupos evangélicos na internet. Um fiel chegou a dizer, pelo Twitter, que se pudesse “arrancaria a cabeça” do pastor herege. “É como se vivêssemos nos tempos da Inquisição”, comenta Gondim, que já previa uma forte reação de setores do chamado mainstream evangélico, os movimentos neopentecostais com forte apelo midiático. Surpreendeu-se, no entanto, ao ser informado que, graças às declarações feitas à revista, não poderia mais escrever para uma publicação evangélica na qual assina colunas de opinião há 20 anos.

“Fui devidamente alertado pelo reverendo Elben Lenz Cesar de que meus posicionamentos expostos para a CartaCapital trariam ainda maior tensão para a revista Ultimato”, escreveu Gondim em seu site pessoal, na sexta-feira 20. “Respeito o corpo editorial da Ultimato por não se sentir confortável com a minha posição sobre os direitos civis dos homossexuais. Todavia, reafirmo minhas palavras: em um Estado laico, a lei não pode marginalizar, excluir ou distinguir como devassos, promíscuos ou pecadores, homens e mulheres que se declaram homoafetivos e buscam constituir relacionamentos estáveis. Minhas convicções teológicas ou pessoais não podem intervir no ordenamento das leis.”
Por telefone, o pastor explicou as razões expostas pela revista evangélica para“descontinuar” a sua coluna, falou sobre as ofensas que sofreu na internet e não demonstrou arrependimento ter falado à CartaCapital em abril. “A entrevista foi excelente para distinguir algumas coisas. Nem todos os evangélicos pensam como esses grupos midiáticos que confundem preceitos religiosos com ordenamento jurídico e querem impor sua vontade a todos.”
CartaCapital: Qual foi a justificativa dada pela revista Ultimato para descontinuar a sua coluna na publicação?
Ricardo Gondim:
Eu escrevi para a Ultimato por 20 anos. Trata-se de uma publicação evangélica bimensal, na qual eu tinha total liberdade para escrever sobre o que quisesse. Não falava apenas da doutrina, mas de muitos assuntos relacionados ao cotidiano evangélico. E nunca sofri qualquer tipo de censura. Mas, agora, eles entenderam que as minhas declarações a CartaCapital eram incompatíveis com o que a Ultimato defende e expuseram três argumentos para justificar a decisão. Eu não concordo com essas teses e, para dar uma satisfação aos leitores, publiquei uma carta de despedida no meu site (www.ricardogondim.com.br).

CC: A defesa dos direitos civis de homossexuais foi um dos aspectos criticados pelo corpo editorial da revista?
RG: Sim. Eles entendem que o apoio à união civil de homossexuais abriria um precedente dentro das igrejas evangélicas para a legitimação do ato em si, a homossexualidade. Tentei explicar que uma coisa é teologia, outra é o ordenamento das leis. Num Estado é laico, não podemos impor preceitos religiosos à toda a sociedade. Uma coisa não transborda para a outra. Dei como exemplo o fato de a Igreja católica viver muito bem em países que reconhecem juridicamente o divórcio, embora ela condene a prática e se recuse a casar pessoas divorciadas. Eu não fiz uma defesa da homossexualidade, e sim dos direitos dos homossexuais. O direito deve premiar a todos. Num Estado democrático, até mesmo os assassinos têm direitos. Não é porque eles cometeram um crime que possam ser torturados ou agredidos, por exemplo. As igrejas podem ter uma posição contrária à homossexualidade, mas não podem confundir seus preceitos com o ordenamento jurídico do país ou tentar impor sua vontade. Muitos disseram que o Supremo Tribunal Federal tripudiou sobre as igrejas evangélicas ao reconhecer a união estável homoafetiva. Nada disso, o STF estava apenas garantindo os direitos de um segmento da sociedade. Essa é sua função.

