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8 de agosto de 2014

"Feliz é a nação cujo Deus é o Senhor" - Diz Dilma na Assembleia de Deus no Brás, em São Paulo




Dilma é recebida por evangélicos em encontro de mulheres da Assembleia de Deus - Marcos Alves / Agência O Globo
SÃO PAULO — Com um discurso marcado por referências bíblicas, a presidente Dilma Rousseff pediu nesta sexta-feira votos e orações às fiéis reunidas no congresso nacional de mulheres da Assembleia de Deus, em São Paulo. A presidente agradou a igreja ao dizer que reconhecia o trabalho das Assembleias de Deus pelo país. O gesto despertou declarações do presidente vitalício da Assembleia, Manuel Ferreira, e do presidente da igreja no Brás, Samuel Ferreira.
— Eu acredito naqueles que creem, acredito no poder de oração. Na Bíblia está escrito que a oração de um justo pode muito em seus efeitos. Quando voltarem aos seus estados não esqueçam de orar por mim, estarei contando muito com isso. Todos os dirigentes deste país dependem do voto do povo e da graça de Deus, eu também — disse Dilma.
Com a declaração de Dilma, Manoel Ferreira disse estar com a “alma lavada”:
— Eu nunca ouvi antes um presidente reconhecer o trabalho das Assembleias de Deus. Nem Lula, que é meu amigo. Ele reconhece, mas nunca falou — disse Manoel, que é líder máximo da Assembleia.
Além do ministro Gilberto Carvalho, da Secretaria Geral da Presidência, Dilma estava acompanhada do governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, e do deputado Geraldo Magela (PT-DF), ambos próximos da comunidade evangélica.
— O Estado brasileiro é laico, mas, citando o salmo de Davi, eu queria dizer que feliz é a nação cujo Deus é o senhor — disse Dilma, que completou:
— Reconheço a autoridade e a qualidade do trabalho prestado ao longo de 103 anos da Igreja Assembleia de Deus em todos os estados, em todos os rincões.
PETISTA FOGE DE TEMAS POLÊMICOS
Falando dos programas sociais e com reiterados elogios à defesa da família feita pelos evangélicos, Dilma escapou de temas polêmicos como aborto e homossexualidade, que lhe custaram crise com religiosos nas eleições de 2010.
Integrante da Assembleia de Deus, o líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (RJ), tentou colocar a polêmica na pauta, discursando antes da presidente. Ele disse que, a pedido da bancada evangélica, a presidente cancelou a portaria 415, que regulamentava o atendimento pelo SUS aos casos de aborto legal, e defendeu que os pastores tenham o direito de pregar que a “homossexualismo é pecado”.
Os líderes da Assembleia, no entanto, evitaram retomar o assunto. Segundo participantes do encontro, as evangélicas foram orientadas a receber bem a presidente, sob pena de manchar a imagem da igreja.
— Se um dia senhora não for aplaudida, lembre que há um povo que lhe aplaude e faz isso direito — disse Samuel Ferreira, presidente da Assembleia no Brás, principal templo da igreja em São Paulo.
O pastor pediu que o público homenageasse a presidente com uma canção. A escolhida foi “Mulheres Guerreiras”, cuja letra dizia: “Como pode estar quieta se o Senhor deu uma ordem contra os seus inimigos. Deus vai pelejar”. Enquanto cantavam, as mulheres agitavam lenços coloridos.
Samuel pediu que as fieis rezassem por Dilma e, na oração, foi lembrado ainda o ex-presidente Lula. Um dos candidatos a presidente, o Pastor Everaldo (PSC), é da Assembleia de Deus.

