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27 de julho de 2014

A “trabalhadora” Sininho queria se exilar para colher dividendos políticos. Em Cuba? Na Venezuela? Não! Na Inglaterra!

Essa esquerda radical nossa é mesmo patética. Vejam só: a tal Sininho, a ordinária que comandava a trupe de vagabundos mascarados, segundo denúncias da polícia, pretendia se “exilar” no exterior após a Copa. Ganha uma mariola mordida quem acertar o destino. Cuba? Venezuela? Faria sentido, pelo que ela pretende fazer com o Brasil, não é mesmo?
Mas não é nada disso. A mocinhaplanejava ir para… a Inglaterra! Ia desfrutar das benesses do… capitalismo! Ia buscar uma segurança maior no… império das leis! Defende o socialismo caótico apenas para os outros, pois pimenta no olho dos outros é refresco. Vejam:
A advogada Eloísa Samy, que pediu asilo político ao Uruguai, na segunda-feira (21) não foi a primeira a cogitar sair do país. A produtora cultural Elisa Quadros Sanzi, a Sininho, tinha a intenção de se “exilar” na Inglaterra depois da Copa do Mundo. O tema foi discutido com advogados e com outros ativistas, mostram ligações telefônicas interceptadas pela polícia, em inquérito que fundamentou a denúncia por associação criminosa contra 23 militantes.
Numa das conversas, em 24 de junho, Elisa diz a um homem chamado Igor –provavelmente Igor D’Icarahy, que também deixou a prisão na noite desta quinta-feira (24)–, que está “pensando em exílio”. “Acho que vou aceitar ir para Inglaterra com Mohamed para fazer as denúncias do que está acontecendo aqui. Porque ia ser uma espécie de caos, né? Eu me exilar agora, depois da Copa, antes das eleições”, diz Elisa.
“Esperar é meio burrice. Mohamed naquela época falou isso, inclusive na frente do Marino. É melhor eu solta, fazendo as coisas. E exílio tem poder político muito forte. Imagina uma pessoa ser exilada agora, se a gente fizesse uma boa campanha, um escarcéu internacional. A perseguição que eu estou vivendo não vai acabar, Igor. Tinha um policial na porta da minha casa”, reage a ativista.
Ela completa: “O que é esse inquérito, ele vai até onde? Minha vida está virando uma espécie de inferno. Não estou conseguindo trabalhar, militar, fazer nada. É ameaça em cima de ameaça, ameaça de milícia, ameaça de policial. Se eu não for assassinada por um policial, eu vou ser presa, e aí?”
Notem que o “exílio” autoimposto serviria para colher dividendos políticos, renderia uma ótima campanha! Em seguida, reparem como ela alega não estar conseguindo trabalhar. Trabalhar? E qual é o trabalho desta jovem? Militância organizada? Ela chama isso de trabalho? “Ei, você trabalha com o quê? É médica? Advogada? Psicóloga? Economista?”. “Não, sou uma black bloc!”
É uma palhaçada isso tudo! O Brasil virou um circo mesmo. Não fosse aquele tal de Siro Darlan, essa moçoila estaria no único lugar que lhe cabe: a prisão!

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