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31 de julho de 2012

'Fora cachorrada!', entoa Sarah Sheeva no culto das princesas



Veja o que rola na reunião comandada pela pastora que é filha de Baby do Brasil, onde só entra mulher, e confira os mandamentos das princesas.



Ana Paula Andrade do EGO, no RioSão 19h30 de uma quinta-feira no Rio, e cerca de 800 mulheres se espremem em um salão dentro de um clube em Copacabana, na Zona Sul do Rio, onde fica a sede da Igreja Celular Internacional. De vestido de bolinhas e salto alto, Sarah Sheeva, 39 anos, sobe ao palco. “Estamos aqui contra o espírito da cachorrice. Somos as princesas de Deus. Amém”, diz ela, seguida pelo coro da multidão. “Vamos gritar mais que show de rock!”, empolga-se a pastora, filha da cantora Baby do Brasil. É o culto das princesas, que acontece sempre na última quinta do mês.

São 19h30 de uma quinta-feira no Rio, e cerca de 800 mulheres se espremem em um salão dentro de um clube em Copacabana, na Zona Sul do Rio, onde fica a sede da Igreja Celular Internacional. De vestido de bolinhas e salto alto, Sarah Sheeva, 39 anos, sobe ao palco. “Estamos aqui contra o espírito da cachorrice. Somos as princesas de Deus. Amém”, diz ela, seguida pelo coro da multidão. “Vamos gritar mais que show de rock!”, empolga-se a pastora, filha da cantora Baby do Brasil. É o culto das princesas, que acontece sempre na última quinta do mês.
“Se você é mulher e só aparece cachorro safado na sua vida, vem para cá que vai atrair homem honrado. Glória a Deus, Senhor”, entoa Sarah, que se tornou evangélica em 1997. De discípula, virou pastora, e passou a ministrar congressos de santificação Brasil afora. Há pouco mais de um ano, começou a escrever um livro, “Manual de princesices - Como deixar de ser cachorra, se tornar uma princesa, e receber o amor que você merece”, que será lançado ainda este ano.
“Percebi que no meio evangélico havia uma carência no que dizia respeito a ensinamentos para as mulheres”, conta. “Como o livro ainda não estava pronto, decidi fazer as reuniões. Na primeira, esperava umas 10 mulheres, mas apareceram 100. Na segunda, vieram 300. Começou a vir tanta gente que tivemos que abrir inscrições”, lembra ela. “Agora sonho em fazer no Theatro Municipal”, suspira.“Se você é mulher e só aparece cachorro safado na sua vida, vem para cá que vai atrair homem honrado. Glória a Deus, Senhor”, entoa Sarah, que se tornou evangélica em 1997. De discípula, virou pastora, e passou a ministrar congressos de santificação Brasil afora. Há pouco mais de um ano, começou a escrever um livro, “Manual de princesices - Como deixar de ser cachorra, se tornar uma princesa, e receber o amor que você merece”, que será lançado ainda este ano.
Sarah Sheeva no Culto das Princesas (Foto: Jessica Monstans / EGO)Nas reuniões, há de adolescentes a mulheres na faixa de 50 anos, e homem não entra. No dia em que o EGO esteve lá, Pedro Bial e sua equipe faziam uma reportagem para o programa “Na Moral”, mas até o jornalista teve que deixar o salão após os cantos de louvor que dão início ao culto. “Elas ficam constrangidas”, explica Sarah, que ensina as mulheres a “se valorizar e não aceitar migalha emocional”.
O culto reúne de adolescentes a mulheres na faixa
de 50 anos, e acontece uma vez por mês no Rio
(Foto: Jessica Monstans / EGO)
Sem sexo e beijo na boca
Princesa que se preze não chega junto, mas espera o homem certo chegar. “Temos um tesouro no meio das pernas. O fato de ter uma vagina faz de você o ser mais precioso da Terra”, diz Sarah durante o culto. Quem segue os ensinamentos da pastora também não usa roupa sexy. “Mulher que usa decote não bota limite. Damos limites na nossa própria veste. Por que as prostitutas se vestem daquela forma? Aprenda a ter sensatez, a botar mistério nas suas vestes”, enfatiza ela, já julgando a camiseta regata que a repórter estava usando. “Dá para ver o ‘reguinho’ do seu seio, não pode”.
Sexo e beijo na boca são delícias apenas para o casamento. Se o príncipe ainda não apareceu, espere na seca. “A vontade da carne é igual a vontade de comer empada quando se está de dieta”, compara Sarah, há 10 anos sem sexo e há nove sem beijar na boca. Para não cair em tentação, ela evita filmes de romance, entre outras coisas. “É desafiador, mas não provoco desejo. Oro e me cuido”, diz. “Se Deus não me casou, é porque ainda não quis”, conta a pastora, que não admite nem ela mesma se dar prazer. “Não me masturbo”, afirma. “E também não tenho vergonha de dizer que estou há 10 anos sem ver um homem nu. Já fui ninfomaníaca, viciada em homem. Eu era uma ex-cachorra, sei o que é aceitar migalha emocional. Mas você aprende o que está errado e conserta”.
Sarah Sheeva no Culto das Princesas (Foto: Jessica Monstans / EGO)Sarah está há 10 anos sem sexo e há nove sem
beijar na boca: 'Se Deus não me casou, é porque
ainda não quis'(Foto: Jessica Monstans / EGO)
A parte final do culto é dedicada às perguntas das princesas. A maioria acaba sendo justamente sobre sexo. “Se você é casada, a Bíblia fala que não se pode privar o outro do seu corpo. Se você gosta e ele também, não tem problema. Eu, por exemplo, adoro um sovaco cabeludo”, brinca Sarah. Quase metade das perguntas é sobre sexo anal. “Deus criou cheiro para dizer o que presta e o que não presta. Por que as fezes fedem? É um orifício de saída, e não de entrada”, responde Sarah.
Depois das perguntas, ela canta enquanto assistentes passam para pegar os envelopes com as doações das princesas. “Jesus falou comigo: ‘não cobra’. Faço esse trabalho por amor. Luto para ajudar as mulheres. Mas a igreja oferece o espaço, e têm contas de luz e água para pagar”, justifica Sarah. “Se você quer adorar materialmente, não só na palavra, vou orar por você nesta parte financeira”, diz a pastora às fiéis. “Que venham sobre elas 10 vezes mais do que estão botando nos envelopes”, continua.
Ao fim do culto, depois de quase três horas, Sarah recebe as princesas para autografar seus dois livros, “Onde foi que eu errei?” e “Defraudação emocional”, à venda durante as reuniões. “Cuidado com o que você vai escrever. Fora de contexto as pessoas não entendem, acham que é coisa de maluco”, diz ela à repórter. “Mas não ligo para os julgamentos. Quando não sentia essa paz, ninguém me chamava de maluca”.
Mandamentos de uma Princesa (Foto: Ego)
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30 de julho de 2012

Os Santos e a Virgem Maria no Anglicanismo



 
Escrever sobre Anglicanismo sempre é um prazer, mas também preciso comentar que proclama uma grande tristeza e indignação no meu coração. É um grande prazer, porque sinceramente, acredito que o Anglicanismo é a expressão mais próxima ao Cristianismo primitivo. Por outro lado, estou triste e indignado por muitos que usam o nome de Anglicanismo para criar coisas bem esquisitas que chamam de Anglicanismo.
Em outras palavras, Anglicanismo no seu melhor, é o melhor tipo de Cristianismo. Anglicanismo no seu pior, é o pior tipo de Cristianismo.
Uma das questões onde hoje existe confusão, se refere ao tema que desejo tratar neste artigo.
Maria e os santos
Uma das coisas que os Reformadores Ingleses tiveram muito cuidado de fazer corretamente foi acabar com a pratica de invocar os santos e venerar as relíquias. Os Reformadores rejeitam estas duas práticas, porque viram que estas eram claramente contrarias as Escrituras. As Escrituras ensinam que só temos um mediador diante de Deus, Jesus Cristo (1 Timóteo 2:5). Não precisamos um sacerdote, ou santo vivo ou morto para interceder entre Deus e nós. Os Reformadores Anglicanos reconheceram a veneração das relíquias pelo que realmente era: idolatria. Precisamos entender que a idolatria e sua condenação são um dos maiores temas na Bíblia. 
Em nenhum lugar das Escrituras encontramos um texto bíblico que apoie a pratica de invocação dos mortos. De fato, encontramos na Bíblia outros textos que mostram uma forte oposição a qualquer comunicação com os mortos (1 Samuel 28:7-25).