Read more: http://oglobo.globo.com/brasil/feliz-a-nacao-cujo-deus-o-senhor-discursa-dilma-em-encontro-com-evangelicas-13535253#ixzz39qp77t1R
De olho no voto dos evangélicos em busca de apoio para sua reeleição, a presidente Dilma Rousseff fez nesta sexta-feira (8) um aceno aos religiosos sustentando que "é importante crer" e disse acreditar no poder da oração. 
Com um discurso com várias citações e expressões religiosas, a petista recorreu duas vezes a um salmo para afirmar que "o Estado é laico, mas feliz é a Nação cujo Deus é o Senhor". "Eu acredito naqueles que creem e no poder da oração. 
Na bíblia, está escrito que a oração de um justo pode muito em seus efeitos. Não se esqueçam de orar por mim. Eu estarei contando muito com isso. Quero dizer também para vocês que todos os dirigentes desse país dependem do voto do povo e da graça de Deus. Eu também", afirmou Dilma. A presidente participou na manhã desta sexta do encerramento de congresso da Assembleia de Deus, no Brás, na região central do São Paulo, com mais de 5.000 pastoras e missionárias da ala comandada pelo bispo Manoel Ferreira, que apoia seu adversário Pastor Everaldo (PSC). 
 No início do culto, a presidente fez a oração do Pai Nosso. A petista foi recebida com a letra da música "Mulheres Guerreiras" que era exibida nos telões. Dilma ensaiou algumas estrofes e bateu palmas. Dilma falou por mais de meia hora. No discurso lido, a presidente falou várias vezes "graças a Deus" e elogiou o trabalho social da Assembleia de Deus. A petista afirmou ainda que nunca um governo valorizou tanto a família e que ela cumpriu a promessa eleitoral de 2010. 
A presidente fez uma longa exaltação de programas do governo como Minha Casa, Minha Vida, Pronatec, Bolsa Família, programa de creches e Brasil Sem Miséria. Ela estava acompanhada do ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência), do governador Agnelo Queiroz (DF) e do líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (RJ), um dos principais representantes da bancada evangélica. Dilma não lançou nenhuma vacina sobre a questão do aborto, que foi apontada como um dos motivos de ter proporcionado o segundo turno das eleições de 2010. 
A única referência foi feita por Cunha, dizendo que falava como servo de Deus, que afirmou que a gestão de Dilma foi rápida para anular uma portaria que flexibilizava o aborto. Ele foi aplaudido por Dilma e pelos presentes. O congressista afirmou ainda que os evangélicos são contrários à legalização das drogas e defendem a liberdade de culto para poder pregar contra a homossexualidade. 
 ORIENTAÇÕES 
Segundo relatos de pastoras, nos últimos dias, o comando da Assembleia de Deus de Madureira recomendou que elas evitassem qualquer manifestação que pudesse ser interpretada como contrária a Dilma no culto. No início, a pastora Keila Ferreira chegou a falar que o povo evangélico é muito educado. Ao final, o bispo Manoel Ferreira elogiou Dilma. 
"Nunca ouvi antes um presidente reconhecer os trabalhos da Assembleia de Deus. Ninguém nunca falou como a senhora falou, queria mostrar a diferença. Fiquei muito satisfeito, saímos com a alma lavada", afirmou. O pastor Samuel Ferreira reforçou os elogios. "Me senti gente hoje. Me senti reconhecido como ser humano".
Gospel Channel / Folha
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De olho no voto dos evangélicos em busca de apoio para sua reeleição, a presidente Dilma Rousseff fez nesta sexta-feira (8) um aceno aos religiosos sustentando que "é importante crer" e disse acreditar no poder da oração. 
Com um discurso com várias citações e expressões religiosas, a petista recorreu duas vezes a um salmo para afirmar que "o Estado é laico, mas feliz é a Nação cujo Deus é o Senhor". "Eu acredito naqueles que creem e no poder da oração. 
Na bíblia, está escrito que a oração de um justo pode muito em seus efeitos. Não se esqueçam de orar por mim. Eu estarei contando muito com isso. Quero dizer também para vocês que todos os dirigentes desse país dependem do voto do povo e da graça de Deus. Eu também", afirmou Dilma. A presidente participou na manhã desta sexta do encerramento de congresso da Assembleia de Deus, no Brás, na região central do São Paulo, com mais de 5.000 pastoras e missionárias da ala comandada pelo bispo Manoel Ferreira, que apoia seu adversário Pastor Everaldo (PSC). 
 No início do culto, a presidente fez a oração do Pai Nosso. A petista foi recebida com a letra da música "Mulheres Guerreiras" que era exibida nos telões. Dilma ensaiou algumas estrofes e bateu palmas. Dilma falou por mais de meia hora. No discurso lido, a presidente falou várias vezes "graças a Deus" e elogiou o trabalho social da Assembleia de Deus. A petista afirmou ainda que nunca um governo valorizou tanto a família e que ela cumpriu a promessa eleitoral de 2010. 
A presidente fez uma longa exaltação de programas do governo como Minha Casa, Minha Vida, Pronatec, Bolsa Família, programa de creches e Brasil Sem Miséria. Ela estava acompanhada do ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência), do governador Agnelo Queiroz (DF) e do líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (RJ), um dos principais representantes da bancada evangélica. Dilma não lançou nenhuma vacina sobre a questão do aborto, que foi apontada como um dos motivos de ter proporcionado o segundo turno das eleições de 2010. 
A única referência foi feita por Cunha, dizendo que falava como servo de Deus, que afirmou que a gestão de Dilma foi rápida para anular uma portaria que flexibilizava o aborto. Ele foi aplaudido por Dilma e pelos presentes. O congressista afirmou ainda que os evangélicos são contrários à legalização das drogas e defendem a liberdade de culto para poder pregar contra a homossexualidade. 
 ORIENTAÇÕES 
Segundo relatos de pastoras, nos últimos dias, o comando da Assembleia de Deus de Madureira recomendou que elas evitassem qualquer manifestação que pudesse ser interpretada como contrária a Dilma no culto. No início, a pastora Keila Ferreira chegou a falar que o povo evangélico é muito educado. Ao final, o bispo Manoel Ferreira elogiou Dilma. 
"Nunca ouvi antes um presidente reconhecer os trabalhos da Assembleia de Deus. Ninguém nunca falou como a senhora falou, queria mostrar a diferença. Fiquei muito satisfeito, saímos com a alma lavada", afirmou. O pastor Samuel Ferreira reforçou os elogios. "Me senti gente hoje. Me senti reconhecido como ser humano".
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Com um discurso com várias citações e expressões religiosas, a petista recorreu duas vezes a um salmo para afirmar que "o Estado é laico, mas feliz é a Nação cujo Deus é o Senhor". "Eu acredito naqueles que creem e no poder da oração. 
Na bíblia, está escrito que a oração de um justo pode muito em seus efeitos. Não se esqueçam de orar por mim. Eu estarei contando muito com isso. Quero dizer também para vocês que todos os dirigentes desse país dependem do voto do povo e da graça de Deus. Eu também", afirmou Dilma. A presidente participou na manhã desta sexta do encerramento de congresso da Assembleia de Deus, no Brás, na região central do São Paulo, com mais de 5.000 pastoras e missionárias da ala comandada pelo bispo Manoel Ferreira, que apoia seu adversário Pastor Everaldo (PSC). 
 No início do culto, a presidente fez a oração do Pai Nosso. A petista foi recebida com a letra da música "Mulheres Guerreiras" que era exibida nos telões. Dilma ensaiou algumas estrofes e bateu palmas. Dilma falou por mais de meia hora. No discurso lido, a presidente falou várias vezes "graças a Deus" e elogiou o trabalho social da Assembleia de Deus. A petista afirmou ainda que nunca um governo valorizou tanto a família e que ela cumpriu a promessa eleitoral de 2010. 
A presidente fez uma longa exaltação de programas do governo como Minha Casa, Minha Vida, Pronatec, Bolsa Família, programa de creches e Brasil Sem Miséria. Ela estava acompanhada do ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência), do governador Agnelo Queiroz (DF) e do líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (RJ), um dos principais representantes da bancada evangélica. Dilma não lançou nenhuma vacina sobre a questão do aborto, que foi apontada como um dos motivos de ter proporcionado o segundo turno das eleições de 2010. 
A única referência foi feita por Cunha, dizendo que falava como servo de Deus, que afirmou que a gestão de Dilma foi rápida para anular uma portaria que flexibilizava o aborto. Ele foi aplaudido por Dilma e pelos presentes. O congressista afirmou ainda que os evangélicos são contrários à legalização das drogas e defendem a liberdade de culto para poder pregar contra a homossexualidade. 
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Segundo relatos de pastoras, nos últimos dias, o comando da Assembleia de Deus de Madureira recomendou que elas evitassem qualquer manifestação que pudesse ser interpretada como contrária a Dilma no culto. No início, a pastora Keila Ferreira chegou a falar que o povo evangélico é muito educado. Ao final, o bispo Manoel Ferreira elogiou Dilma. 
"Nunca ouvi antes um presidente reconhecer os trabalhos da Assembleia de Deus. Ninguém nunca falou como a senhora falou, queria mostrar a diferença. Fiquei muito satisfeito, saímos com a alma lavada", afirmou. O pastor Samuel Ferreira reforçou os elogios. "Me senti gente hoje. Me senti reconhecido como ser humano".
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Na bíblia, está escrito que a oração de um justo pode muito em seus efeitos. Não se esqueçam de orar por mim. Eu estarei contando muito com isso. Quero dizer também para vocês que todos os dirigentes desse país dependem do voto do povo e da graça de Deus. Eu também", afirmou Dilma. A presidente participou na manhã desta sexta do encerramento de congresso da Assembleia de Deus, no Brás, na região central do São Paulo, com mais de 5.000 pastoras e missionárias da ala comandada pelo bispo Manoel Ferreira, que apoia seu adversário Pastor Everaldo (PSC). 
 No início do culto, a presidente fez a oração do Pai Nosso. A petista foi recebida com a letra da música "Mulheres Guerreiras" que era exibida nos telões. Dilma ensaiou algumas estrofes e bateu palmas. Dilma falou por mais de meia hora. No discurso lido, a presidente falou várias vezes "graças a Deus" e elogiou o trabalho social da Assembleia de Deus. A petista afirmou ainda que nunca um governo valorizou tanto a família e que ela cumpriu a promessa eleitoral de 2010. 
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A única referência foi feita por Cunha, dizendo que falava como servo de Deus, que afirmou que a gestão de Dilma foi rápida para anular uma portaria que flexibilizava o aborto. Ele foi aplaudido por Dilma e pelos presentes. O congressista afirmou ainda que os evangélicos são contrários à legalização das drogas e defendem a liberdade de culto para poder pregar contra a homossexualidade. 
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"Nunca ouvi antes um presidente reconhecer os trabalhos da Assembleia de Deus. Ninguém nunca falou como a senhora falou, queria mostrar a diferença. Fiquei muito satisfeito, saímos com a alma lavada", afirmou. O pastor Samuel Ferreira reforçou os elogios. "Me senti gente hoje. Me senti reconhecido como ser humano".
