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28 de setembro de 2013

A liberdade de Deus. Uma exposição em Romanos 9:6-29



Rô Moreira

Diante de alguns acontecimentos desta semana em que um lider se achou mais capaz de compreender a salvação do que o Apóstolo Paulo, e alguns de seus seguidores concordando com com seu líder disseram que muitas vezes Paulo fazia questão de afirmar (isto digo eu e não o Senhor), esquecendo do  Evangelho revelado a Paulo pelo próprio SenhorJesus.

Podemos ver as Epístola aos Romanos 9 que foi contestada por um líder falho que mais atrapalha do que ajuda, podemos ver as Epístolas aos Coríntios e as poderosas epístolas da prisão, como Efésios, Filipenses e Colossenses. Ficamos impressionados com o majestoso ímpeto, profundi­dade e a consistência com que Paulo expõe o propósito de Deus de eter­nidade a eternidade. Gl 1.11 e 12 Faço-vos, porém, saber, irmãos (uma fórmula favorita sua de introduzir uma declaração importante), que o evangelho por mim anunciado não é segundo o homem; porque eu não o recebi, nem o aprendi de homem algum, mas mediante revelação de Jesus Cristo. Eis aí a razão por que o evangelho de Paulo era o padrão pelo qual os outros evangelhos deviam ser medidos. O seu evangelho era (literalmente, versículo 11) "não... segundo o homem"; não era "invenção hu­mana" "Eu o preguei'', Paulo poderia dizer, "mas não o inventei. Também não o recebi de um homem, como se fosse uma tradição já aceita, passada de uma geração a outra. “Também não me foi ensinado, como se o precisasse aprender de mestres humanos.” Pelo contrário, ele veio "mediante revelação de Jesus Cristo". Isto provavelmente significa que ele lhe foi revelado por Jesus Cristo. 

Sabemos que a liberdade de Deus significa desigualdade. Desigualdade, porém, sempre levanta em nós  homens o sentimento de injustiça. Queremos medir 
Deus por nossos padrões morais, religiosos e limitados; Padrões nunca aceitos por Deus! Mas a justiça de Deus não pode ser mensurada pelos nossos padrões que são comparados a trapos de imundícia ( Isaías 64:6. ); Isso inclui sua liberdade soberana absoluta; senão ele não seria o Deus que dispõe de todas as coisas livremente. Sua dádiva não está sujeita a qualquer regra, mas tão somente à sua livre vontade que jamais se perde em sua essência: (“sua singular e soberana liberdade”); por isso é Deus!! Ele assim concede sua misericórdia a quem deseja. Ninguém tem direito a esta misericórdia. Não existe possibilidade de conquistá-la (não depende de quem corre mais...), a misericórdia é uma livre dádiva de Deus, como fruto do seu amor gracioso; contudo, Deus endurece a quem ele quer, e assim como o barro é moldado, para uso de honra, há vasos que não serviram jamais e a estes não lhes cabe contestar o oleiro. Qual é a natureza do seu endurecimento, ele nos mostra em Faraó, e assim sendo ele (Deus) é sempre glorificado e honrado, por sua livre soberania e justiça de agir como lhe apraz! Portanto, nisto, também, esse é o segredo de sua onipotência – Deus afirma sua vontade e sua honra. A razão humana sempre se revolta e se posiciona irônica e ferozmente com o substancia e essência do que Paulo o Apóstolo trouxe-nos em seus textos no livro de Romanos; “Se Deus age assim, onde está a culpa humana..?” se afinal tudo esta nas mãos de Deus, onde está a nossa responsabilidade? O pensamento humano jamais reconcilia a liberdade de Deus e a nossa responsabilidade pois, são antagônicos, a nossa liberdade é condicionada à nossa moral corrompida pela queda do homem, e a liberdade de Deus é sempre santa, soberana, e plenamente livre.
 Contudo, Paulo não admitira ser atraído para os caminhos filosóficos. Quem quer que não possa suportar a ideia de Deus ser o Senhor absolutamente livre esquece-se que é criatura, e que está colocando-se em pé de igualdade com o Criador. Portanto, deve primeiro ser mostrado a ele novamente de maneira tão obvia quanto possível quem ele é: uma criatura, que, assim como já citado, um vaso de barro nas mãos do oleiro. Portanto, o tema deste texto, é a justiça de Deus e a justiça do homem, pois diz respeito à justiça que Deus aplica, e não ao tipo de justiça que o homem crê possuir por si mesmo, diz respeito à livre misericórdia e não às pretensões humanas e qualquer um que não queira ou deseja reconhecer isso, será precisamente a sua ruína! - ("O orgulhoso de coração levanta contendas, mas o que confia no SENHOR prosperará." (Provérbios 28 : 25)-( "Traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus," (II Timóteo 3 : 4) – (Romanos 9:14,15,16 - Que diremos pois? que há injustiça da parte de Deus? De maneira nenhuma. 15 Pois diz a Moisés: Compadecer-me-ei de quem me compadecer, e terei misericórdia de quem eu tiver misericórdia. 16 Assim, pois, isto não depende do que quer, nem do que corre, mas de Deus, que se compadece. Bom final de semana a todos.

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