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30 de novembro de 2014

Quem não luta, não ganha: como funciona a "indústria de ocupações" do MST.


Na tarde do dia 29 de Julho, a vendedora Maria Lucia Gomes da Silva, 48 anos, era uma das poucas pessoas no terreno invadido pelo Movimento dos Trabalhadores Sem -Teto (MTST) na Estrada do M'Boi Mirim, na perfiferia da Zona Sul de S. Paulo- o maior acampamento do grupo, montado numa área de 1 milhão de metros quadrados, batizado Nova palestina. Por sogfrer d ehipertensão, Maria Lúcia teve um mal-estar no último protesto do MST, dia 23 de Julho , após esperar sete horas até o fim da passeata que travou o trânsito da cidade para assinar a lista de presença. A persist~encia d eMaria Lúcia e dos outros 2500 sem-tetos que compareceram ao ato, tem um único motivo:acumular pontos na planilha dos líderes do MTST para furar a fila dos programas públicos de financiamento habitacional. "Sem muitos pontos, nós somos impedidos de fazer o cadastro.Quem não luta não ganha.Esse é o lema deles, explica Maria Lúcia. E com base nessa tabela d epontos que MTST determona quem será contemplado, por exemplo, pelo programa federal (Minha casa e minha vida) cujo cadadstro é controlado pela prefeitura de S. Paulo. Todos os dias tem que ter presença, mas ganha mais pontos quem participa de protestos. No começo eram 15.000 pessoas na ocupação, agora são 4.000. Não é todo mundo que aguneta essa rotina, afirma Francisco Silva, de 44 anos. A maioria dos que aderem ao MTST diz acreditar que somente com a indicação do grupo conseguirá o financiamento de uma casa - h´casos de sem-tetos que ja estavam cadastrados em programas habitacionais a anos, ma srecorreram ao grupopara agilizar o processo. E o pensamento infelizmente não esta aerrado. O Ministério Publico do Estado de S. Paulo acionou na justiça a Prefeitura paulistana por privilegiar o MTST. "Trata -se de privilegiar o abusrdo dos absurdos. Aceitar-se o descontrole em nome d epolitica rasa de privilégio a grupos em trocas de votos ao invès d erespeitar o direito de milhares" escreveu o promotor , Mauricio Ribeiro Lopes na ação civil pública apresentada a Vára da Fazenda Pública da capital. Um dos exemplos do favorecimento foi a liberação de um terreno invadido pelo grupo no campo Limpo, na Zona Sul, para o MTST por meio do Minha casa e Minha vida Entidades - nessa modalidasde do programa, o governo federal reapassa verbas para movimentos sociais destinadas a construção de moradias e são eles que indicam os beneficiários. Na memsa ação o promotor afirma que não existe "justiça social" em atos, ocupações e toda sorte de atividades que geram pontos ou créditos na visão do movimento. Na última quarta-feira ao encerrar uma passeata no centro, os lideres do MTST reuniram os participantes para entregar uma filipeta indicando o dia em que eles deveriam ir a prefeitura para se cadastrar em programas habitacionais.Quetsionada pelo Site de VEJA, a prefeitura admitiu que fez um acordo com os sem-tetos que stavam no acampamento batizado Portal do Povo, na Zona Sul, para cadastra-los no Minha casa e minha Vida, mas afirmou que a fila dos programas habitacionais é respeitada. "Em reunião com MTST, a secretaria municipal de habitação disponibilizou senhas aos integrantes do movimento para que eles se organizem em diferentes dias e horários para fazer o cadastro nos programas habitacionais. A Sehab busca cadastrar assentamentos que são considerados prioritários a a partir de determinação judicial. São casos de moradores que stão em áreas de risco ou apresentam alta vulnerabilidade social", disse em nota a Sehab. "Industria de ocupações" - o Ministério Público define como uma "indústria de ocupações urbanas" Quem adere ao movimento é identificado com um número, o memso pintado em sua barraca na data da invasão do terreno. Ao final de cada protesto ou assembléia, formam-se filas divididas conforme os blocos de cada área invadida para o registro de presença em cadernos. Quando o movimento não organiza assembelias nem atos, a lista é passada no final da tarde nos terrenos - nese horário as invasões costumam ficar cheias,e , ao cair da noite , esvaziam. As barracas feitas d emadeirite, lona e bambu, são montadas apenas para demarcar territórios e não para abrigar os sem-tetos, ja que a maioria paga aluguel ou mora em còmodos de familiares e conhecidos. O movimento proíbe os chamados "gatos" feitos em favelas para ter acesso a rede elétrica. O MSTS esta estruturado em uma hierarquia piramidal. Segundo a cartilha publicada no site do movimento, os coordenadores das ocupações são subordinados aos coordenadores regionais, que por sua vez respondem aos estaduais. No topo esta o coordenador nacional, Guilherme Boulos. O grupo também conta com um nucleo de comunicação, responsável pela confeclçao de bandeiras e camsetas e por elaborar os gritos de ordem. A invasão de imóveis privados é feita por meio de comboios que levam os sem-tetos recrutados em outros terrenos invadidos. Com Excessão da cúpula do MTST, os sem-tetos não são informados previamente do endereço e deem manter os celulares desligados. São convocados pelo menos, cem pessoas, incluindo idosos e crianças, para impedir uma ação de reintegração de posse imediata da Polícia Militar. Nos dias seguintes á invasão, militantes distribuem folhetos e carros de som circulam pela região convocando as pessoas a aderirem a invasão.