CC: Quais foram os outros aspectos criticados?
RG:
Eles também criticaram uma passagem da entrevista na qual eu contesto a visão de um Deus títere, controlador da história e da liberdade humana, como se tudo que acontecesse de bom ou ruim fosse por vontade divina e ou tivesse algum significado maior. E apresentaram um argumento risível: o de que a minha tese coloca em xeque a ideia de um Deus soberano. Claro que sim! Deus soberano é uma visão construída na Idade Média, e serviu muito aos interesses de nobres e pessoas do clero que, para justificar seu poder, se colocavam como representantes da vontade divina na terra. Só que essa visão é incompatível com o mundo de hoje. O Estado é laico. As pessoas guiam os seus destinos. Deus não pode ser culpado por uma guerra, por exemplo. Não vejo nisso nenhuma expressão da vontade divina, nem como punição.

CC: O fato de o senhor ter criticado a expansão do movimento evangélico no País também foi destacada?
RG:
Sim. Eu fiz um contraponto à tese de que o Brasil ficará melhor com o crescimento da comunidade evangélica. Não acho que é bem assim. Critica-se muito a Europa pelo fato de as igrejas de lá estarem vazias, mas eu não vejo isso como um sinal de decadência. Ao contrário, igreja vazia pode ser sinal do cumprimento de preceitos do protestantismo se os cidadãos estão mais engajados com suas comunidades, dedicados às suas famílias, preocupados com os direitos humanos, vivendo os preceitos do cristianismo no cotidiano. Eu critico essa visão infantilizadora da vida, na qual um evangélico precisa da igreja para tudo e Deus é responsável por tudo o que acontece.

CC: O senhor se arrepende de ter concedido aquela entrevista à CartaCapital?
RG:
De maneira alguma. O repórter Gerson Freitas Jr. até conversou comigo, preocupado com a reação que as minhas declarações poderia causar na comunidade evangélica. Mas a entrevista foi excelente para distinguir algumas coisas. Nem todos os evangélicos pensam como esses grupos midiáticos que confundem preceitos religiosos com ordenamento jurídico e querem impor sua vontade a todos. Eu já esperava alguma reação, só não sabia que viria com tanta virulência. Um evangélico chegou a dizer, pelo Twitter, que se pudesse arrancaria a minha cabeça. É como se vivêssemos nos tempos da Inquisição. Recebi inúmeros e-mails com ofensas e mensagens de ódio. Não sei precisar quantos, porque fui deletando na medida em que chegavam à caixa postal. Também surgiram centenas de textos me satanizando em blogs, sites e redes sociais.

CC: E entre os fiéis da sua igreja? Houve algum constrangimento?
RG:
Alguns, influenciados pelo bafafá na internet, vieram me questionar. Então fiz questão de dar uma satisfação à minha comunidade. Após discursar, acabei aplaudido de pé, fiquei até meio constrangido diante daquela manifestação de apoio.

Fonte: http://www.cartacapital.com.br/VVV

22 de maio de 2011

A Paixão de Cristo: uma visão Gay (ou "Como a militância gay está re-escrevendo a História e criando uma Nova Teologia")



 "Há uma profunda correlação entre uma compreensão monística de Deus e as questões de espiritualidade - de modo particular, a sexualidade. A compreensão pagã de Deus como uma força espiritual dentro da natureza produz uma desconstrução das normas heterossexuais. O politeísmo produz a "polissexualidade". Por trás das muitas escolhas sexuais estão muitos deuses. Se tivermos de tomar decisões sábias num tempo de insanidade cultural, precisaremos pelo menos entender as profundas questões que explicam para onde está indo a nossa cultura". 

Peter Jones em "O Deus do sexo - 
como a espiritualidade define a sua sexualidade".


“The Passion of Christ: A Gay Vision"


1) Qual o novo Jesus da miltância gay?

"As imagens mostram Jesus como um homem gay contemporâneo vaiado pelos fundamentalistas, torturado por soldados que parecem mariners e ascendendo aos céus para desfrutar de momentos homoeróticos com Deus e com amigos.  

Ele enfrenta as mesmas formas de rejeição familiares às lésbicas contemporâneas, gays, bissexuais e transgêneros (LGBT). Ele levanta diante dos padres, empresários, advogados, soldados, todos a quem olha assustadoramente, semelhantes às pessoas nesses empregos de hoje", diz o blog "Jesus in love. 