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"Nunca ouvi antes um presidente reconhecer os trabalhos da Assembleia de Deus. Ninguém nunca falou como a senhora falou, queria mostrar a diferença. Fiquei muito satisfeito, saímos com a alma lavada", afirmou. O pastor Samuel Ferreira reforçou os elogios. "Me senti gente hoje. Me senti reconhecido como ser humano".
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Com um discurso com várias citações e expressões religiosas, a petista recorreu duas vezes a um salmo para afirmar que "o Estado é laico, mas feliz é a Nação cujo Deus é o Senhor". "Eu acredito naqueles que creem e no poder da oração. 
Na bíblia, está escrito que a oração de um justo pode muito em seus efeitos. Não se esqueçam de orar por mim. Eu estarei contando muito com isso. Quero dizer também para vocês que todos os dirigentes desse país dependem do voto do povo e da graça de Deus. Eu também", afirmou Dilma. A presidente participou na manhã desta sexta do encerramento de congresso da Assembleia de Deus, no Brás, na região central do São Paulo, com mais de 5.000 pastoras e missionárias da ala comandada pelo bispo Manoel Ferreira, que apoia seu adversário Pastor Everaldo (PSC). 
 No início do culto, a presidente fez a oração do Pai Nosso. A petista foi recebida com a letra da música "Mulheres Guerreiras" que era exibida nos telões. Dilma ensaiou algumas estrofes e bateu palmas. Dilma falou por mais de meia hora. No discurso lido, a presidente falou várias vezes "graças a Deus" e elogiou o trabalho social da Assembleia de Deus. A petista afirmou ainda que nunca um governo valorizou tanto a família e que ela cumpriu a promessa eleitoral de 2010. 
A presidente fez uma longa exaltação de programas do governo como Minha Casa, Minha Vida, Pronatec, Bolsa Família, programa de creches e Brasil Sem Miséria. Ela estava acompanhada do ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência), do governador Agnelo Queiroz (DF) e do líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (RJ), um dos principais representantes da bancada evangélica. Dilma não lançou nenhuma vacina sobre a questão do aborto, que foi apontada como um dos motivos de ter proporcionado o segundo turno das eleições de 2010. 
A única referência foi feita por Cunha, dizendo que falava como servo de Deus, que afirmou que a gestão de Dilma foi rápida para anular uma portaria que flexibilizava o aborto. Ele foi aplaudido por Dilma e pelos presentes. O congressista afirmou ainda que os evangélicos são contrários à legalização das drogas e defendem a liberdade de culto para poder pregar contra a homossexualidade. 
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"Nunca ouvi antes um presidente reconhecer os trabalhos da Assembleia de Deus. Ninguém nunca falou como a senhora falou, queria mostrar a diferença. Fiquei muito satisfeito, saímos com a alma lavada", afirmou. O pastor Samuel Ferreira reforçou os elogios. "Me senti gente hoje. Me senti reconhecido como ser humano".
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Na bíblia, está escrito que a oração de um justo pode muito em seus efeitos. Não se esqueçam de orar por mim. Eu estarei contando muito com isso. Quero dizer também para vocês que todos os dirigentes desse país dependem do voto do povo e da graça de Deus. Eu também", afirmou Dilma. A presidente participou na manhã desta sexta do encerramento de congresso da Assembleia de Deus, no Brás, na região central do São Paulo, com mais de 5.000 pastoras e missionárias da ala comandada pelo bispo Manoel Ferreira, que apoia seu adversário Pastor Everaldo (PSC). 
 No início do culto, a presidente fez a oração do Pai Nosso. A petista foi recebida com a letra da música "Mulheres Guerreiras" que era exibida nos telões. Dilma ensaiou algumas estrofes e bateu palmas. Dilma falou por mais de meia hora. No discurso lido, a presidente falou várias vezes "graças a Deus" e elogiou o trabalho social da Assembleia de Deus. A petista afirmou ainda que nunca um governo valorizou tanto a família e que ela cumpriu a promessa eleitoral de 2010. 
A presidente fez uma longa exaltação de programas do governo como Minha Casa, Minha Vida, Pronatec, Bolsa Família, programa de creches e Brasil Sem Miséria. Ela estava acompanhada do ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência), do governador Agnelo Queiroz (DF) e do líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (RJ), um dos principais representantes da bancada evangélica. Dilma não lançou nenhuma vacina sobre a questão do aborto, que foi apontada como um dos motivos de ter proporcionado o segundo turno das eleições de 2010. 
A única referência foi feita por Cunha, dizendo que falava como servo de Deus, que afirmou que a gestão de Dilma foi rápida para anular uma portaria que flexibilizava o aborto. Ele foi aplaudido por Dilma e pelos presentes. O congressista afirmou ainda que os evangélicos são contrários à legalização das drogas e defendem a liberdade de culto para poder pregar contra a homossexualidade. 
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"Nunca ouvi antes um presidente reconhecer os trabalhos da Assembleia de Deus. Ninguém nunca falou como a senhora falou, queria mostrar a diferença. Fiquei muito satisfeito, saímos com a alma lavada", afirmou. O pastor Samuel Ferreira reforçou os elogios. "Me senti gente hoje. Me senti reconhecido como ser humano".
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Na bíblia, está escrito que a oração de um justo pode muito em seus efeitos. Não se esqueçam de orar por mim. Eu estarei contando muito com isso. Quero dizer também para vocês que todos os dirigentes desse país dependem do voto do povo e da graça de Deus. Eu também", afirmou Dilma. A presidente participou na manhã desta sexta do encerramento de congresso da Assembleia de Deus, no Brás, na região central do São Paulo, com mais de 5.000 pastoras e missionárias da ala comandada pelo bispo Manoel Ferreira, que apoia seu adversário Pastor Everaldo (PSC). 
 No início do culto, a presidente fez a oração do Pai Nosso. A petista foi recebida com a letra da música "Mulheres Guerreiras" que era exibida nos telões. Dilma ensaiou algumas estrofes e bateu palmas. Dilma falou por mais de meia hora. No discurso lido, a presidente falou várias vezes "graças a Deus" e elogiou o trabalho social da Assembleia de Deus. A petista afirmou ainda que nunca um governo valorizou tanto a família e que ela cumpriu a promessa eleitoral de 2010. 
A presidente fez uma longa exaltação de programas do governo como Minha Casa, Minha Vida, Pronatec, Bolsa Família, programa de creches e Brasil Sem Miséria. Ela estava acompanhada do ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência), do governador Agnelo Queiroz (DF) e do líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (RJ), um dos principais representantes da bancada evangélica. Dilma não lançou nenhuma vacina sobre a questão do aborto, que foi apontada como um dos motivos de ter proporcionado o segundo turno das eleições de 2010. 
A única referência foi feita por Cunha, dizendo que falava como servo de Deus, que afirmou que a gestão de Dilma foi rápida para anular uma portaria que flexibilizava o aborto. Ele foi aplaudido por Dilma e pelos presentes. O congressista afirmou ainda que os evangélicos são contrários à legalização das drogas e defendem a liberdade de culto para poder pregar contra a homossexualidade. 
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 No início do culto, a presidente fez a oração do Pai Nosso. A petista foi recebida com a letra da música "Mulheres Guerreiras" que era exibida nos telões. Dilma ensaiou algumas estrofes e bateu palmas. Dilma falou por mais de meia hora. No discurso lido, a presidente falou várias vezes "graças a Deus" e elogiou o trabalho social da Assembleia de Deus. A petista afirmou ainda que nunca um governo valorizou tanto a família e que ela cumpriu a promessa eleitoral de 2010. 
A presidente fez uma longa exaltação de programas do governo como Minha Casa, Minha Vida, Pronatec, Bolsa Família, programa de creches e Brasil Sem Miséria. Ela estava acompanhada do ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência), do governador Agnelo Queiroz (DF) e do líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (RJ), um dos principais representantes da bancada evangélica. Dilma não lançou nenhuma vacina sobre a questão do aborto, que foi apontada como um dos motivos de ter proporcionado o segundo turno das eleições de 2010. 
A única referência foi feita por Cunha, dizendo que falava como servo de Deus, que afirmou que a gestão de Dilma foi rápida para anular uma portaria que flexibilizava o aborto. Ele foi aplaudido por Dilma e pelos presentes. O congressista afirmou ainda que os evangélicos são contrários à legalização das drogas e defendem a liberdade de culto para poder pregar contra a homossexualidade. 
 ORIENTAÇÕES 
Segundo relatos de pastoras, nos últimos dias, o comando da Assembleia de Deus de Madureira recomendou que elas evitassem qualquer manifestação que pudesse ser interpretada como contrária a Dilma no culto. No início, a pastora Keila Ferreira chegou a falar que o povo evangélico é muito educado. Ao final, o bispo Manoel Ferreira elogiou Dilma. 
"Nunca ouvi antes um presidente reconhecer os trabalhos da Assembleia de Deus. Ninguém nunca falou como a senhora falou, queria mostrar a diferença. Fiquei muito satisfeito, saímos com a alma lavada", afirmou. O pastor Samuel Ferreira reforçou os elogios. "Me senti gente hoje. Me senti reconhecido como ser humano".
Gospel Channel / Folha
- See more at: http://www.gospelchannelbrasil.com.br/2014/08/feliz-e-nacao-cujo-deus-e-o-senhor-diz.html#sthash.BNO77mMJ.dpuf
De olho no voto dos evangélicos em busca de apoio para sua reeleição, a presidente Dilma Rousseff fez nesta sexta-feira (8) um aceno aos religiosos sustentando que "é importante crer" e disse acreditar no poder da oração. 
Com um discurso com várias citações e expressões religiosas, a petista recorreu duas vezes a um salmo para afirmar que "o Estado é laico, mas feliz é a Nação cujo Deus é o Senhor". "Eu acredito naqueles que creem e no poder da oração. 
Na bíblia, está escrito que a oração de um justo pode muito em seus efeitos. Não se esqueçam de orar por mim. Eu estarei contando muito com isso. Quero dizer também para vocês que todos os dirigentes desse país dependem do voto do povo e da graça de Deus. Eu também", afirmou Dilma. A presidente participou na manhã desta sexta do encerramento de congresso da Assembleia de Deus, no Brás, na região central do São Paulo, com mais de 5.000 pastoras e missionárias da ala comandada pelo bispo Manoel Ferreira, que apoia seu adversário Pastor Everaldo (PSC). 
 No início do culto, a presidente fez a oração do Pai Nosso. A petista foi recebida com a letra da música "Mulheres Guerreiras" que era exibida nos telões. Dilma ensaiou algumas estrofes e bateu palmas. Dilma falou por mais de meia hora. No discurso lido, a presidente falou várias vezes "graças a Deus" e elogiou o trabalho social da Assembleia de Deus. A petista afirmou ainda que nunca um governo valorizou tanto a família e que ela cumpriu a promessa eleitoral de 2010. 
