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14 de abril de 2014

Ex-chefe do Estado-Maior da Defesa General Romulo Bini, diz que quem no exercito, pedir desculpas pelo regime militar de 64 deve ser considerado um TRAIDOR




Jornal O ESTADO DE SÃO PAULO
12 de abril de 2014 | 11h 47

Brasília - O ex-chefe do Estado-Maior da Defesa, general Rômulo Bini, atualmente na reserva, reagiu às declarações do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e do ex-ministro da Comunicação Social do ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva, Franklin Martins, de que as Forças Armadas devem um pedido formal de desculpas ao País por conta dos erros cometidos durante o regime militar. "Com base em 50 anos de vivência na Instituição, creio que esse pedido de desculpas, por parte do Exército, não virá. E, se vier, aquele que o fizer será considerado leviano, e será, inexoravelmente, marcado como um traidor, à semelhança de Calabar", disse ao Estado o general, que disse estar "indignado com a série de matérias que têm como única finalidade denegrir a revolução". O general Bini acrescentou ainda que os militares "reconhecem que houve erros de parte a parte". Mas ressalva que "infelizmente somente uma das partes é tratada como vilã".

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