2) Qual a nova Espirtualidade da nova Religião?
 
"Estamos publicando a série Paixão gay para tornar Cristo mais acessível às pessoas gays, lésbicas, bissexuais e transexuais e nossos aliados", disse Cherry, fundador da JesusInLove.org. O site promove a liberdade artística e religiosa, apoiando a espiritualidade e as artes LGBT. "A história de Cristo é para todos, mas as pessoas muitas vezes se sentem deixadas de fora porque os conservadores cristãos usam a retórica para justificar o ódio e a discriminação", disse ela.  

3) Quem são alguns dos sacerdotes desse novo "Novo Testamento"?

"Blanchard, um episcopal ativo que ensina história da arte na faculdade, passou quatro anos pintando a Paixão gay". 

"Cherry fundou JesusInLove.org em 2005 para apoiar a espiritualidade e artes LGBT e mostrar o amor de Deus para todas as pessoas, independentemente da orientação sexual ou identidade de gênero. Com foco em Jesus gay e em santos gays, Jesus in Love cresceu rapidamente em uma comunidade online com um blog popular, vídeos, e-newsletter e arquivo de imagem". 

4) Quais são alguns títulos de obras teológicas dessa nova Religião?
 
"Cherry é o autor de seis livros, incluindo "A arte que ousa: Jesus Gay, mulher de Cristo, e mais," um dos finalistas para o Prêmio Literário Lambda. "A arte que ousa" é preenchido com imagens a cores de 11 artistas contemporâneos dos EUA e da Europa, incluindo as seleções da série Blanchard Paixão gay".  

"O New York Times Book Review elogiou como sendo "muito graciosa, erudita" o estilo de escrita de Cherry. Seus outros livros incluem "Rituais de igualdade: Lésbica e adoração Gay, cerimônias e celebrações" e "Jesus in Love: A Novel". Seus livros foram traduzidos em alemão, polonês, chinês e japonês. Cherry foi ordenada pela Igreja da Comunidade Metropolitana e atuou como sua diretora nacional ecumênica". 

Na maioria das vezes, percebo que muitos estão confundindo o homossexualismo (que é um pecado do ser humano, assim como matar, roubar, mentir, etc) com o real perigo da militância gay. Esta é muito mais profunda, extensa, filosófica e perigosa do que uma simples questão de direitos de indivíduos ou discussão de opções pessoais de cidadãos. 

Há uma teologia gay de mentalidade revolucionária que busca re-escrever a história. E esta revolução cultural é planetária. É preciso que a Igreja perceba o aspecto cultural da causa da militância e não se deixe enganar pelos aparentes discursos de "queremos apenas o direito de ser feliz, nada mais". 

Eles querem muito mais: eles querem uma nova História, eles querem uma nova interpretação social, uma nova família, uma nova igreja, uma nova Religião, um novo sacerdócio, uma nova bíblia e, por fim, um novo Jesus. Portanto, a nossa luta, que não é contra o sangue e nem contra a carne, pois não estamos ofendendo o homossexual ou lhe negando a existência na sociedade, tentando exterminá-lo por meio da violência (como eles mesmos alegam), a nossa luta é contra os Principados, contra as Autoridades, contra os Dominadores deste mundo de trevas, contra os Espíritos do mal  que povoam neste mundo tenebroso e que são os estrategistas de uma guerra contra a Igreja (Ef 6: 10-12). 

A luta da Igreja é contra o mistério da impiedade, que já está agindo (II Tess 2: 6-7), contra a mentalidade pagã que pretende suplantar o cristianismo, minando a cultura, re-escrevendo a história, reinterpretando os fatos e pregando uma nova heresia. A militância gay é uma RELIGIÃO. 