A presidente fez uma longa exaltação de programas do governo como Minha Casa, Minha Vida, Pronatec, Bolsa Família, programa de creches e Brasil Sem Miséria. Ela estava acompanhada do ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência), do governador Agnelo Queiroz (DF) e do líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (RJ), um dos principais representantes da bancada evangélica. Dilma não lançou nenhuma vacina sobre a questão do aborto, que foi apontada como um dos motivos de ter proporcionado o segundo turno das eleições de 2010. 
A única referência foi feita por Cunha, dizendo que falava como servo de Deus, que afirmou que a gestão de Dilma foi rápida para anular uma portaria que flexibilizava o aborto. Ele foi aplaudido por Dilma e pelos presentes. O congressista afirmou ainda que os evangélicos são contrários à legalização das drogas e defendem a liberdade de culto para poder pregar contra a homossexualidade. 
 ORIENTAÇÕES 
Segundo relatos de pastoras, nos últimos dias, o comando da Assembleia de Deus de Madureira recomendou que elas evitassem qualquer manifestação que pudesse ser interpretada como contrária a Dilma no culto. No início, a pastora Keila Ferreira chegou a falar que o povo evangélico é muito educado. Ao final, o bispo Manoel Ferreira elogiou Dilma. 
"Nunca ouvi antes um presidente reconhecer os trabalhos da Assembleia de Deus. Ninguém nunca falou como a senhora falou, queria mostrar a diferença. Fiquei muito satisfeito, saímos com a alma lavada", afirmou. O pastor Samuel Ferreira reforçou os elogios. "Me senti gente hoje. Me senti reconhecido como ser humano".
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Com um discurso com várias citações e expressões religiosas, a petista recorreu duas vezes a um salmo para afirmar que "o Estado é laico, mas feliz é a Nação cujo Deus é o Senhor". "Eu acredito naqueles que creem e no poder da oração. 
Na bíblia, está escrito que a oração de um justo pode muito em seus efeitos. Não se esqueçam de orar por mim. Eu estarei contando muito com isso. Quero dizer também para vocês que todos os dirigentes desse país dependem do voto do povo e da graça de Deus. Eu também", afirmou Dilma. A presidente participou na manhã desta sexta do encerramento de congresso da Assembleia de Deus, no Brás, na região central do São Paulo, com mais de 5.000 pastoras e missionárias da ala comandada pelo bispo Manoel Ferreira, que apoia seu adversário Pastor Everaldo (PSC). 
 No início do culto, a presidente fez a oração do Pai Nosso. A petista foi recebida com a letra da música "Mulheres Guerreiras" que era exibida nos telões. Dilma ensaiou algumas estrofes e bateu palmas. Dilma falou por mais de meia hora. No discurso lido, a presidente falou várias vezes "graças a Deus" e elogiou o trabalho social da Assembleia de Deus. A petista afirmou ainda que nunca um governo valorizou tanto a família e que ela cumpriu a promessa eleitoral de 2010. 
A presidente fez uma longa exaltação de programas do governo como Minha Casa, Minha Vida, Pronatec, Bolsa Família, programa de creches e Brasil Sem Miséria. Ela estava acompanhada do ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência), do governador Agnelo Queiroz (DF) e do líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (RJ), um dos principais representantes da bancada evangélica. Dilma não lançou nenhuma vacina sobre a questão do aborto, que foi apontada como um dos motivos de ter proporcionado o segundo turno das eleições de 2010. 
A única referência foi feita por Cunha, dizendo que falava como servo de Deus, que afirmou que a gestão de Dilma foi rápida para anular uma portaria que flexibilizava o aborto. Ele foi aplaudido por Dilma e pelos presentes. O congressista afirmou ainda que os evangélicos são contrários à legalização das drogas e defendem a liberdade de culto para poder pregar contra a homossexualidade. 
 ORIENTAÇÕES 
Segundo relatos de pastoras, nos últimos dias, o comando da Assembleia de Deus de Madureira recomendou que elas evitassem qualquer manifestação que pudesse ser interpretada como contrária a Dilma no culto. No início, a pastora Keila Ferreira chegou a falar que o povo evangélico é muito educado. Ao final, o bispo Manoel Ferreira elogiou Dilma. 
"Nunca ouvi antes um presidente reconhecer os trabalhos da Assembleia de Deus. Ninguém nunca falou como a senhora falou, queria mostrar a diferença. Fiquei muito satisfeito, saímos com a alma lavada", afirmou. O pastor Samuel Ferreira reforçou os elogios. "Me senti gente hoje. Me senti reconhecido como ser humano".
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Com um discurso com várias citações e expressões religiosas, a petista recorreu duas vezes a um salmo para afirmar que "o Estado é laico, mas feliz é a Nação cujo Deus é o Senhor". "Eu acredito naqueles que creem e no poder da oração. 
Na bíblia, está escrito que a oração de um justo pode muito em seus efeitos. Não se esqueçam de orar por mim. Eu estarei contando muito com isso. Quero dizer também para vocês que todos os dirigentes desse país dependem do voto do povo e da graça de Deus. Eu também", afirmou Dilma. A presidente participou na manhã desta sexta do encerramento de congresso da Assembleia de Deus, no Brás, na região central do São Paulo, com mais de 5.000 pastoras e missionárias da ala comandada pelo bispo Manoel Ferreira, que apoia seu adversário Pastor Everaldo (PSC). 
 No início do culto, a presidente fez a oração do Pai Nosso. A petista foi recebida com a letra da música "Mulheres Guerreiras" que era exibida nos telões. Dilma ensaiou algumas estrofes e bateu palmas. Dilma falou por mais de meia hora. No discurso lido, a presidente falou várias vezes "graças a Deus" e elogiou o trabalho social da Assembleia de Deus. A petista afirmou ainda que nunca um governo valorizou tanto a família e que ela cumpriu a promessa eleitoral de 2010. 
A presidente fez uma longa exaltação de programas do governo como Minha Casa, Minha Vida, Pronatec, Bolsa Família, programa de creches e Brasil Sem Miséria. Ela estava acompanhada do ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência), do governador Agnelo Queiroz (DF) e do líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (RJ), um dos principais representantes da bancada evangélica. Dilma não lançou nenhuma vacina sobre a questão do aborto, que foi apontada como um dos motivos de ter proporcionado o segundo turno das eleições de 2010. 
A única referência foi feita por Cunha, dizendo que falava como servo de Deus, que afirmou que a gestão de Dilma foi rápida para anular uma portaria que flexibilizava o aborto. Ele foi aplaudido por Dilma e pelos presentes. O congressista afirmou ainda que os evangélicos são contrários à legalização das drogas e defendem a liberdade de culto para poder pregar contra a homossexualidade. 
 ORIENTAÇÕES 
Segundo relatos de pastoras, nos últimos dias, o comando da Assembleia de Deus de Madureira recomendou que elas evitassem qualquer manifestação que pudesse ser interpretada como contrária a Dilma no culto. No início, a pastora Keila Ferreira chegou a falar que o povo evangélico é muito educado. Ao final, o bispo Manoel Ferreira elogiou Dilma. 
"Nunca ouvi antes um presidente reconhecer os trabalhos da Assembleia de Deus. Ninguém nunca falou como a senhora falou, queria mostrar a diferença. Fiquei muito satisfeito, saímos com a alma lavada", afirmou. O pastor Samuel Ferreira reforçou os elogios. "Me senti gente hoje. Me senti reconhecido como ser humano".
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Com um discurso com várias citações e expressões religiosas, a petista recorreu duas vezes a um salmo para afirmar que "o Estado é laico, mas feliz é a Nação cujo Deus é o Senhor". "Eu acredito naqueles que creem e no poder da oração. 
Na bíblia, está escrito que a oração de um justo pode muito em seus efeitos. Não se esqueçam de orar por mim. Eu estarei contando muito com isso. Quero dizer também para vocês que todos os dirigentes desse país dependem do voto do povo e da graça de Deus. Eu também", afirmou Dilma. A presidente participou na manhã desta sexta do encerramento de congresso da Assembleia de Deus, no Brás, na região central do São Paulo, com mais de 5.000 pastoras e missionárias da ala comandada pelo bispo Manoel Ferreira, que apoia seu adversário Pastor Everaldo (PSC). 
 No início do culto, a presidente fez a oração do Pai Nosso. A petista foi recebida com a letra da música "Mulheres Guerreiras" que era exibida nos telões. Dilma ensaiou algumas estrofes e bateu palmas. Dilma falou por mais de meia hora. No discurso lido, a presidente falou várias vezes "graças a Deus" e elogiou o trabalho social da Assembleia de Deus. A petista afirmou ainda que nunca um governo valorizou tanto a família e que ela cumpriu a promessa eleitoral de 2010. 
A presidente fez uma longa exaltação de programas do governo como Minha Casa, Minha Vida, Pronatec, Bolsa Família, programa de creches e Brasil Sem Miséria. Ela estava acompanhada do ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência), do governador Agnelo Queiroz (DF) e do líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (RJ), um dos principais representantes da bancada evangélica. Dilma não lançou nenhuma vacina sobre a questão do aborto, que foi apontada como um dos motivos de ter proporcionado o segundo turno das eleições de 2010. 
A única referência foi feita por Cunha, dizendo que falava como servo de Deus, que afirmou que a gestão de Dilma foi rápida para anular uma portaria que flexibilizava o aborto. Ele foi aplaudido por Dilma e pelos presentes. O congressista afirmou ainda que os evangélicos são contrários à legalização das drogas e defendem a liberdade de culto para poder pregar contra a homossexualidade. 
 ORIENTAÇÕES 
Segundo relatos de pastoras, nos últimos dias, o comando da Assembleia de Deus de Madureira recomendou que elas evitassem qualquer manifestação que pudesse ser interpretada como contrária a Dilma no culto. No início, a pastora Keila Ferreira chegou a falar que o povo evangélico é muito educado. Ao final, o bispo Manoel Ferreira elogiou Dilma. 
"Nunca ouvi antes um presidente reconhecer os trabalhos da Assembleia de Deus. Ninguém nunca falou como a senhora falou, queria mostrar a diferença. Fiquei muito satisfeito, saímos com a alma lavada", afirmou. O pastor Samuel Ferreira reforçou os elogios. "Me senti gente hoje. Me senti reconhecido como ser humano".
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Com um discurso com várias citações e expressões religiosas, a petista recorreu duas vezes a um salmo para afirmar que "o Estado é laico, mas feliz é a Nação cujo Deus é o Senhor". "Eu acredito naqueles que creem e no poder da oração. 
Na bíblia, está escrito que a oração de um justo pode muito em seus efeitos. Não se esqueçam de orar por mim. Eu estarei contando muito com isso. Quero dizer também para vocês que todos os dirigentes desse país dependem do voto do povo e da graça de Deus. Eu também", afirmou Dilma. A presidente participou na manhã desta sexta do encerramento de congresso da Assembleia de Deus, no Brás, na região central do São Paulo, com mais de 5.000 pastoras e missionárias da ala comandada pelo bispo Manoel Ferreira, que apoia seu adversário Pastor Everaldo (PSC). 