 MP investiga privilégio de Haddad a sem teto. O Ministerio publico de S, paulo isntaurou nesta sexta-feira um inquerito para investigar se aprefeitura esta burlando a fila da habitação ao prometer entregar 11.000 unidades habitacionais para ssociações ligadas ao movimento de Sem-tetos por meio de Minah casa e minha vida. Esta modalidade prvê o respasse d everbas para os movomentos constuirem moradias populares e os autoriza a indicarem os beneficiarios, desde que sejam respeitados algusn critérios prè-estabelecidos como o atendimento a familias com renda de 1600 reais.


Com informação: Folha Politica.

29 de novembro de 2014

Marcelo Rezende diz que Lula obrigou a Record a tirar o Cidade Alerta do ar, para preservar sua imagem...




Em entrevista ao programa "Morning Show", da Jovem Pan, afirmou que Lula obrigou, em 2005, a TV Record a tirar do ar o Programa Cidade Alerta. Lula teria o objetivo de preservar a sua imagem como Presidente da República e ocultar a situação caótica da segurança pública no país. Veja:


Convido a todos a assistirem este video abaixo: Venezuelana suplica por ajuda de brasileiros ao denunciar torturas e repressão na Venezuela

Mauricio de Sousa lança ‘Meu pequeno evangelho’, livro da Turma da Mônica sobre espiritismo



RIO - A Turma da Mônica agora vai difundir os ensinamentos do espiritismo, doutrina codificada no século XIX pelo francês Allan Kardec. Mauricio de Sousa está lançando "Meu pequeno evangelho" (Editora Boa Nova), livro em que Cebolinha, Cascão, Magali, Anjinho, Penadinho e companhia aprendem os ensinamentos de Jesus contido no "Evangelho segundo o espiritismo", principal obra do kardecismo.

Nas 64 páginas da história ilustrada por Mauricio e idealizada pelo designer peruano Luis Hu Rivas e pelo administrador baiano Alã Mitchell, ambos espíritas, a Turma da Mônica recebe a visita de André, um primo de Seu Antenor, pai do Cascão, que é seguidor da religião.

Em meio à curiosidade das crianças, André apresenta conceitos do evangelho que todos podem usar no dia a dia, independentemente da religião que praticam. São mensagens de amor, caridade e humildade, contadas de forma divertida com os personagens.