Assim, a luta contra a militância gay deve ser a defesa apologética das verdades cristãs fundamentais, uma vez que o que eles estão apresentando para nós é uma nova bíblia, um novo cristo e um novo deus e uma nova salvação. A militância gay é apenas um dos muitos atores nesse palco que tem sido montado para a chegada do anti-cristo. A Igreja precisa mudar rapidamente a maneira como ela está tratando o tema da causa gay, porque, antes de ser uma questão de direitos, antes de ser uma questão sobre cidadania, a militância gay é uma nova teologia no mercado pós-moderno. 

Casal  20

21 de maio de 2011

Buscai-me e vivereis



Cada vez, mais violência, mas maldade na terra.
Parece que o amor morreu e a loucura reina sobre a humanidade.

Jovens acabados, crianças abandonadas, ao preço do prazer,
Torpes interesses do viver.

Onde estão a justiça e a vingança?
Onde estão o castigo e a razão?
Por que fechas oh Senhor os teus ouvidos?
Como podes permitir tanta dor?
Onde está aquele Deus, o Deus de Elias?
Que de vez em quando se deixava ouvir?
Quanto tempo tardará o teu Espírito vir?

Tolos e crianças, torpes, sem lembrança.
Como gostam de julgar, e também de perguntar
Aquilo que a muito sabem já

Deus está sim falando, Ele está nos contestando
E aquele que quer ouvir, já pode perceber A sua voz de amor...

Como posso derramar do meu Espírito,
Se os meu filhos não se voltam para mim?
Eu me levantarei como um varão valente
Te perguntarei e, tu questionarás a mim.

Onde estão aqueles homens como Elias?
Que deixaram tudo pra seguir a mim?
Que romperam compromisso com o mundo,
Apenas, apenas para agradar a mim?
Onde estão aqueles três que em Babilônia,
Preferiram ser queimados a ceder?
Onde está o Daniel que me adorava?
Onde está a santidade de José?
Onde está o menino que matou o gigante?
E os que sucederam a Josué?
Onde estão, as mulheres que se entregam como Ester?

Jovens acabados, crianças abandonadas, ao preço do prazer,
Torpes interesses do viver.

Se o meu povo voltasse e me buscasse,
Renovando sua entrega e sua fé.
Se me amassem mais do que amam os seus caminhos
Se de coração respeitassem seus irmãos,
Eu abriria todas as portas do céu,
E a terra hoje veria o meu poder
No entanto devo dizer o que disse antes...

Buscai-me, buscai-me, buscai-me e vivereis!!!

Obs: Este post, é uma versão da letra da musica de Marcos Vidal
Muito linda essa reflexão. Ah! Como eu preciso buscar mais ao Senhor!

Tenham um ótimo final de semana.

20 de maio de 2011

O amor excede - Cantares de Salomão (VIII)



Casal 20


Eis que és formosa, ó meu amor, eis que és formosa;
os teus olhos são como os das pombas.
(Ct 1: 15)


O que vimos até aqui segundo a tradição que escolhemos para interpretar o livro? Quem até agora dominou o discurso poético e fez uso das palavras foi ela. A noiva, sem amarras e nem pudores, rasga o véu da separação entre ela e o seu amado e os une poeticamente. Os rompantes do amor dela causam até mesmo reações de inveja nas amigas, que passam a tratá-la sarcasticamente. Mas a noiva supera as intrigas das "forças" destruidoras do amor: fosse a língua alheia, fosse alguma deficiente auto-estima que se pudesse verificar nela mesma. O coro das virgens chega a declarar com ironia invejosa que ela, a noiva, é a mais formosa das mulheres. E agora, neste momento, entram as palavras do noivo, que publica e expressa exatamente a mesma frase do coro, todavia, ele parte na defesa dela e segundo a sinceridade do seu próprio coração: sim, ela é formosa para ele!