 No início do culto, a presidente fez a oração do Pai Nosso. A petista foi recebida com a letra da música "Mulheres Guerreiras" que era exibida nos telões. Dilma ensaiou algumas estrofes e bateu palmas. Dilma falou por mais de meia hora. No discurso lido, a presidente falou várias vezes "graças a Deus" e elogiou o trabalho social da Assembleia de Deus. A petista afirmou ainda que nunca um governo valorizou tanto a família e que ela cumpriu a promessa eleitoral de 2010. 
A presidente fez uma longa exaltação de programas do governo como Minha Casa, Minha Vida, Pronatec, Bolsa Família, programa de creches e Brasil Sem Miséria. Ela estava acompanhada do ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência), do governador Agnelo Queiroz (DF) e do líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (RJ), um dos principais representantes da bancada evangélica. Dilma não lançou nenhuma vacina sobre a questão do aborto, que foi apontada como um dos motivos de ter proporcionado o segundo turno das eleições de 2010. 
A única referência foi feita por Cunha, dizendo que falava como servo de Deus, que afirmou que a gestão de Dilma foi rápida para anular uma portaria que flexibilizava o aborto. Ele foi aplaudido por Dilma e pelos presentes. O congressista afirmou ainda que os evangélicos são contrários à legalização das drogas e defendem a liberdade de culto para poder pregar contra a homossexualidade. 
 ORIENTAÇÕES 
Segundo relatos de pastoras, nos últimos dias, o comando da Assembleia de Deus de Madureira recomendou que elas evitassem qualquer manifestação que pudesse ser interpretada como contrária a Dilma no culto. No início, a pastora Keila Ferreira chegou a falar que o povo evangélico é muito educado. Ao final, o bispo Manoel Ferreira elogiou Dilma. 
"Nunca ouvi antes um presidente reconhecer os trabalhos da Assembleia de Deus. Ninguém nunca falou como a senhora falou, queria mostrar a diferença. Fiquei muito satisfeito, saímos com a alma lavada", afirmou. O pastor Samuel Ferreira reforçou os elogios. "Me senti gente hoje. Me senti reconhecido como ser humano".
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Com um discurso com várias citações e expressões religiosas, a petista recorreu duas vezes a um salmo para afirmar que "o Estado é laico, mas feliz é a Nação cujo Deus é o Senhor". "Eu acredito naqueles que creem e no poder da oração. 
Na bíblia, está escrito que a oração de um justo pode muito em seus efeitos. Não se esqueçam de orar por mim. Eu estarei contando muito com isso. Quero dizer também para vocês que todos os dirigentes desse país dependem do voto do povo e da graça de Deus. Eu também", afirmou Dilma. A presidente participou na manhã desta sexta do encerramento de congresso da Assembleia de Deus, no Brás, na região central do São Paulo, com mais de 5.000 pastoras e missionárias da ala comandada pelo bispo Manoel Ferreira, que apoia seu adversário Pastor Everaldo (PSC). 
 No início do culto, a presidente fez a oração do Pai Nosso. A petista foi recebida com a letra da música "Mulheres Guerreiras" que era exibida nos telões. Dilma ensaiou algumas estrofes e bateu palmas. Dilma falou por mais de meia hora. No discurso lido, a presidente falou várias vezes "graças a Deus" e elogiou o trabalho social da Assembleia de Deus. A petista afirmou ainda que nunca um governo valorizou tanto a família e que ela cumpriu a promessa eleitoral de 2010. 
A presidente fez uma longa exaltação de programas do governo como Minha Casa, Minha Vida, Pronatec, Bolsa Família, programa de creches e Brasil Sem Miséria. Ela estava acompanhada do ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência), do governador Agnelo Queiroz (DF) e do líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (RJ), um dos principais representantes da bancada evangélica. Dilma não lançou nenhuma vacina sobre a questão do aborto, que foi apontada como um dos motivos de ter proporcionado o segundo turno das eleições de 2010. 
A única referência foi feita por Cunha, dizendo que falava como servo de Deus, que afirmou que a gestão de Dilma foi rápida para anular uma portaria que flexibilizava o aborto. Ele foi aplaudido por Dilma e pelos presentes. O congressista afirmou ainda que os evangélicos são contrários à legalização das drogas e defendem a liberdade de culto para poder pregar contra a homossexualidade. 
 ORIENTAÇÕES 
Segundo relatos de pastoras, nos últimos dias, o comando da Assembleia de Deus de Madureira recomendou que elas evitassem qualquer manifestação que pudesse ser interpretada como contrária a Dilma no culto. No início, a pastora Keila Ferreira chegou a falar que o povo evangélico é muito educado. Ao final, o bispo Manoel Ferreira elogiou Dilma. 
"Nunca ouvi antes um presidente reconhecer os trabalhos da Assembleia de Deus. Ninguém nunca falou como a senhora falou, queria mostrar a diferença. Fiquei muito satisfeito, saímos com a alma lavada", afirmou. O pastor Samuel Ferreira reforçou os elogios. "Me senti gente hoje. Me senti reconhecido como ser humano".
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Com um discurso com várias citações e expressões religiosas, a petista recorreu duas vezes a um salmo para afirmar que "o Estado é laico, mas feliz é a Nação cujo Deus é o Senhor". "Eu acredito naqueles que creem e no poder da oração. 
Na bíblia, está escrito que a oração de um justo pode muito em seus efeitos. Não se esqueçam de orar por mim. Eu estarei contando muito com isso. Quero dizer também para vocês que todos os dirigentes desse país dependem do voto do povo e da graça de Deus. Eu também", afirmou Dilma. A presidente participou na manhã desta sexta do encerramento de congresso da Assembleia de Deus, no Brás, na região central do São Paulo, com mais de 5.000 pastoras e missionárias da ala comandada pelo bispo Manoel Ferreira, que apoia seu adversário Pastor Everaldo (PSC). 
 No início do culto, a presidente fez a oração do Pai Nosso. A petista foi recebida com a letra da música "Mulheres Guerreiras" que era exibida nos telões. Dilma ensaiou algumas estrofes e bateu palmas. Dilma falou por mais de meia hora. No discurso lido, a presidente falou várias vezes "graças a Deus" e elogiou o trabalho social da Assembleia de Deus. A petista afirmou ainda que nunca um governo valorizou tanto a família e que ela cumpriu a promessa eleitoral de 2010. 
A presidente fez uma longa exaltação de programas do governo como Minha Casa, Minha Vida, Pronatec, Bolsa Família, programa de creches e Brasil Sem Miséria. Ela estava acompanhada do ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência), do governador Agnelo Queiroz (DF) e do líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (RJ), um dos principais representantes da bancada evangélica. Dilma não lançou nenhuma vacina sobre a questão do aborto, que foi apontada como um dos motivos de ter proporcionado o segundo turno das eleições de 2010. 
A única referência foi feita por Cunha, dizendo que falava como servo de Deus, que afirmou que a gestão de Dilma foi rápida para anular uma portaria que flexibilizava o aborto. Ele foi aplaudido por Dilma e pelos presentes. O congressista afirmou ainda que os evangélicos são contrários à legalização das drogas e defendem a liberdade de culto para poder pregar contra a homossexualidade. 
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Segundo relatos de pastoras, nos últimos dias, o comando da Assembleia de Deus de Madureira recomendou que elas evitassem qualquer manifestação que pudesse ser interpretada como contrária a Dilma no culto. No início, a pastora Keila Ferreira chegou a falar que o povo evangélico é muito educado. Ao final, o bispo Manoel Ferreira elogiou Dilma. 
"Nunca ouvi antes um presidente reconhecer os trabalhos da Assembleia de Deus. Ninguém nunca falou como a senhora falou, queria mostrar a diferença. Fiquei muito satisfeito, saímos com a alma lavada", afirmou. O pastor Samuel Ferreira reforçou os elogios. "Me senti gente hoje. Me senti reconhecido como ser humano".
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De olho no voto dos evangélicos em busca de apoio para sua reeleição, a presidente Dilma Rousseff fez nesta sexta-feira (8) um aceno aos religiosos sustentando que "é importante crer" e disse acreditar no poder da oração. 
Com um discurso com várias citações e expressões religiosas, a petista recorreu duas vezes a um salmo para afirmar que "o Estado é laico, mas feliz é a Nação cujo Deus é o Senhor". "Eu acredito naqueles que creem e no poder da oração. 
Na bíblia, está escrito que a oração de um justo pode muito em seus efeitos. Não se esqueçam de orar por mim. Eu estarei contando muito com isso. Quero dizer também para vocês que todos os dirigentes desse país dependem do voto do povo e da graça de Deus. Eu também", afirmou Dilma. A presidente participou na manhã desta sexta do encerramento de congresso da Assembleia de Deus, no Brás, na região central do São Paulo, com mais de 5.000 pastoras e missionárias da ala comandada pelo bispo Manoel Ferreira, que apoia seu adversário Pastor Everaldo (PSC). 
 No início do culto, a presidente fez a oração do Pai Nosso. A petista foi recebida com a letra da música "Mulheres Guerreiras" que era exibida nos telões. Dilma ensaiou algumas estrofes e bateu palmas. Dilma falou por mais de meia hora. No discurso lido, a presidente falou várias vezes "graças a Deus" e elogiou o trabalho social da Assembleia de Deus. A petista afirmou ainda que nunca um governo valorizou tanto a família e que ela cumpriu a promessa eleitoral de 2010. 
A presidente fez uma longa exaltação de programas do governo como Minha Casa, Minha Vida, Pronatec, Bolsa Família, programa de creches e Brasil Sem Miséria. Ela estava acompanhada do ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência), do governador Agnelo Queiroz (DF) e do líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (RJ), um dos principais representantes da bancada evangélica. Dilma não lançou nenhuma vacina sobre a questão do aborto, que foi apontada como um dos motivos de ter proporcionado o segundo turno das eleições de 2010. 
A única referência foi feita por Cunha, dizendo que falava como servo de Deus, que afirmou que a gestão de Dilma foi rápida para anular uma portaria que flexibilizava o aborto. Ele foi aplaudido por Dilma e pelos presentes. O congressista afirmou ainda que os evangélicos são contrários à legalização das drogas e defendem a liberdade de culto para poder pregar contra a homossexualidade. 
 ORIENTAÇÕES 
Segundo relatos de pastoras, nos últimos dias, o comando da Assembleia de Deus de Madureira recomendou que elas evitassem qualquer manifestação que pudesse ser interpretada como contrária a Dilma no culto. No início, a pastora Keila Ferreira chegou a falar que o povo evangélico é muito educado. Ao final, o bispo Manoel Ferreira elogiou Dilma. 
"Nunca ouvi antes um presidente reconhecer os trabalhos da Assembleia de Deus. Ninguém nunca falou como a senhora falou, queria mostrar a diferença. Fiquei muito satisfeito, saímos com a alma lavada", afirmou. O pastor Samuel Ferreira reforçou os elogios. "Me senti gente hoje. Me senti reconhecido como ser humano".
Gospel Channel / Folha
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5 comentários:

cristiano disse...

Não senhora presidente (sim, presidente é gênero comum de dois), o importante é fazer um plano econômico descente, é enxugar a máquina administrativa, reduzir o número de ministérios, por pessoas competentes que queiram trabalhar nos cargos certos, e não só dar cargo por conta de alianças políticas. Fazer a reforma tributária que seu partido tanto cobrou dos partidos de oposição, quando eles estavam no poder, e agora, após 12 anos de administração, não deu um passo rumo a tal reforma. Importante é fazer a copa, mas também é fazer hospitais, escolas, creches, transporte, rodovias... também é importante fiscalizar o bolsa família (muita gente que não precisa recebendo). É importante acabar com a festa do dinheiro do nosso bolso com obras em outros países (como o porto em Cuba) que depois vão pra administração dos ianques, enquanto damos tchau a nosso dinheiro. Importante, é construir menos igrejas, e mais escolas, é acabar com a mordomia de instituições religiosas que como verdadeiros faraós estão isentos de impostos. É fiscalizar nossa segurança, nossas fronteiras, já que drogas não são produzidas aqui, muito menos as armas que chovem na periferia. Importante é valorizar o servidor que trabalha sério e duro (não o vida mansa), com planos de carreira descente e remuneração digna... senhora Presidente (lembre-se, gênero comum de dois), tenho milhares de coisas que podeira dizer serem importante, crer ou não em deus, acredite se a senhora quiser, é uma das ultimas coisas que me preocuparia como presidente de um país tão rico e tão miserável ao mesmo tempo.