Ensinamentos sobre felicidade, humildade, pureza, paz, misericórdia, amor, perdão etc. são passados um a um, sempre baseados em situações vividas pelos personagens e que são contadas a André.

O lançamento oficial, com a presença de Mauricio de Sousa, será 13 de dezembro, na livraria Cultura, em São Paulo.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/sociedade/religiao/mauricio-de-sousa-lanca-meu-pequeno-evangelho-livro-da-turma-da-monica-sobre-espiritismo-14687392#ixzz3KUpb5Gwo 
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28 de novembro de 2014

Morre Roberto Gómez Bolaños, criador de Chaves e Chapolin


Comediante morreu aos 85 anos em casa no México.

Ele tinha saúde 'frágil' e vivia com a esposa Florinda Meza em Cancún.

Dono de frases antológicas como "ninguém tem paciência comigo" e "não contavam com a minha astúcia", que marcaram gerações de fãs em toda a América Latina, Roberto Gómez Bolaños, criador dos seriados "Chaves" e "Chapolin", morreu nesta sexta-feira (28) aos 85 anos. Bolanõs foi humorista, escritor, ator, produtor de cinema, televisão e teatro.
A causa da morte, ocorrida às 14h30 (horário do México) em casa em Cancún, não foi confirmada. Em fevereiro deste ano, quandoRoberto Bolaños completou 85 anos, um parente confirmou à agência de notícias Efe que a saúde dele era “frágil” e que ele permanecia quase o tempo todo na cama, com acompanhamento 24 horas por dia.
Segundo a CNN mexicana, o ator Edgar Vivar, que interpretou o Senhor Barriga, disse que o corpo do comediante será levado à Cidade do México, onde será velado.
Edgar Vivar deu seu depoimento à rede de TV mexicana Televisa (que produziu a maior parte dos programas de Bolaños): "Estou em estado de choque. Não pensei que me fosse afetar tanto. Meu telefone não para de tocar. Um abraço compartilhado com milhões de pessoas do mundo. Vou lembrar dele sempre com sorriso e com ânimo. Temos que agradecer a Deus. Seu bom humor é a maior lembrança."
"Roberto, você não vai, permanece em meu coração e em todos os corações de tantos a quem fez feliz. Adeus Chaves para sempre", disse no Twitter Edgard Vivar.
 Chaves (Roberto Bolaños) posa ao lado dos personagens Jaiminho (Raúl Padilla), Dona Clotilde (Angelines Fernández), Chiquinha (Maria Antonieta de Las Nieves), Professor Girafales (Rubén Aguirre) e Dona Florinda (Florinda Meza) (Foto: Divulgação/SBT)Chaves (Roberto Bolaños) posa ao lado dos personagens Jaiminho (Raúl Padilla), Dona Clotilde (Angelines Fernández), Chiquinha (Maria Antonieta de Las Nieves), Professor Girafales (Rubén Aguirre) e Dona Florinda (Florinda Meza) (Foto: Divulgação/SBT)
"Obrigado por fazer tanta gente feliz e por todos os momentos maravilhosos que compartilhamos no grupo. Descanse em paz, Roberto", disse Maria Antonieta de Las Nieves, que interpretou a Chiquinha.
Prefiro morrer do que perder a vida"
Chaves, personagem de Roberto Gómez Bolaños
"O México perdeu um ícone, cujo trabalho transcendeu gerações e fronteiras", disse o presidente mexicano, Enrique Peña Nieto.
"Foi um bom companheiro, amigo, irmão e um dos melhores escritores dos últimos tempos no México", disse Ruben Aguirre, que interpretou o professor Girafales.
Trabalho reconhecido no mundo
"Chaves" foi o programa mais visto da televisão mexicana e foi dublado em 50 idiomas, segundo a Televisa.
Foto de maio de 2006 mostra Roberto Bolaños durante uma entrevista para a agencia de notícias Reuters em sua casa na Cidade do México (Foto: Henry Romero/Reuters/Arquivo)Foto de maio de 2006 mostra Roberto Bolaños durante uma entrevista para a agencia de notícias Reuters em sua casa na Cidade do México (Foto: Henry Romero/Reuters/Arquivo)
"Talvez o meu mérito foi conseguir, sem tentar, abordar um ambiente que existe no mundo inteiro", refletiu Bolaños sobre o sucesso de Chaves em uma entrevista à agência de notícias Reuters.
"Trabalhei muito neste personagem, que tem qualidade", explicou ele, "mas a resposta exata eu não sei".
Além disso, Bolaños escreveu roteiros de 50 filmes no México e atuou em 11. No Twitter, ele tinha mais 6 milhões de seguidores.
Roberto Bolaños, o Chaves, e Edgar Vivar, o Sr. Barriga, em encontro no Auditório Nacional da Cidade do México, em fevereiro de 2012 (Foto: Eduardo Verdugo/AP)Roberto Bolaños, o Chaves, e Edgar Vivar, o Sr. Barriga, em encontro no Auditório Nacional da Cidade do México, em fevereiro de 2012 (Foto: Eduardo Verdugo/AP)
Trajetória
Roberto Bolaños tirou seu apelido do dramaturgo William Shakespeare, cujo diminutivo em espanhol era "Chespirito". Há alguns anos, ele se mudou para Cancún, no México, junto com a mulher Florinda Meza, a Dona Florinda da série.
Bolaños nasceu na Cidade do México em 21 de fevereiro de 1929. Estudou engenharia, mas nunca exerceu a profissão. Praticou boxe e era um fanático torcedor do clube de futebol América. Começou sua carreira profissional na publicidade, onde começou a trabalhar em roteiros.
Casou-se pela primeira vez com a escritora Graciela Fernández, com quem teve seis filhos. Só em 2004 oficializaria seu casamento com a atriz Florinda Meza, a Dona Florinda. Aos 80 anos, perguntaram a ele sobre a sua relação de décadas com a atriz Florinda Meza. "Já estamos há 30 anos casados", respondeu. "Temos um casamento sólido que só a morte acabará com ele... ou a Shakira!".
Escultura de 9m de altura de personagem interpretado pelo mexicano Roberto Gómez  Bolaños está exposta em frente a shopping (Foto: Luis Robayo/AFP)Escultura de 9m de altura de personagem interpretado pelo mexicano Roberto Gómez Bolaños está exposta em frente a shopping (Foto: Luis Robayo/AFP)
Ganhou o apelido de Chesperito do diretor de cinema Agustín P. Delgado por causa do 1,60 de altura.