O elogio, esta palavra carícia, é a confissão do que é admirável na noiva. É preciso o elogio, o elogio público à mulher amada. Muitos homens são capazes de admirar os enfeites e ornamentos de mulheres alheias, enquanto silenciam diante dos encantos da sua própria mulher. Ainda que haja o desdém e o sarcasmo social que diminui o valor da sua noiva, o noivo assume o papel que lhe é devido: defender sua noiva, sua amada. É necessário que aprendamos a defender a formosura de nossa noiva diante dos padrões estéticos impostos culturalmente. Para tal guerra, necessitamos, principalmente, do uso das palavras. Palavras que enaltecem a amada ao mesmo tempo que demonstram que os nossos corações não se deixam intimidar pelas opiniões alheias. O amor sempre será a luta da razão contra a loucura do mundo!

Muitos dirão que não conseguem expressar o amor, o compromisso, a fidelidade em palavras, mas, veja, até agora, o noivo já demonstrou para nós que ele também não consegue. Entretanto, depois de passados 14 versos e de tantas enaltações a ele por parte dela, ele é envolvido pelos tantos elogios dela.

Preste atenção: palavras são despertadas por palavras. Aqui, a iniciativa é dela. Ele pode anunciar os presentes que ofereceria a ela e, certamente, isso é uma linguagem do amor entre um homem e uma mulher: presentes. Ele oferece a ela o seu amor da forma que ele sabe traduzir o amor dele para ela, presentes. Presentes, quem não gosta?

Entretanto, toda mulher que sabe bem o que espera do seu noivo, força-o, eleva-o, segurando-lhe a mão até o ponto em que ela deseja. Uma mulher virtuosa, uma mulher inteligente e sensível, sabe que pode despertar no seu homem o desejo dele em querer ser melhor do que ele é. Parece mesmo existir uma vocação feminina para fazer do homem um ser humano melhor, por isso a influência das mães na formação do caráter dos seus filhos é inegável e não pode ser relegada a terceiros. Eva foi criada para que o homem aprendesse a se relacionar com Deus e com um semelhante a ele: "Não é bom que o homem esteja só", foi a declaração divina. Conviver, relacionar-se com o outro é uma disciplina para o nosso próprio crescimento espiritual. Não é mera coincidência o fato de Deus comparar a Sua relação com seu povo com a figura forte do casamento! Não é de se admirar que Jesus tenha se feito carne, andado entre nós e se entregue à morte para nos reconciliar ao relacionamento com Ele.

Assim, o que uma mulher é capaz de levar seu homem a fazer? Exceder! "Você me faz querer ser melhor" será a declaração de amor dele diante dessa mulher. O amor que nos faz dar um passo de superação. Ele, o noivo, que traduzira seu amor por meio de presentes, supera-se agora por causa dela, dizendo, ou melhor, retribuindo o amor dela com declarações que a enaltecem também. Ele descobre qual a melhor maneira de expressar o seu amor a ela e não apenas se contenta em expressar o amor do modo como ele sabe.

Nada mais triste do que casais que se acomodam diante de si mesmos, que não se superam, usando desculpas como "eu sou assim mesmo", "ela sabia que eu era assim quando casou comigo", etc. O amor de Deus nos leva além. O amor do nosso cônjuge também pode nos despertar para a nossa própria superação. Experimente!

18 de maio de 2011

Entre erros e acertos


Por Rô Moreira

[O Presidente Lula governou o país através de medidas provisórias, distribuindo cargos e indicando ministros no STF para impor a ditadura Lulista na base do dando é que se recebe. Hoje podemos ver alguns ativistas gays dizerem que o Lula disse isso ou aquilo, como se a palavra dele fosse à última].

Essa semana está ocorrendo em Brasília o 8º congresso LGBT, onde vários parlamentares que foram eleitos com votos dos cristãos, católicos e evangélicos, estão ativamente envolvidos na causa deles para forçar a aprovação da PL122, inclusive a comissão de educação está analisando a possibilidade de introduzir um material totalmente tendencioso, para ser instrumento de educação pelos dez próximos anos e um abaixo assinado foi entregue a senadora Marta Suplicy com mais de cem mil assinaturas contra a homofobia.