A saudação do Anjo Gabriel a Maria (Lucas 1:28-37) e o cântico de Maria em louvor de Deus (Lucas 1:46-55, veja o Cântico de Anna em 1 Samuel 2:1-10) não justifica de jeito nenhum a pratica de venerar a Maria, pedir o favor de Maria nas nossas petições, e fazer peregrinações a lugares “santos” onde se tem dito que ela tem aparecido. Tampouco, dá permissão para criar estatuas de Maria e fazer procissões com ela, como é feito por alguns em Walsingham e em outras partes.
Isto é claramente contrario aos princípios da reforma da Igreja da Inglaterra, tanto nos 39 Artigos da Religião como no Catecismo e no Livro de Oração Comum.
Se é certo que encontramos textos em Apocalipse 5:8 e Apocalipse 8:3-4, com referencias as orações dos santos no céu, estas referencias não significam que possamos pedir a eles que orem por nós. Esta interpretação é uma clara (des)interpretação do texto no seu contexto. Pelo contrario, estas orações representam nossas orações e suplicas como nação santa e povo escolhido de Deus.
Certamente, existe na Igreja de Roma e nas Igrejas Ortodoxas (Orientais e Ocidentais) tradições antigas de invocar os santos e venerar e pedir intercessões a Maria, uma tradição que remonta a antiguidade. Em qualquer caso, o fato de uma tradição estar fundamentada na antiguidade, não significa em nenhum caso que seja aceitável ou que fosse aceita pela igreja apostólica. As doutrinas dos apostolos se encontram no Novo Testamento. Por este motivo, encontramos no Novo Testamento exemplos de orações a Jesus, mas não encontramos nenhum exemplo onde se invoque os santos ou se venere a Maria.
Então, de onde surgem estas praticas?
Existem grandes semelhancas entre esta pratica e a pratica pagã  antiga de manter e invocar deuses domésticos, os Lares e Penates dos romanos e os Telaphim dos antigos israelitas. Não só existiam estes deuses domésticos e os deuses maiores no Panteões, como os povos do mundo antigo no Mediterrâneo ofereciam sacrifícios a uma grande diversidade de deuses menores e pediam o seu favor. Inclusive, ofereciam sacríficos aos mortos.
Quando o Cristianismo finalmente chegou a ser a religião oficial do Império Romano, possivelmente um numero de deuses menores foram cristianizados e feitos santos.
É evidente que o culto que foi desenvolvido ao redor da mãe de Jesus, incorpora muitas crenças e praticas associadas com as deusas pagas do mundo antigo. Aquelas regiões onde o culto de Maria cresceu, também são as mesmas onde o culto as diversas deusas cresceu. A devoção as deusas foi transferido a Maria que, aos olhos dos “pagini” (o que chamamos em português, caipiras), era simplesmente outra manifestação da Mãe divina. Em um dos ícones antigos, encontramos Maria com chifres de vaca da deusa Hathor.
A devoção de Maria, a invocação dos santos, e a veneração das relíquias não tem sentido, nem lugar, no autentico Anglicanismo histórico.
A ideia de que o Anglicanismo é uma diversidade de movimentos dentro dele, só se pode considerar certo, enquanto entendemos a imoralidade e mentiras dos anglo-católicos e liberais que, sem ter intenção de cumprir os votos da sua ordenação, foram aceitos na Igreja da Inglaterra para depois mudar e reintroduzir praticas e doutrinas contrarias as Escrituras.
A crise atual do Anglicanismo só se pode entender a partir da aliança que existiu entre os liberais e anglo-católicos a finais do século 19 e durante o século 20.
Certamente, o Anglicanismo existiu no seu claro formulário (Livro de Oração Comum e Ordinário, o Catecismo e os 39 Artigos da Religião) que foi desenvolvido a partir do século 16 e foi aceito como o etos Anglicano até meados do século 19, quando começou a surgir o movimento Tractariano, hoje chamado de anglo-católicos.
Estes fatos tem sido usados para justificar todo tipo de inovações que são contrarias as Escrituras, e ao caráter Reformado e Protestante do Anglicanismo.
Então, qual é o lugar de Maria e os santos no Anglicanismo?
A tradição Anglicana tem um grande respeito por Maria e os santos, como exemplos de fidelidade, santidade e obediência a Deus, porém não se pode entender pelos seus milagres ou vidas que Maria e os santos tivessem uma relação especial com Deus ou Cristo, as quais nós não possamos ter.
Certamente, existem igrejas que tem sido nomeadas com o nome de Maria, como outras tem sido nomeadas com o nome dos Apóstolos, mas isto não pode ser entendido como pedindo a proteção ou a benção de Maria sobre esta igreja. Simplesmente, é o desejo de lembrar os exemplos de vida e santidade dos cristãos que viveram antes de nós. 
Nos, Anglicanos, fazemos nossa a resposta de Maria ao Anjo Gabriel, quando diz, “Eis aqui a serva do Senhor; cumpra-se em mim segundo a tua palavra.” (Lucas 1:38)
Também seguimos o exemplo encontrado em Lucas 11:27-29: “E aconteceu que, dizendo ele estas coisas, uma mulher dentre a multidão, levantando a voz, lhe disse: Bem-aventurado o ventre que te trouxe e os peitos em que mamaste. Mas ele disse: Antes bem-aventurados os que ouvem a palavra de Deus e a guardam.”
O Anglicanismo não esquece que Maria foi uma mulher mortal, ou que ela teve outros filhos depois de Jesus. De fato, lembramos como Jesus amou a Maria, pedindo ao apóstolo João para cuidar da sua mãe viúva, enquanto ele estava dando sua vida por todos nossos pecados e nossa salvação, inclusive os de Maria. 
“E junto à cruz de Jesus estava sua mãe, e a irmã de sua mãe, Maria mulher de Clopas, e Maria Madalena. Ora Jesus, vendo ali sua mãe, e que o discípulo a quem ele amava estava presente, disse a sua mãe: Mulher, eis aí o teu filho. Depois disse ao discípulo: Eis aí tua mãe. E desde aquela hora o discípulo a recebeu em sua casa.” (João 19:25-27)
Os Anglicanos tem observado dias festivos como a Anunciação e a Purificação de Maria, porque estas celebrações nos lembram do nascimento e vida de Jesus como lemos no Novo Testamento. Lemos o Cântico de Maria, porque glorifica a Deus, e nos lembra deste evento histórico. 
“Disse então Maria: A minha alma engrandece ao Senhor, E o meu espírito se alegra em Deus meu Salvador; Porque atentou na baixeza de sua serva; Pois eis que desde agora todas as gerações me chamarão bem-aventurada, Porque me fez grandes coisas o Poderoso; E santo é seu nome. E a sua misericórdia é de geração em geração Sobre os que o temem. Com o seu braço agiu valorosamente; Dissipou os soberbos no pensamento de seus corações. Depôs dos tronos os poderosos, E elevou os humildes. Encheu de bens os famintos, E despediu vazios os ricos. Auxiliou a Israel seu servo, Recordando-se da sua misericórdia; Como falou a nossos pais, Para com Abraão e a sua posteridade, para sempre.” (Lucas 1:46-55)
O Problema
Infelizmente, as igrejas que se chamam de “Anglicanas Tradicionais” no Brasil tem promovido no nosso pais numerosas praticas que são estranhas ao espirito do Anglicanismo clássico e ortodoxo. Fazendo isto, tem seguido o movimento Tractariano e os seus sucessores que temos no Brasil na figura da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil. As seguintes fotos mostram isto claramente.
 Conforme a Diocese de Japi, isto é uma "Santa Eucaristia conforme o Uso Comum Anglicano." Na verdade, é uma Misa Romana. Esta foto não tem anda de Anglicanismo nela. Visite neste link .
Culto da IEAB no Natal. Estas práticas foram consideradas errôneas pelos Reformadores Ingleses e foram canceladas até que o movimento Tractariano as recuperou no século 19. Visite a foto aqui .
O movimento destas ações tem sido desfazer a Reforma Inglesa e “romanizar” a Igreja Anglicana até tal ponto que o Papa pode aceitar de volta estes Anglicanos.
Infelizmente, existe uma crescente fascinação pela antiguidade e uma visão romântica dela. Isto tem sido fruto, parcialmente, da crise evangélica atual, onde as pessoas tem perdido sua identidade como povo de Deus que surgiu da Reforma.
Muitos dos cristãos que hoje se encontram com os escritos da Patrística e os testemunhos dos concílios da Igreja, tem uma atitude pouca critica quando avaliam o conteúdo e pensamentos dos primeiros cristãos, e se estes se conformam as Escrituras. Com certeza, isto não só acontece quando lemos a Patrística, também quando escutamos, ou lemos, teólogos cristãos atuais.
Se é certo que os Reformadores Ingleses, e continentais, tinham um grande apreço pelos Pais primitivos da Igreja, contudo eram mais precavidos no seu estudo dos autores Patrísticos. Eles tentaram extirpar os ensinos e praticas erradas e, assim, restaurar a pureza da fé apostólica. Mantiveram as praticas e costumes antigos, onde eles ainda pudessem ser bem utilizados, sempre e quando fossem em consonância as Escrituras, fosse para a edificação do corpo de Cristo e não fomentasse a superstição.
A solução
Os Anglicanos atuais podemos aprender muito dos ensinos e exemplos dos Reformadores Ingleses. Antes de incorporar uma pratica na vida e culto da igreja, eles perguntavam estas três questões:
É esta pratica conforme as Escrituras? Qualquer afirmação de que a pratica está em consonância com as Escrituras deve ser examinada cuidadosamente. Muitos textos que são usados para apoiar certas praticas, na verdade não a apoiam na realidade. Eles são lidos, entendidos, mudados e/ou esticados, assim dão a aparência de apoiar a pratica, ou ensino, ou doutrina. É importante sempre ter em conta o testemunho de todas as Escrituras e as considerar na sua totalidade, não simplesmente um texto insolado, explicado de tal forma que entra em conflito com outros textos. Quando não está claro se uma prática, ou doutrina, esta em conformidade com as Escrituras, então é melhor evitar esta prática, ou ensino.
É esta pratica ou doutrina edificante? É fácil de entender? Realmente serve para edificar a congregação na fé Cristã e o estilo de vida cristã? Se a prática, ou ensino, exige uma explicação complicada e os benefícios não são óbvios imediatamente para a congregação, então é melhor que ela seja evitada.
Esta doutrina ou pratica promove superstição? Anima e fortalece crenças em “doutrinas errôneas e estranhas a palavra de Deus”? Pode ser que certa pratica por si mesma não seja contraria ou incompatível com as Escrituras, no entanto, promova crenças que são. Se houver qualquer dúvida sobre o que uma prática pode estar ensinando ou reforçando, o melhor é evitar a prática. Nisto seria sensato dar atenção cuidadosa à 1 Coríntios 8:11 e Romanos 14:21.
Os princípios destas três questões tem sua origem nos documentos “Relativo ao Culto da Igreja” e “Cerimônias, porque algumas devem ser abolidas, e outras retidas” que aparecem no principio do Livro de Oração Comum de 1662. Eles estão no centro do Anglicanismo clássico. Eles são uma parte integrante do legado que os Reformadores Ingleses deixaram à posteridade. A herança que entregaram as gerações futuras, o património sobre o qual o Anglicanismo foi construído nos últimos 500 anos.
Não em vão, aqueles Anglicanos que aceitam a oferta do Papa, na verdade estão deixando de ser Anglicanos para ser Católicos Romanos. E, ao mesmo tempo, aqueles que desejam introduzir e manter doutrinas, costumes e praticas estranhas as Escrituras e ao formulário Anglicano, são na verdade uma "quinta coluna" insolente ao testemunho dos mártires anglicanos que deram suas vidas pelas verdades eternas do Evangelho. 