Foi só em 1968 que começou sua carreira de ator, na emissora TIM, em séries como “Los Supergenios de la Mesa Cuadrada” e “El Ciudadano Gómez”, em espaços de 30 minutos de duração aos sábados.
Foi só na década de 1970 que começaram a ser exibidos as séries que fizeram de Bolaños um gigante do humor: "Chespirito", "Chapolin" e "Chaves". A partir de 1973, quase todos os países da América Latina tinha na programação de TV episídios dos programas.
Roberto Gómez Bolaños (sentado) e ex-atores de "Chaves" participam de evento no México (Foto: AP/Eduardo Verdugo)Roberto Gómez Bolaños (sentado) e ex-atores de "Chaves" participam de evento no México (Foto: AP/Eduardo Verdugo)
O jornal mexicano "Excelsior" cita a seguinte declaração de Bolaños a um TV espanhola sobre seu personagem mais famoso no Brasil: "Chaves, ainda que carecendo de quase tudo, é otimista, aproveita a vida, brinca, se emociona e tem o maravilhoso dom que é a vida"
No começo da década de 1990, Bolaños decidiu aposentar "Chaves" e "Chapolin" e resolveu apostar em "Los Caquitos", em que interpretava o ladrão Chómpiras (que ganhou no Brasil o nome de Chaveco).
Chaves era um dos personagens e segmentos do programa "Chespirito" que começou a ser exibido no México em 1971. O primeiro capítulo de "El Chavo del Ocho" (como era conhecido o personagem nos outros países de língua espanhola) foi transmitido em 20 de junho de 1971.
Rubén Aguirre contrancena com Roberto Bolaños em episódio de 'Chapolin' (Foto: Divulgação/SBT)Rubén Aguirre contrancena com Roberto Bolaños em episódio de 'Chapolin' (Foto: Divulgação/SBT)
O sucesso das histórias do menino sardento de 8 anos que vive dentro de um barril foi tanto que seu programa era transmitido para quase todos os países da América Latina já em 1973. Chaves foi dublado para mais de 50 idiomas e transmitido em países distantes do Tailândia, China, Japão e Grécia.
A série foi produzida originalmente entre 1971 e 1980, como programa independente, e entre 1980 e 1992 como esquete do programa de variedades "Chespirito", que Bolaños estrelou na rede de TV Televisa. Foram mais de 300 episódios, segundo a rede Televisa.
A série "Os Simpsons" homenageou Bolaños com o personagem Pedro Chespirito, que aparece sempre vestido de abelha e fala frases em espanhol.
Roberto Gomes Bolaños durante apresentação da fundação Chespirito na Cidade do México em 2008 (Foto: Francisco Vega/AFP)Roberto Gomes Bolaños durante apresentação da fundação Chespirito na Cidade do México em 2008 (Foto: Francisco Vega/AFP)
Roberto ficou conhecido no México pelo nome de Chespirito. Mas foram os programas "Chaves" e "Chapolin", ainda exibidos pelo SBT, que ficaram mais famosos no Brasil.
Distante da televisão, Bolaños explorou a sua veia literária com um livro de poemas e uma autobiografia, "Sem Querer Querendo".
Em um dos seus livros, "O Diário de Chaves", revela alguns dos mistérios da série. Ele conta, por exemplo, que Chaves não morava dentro de um barril, mas no apartamento número oito, e que o recipiente era apenas para se esconder quando estava triste ou era perseguido.
Casados na vida real, Florinda Meza e Roberto Bolaños interpretavam Dona Florinda e Chaves (Foto: Divulgação)Casados na vida real, Florinda Meza e Roberto Bolaños interpretavam Dona Florinda e Chaves (Foto: Divulgação)
Apesar de ter vivido em concubinato com Florinda por 27 anos, os valores de Bolaños eram conservadores. Inclusive, chegou a participar de uma campanha contra a legalização do aborto na Cidade do México.
Nunca escondeu suas convicções políticas e apoiou a campanha do conservador Vicente Fox, cuja eleição em 2000 rompeu com mais de 70 anos de governo do Partido da Revolução Institucional.
Apaixonado por futebol, Bolaños chegou a se encontrar com o astro argentino Diego Maradona, que o agradeceu por tê-lo divertido com os seus personagens e ele aproveitou para retribuir por tê-lo deleitado com suas proezas dentro do campo.
(Com agência Reuters)