A questão é bem mais grave do que se imagina, ou se queira acreditar. Ninguém em sua sanidade normal pretende penalizar as pessoas por terem uma outra opção sexual diferente dos demais. Acreditamos que todos são iguais perante a nação e as suas leis, até porque, todos pagamos impostos, mas a intenção dos que defendem a aprovação da medida não é só a conquista de um direito, é criar uma casta superior onde toda a sociedade tem que se curvar a ela. Não podemos admitir privilégios a nenhuma categoria em detrimento das demais.

Alguns políticos insistem em dizer que o estado é laico, mas esses mesmos políticos esquecem de dizer que a sociedade brasileira é constituída de cidadãos com princípios cristãos e quanto a PL122, ela é uma afronta sociedade desde a sua origem e o material didático proposto é um incentivo à pedofilia e ao homossexualismo e, é isso que está se discutindo. Dois homens não formam um casal nem aqui e nem na China, no máximo uma dupla e quanto à família, ela se constitui de homem, mulher e filho e, em relação à adoção a coisa é mais grave ainda. Muitos dizem que não serão afetados, mas toda a sociedade vai sofrer as consequências caso isso venha ser aprovado. Isto é fato.

Na blogosfera cristã está ocorrendo um fenômeno que podemos chamá-lo de “Crise Moral”. Enquanto no congresso os ativistas chamam senadores e deputados contrários a PL122 de conservadores, na igreja os pastores contrários a esses absurdos são chamados de religiosos, falsos moralistas e que estão promovendo “caça as bruxas” e agora também querem dominar as mentes de gente que pensa.

É patético ver como as pessoas que dizem pensar e afirmam ter o caráter de Cristo postam os seus textos contrariando a palavra da verdade. E o pior, é que para afirmarem os seus absurdos se apressam em apontarem os que defendem a igreja e partem em defesa de homens e mulheres ímpios, irreconciliáveis e que não querem nada com a nossa fé.

A bíblia nos alerta em relação ao homem de Deus que erra ao praticar heresias e pecados. “Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, sem afetos naturais, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te.” [2ª Tm 3. 2-5].

Hoje tem sido muito comum em nosso meio ver grandes pastores pregando em beneficio próprio como o Silas que muitos dizem que seu interesse é outro, sei e entendo tudo isso, mas neste momento isso é irrelevante diante do que vem pela frente ou seja, a PL122. Tomo a liberdade de citar alguns que pregam em seu beneficio: o Silas Malafaia, o Edir Macedo, R. R. Soares, Waldemiro, René Terra Nova e os pastores que os acompanham, além de vários outros que em menores proporções pregam com a intenção de um dia alcançar os status que estes alcançaram.

O que eu quero dizer com isso? Mesmo contrária a esses homens, não tenho o poder de tirá-los do cenário "gospel," só me resta de público contestá-los e denunciá-los, quando agirem de forma a ferir a verdade de Deus [palavra] e a igreja [nós].

Em especial ao pastor Silas Malafaia, mesmo com todos os seus erros, ele se tornou principal porta voz em defesa da igreja e da família na sociedade na questão “homofobia” e quando ele vai de encontro aos interesses dos ativistas, eu tenho que ter maturidade suficiente para entender e aprender a separar as coisas, pois neste momento ele está defendendo a liberdade da igreja que é a nossa causa maior, ou não fazemos parte desse Reino? Lembre-se que a igreja ainda não subiu e quem vai sofrer as consequências futuras de uma timidez momentânea seremos nós.

O cristão tem que aprender a separar as coisas. Quando um líder espiritual age de maneira contrária à palavra de Deus, ele deve ser repudiado severamente, doa a quem doer. Isso é muito natural em nosso meio, o cristão tende a ser altamente rigoroso quando um pastor tem atitudes tidas como herege. Agora, quando o ímpio age de forma contrária aos interesses da igreja, mesmo sabendo que no futuro essas ações irão perturbar a própria, somos complacentes. Alguns inclusive dizem que Deus não precisa que venhamos a defendê-lo, isso é uma grande contradição não acham?? Repito. A igreja ainda esta na terra.