Bispo Josep Rossell

29 de julho de 2012

OAB quer transformar a sociedade brasileira na maior nação gay do planeta



O ataque visa implodir a base jurídica cristã que sustenta o país ao alterar as mais importantes leis brasileiras; saiba o que faz a Comissão de Diversidade Sexual da entidade e o que pretendem para o futuro da família; em jogo, o controle sobre crianças e adolescentes e o avanço da cultura homossexual sobre as mentes de uma nação inteira
A sociedade majoritariamente cristã brasileira está tendo as suas bases atacadas sem dó nem piedade por um movimento bem articulado que pretende transformá-la numa nação absolutamente imoral. Nessa guerra contra a família cristã e seus alicerces, seus inimigos querem assegurar o casamento entre pessoas do mesmo sexo, a orientação de crianças para se tornarem gays, a criminalização da homofobia e a mudança de todo o ordenamento jurídico da Família, que tornará homossexuais, bissexuais e transsexuais numa classe privilegiada de pessoas a impor seus costumes perante toda a nação.

Os cristãos brasileiros, é importante salientar, não estão sendo atacados por quem deseja apenas respeito pela sua opção sexual. Os agressores querem mais. Eles querem que a visão deles da vida e seu comportamento imoral sejam a nova base da sociedade sobre a qual edificarão uma nova nação onde tudo será permitido em termos de comportamento sexual e relações familiares.

Em seu livro chamado "Casamento entre pessoas do mesmo sexo: colocando todos os lares em risco", o americano Matthew Staver escreveu: "Se o casamento entre pessoas do mesmo sexo for reconhecido, 95% da estratégia homossexual terão sido conquistados. Será apenas uma questão de tempo até que a estratégia se infiltre e debilite todas as partes da cultura, desde as salas de aula até os tribunais, desde o Congresso até as prefeituras, desde assuntos particulares até negócios, desde a família até as nossas liberdades fundamentais. Certamente não há base constitucional , histórica ou lógica para o casamento entre pessoas do mesmo sexo".