G 1

Jean Wyllys é massacrado por Coletivo negro


Rô Moreira

"Afroconveniente" foi como Jean Wyllys foi rotulado por um Coletivo de mulheres negras durante encontro no Dia da Consciência Negra. "Como político o senhor se saiu como um bom ex-bbb", disse a líder do grupo. Wyllys não teve resposta e guaguejou..

 Este video mostra como é assustador e ofensivo os ativistas, sejam eles, homossexuais, negros, feministas e etc.. daí percebemos termos não comuns a nossa sociedade como: Afroconveniência e braquitude racista. Na verdade a matrix bugou com tanto vitimismo.

Na tese destes dois grupos eles tem todos os direitos sobre tudo e todos, podem ofender sem se preoucpar com o outro lado da história que é formado por cidadãos brancos , negros, heteros e homossexuais e religiosos, desde que não concorde com eles, são fundamentalistas despreziveis em suas opiniões. Aó invés de buscarem uma melhor consciêcia e os direitos que lhe cabem como cidadãos como qualquer outros, não, eles buscam privilegios acima dos demais. Esses ativistas procuram problemas aonde não há para angariar polpudas verbas nas três esferas de governo, inclusive com secretarias dispachando dioturnamente com uma unica função, se dar bem finaceiramente. Esta na hora da sociedade, rechaçar estes ativismos que só lucram encima desses falsos ideais que se vitimizam.

26 de novembro de 2014

Carta aberta a Luciana Genro pt. 2: nazismo (nacional-socialismo) é socialismo. E ponto final.

Por 

A professora volta do recreio e diz: “Quero que cada um venha aqui na lousa e escreva com o que brincou no recreio. Joãozinho, o que você fez?”
— Eu brinquei com a bola, tia!
— Muito bem, então venha na lousa e escreva “B-O-L-A”. Muito bem, ficou com 10! E você, Pedrinho, com o que brincou?
— Eu brinquei no tanque de areia, tia!
— Ótimo, então escreva “A-R-E-I-A”. Parabéns, também tirou 10!
Nisso entra Jacózinho, a única criança judia da sala, chorando, ensangüentado e mal conseguindo ficar de pé. A professora de prontidão pergunta:
— Jacózinho, mas o que foi que aconteceu?!
— A meninos, prrofessorra… A meninos brrigarram, me chutou, me bateu, não deixar eu brrincar com o bola…
A professora então estrila:
— Mas… mas… mas o que que é isso?! O que que é ISSO?! Isso é uma agressão covarde! É um abuso! É uma discriminação injustificada contra um grupo étnico minoritário! Mas eu não deixarei essa injustiça impune. Tome o giz, Jacózinho. Se você escrever corretamente na lousa “discriminação injustificada contra um grupo étnico minoritário”, você também fica com 10!
Por algum mistério insondável, pensei em Luciana Genro quando me lembrei desta piada.
É melhor deixar passar as paixões do debate eleitoral para nos voltarmos a assuntos de valor eterno. Com os candidatos minoritários excluídos do segundo turno, podemos falar de pensamentos que movem uma parcela menor mas barulhenta da população e dos riscos eternos que é voltar à Idade das Trevas do pensamento.
Luciana Genro, conforme já contamos , foi entrevista pelo humorista Danilo Gentili no programa The Noite, quando ainda era a candidata do PSOL (Partido Socialismo e Liberdade) à presidência.
Inquirida sobre suas posturas socialistas, Luciana partiu para a agressividade. Sem explicar o que é o socialismo que defende, e no que ele difere das experiências totalitárias e genocidas do século XX, apenas deu a entender que Danilo Gentili não havia estudado o assunto, batendo o pé no clichê de que o socialismo real não é o real socialismo. Já refutamos toda essa logorréia.