Como disse o senador Magno Malta, é nefasto dizer que os Evangélicos são contra os homossexuais, isso não existe. Existe sim, uma reação para tentar impedir que um projeto de lei muito perigoso seja aprovado causando futuros danos irreversíveis a sociedade brasileira e nisto eu incluo a família e a igreja.

Então meus amados irmãos lutem contra esta causa PL122, independente de quem está encabeçando esta causa em nosso favor, não olhe para o Silas, mas olhe somente para o propósito, vamos ser rigorosos com todos que tentam perturbar a igreja do Senhor [nós], independente de serem ímpios ou cristãos. Paz.

Severas Afirmações Hipócritas


Por Marcello Comuna
“O objetivo desta instrução é o amor que procede de um coração puro, de uma boa consciência e de uma fé sincera.
Alguns se desviaram dessas coisas, voltando-se para discussões inúteis,
querendo ser mestres da lei, quando não compreendem nem o que dizem nem as coisas acerca das quais fazem afirmações tão categóricas.” 1º Timóteo 5:7

Propositalmente quero ignorar a hermenêutica e aplicar esses versos para corroborar minha reflexão. Calma! Prometo não criar heresias. Presenciei uma situação e imediatamente esses versos vieram à minha cabeça.

Identifico-me com a linha de pensamento que a igreja deva se relacionar com a cultura e sociedade ao seu redor rompendo com esse modelo dominante de subcultura da bolha evangélica. Sendo assim, tenho muitos amigos que não pertencem à igreja e assim, tenho a oportunidade de escutar diversas opiniões de como o “mundo” enxerga a igreja e temas espirituais.

Lembrei-me de uma conhecida e suas severas críticas a uma vizinha cristã por conta de alguns comportamentos que segundo ela, não estavam de acordo com uma vida devocional a Deus.
No entanto, essa conhecida não tem nenhum conhecimento teológico ou ao menos conhece as primícias do Evangelho, mas conseguiu criar um linear do que é ser uma pessoa cristã e fazer seu julgamento.

O mundo observa a igreja e faz severas afirmações sobre o povo de Deus. Eles não compreendem o que falam, mas ainda assim fazem asseverações sobre dogmas, fé, relacionamento com Deus, salvação, reencarnação, céu, inferno e etc.

O mundo se farta dos seus próprios conselhos e a velha sabedoria popular ou iluminista fazem um esforço pastoral para guiar as pessoas à iluminação, porém, sem sucesso. O mundo está em chamas e a igreja que deveria ser a água para apagar o fogo, permanece irrelevante, poucos bravos bombeiros se esforçam, mas é difícil apagar um incêndio com copos d’água. Na verdade, na maioria das vezes, servimos como gasolina para fogueira caótica universal.

O mundo em sua ignorância faz severas afirmações sobre a igreja e a culpa é nossa. Tiremos a máscara! Nós falhamos! Assumamos a culpa, arrepende-monos, tomemos outro rumo! O mundo enxerga através da vitrine e os nossos vidros estão embaçados. Queremos demonstrar amor, mas só conseguimos demonstrar intolerância, dogmas, regras.

Quando conseguimos trazer o mundo para dentro da igreja, o enclausuramos dentro de uma armadura moral, dogmática, que não tem um valor efetivo contra o pecado. Depois de um tempo, aquelas prostituas, gays, viciados, adúlteros, estelionatários, entre outros praticantes dos sete pecados capitais, estão viciados em outros pecados; os religiosos. A verdade só liberta quando vem acompanhada de amor, verdade sem amor se torna imposição autoritária.

Conhecemos a Verdade, mas não somos donos dela.

Por que falhamos? Por muitos motivos. Porém, um claro na minha mente é que estamos cada vez mais parecidos com fariseus do que com Cristo. Isolamos-nos em nosso hipócrita clube santo cheio de gays encubados, adúlteros, invejosos, estelionatários, maçons, enfim, entre outros seres humanos; e nos tornamos irrelevantes para a sociedade. A sociedade não escuta nosso berro de Amor, mas escuta nosso grito moral egoísta defendendo nossos interesses particulares.