O Brasil está no caminho, suicida, apontado pelo autor. Passando por cima do Poder Legislativo, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) têm atendido às demandas dos ativistas homossexuais, dando-lhes direitos, como o da união civil homossexual, que deputados e senadores não lhes deram. Poucos homens, os 11 magistrados, e que não foram eleitos pelo povo, estão abrindo as portas para que a estratégia dos gays comece a dar resultados.

Mas quem está por trás dessa estratégia ao lado dos ativistas homossexuais? Quem sustenta juridicamente os argumentos que acabam sendo acatados pela mais alta corte do país? Quem, afinal, alimenta essa estratégia cujo objetivo é transformar o país e suas leis baseadas em Deus num país do vale tudo?

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), respeitada pela mídia inteira e cujas atribuições ela têm extrapolado diariamente, é a principal inimiga, no âmbito gay, dos cristãos brasileiros. Criada em 1930, no começo ela cuidava de seus associados, os advogados. Sua atividade, durante muitos anos, ficou restrita à defesa dessa categoria. Das suas legítimas origens, entretanto, a OAB, 82 anos depois de fundada, guarda pouca coisa.

Além de subjugar todos os anos milhares de bachareis de Direito a um exame no qual, se não forem aprovados, ficarão impossibilitados de exercer a profissão de advogados, a OAB se tornou uma das entidades mais ricas e intrometidas nos assuntos da Nação, opinando, instruindo, especulando, investigando e denunciando sobre as questões mais diversas. A OAB acabou sem limites e decide sobre qual ação tomar, seja sobre o que for e quando bem entender sem se importar quanto aos efeitos e consequências de suas atitudes. Curiosamente, a entidade, tão zelosa em lutar pelos direitos dos homossexuais, ignora os princípios cristãos da sociedade brasileira, passando por cima deles o o faz sem a menor cerimônia.

Para se ter uma ideia, a OAB é capaz de dar seus palpites sobre temas que vão desde a recente proibição da venda de linhas de celular, a revalidação de diplomas de médicos no exterior, a deposição do ex-presidente Fernando Lugo, do Paraguai, o Mensalão, a Rio +20, o voto limpo e tudo o que esteja relacionado ao tema dos Direitos Humanos.

Foi de uma de suas comissões especiais, a da Diversidade Sexual, porém, que saiu o mais violento ataque à família brasileira desde que este país tornou-se independente de Portugal. Esta comissão, presidida pela ex-desembargadora gaúcha Maria Berenice Dias, uma das mais impacientes ativistas por tudo o que seja de interesse dos homossexuais, comandou a elaboração de mudanças nas leis brasileiras sob a cooperação de 50 comissões das seccionais e subseções da entidade em todo o país. O "Estatuto Gay" mobilizou a OAB de norte a sul do Brasil e o resultado desse esforço é simplesmente assombroso.

O Estatuto Gay altera por completo todo o ordenamento jurídico que normatiza a Família brasileira. Os que o conceberam querem mudar tudo. Se conseguirem o que pretendem, o Brasil será um país de maioria cristã regido, no entanto, por leis anticristãs. Os ataques têm como alvo leis como a de Introdução às Normas do Direito Brasileiro, o Código Civil, a Leis dos Registros Públicos, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a lei que regula a Investigação de Paternidade, a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a leis dos Planos de Benefícios da Previdência Social, o regulamento da Previdência Social, a Lei do Racismo, o Código Penal, o Código Penal Militar e o Estatuto dos Militares, dentre outras leis que tratam do regime tributário no país.

Como exemplo dos ataques embutidos no Estatudo da Diversidade Sexual elaborado nas entranhas da OAB, em todas as leis onde se lê "homem e mulher", a expressão é mudada para "ambos", "cônjuges" ou "as pessoas". A OAB está propondo que não se delimite mais a família constituída por um casal heterossexual. No artigo 1.535 do Código Civil está escrito que quando o juiz for declarar a realização de uma casamento, ele diz que: "De acordo com a vontade que ambos acabais de afirmar perante mim, de vos receberdes por marido e mulher, eu, em nome da lei, vos declaro casados”. O Estatuto muda a frase para que ela fique assim: "De acordo com a vontade que ambos acabais de afirmar perante mim, de vos receberdes em casamento, eu, em nome da lei, vos declaro casados”. Na nova ordem social e jurídica pela qual a OAB luta, não há mais homem e mulher, marido e esposa.

O Estatuto da Diversidade Sexual também mexe no artigo 1.723 do mesmo Código. Nele lê-se que: "É reconhecida como entidade familiar a união estável entre o homem e a mulher, configurada na convivência pública, contínua e duradoura e estabelecida com o objetivo de constituição de família". A OAB, para beneficiar os gays, propõe mudar sua redação para: "É reconhecida como entidade familiar a união estável entre duas pessoas, configurada na convivência pública, contínua e duradoura e estabelecida com o objetivo de constituição de família".

Até nas visitas íntimas aos presos, regida pelo artigo 41 da Lei das Execuções Penais, a OAB mete o dedo. O texto atual diz que: "Constituem direitos do preso: (...) X Visita do cônjuge, da companheira, de parentes e amigos em dias determinados". Mas ele pode ficar assim: "(...) X - Visita do cônjuge, do companheiro, de parentes e amigos em dias determinados; ACRESCENTAR XVII - Visita intima do cônjuge ou do companheiro, independentemente da orientação sexual ou identidade de gênero".

Um dos principais alvos da Comissão Especial de Diversidade Sexual da OAB, ao elaborar o Estatuto Gay, é o Código Penal brasileiro. Ao reescrever cinco de seus artigos, a OAB dá um jeito de ampliar ou inserir penas para quem comete crimes contra homossexuais, transformando-os numa classe especial de cidadãos.

Um exemplo disso é a alteração proposta no artigo 140, que trata da Injúria. Hoje, o texto é esse: "§ 3º Se a injúria consiste na utilização de elementos referentes a raça, cor, etnia, religião, origem ou a condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência: Pena - reclusão de um a três anos e multa". Mas pode ficar assim: "§ 3º Se a injúria consiste na utilização de elementos referentes a raça, cor, etnia, religião, origem, gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero ou a condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência..."

Sandro Guidalli para o Portal Fé em Jesus

"Amigos" do Evangelho de Cristo


Por Rô


O que de fato são essas pessoas que chamamos de amigos do Evangelho de Cristo?

Em nosso dia a dia nos relacionamos com pessoas das mais variadas culturas, regiões e idades, entendemos serem elas pessoas muito boas, age corretamente em suas vidas sociais, profissionais e familiares, um comportamento exemplar. E apesar de terem um “vínculo de amizade” com Jesus Cristo, ainda não assumiram compromisso algum com o seu evangelho.

Essas pessoas têm grandes dificuldades de se assumirem como corpo de Cristo, por acharem que estão muito bem e que não precisam se converter a Jesus, suas bênçãos lhe basta. São semelhantes ao “Jovem Rico” abordado por Jesus, no texto de Marcos (10:21). Jesus falou para aquele Jovem: “Só uma coisa te falta: ...vem e segue-me”!