No dia seguinte, Gentili postou em sua conta no Facebook uma imagem com nítido caráter humorístico (nestes tempos de polícia política disfarçada de “politicamente correto”, sempre querendo criar leis para proibir opiniões divergentes, urge frisar o fato). Gentili comparou a grosseria e cólera de Luciana defendendo o socialismo, regime genocida onde quer que tenha sido implantado, com uma imagem de Adolf Hitler no lugar, propagador de outro regime genocida e em menor escala, imitando a mesma fala da socialista: o nacional-socialismo.
luluadolf
Luciana, então, replicou em sua própria conta no capitalíssimo Facebook, proibido em todos os países socialistas, uma admoestação esquisita:
luluapologia
Ora, talvez a candidata, além de precisar estudar socialismo, também precise estudar nacional-socialismo. Mas, antes de qualquer um dos dois, precisa estudar interpretação de texto: se Gentili comparou seus “argumentos” para defender um regime genocida com os mesmos argumentos usados por um outro genocida, ele está criticando o nazismo, e não fazendo “apologia”. Do contrário, se Hitler e Luciana foram colocados no mesmo patamar argumentativo e Luciana considera isso “apologia”, significaria que Gentili estaria fazendo apologia… de Luciana Genro. O que é uma ofensa bem menor do que fazer apologia de Adolf Hitler, mas ainda algo recriminável a qualquer um que tenha ojeriza por genocídios.
Pior: se apologia ao nazismo é crime, afirmar que alguém pratica um crime sem esta pessoa cometê-lo é calúnia (artigo 138 do Código Penal), que é, ipso facto, um crime. O apresentador, portanto, possui ensejo para processar Luciana Genro. Aproveite-se o fim do primeiro turno para poder falar verdades.
Portais de notícias “sérios” postaram o caso de maneira sensacionalista:
getiliportais
Todavia, isto suscita um segundo tema em discussão. Luciana Genro possui raízes judias e repudia a tragédia do nazismo? São duas características bastante admiráveis (o povo com o maior número de Prêmios Nobel e produtor de mais patentes, porém perseguido insanamente pelo mundo inteiro, merece minha admiração por si).
Não seria o caso de Luciana Genro repudiar também seu companheiro de partido, Babá, por queimar a bandeira de Israel em público, num nítido simbolismo da impossibilidade de o povo judeu possuir um país próprio – e que nunca significou senão o extermínio de judeus pelo mundo?
psolisrael
Um alienígena recém-chegado à Terra que ouvisse os discursos dos que criticam Israel hoje e que conhecesse a história do nacional-socialismo e como eram os discursos de Hitler, Goebbels, Himmler, Bormann ou Hess contra os judeus saberia perceber que são a mesma coisa. Muda muito mais a época do que o conteúdo, o alvo, os motivos, o método – e o fim almejado.
Ora, cara Luciana Genro, quem critica Israel hoje, como seu companheiro de partido atesta, é a esquerda. Sobretudo a esquerda socialista. Quem perseguiu judeus foram os nacional-socialistas. Qual a grande dificuldade em entender?
Ideologia, não queira uma para viver
“Como socialistas, somos adversários dos judeus, porque vemos, nos hebreus, a encarnação do capitalismo, da utilização indevida de bens da nação.”
- Joseph Goebbels