cristiano disse...

Não senhora presidente (sim, presidente é gênero comum de dois), o importante é fazer um plano econômico descente, é enxugar a máquina administrativa, reduzir o número de ministérios, por pessoas competentes que queiram trabalhar nos cargos certos, e não só dar cargo por conta de alianças políticas. Fazer a reforma tributária que seu partido tanto cobrou dos partidos de oposição, quando eles estavam no poder, e agora, após 12 anos de administração, não deu um passo rumo a tal reforma. Importante é fazer a copa, mas também é fazer hospitais, escolas, creches, transporte, rodovias... também é importante fiscalizar o bolsa família (muita gente que não precisa recebendo). É importante acabar com a festa do dinheiro do nosso bolso com obras em outros países (como o porto em Cuba) que depois vão pra administração dos ianques, enquanto damos tchau a nosso dinheiro. Importante, é construir menos igrejas, e mais escolas, é acabar com a mordomia de instituições religiosas que como verdadeiros faraós estão isentos de impostos. É fiscalizar nossa segurança, nossas fronteiras, já que drogas não são produzidas aqui, muito menos as armas que chovem na periferia. Importante é valorizar o servidor que trabalha sério e duro (não o vida mansa), com planos de carreira descente e remuneração digna... senhora Presidente (lembre-se, gênero comum de dois), tenho milhares de coisas que podeira dizer serem importante, crer ou não em deus, acredite se a senhora quiser, é uma das ultimas coisas que me preocuparia como presidente de um país tão rico e tão miserável ao mesmo tempo.