Esses querem ter uma vida abundante, viver em abastanças, tudo o que julgam ter direito, até porque, tudo o que Jesus conquistou na cruz realmente é direito nosso, mas não querem negar ao seu eu, não querem carregar a sua cruz e muito menos segui-lo. Falam com ele em oração e se julgam amigos. Até nós mesmos, damos esse rótulo a eles, pelo simples fato de não fazerem oposição a nossa fé.
Eu às vezes fico a pensar: De quem será a culpa para tal comportamento? Seria dos pregadores da prosperidade, que não pregam o arrependimento verdadeiro e vivem a barganhar com as ovelhas aguçando as suas ganâncias?
Será que a culpa é nossa? Que muitas vezes somos tolerantes quando agimos como um sal insosso para não feri-los e acabamos por ferir Jesus?? Ou será que é porque Jesus é amor e passamos por cima de tudo concordando com o erro deles por omissão, com receio de perder o amigo??
Ou seria culpa da modernidade junto a teologias distorcidas e psicologia infiltrada nas igrejas ou mesmo a tal da musicoterapia misturada ao nada a haver?
Com certeza eu não sei de quem é a culpa, mais diante do cenário atual, busco me aproximar cada vez mais do evangelho puro de Jesus, sem essas emendas postas pelos teólogos do passado ou pela ciência cristã, que por sinal, está atualmente com a presença muito viva nas principais igrejas, com práticas errôneas contra o povo de Deus, levando uma parcela desse grande rebanho ao erro, e o pior, levando muitos a desistirem de Jesus perdendo a confiança nEle.

Toda humanidade está envolvida com aquele justo e com a sua causa, mas somente o envolvimento não basta. Se quisermos estar lado a lado com Ele, temos que estar comprometido com a sua causa e fazer tudo o que nos mandou: Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos, para depois levarmos o evangelho a toda criatura em seu nome, Jesus”.

Nesta manhã convido a você a refletir nisso, saiba que antes de você ser amigo dele, ele é seu amigo, o verdadeiro amigo. Quer te salvar, quer que você esteja compromissado com ele, quer te fazer feliz.
Não seja somente amigo do Evangelho, Mas faça parte desta família.Paz!

Os membros da Assembleia de Deus -- ministério Madureira, se revoltam com a retirada do Pastor Adeildo , da frente do ministério, Motivo de retirada : Não apoiar um candidato em sua candidatura.


Vejam este vídeo para que vocês tenham uma ideia de como a coisa funciona: o pastor estava fazendo um trabalho excelente numa pequena igreja AD de Osasco. Porém, o "presidente do campo" ordenou que ele orientasse seus membros a votarem em "fulano de tal". O pastor não criou caso, mas também achou que não deveria usar o púlpito para isso. Resultado: a igreja sede INTERVIU na igreja, retirando o pastor. Porém, ele era tão querido na comunidade(pequena) que a igreja se rebelou... vejam o vídeo e entendam o sistema que está por trás disso...


27 de julho de 2012

Pedro Bial participa do Culto das Princesas, das filhas de Baby do Brasil


Apresentador gravou uma matéria para o programa 'Na Moral', que falará sobre monogamia.

As filhas de Baby do Brasil abriram uma exceção e deixaram um homem entrar no Culto das Princesas de quinta-feira, 26. Trata-se de ninguém menos do que Pedro Bial, que esteve no encontro organizado por Sarah Sheeva e Nãna Shara para gravar uma matéria para o "Na Moral" sobre monogamia. O curso, como é chamado por Sarah Sheeva, acontece uma vez por mês e reúne cerca de 500 mulheres que querem aprender a se livrar dos homens cachorros.

Fonte Globo.com 

Você sabia que Bob Marley se converteu antes de morrer? Bob Marley aceitou Jesus e foi batizado sete meses antes de morrer


Funeral do cantor foi precedido por um culto com louvores a Deus

 

Robert Nesta Marley, ou simplesmente Bob Marley, morreu em 21 de maio de 1981. Seu pesado caixão de bronze foi levado para o topo da colina mais alta da vila Nine Mile, onde, 36 anos antes, ele havia nascido.Juntamente com o corpo embalsamado de Marley, estavam no caixão a sua guitarra vermelha Gibson Les Paul e uma Bíblia aberta no Salmo 23.

 

No final da cerimônia, sua viúva, Rita, jogou um pé de maconha.O funeral foi precedido de um culto de uma hora de duração para a família e amigos íntimos na Igreja Ortodoxa Etíope da Santíssima Trindade, celebrado por Abuna Yesehaq, arcebispo da Igreja no hemisfério ocidental. Ele contou que havia batizado Marley em Nova York, em novembro do ano anterior, logo após seus últimos shows no Madison Square Garden. Seguindo a tradição etíope, Bob recebeu um novo nome durante o batismo: Berhane Selassie, ou “Luz da Trindade”.

Logo após as 11 da manhã, o culto começou com um hino anglicano, “Ó Deus, nossa ajuda em épocas passadas”, acompanhado pelos percussionistas da United Africa Band. Como a melodia do antigo hino, o arcebispo, leu passagens do Livro de João, em Ge’ez, uma antiga língua da Etiópia.

 

O governador-geral da Jamaica leu um trecho de 1 Coríntios: “O último inimigo a ser destruído é a morte” A congregação cantou outro hino conhecido, “Quão Grande És Tu”. Logo depois, foi lido parte de 1 Tessalonicenses 3: “Por esta razão, irmãos, ficamos consolados acerca de vós, em toda a nossa aflição e necessidade, pela vossa fé, Porque agora vivemos, se estais firmes no Senhor”.

O ritual fúnebre tipicamente cristão parece estranho para alguém que ficou mundialmente conhecido por ser seguidor do rastafarismo, seita tipicamente jamaicana que proclama Hailê Selassiê I, imperador da Etiópia, como a representação terrena de Jah (Deus). O termo rastafári tem sua origem em Ras (“príncipe” ou “cabeça”) Tafari (“da paz”) Makonnen, o nome de Selassiê antes de sua coroação. O motivo disso é que a família de Bob Marley sabia, embora não aceitasse que o cantor recebera Jesus como seu Senhor e renegara o rastafarismo.

 

A jornalista Christine Thomasos do site Christian Today Austrália, cita uma entrevista de 1984 que o arcebispo Yesehaq deu ao jornal Jamaica Gleaner. “Bob era realmente um bom irmão, um filho de Deus, independentemente de como as pessoas olhavam para ele. Ele tinha o desejo de ser batizado há muito tempo, mas havia pessoas próximas a ele que tentavam controla-lo e que estavam ligadas a um ramo diferente do Rastafari. Mas ele vinha à igreja regularmente”.

De acordo com Thomasos, Yesehaq explicou que o câncer terminal de Marley foi a motivação por trás de sua conversão: “Quando ele visitou Los Angeles, Nova York e a Inglaterra, ele compartilhou sua fé ortodoxa, e muitas pessoas dessas cidades vieram à igreja por causa do Bob.

 

Muitas pessoas pensam que ele foi batizado porque sabia que estava morrendo, mas não foi assim. Ele fez isso quando já não havia qualquer pressão sobre ele. Quando ele foi batizado, abraçou sua família e chorou, todos choraram juntos por cerca de meia hora”.

Andre Huie, do site GospelCity, escreve sobre o testemunho de Tommy Cowan, amigo íntimo de Bob Marley e esposo da cantora gospel jamaicana Carlene Davis. Cowan diz: “o que pode ser uma agradável descoberta para alguns é que Marley, pouco antes de morrer, confessou Jesus Cristo como Senhor. Em outras palavras, ele negou que Haile Selassie era Deus (como Rastas acreditam) e confessou a Jesus como o único Deus vivo e verdadeiro”.