Por que as pessoas não percebem essa óbvia conexão entre o discurso da esquerda anti-judeus hoje e o discurso anti-judeus que juram que não é de esquerda dos nazistas? Por causa do maior cabresto já inventado no mundo: a ideologia.
Não é curioso que Karl Marx seja o maior crítico da ideologia, por supostamente ser a mantenedora da superestrutura, mas ele próprio cria uma ideologia ainda mais férrea, que impede que se veja até a infraestrutura de discursos óbvios?
A história do fascismo, mormente do nacional-socialismo, é marcada pelo Holocausto, campos de concentração, totalitarismo, censura, bode expiatório para todos os problemas (os judeus), genocídio na casa dos milhões, total poder ao Estado e ódio à liberdade individual, inclusive econômica e, por alguma razão o que se vai é escondido dos estudantes de História brasileiros, profundamente sindicalista e com ódio mortal ao capitalismo.
Para quem não acredita, basta ver quais são os seus ideólogos, como José Luis Arrese, um dos líderes da Falange Española de Francisco Franco – ou, sem abreviações, Falange Española Tradicionalista y de las Juntas de Ofensiva Nacional Sindicalista (FET y de las JONS). É ele quem discursa com ódio contra o capitalismo (o principal inimigo do fascismo é o capitalismo, não o socialismo – este é apenas concorrente):
Também o próprio nazismo é abreviatura de Nationalsozialistische Deutsche Arbeiterpartei, ou “Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães”.
Trabalhismo e sindicalismo, cara Luciana Genro, a senhora deve saber que são sinônimos em termos políticos: um aparato político dominado por sindicatos, ou “trabalhistas”, é o modelo comum de autoritarismos tanto na Turquia do partido dos Jovens Turcos (Jön Türkler), responsável pelo primeiro genocídio na História mundial a ultrapassar a casa dos 1,5 milhão – os odiados cristãos armênios – quanto do fascismo e do nazismo. Inspiração também do Estado Novo de Getúlio Vargas no Brasil, ditadura muito mais cruel e mortífera do que a ditadura militar, e cujos caudatórios sindicalistas disputam o poder até hoje no Brasil.
Socialismo = nacional-socialismo = sindicalismo
“Se nós somos socialistas, nós precisamos ser anti-semitas. Como, se você é um socialista, você pode não ser anti-semita?”
- Adolf Hitler