Pb Fernando disse...

Fazer o que né mana, até satanaz e seus demônios creem assim. Lamentamos profundamente a situação caótica pela qual passa a assembleia de Deus no Brasil, falo isso porque sou membro da mesma há 24 anos. O líder que dá apoio político a alguém cuja vida é marcada desde a sua juventude até hoje como uma pessoa inimiga dos princípios bíblicos, demonstra que o mesmo bem como seus liderados estão degringolando na fé.

Cesar Rios disse...

Sem comentários.

Consultora em Educação disse...

Feliz é a nação cujo Deus é o Senhor

Ivone Boechat (autora)


A felicidade de qualquer nação depende, fundamentalmente, do reconhecimento da soberania de Deus e a influência que Ele passa a exercer sobre as pessoas, sobre as famílias e todas as instituições. Quando se buscam deuses falsos ou quando não se cultua a nenhum deus, quando a Palavra de Deus e as suas Leis não têm lugar de adoração e destaque na vida da sociedade, ela perece entregue aos vícios, à depressão, à infelicidade. Uma nação se constrói no alicerce da fé. Cada cidadão bem orientado, com uma base sólida de educação, vai ajoelhar-se, aos pés de Cristo, buscando a comunhão com Deus. Porque “Os céus manifestam a glória de Deus, e o firmamento anuncia a obra de suas mãos” Sl 19:1. Ninguém é insensível à majestade divina, quando lhe apontam para a grandeza do Seu poder.
Feliz é a nação que “instrui ao menino no caminho em que deve andar” Pv 22:6.
Feliz é a nação, onde a juventude “Lembra-se do Seu criador nos dias da sua mocidade. Ec.12:1.
Feliz é a nação, onde os “príncipes ensinam aos anciãos a sabedoria…” Sl 105:22.
Feliz é a nação que atende aos profetas de Deus, pois suas palavras são “…como uma candeia que alumia em lugar escuro, até que o dia amanheça e a estrela da alva surja em vossos corações” II Pe 1:19.
Feliz é o cidadão que reclina sua fronte nas sagradas escrituras, porque “seca-se a erva e murcha a flor, mas a palavra de nosso Deus subsiste eternamente” Is 40:8.
Feliz é o homem que “anda pelo caminho da retidão, no meio das veredas da justiça” Pv.8:20.

A humanidade clama pela presença do Deus vivo, fiel, justo, capaz de transformar as tristezas desta civilização decadente numa geração eleita, confiante.

Cada família pode se apresentar como agência do bem, responsável por seus filhos, vigilantes da paz.
O homem foi criado para viver feliz, serenamente, entre as flores do imenso jardim do Universo – único verso divino, ritmado na cadência de vozes angelicais e nas bênçãos que o Pai das luzes derrama sobre seus filhos.
Feliz é a nação que se esforça para caminhar debaixo da potente mão do Senhor e reconhecer que, desde a antiguidade, “O povo que andava em trevas viu uma grande luz; e sobre os que habitavam na terra de profunda escuridão resplandeceu a luz”. Is 9:2.

http://jornalgospelnews.com.br/2010/09/28/feliz-e-a-nacao-cujo-deus-e-o-senhor/

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