 

Falando sobre o batismo de Bob Marley, Tommy disse ter ouvido o bispo descrever assim o batismo: “Em um momento ele (Bob) chorou por 45 minutos sem parar, suas lágrimas molharam o chão. O Espírito Santo desceu sobre seu corpo e ele gritou três vezes: “Jesus Cristo, Jesus, meu Salvador, Jesus Cristo”.

Traduzido e adaptado de Guardian, Cristian Today e Beliefnet/GospelPrime

Garota de programa doa ao templo de Salomão da universal



Agora vai...





Quando o povo está impuro, Deus não lhe aceita a oferta (Am 5:21-23 / Mt 5:23,24). 

Já o Macedão...
Um tempo contruído com dinheiro de prostituição servirá a quem?






24 de julho de 2012

Depois de se tornar evangélico na cadeia, Belo bate tambor em terreiro



Por Rô Moreira

Que já é de costume  todo famoso que  vai em cana se tornar evangélico, todo mundo ja sabe, mas, o que mais me impressionou foi que Belo depois de ter se tornado evangélico foi visto batendo tambor em um terreiro.  Belo quando cumpria pena no Presídio Ary Franco, em Água Santa, zona norte do Rio, de acordo com o Jornal Extra, o cantor estava se convertendo a uma igreja evangélica e, diariamente, lia a Bíblia.
Belo teria decidido aceitar Jesus, o que já vinha acontecendo aos poucos, desde que as suspeitas de seu envolvimento com a associação ao tráfico de drogas vieram à tona, em 2001. Belo chegou a participar de cultos comandados pelo ex-pagodeiro Waguinho, também convertido ao evangelho.
Bom, segundo  o jornal Extra, não se  sabe  se Belo foi em busca de um "ebó" para voltar a crescer cabelo. O fato é que o cantor voltou a bater ponto (e tambor) no terreiro de Pai Zezinho  em Campinho, Zona Oeste do Rio.
Acompanhado de sua digníssima, eles estiveram lá na última quarta-feira. Com guias no pescoço e todo de branco, o cantor, que também pode ser visto no DVD do Padre Marcelo Rossi, posou com outros frequentadores.
Infelizmente nem todos que se dizem evangelicos são  cristãos, pode ser evangelico, mas convertidos ao evangelho mesmo, há uma grande diferença

23 de julho de 2012

Silas Malafaia confirma que seu candidato é Eduardo Paes no programa Jogo do Poder na CNT



Por Rô Moreira

Numa entrevista no programa Jogo do Poder na noite de ontem, o Pastor Silas Malafaia fez várias observações no que tange o momento político do nosso país. Ele aproveitou também para esclarecer as dúvidas do entrevistador a respeito da homossexualidade de muitos e das falsas acusações dos grupos ativistas gays  de que ele os perseguem, além de afirmar que os números apresentados pelos ativistas em todas as suas instâncias não são reais. Disse também que o STF tem legislado no lugar do congresso nacional em atendimento a alguns temas controversos, antecipando o próprio congresso nestas questões. Em toda entrevista o Pastor se mostrou bastante convicente nas suas convicções políticas, como se fosse um verdadeiro político, o que provoca algumas dúvidas no que tange a sua luta.

Será que é uma defesa da igreja ou ele age em defesa dos seus interesses particulares? Afirmou ter algum poder de influenciar uma multidão de evangélicos. O Pastor joga com a comunidade evangélica como se ela fosse um brinquedo para atender os seus anseios, ele afirmou também que o seu candidato na cidade do Rio de janeiro é o atual prefeito Eduardo Paes. Silas esta mais para politico do que pra pastor, ele mesmo diz que ajudou a eleger seu irmão e mais três candidatos a deputados federais.  Ele parece estar muito mais envolvido com a politica do que com as causas evangélicas, pois é sabido que o prefeito Eduardo Paes apoia claramente o movimento gay na cidade carioca, assim como o governador. E mais, disse que Marina foi dissimulada quando deixou pra galera a questão do plebiscito do aborto. Silas cai em contradição, pois ele mesmo disse  antes que as grandes nações  levam a plebiscito,  mas de  Marina ele queria que ela fosse teocrática e  na vez dele, diz que o Estado é laico? Quem é dssimulado então?
No final de sua entrevista se mostrou bastante ingrato com as gordas ajudas financeiras que o Pastor Valdemiro Santiago já lhe proporcionou ao chamá-lo traíra porque ele adquiriu um contrato num horário que era anteriormente dele, e quanto ao elogiar a igreja universal, mostra bem que não está nem aí para o povo evangélico, pois é notório que a mesma vive de enganar o povo de Deus com falsas promessas de prosperidade e se utiliza de princípios da religião do candomblé em suas reuniões.
Do mais o vídeo fala por si mesmo.

22 de julho de 2012

'Falta coragem para enfrentar a ditadura gay'

Autor da proposta de criação do Dia do Orgulho Heterossexual, o vereador evangélico Carlos Apolinário garante que não tem nada contra os homossexuais, só combate o que classifica como privilégios da opção sexual: 'Eles querem ser uma categoria especial de pessoas'