Por que nunca fizemos uma cruzada anti-drogas, corrupção, miséria, violência? Porque isso não mexe no nosso estatuto eclesiástico! Mas casar gays...aí não! Como disse inicialmente, sou um cristão ortodoxo, mas essa hipocrisia me enoja. Sei que há gente sincera preocupada com a ditadura gay que estão querendo implantar em nosso país, com essa casta diferenciada. Eu também estou receoso e faço coro contra a PL 122, mas meu chapa, eu sinto cheiro de oportunista de longe, tem muitos pegando carona nessa campanha pensando nas próximas eleições. Não vou aplaudir filho da ditadura por conta de termos um ponto de vista em comum, as motivações precisam ser avaliadas. O princípio de Maquiavel - os fins justificam os meios - não se aplica ao Reino de Deus. Deus está olhando o coração de todos nós. Desculpe, desabafei.

Voltando a igreja...

Mudanças radicais precisam ser feitas, mas alerto, antes de qualquer mudança operacional, litúrgica, evangelística, relacional, política e assistencialista, precisamos verificar a genuína conversão à Cristo.

O princípio de qualquer relevância em nossa obra cristã passa por uma conversão genuína de todos os homens que se auto-intitulam cristãos.

Enquanto a igreja não se encontrar com o Cristo do Caminho, o mesmo que reformulou o fariseu Saulo e o transformou em Paulo, o apóstolo mais relevante das Escrituras; permaneceremos nessa inércia, que com certeza, enoja e ofende a Deus tanto quanto a desconstrução da heteronormatividade.

Deus nos perdoe e nos desmascare.

17 de maio de 2011

Meme Literário



Em primeiro quero agradecer a minha amiga Rita Oliver
do Blog a menina dos olhos de Deus, que me indicou para
responder ao "Meme Literário" Obrigada!

Bom vamos lá então:

1)Existe um Livro que você releria várias vezes?
Sim, A Bíblia, O Diário da Princesa de Meg Cabot, minha filha tem, ela já leu dez e eu só li um e amei, inclusive este está autografado rss.

2)Existe algum livro que começastes a ler, paraste, recomeçastes, tentastes e tentaste e nunca conseguistes ler até o fim?
Sim! A cabana. comecei e parei e ainda não cosnegui pega-lo novamente, pois sempre me interesso por outro.

3)Se escolhesses um livro para ler para o resto de sua vida, qual seria ele?
seria a Biblia Sagrada, nela encontramos tudo, encontramos amor, receita de como ser vencedora, de como ter uma família equilibrada, encontramos fé, cura para alma, para o cansado, alívio para os dias maus, entendimento, esclarecimento, luz, costumo dizer que nela eu alimento a alma e meu espírito! Eu a tenho como regra de fé, é meu manual de instrução, tudo passo pelo crivo da palavra. Se tiver respaldo, eu creio.

4)Que livro gostaria de ter lido, mais que, por algum motivo, nunca leste?

Nenhum

5)Que livro leste cuja 'cena final' jamais conseguiste esquecer?

O final do livro da [ A menina que roubava livros].

6)Tinhas o hábito de ler quando era criança? Sim, gostava muito de ir a Biblioteca da escola para ler tudo que havia lá.

Qual o livro que achaste 'chato' mas ainda assim o leste até o fim? Por que?

Livo de Moral e Cívica e OSPB rss, mas tinha que ler, pois fazia parte da disciplian escolar na época, hoje nem existe mais estas matéria. rsss

8)Indica alguns dos teus livros favoritos:

Derrubando Golias de [Max lucado], Jesus o Maior psicólogo que já existiu de [Mark W. Baker]

A Plebéia de [Jhon Burnham Schwartz]

Memórias de uma gueixa [Artur Golden] li o livro e assisti o filme, o livro é melhor.
A Menina que Roubava livros de [Markus zusak]

9)Que livro esta a ler neste momento?
a Biblia Sagrada.

10)Indique outros blogs para este Meme Literário:

Cida Kuntze-Blog Compartilhando
Clélia - coração que Pulsa
Mulheres Indo
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