Thais Arbex

O vereador Carlos Apolinário: 'Gays querem a lei da mordaça para quem não concorda com eles'
O vereador Carlos Apolinário: 'Gays querem a lei da mordaça para quem não concorda com eles' (Mario Rodrigues)
Ele figura na lista dos dez brasileiros mais homofóbicos, já propôs a criação do Dia do Orgulho Heteressexual, mas o vereador paulistano Carlos Apolinário, do PMDB, garante que não tem nenhum preconceito contra gays. “O que eu não aceito é alguém querer se esconder atrás de sua opção sexual”, afirma.
Evangélico, Apolinário é um dos apoiadores da Marcha para Jesus, que acontece neste sábado na cidade e é o evento que mais rivaliza com a Parada Gay. Ele recebeu o site de VEJA para explicar, afinal, qual é a sua posição em relação aos homossexuais: “Eu combato os privilégios. O dia em que os gays lutarem por leis que valham tanto para eles quanto para os heterossexuais, eles terão muito mais sucesso.”
Confira os principais trechos da entrevista:
O senhor é homofóbico? De maneira nenhuma. Pode procurar, você não vai encontrar uma única declaração minha em que eu desrespeite a figura humana do gay.
Então por que o senhor está na lista dos dez mais homofóbicos do Brasil? Porque eu combato os excessos deles. Não acho que eu tenha o direito de ir à piscina coletiva do meu prédio, ou a um restaurante, e ficar dando beijos exagerados ou acariciando a minha mulher em público. Se um heterossexual agir dessa maneira, vão chamar a polícia e ele pode ser enquadrado por atentado violento ao pudor. Mas se chamarem a atenção de duas pessoas do mesmo sexo que estejam se beijando excessivamente dentro de um restaurante, por exemplo, eles acusam quem os repreendeu de homofobia.
Os gays não podem demonstrar afeto? Podem, mas dentro do razoável. Se eles chegam de mãos dadas num restaurante, por exemplo, é razoável. O que eu combato é o excesso, que muitas vezes eles adotam não por amor, mas para chocar, confrontar a sociedade, para dizer: ‘vocês têm que nos engolir’. Como diz o Agnaldo Silva, autor de novelas da Globo, o gay no Brasil é folgado. Não é o Apolinário quem está dizendo, é o autor da novela Fina Estampa. E eu concordo com ele, apesar de acreditar que nem todos sejam assim.
Por que o senhor propôs a criação do Dia do Orgulho Heterossexual? Meu objetivo era o de levantar o debate em relação aos privilégios dos gays.
Privilégios? Em geral os gays reclamam de que são perseguidos... Pois eu digo que hoje eles são cada vez mais protegidos. A OAB está fazendo um verdadeiro tratado a favor dos gays, a ONU está preocupada com eles, o mundo está preocupado com os gays.  Parece que vamos ter dois mundos: um antes e outro depois dos gays.
E os casos de violência contra homossexuais? Essa é uma mentira das maiores que tem. Aqui em São Paulo, por exemplo, o único lugar onde tem havido esse problema é na Avenida Paulista, de vez em quando. Mas eu não tenho tomado conhecimento de outros casos em São Paulo ou no Brasil. O que acontece é o seguinte: se você bate o carro e o cidadão do outro automóvel é heterossexual, o máximo que vai acontecer é uma ocorrência da batida; mas se o motorista do outro carro é gay e acontece uma briga, uma discussão, vai sair no jornal “motorista bate em casal de gays”. A briga não aconteceu em função da opção sexual, mas eles transformam nisso.
Os gays se dizem discriminados... Pelo contrário. Eu não conheço um único restaurante em São Paulo que proíba a entrada de gay. Não conheço nenhuma igreja católica, evangélica ou espírita que proíba a entrada de gay. Eu, que sou evangélico, já sofri muito preconceito. Quando era criança, na escola, zombavam de mim. Eu levava a Bíblia escondida dentro da blusa, quando ia para a igreja, para não ser gozado. Eu sei o que é o preconceito. Hoje, vale a pena dizer que é gay. Virou um escudo. Estamos na seguinte situação: se um gay furar a fila no supermercado, é melhor deixar ele lá. Porque se você for brigar, vão dizer que você é homofóbico.
O que o senhor acha da proposta de emenda constitucional do deputado Jean Wyllys, que permite o casamento gay? Se eu estivesse no Congresso, votaria contra. Só que eu vivo em um país democrático. Mesmo que eu seja contrário, se o Congresso aprovar o casamento entre pessoas do mesmo sexo, vou respeitar a lei. O que não significa que vou passar a ser favorável a isso. São coisas diferentes. Continuarei acreditando que o casamento deve acontecer entre um homem e uma mulher. Mas mesmo sendo contrário, eu respeito, se essa for a vontade da sociedade. E isso nós não sabemos, porque o casamento foi autorizado pelo Supremo Tribunal Federal e não pelo Congresso Nacional.
O STF não tem poder para decidir a questão? Na minha opinião, não. Essa matéria deveria ser discutida por deputados e senadores e, uma vez aprovada, teria de ser sancionada pela presidente da República. São etapas necessárias para que a sociedade amadureça a ideia. Ao decidir daquela forma, o Supremo legislou no lugar do Congresso e isso é errado.
Por que o STF assumiu o papel do Congresso Nacional nessa questão? Porque o STF está sendo acionado pelos gays para se pronunciar. Eles têm pressa, querem acelerar esse processo. A maioria do Congresso Nacional, hoje, não quer o casamento entre pessoas do mesmo sexo, nem aceita a adoção de crianças por casais de homossexuais. Só que os gays querem enfiar isso tudo goela abaixo do Congresso e da sociedade. Os gays precisam aprender a conviver com quem não concorda com eles. Eles têm de se acostumar ao fato de existirem pessoas que continuarão contrárias ao casamento gay, mesmo que ele seja aprovado. É um direito individual, e a democracia me dá o direito de me expressar. Mas eles não aceitam isso. Eles querem a lei da mordaça, querem ser uma categoria especial de pessoas. E é contra isso que eu luto. Se ninguém falar nada, vai chegar o tempo em que os jornais não poderão mais fazer reportagens sobre os gays porque a lei vai proibir. Eles querem calar a sociedade e ninguém tem coragem de enfrentá-los.

Veja abril

21 de julho de 2012

Malafaia chama Bial de ridículo por programa favorável à união gay


Malafaia acusou Bial de enganar a sociedade

Silas Malafaia (foto) e o seu site Verdade Gospel atacaram a TV Globo e o apresentador Pedro Bial (foto) por promoverem “de maneira explicita e tendenciosa” a união entre homossexuais no programa “Na Moral” de quinta-feira (19) à noite. 

“Fica aqui o nosso protesto veemente pela propaganda ostensiva, ridícula, usando até criança para falar bem da causa gay”, disse o pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo. 

O programa mostrou uniões bem sucedidas entre gays e entre lésbicas. Um deles foi o dos cabeleireiros Vasco da Gama Filho, 41, e Júnior de Carvalho, 48, que em 2006 em Catanduvas (SP) adotaram Theodora. A garota atualmente com 11 anos disse ao Bial estar feliz com seus pais e que na escola não sofre preconceito. 

O programa também entrevistou familiares de duas lésbicas evangélicas e apresentou cenas da festa da união civil entre as duas, após estarem juntas havia  quase 20 anos. 

Malafaia disse que Bial mostrou que continua fazendo o “papel de medíocre e ridículo” já demonstrado no Big Brother. 

“Agora, para mostrar que é mais ridículo ainda, vem fazer programa de uma verdadeira propaganda de união gay, enganando a sociedade ao mexer no emocional das pessoas, quando na verdade, por trás das câmeras, estas relações são terrivelmente problemáticas”, disse. “Vamos ver as consequências nas gerações futuras de crianças sendo criadas por casais homossexuais.” 

O Verdade Gospel não se conformou como o fato de o Bial ter afirmado que “a moral está mudando” e que agora “o que importa é o amor”. Acusou o apresentador de mentir ao afirmar que a metade da população brasileira é favorável à união civil entre homossexuais. 

Malafaia reconheceu que “o mundo não é igreja”, mas disse que não poderia deixar de se indignar quando princípios divinos são “quebrados” com o propósito de fazer “apologia a algo terrivelmente condenado por Deus”.

“É inaceitável que um veículo de comunicação desta grandeza venha fazer uma apologia tão ridícula ao casamento gay”, disse, pedindo que os "cidadãos" enviassem protesto à Globo.

Leia mais em http://www.paulopes.com.br/2012/07/Malafaia-acusa-bial-de-ridiculo-por-programa-da-uniao-gay.html#ixzz21Hovu1gh
Paulopes informa que reprodução deste texto só poderá ser feita com o CRÉDITO e LINK da origem. 

20 de julho de 2012

Programa Na Moral de ontem oficializou a união estável de duas mulheres


Por Rô Moreira

O Programa na Moral da Rede Globo, apresentado por Pedro Bial, trouxe um assunto polêmico que mais tem mexido com a opinião pública nos dias atuais. O programa  trouxe em seu bojo, romântismo e sutilezas  representado somente por  uma parte interessada,  mostrando bem o lado em que  a Rede Globo esta. Ou seja, em favor do " amor" e da "felicidade". Pedro usou de sutilezas em todo tempo   pedindo  a Glória Pires um reforço.  Glória, em um dado momento disse que orienta seus fiilhos a serem felizes, dizendo que o amor é que  importa para ela. Estava bem claro que o programa de ontem foi  para mudar a mentalidade de uma grande parcela da sociedade, esquecendo que os principios morais, familiares e éticos ainda falam mais alto em meio a sociedade.   Em meio ao debate houve uma cerimônia  oficializando a união estável homoafetiva de duas mulheres.
Aline e Simone  que estão juntas há 17 anos.  A desembargadora Maria Berenice Dias celebrou a  a união das duas. Convidados e plateia se emocionaram.  Glória Pires foi a  DJ convidada para fazer o fundo musical romântico.  Lembrando que Glória Pires interpreta a paisagista e urbanista lésbica Lota de Macedo no filme Flores Raras. Lota foi responsável pela construção do Aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro. Além do trabalho reconhecido até hoje, ela teve um relacionamento, na década de 50, com a poetisa estadunidense e ganhadora do Prêmio Pulitzer, Elisabeth Bishop. Na obra, ainda em produção, a australiana Miranda Otto interpreta a escritora. Nos bastidores, a atriz tirou foto com Maria Rita e Fúlvia que  tiveram a conversão de união estável para casamento civil recentemente aprovada, em segunda instância, no interior de São Paulo.


Reprodução do texto somente com o crédito e link do  blog.

18 de julho de 2012

Ex-mulher do Pastor Marcos Pereira o acusa de estupro



A ex-mulher do pastor Marcos Pereira, Ana Madureira da Silva, de 58 anos, prestou depoimento à Delegacia de Combate às Drogas (Dcod) que investiga acusações do coordenador do Afroreggae José Junior contra o pastor.
Ana Madureira foi casada com Pereira de 1989 a 1998 e afirmou em seu depoimento, segundo o site EXTRA, que em uma ocasião o ex-marido “entrou em casa, trancou as portas e fez sexo à força” com ela. Ela conta ainda que se casou com o pastor quando ainda não eram evangélicos e que, cinco anos depois seu então marido transformou a casa em um “ponto de pregação”, onde eram realizados cultos às segundas-feiras.
A ex-mulher do pastor afirma ainda que, antes do abuso acontecer, teria tido “uma visão do Anjo do Senhor que avisava que o pastor Marcos iria estuprá-la para que engravidasse” e depois lhe acusasse de adultério.
A delegada titular da Dcod, Valéria Aragão informou que as acusações de crimes sexuais contra Marcos Pereira serão encaminhadas, junto com os depoimentos, para as Delegacias de Atendimento à Mulher (Deam). O foco do inquérito conduzido pela Dcod é apurar o suposto envolvimento do pastor com tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro.
Segundo o EXTRA, nem o líder da Assembleia de Deus dos Últimos Dias nem sua ex-mulher quiseram comentar o caso. A única declaração foi dada pelo advogado do pastor, Sérgio Júnior, que informou ainda não ter tido acesso aos autos e disse que as acusações da ex-mulher são difamantes.

17 de julho de 2012

Silas fala em seu programa (Fala Malafaia) sobre perseguição religiosa.


Por Rô Moreira

Dia 15 de julho de 2012, no programa Fala Malafaia, foi mostrado  fotos de homossexuais, de cristãos declarados e de políticos opositores ao sistema islâmicos, enforcados.
Com a intenção de desmontar toda uma falsa idéia de que o Brasil é um país homofóbico, o pastor Silas Malafaia mostrou essas fotos. Trouxe também ao conhecimento da nação brasileira o cruel relacionamento do governo do Irã com os seus cidadãos, além é claro, de mostrar que na verdade a perseguição no Brasil é religiosa. As classes evangélicas e católicas têm sido enchovalhadas pelos ativistas gays, por serem as presenças mais fortes da moral na sociedade brasileira atual.
A forma condescendente como o ex. presidente Lula se comportou em relação a vários governos ditadores, nos mostrou que por trás desta falsa acusação de homofobia existe  na realidade um poder político que prega uma liberdade como pano de fundo, mas a  sua real essência é ditatorial. É sabido por todos  que todo regime de característica comunista não aceita dividir os seus ideais com ninguém e  a igreja tem um ideal totalmente adverso eles. 
Quando se levanta vários seguimentos distintos numa sociedade e teoricamente tendo o governo por trás defendendo a todos em detrimento da ordem e da moral da sociedade,  percebe-se que está se querendo trazer mais confusão do que organização. 
No que tange aos ativistas gays parece que eles não estão querendo resolver problema algum, pois de fato este problema não existe,  segundo os entrevistados do programa Fala Malafaia, eles criaram o problema com  a intenção de conseguir recursos nas três esferas de governo.
É fácil perceber que e em momento algum esses ativistas querem conciliação entre as partes, a maior prova disso é rejeição das mudanças feitas na PLC 122 pela Senadora Marta Suplicy, em defesa do projeto original. Eles ofendem o tempo todo as pessoas que pensam diferente deles, querem impor seu pensamento como verdade absoluta e não aceitam nenhuma manifestação contrária de sua linha de raciocínio, mesmo que esta esteja respaldada pela ciência e princípios bíblicos. Paz!

Mais Que Teologia - Paul Washer

16 de julho de 2012

Collor fazia rituais de magia negra.



A ex-mulher do ex-presidente brasileiro Fernando Collor de Mello (1990-1992), Rosane Collor (foto), confirmou em entrevista que o atual senador praticava rituais de magia negra quando governava o país, segundo informou neste domingo a TV Globo.

"Eles (Collor e seu grupo mais próximo de assessores) faziam rituais de magia negra, mas não com minha participação, porque em algumas coisas eu participei, mas na grande maioria eu não aceitava participar", afirmou Rosane ao "Fantástico".

Rosane, que foi até 2005 casada durante 22 anos com o ex-presidente, ratificou assim a revelação sobre os rituais de magia negra feita em 1992 à revista "Veja" por Pedro Collor de Mello, o próprio irmão do ex-chefe de Estado que morreu em 1994 vítima de um câncer no cérebro.

"Eram trabalhos em cemitérios, trabalhos muito fortes e com os animais era um massacre mesmo, com galinhas, bois, vacas e animais que eram sacrificados, quando conheci Fernando ele já frequentava esses ''ambientes'' e quando estivemos casados ele os praticava", confirmou Rosane.

Os rituais eram comandados por uma feiticeira de nome Maria Cecília, hoje pastora evangélica como a própria Rosane, e que aparece ao lado de Collor em várias imagens da época, na qual o senador aliado à presidente Dilma Rousseff governava o país.

Segundo Rosane, Maria Cecília sugeria a Collor o uso de vestidos brancos e um altar de magia negra na Casa da Dinda, domicílio particular da família em Brasília.

Quando Maria Cecília se tornou pastora e lançou um disco de música evangélica revelou à revista Época as práticas dos rituais por parte do ex-presidente, mas uma suposta ameaça telefônica de Collor impediu que Rosane acompanhasse a religiosa no lançamento do álbum musical e de revelações.

Collor foi presidente do Brasil entre março de 1990 e dezembro de 1992, quando renunciou no meio de um grave escândalo de corrupção que o levou a perder todos seus direitos políticos até 2006, quando foi absolvido e depois eleito senador por seu estado natal de Alagoas, cargo que ocupa atualmente.

Apesar das confirmações sobre os rituais, Rosane afirmou que seu ex-marido nada teve a ver com o assassinato de seu principal assessor e tesoureiro durante a campanha presidencial de 1989, PC Farias, morto em estranhas circunstâncias em 1993 quando gozava de liberdade condicional.

No entanto, Rosane sentenciou: "Eu me considero um arquivo vivo e se algo acontecer com minha vida o responsável vai ser Fernando Collor de Mello", assegurando que seu ex-marido tem medo do lançamento de um livro que ela prepara e na qual promete contar detalhes dos rituais e das obscuras relações com PC Farias, entre outros.

"Fernando foi o grande amor da minha vida, mas também foi minha grande decepção", concluiu a ex-primeira-dama, cargo que ocupou quando tinha apenas 26 anos de idade.
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