O sindicalismo, para quem ainda não percebeu em sua realidade próxima, quer sempre controlar a economia (aquilo que chamam de, a senhora deve conhecer o termo, “capital financeiro”) em prol de uma economia dirigida. Tal como a Venezuela de Hugo Chávez produz racionamento de alimentos seguindo o modelo do totalitarismo de Cuba (que a senhora, socialista, aplaude), o fascismo também provocou racionamento de comida.
luluche
E não apenas em termos econômicos: o modelo político quer obrigar que os “operários” continuem sendo operários. Isto é trabalhismo: manter os trabalhadores trabalhando onde estão, sem possibilidade de mudança. Ao menos “zera-se” artificialmente o desemprego. Como disse P. J. O’Rourke, “A constituição da União Soviética garante a todos um emprego. Uma idéia bastante assustadora, eu diria”.
Sem liberdade de produção, produz-se pouco. O resultado é fome. No sindicalismo que gera o fascismo e no sindicalismo que gera o socialismo.
Não apenas isto: a economia é dirigida. Socialistas e fascistas, por sinal, fizeram um mútuo acordo contra o “imperialismo”, lembra-se? Aquele famoso Pacto Molotov–Ribbentrop, entre Stalin e Hitler; alguém poderia imaginar um acordo entre Hitler e Churchill, já que vocês, comunistas, adoram associar o socialismo nacionalista à… direita capitalista?!?!
Os comunistas franceses, por sinal, culpavam a “Inglaterra imperialista” pela Segunda Guerra, silenciando sobre seus pactuantes nazistas; tal foi o motivo para um comunista histórico, o helenista Jean-Pierre Vernant, romper com o Partido Comunista, como conta emMito & Política.
Com uma economia que precisa ser centralizada, é natural, mandatório e inevitável que o sindicalismo, socialista ou fascista, tente transformar o partido em Estado, deixando de ser um partido (uma parte de um todo) imediatamente, tornando-se um Partido-Estado, um Partido Único que deve ser obedecido e não pode ser contradito, questionado – até piadinhas se tornam motivo para censura e cadeia, como mostra Ben Lewis, em Foice o Martelo: A história do comunismo contada em piadas.
Foi assim com o Partido Bolchevique, com o Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães, com a Falange Española, com o Partido Nacional-Fascista de Mussolini etc etc etc.
Para piorar a familiaridade, reconhecida até por intelectuais simpáticos ao comunismo como o pacifista Hermann Hesse (ver Para ler e pensar), e agravada por críticos sem apreço por totalitarismos, indo de Hannah Arendt a Eric Voegelin, de Pierre Chaunu (que os chama de “gêmeos heterozigotos”) a Alain Besançon, de Jouvenel a Sowell, temos um componente macabro: os socialistas vêem no “burguês” o mal (atualmente o termo está “reconfigurado” para classe média), enquanto entre os fascistas apenas os nazistas encontraram essa “burguesia” na própria “raça” dos judeus – todos os outros criticaram apenas a mesma burguesia.
Toda a economia dirigida do fascismo é uma espécie de “terceira via” (até admirada pelo inventor da social-democracia moderna, John Keynes), em que empresas não precisam necessariamente ser expropriadas e estatizadas, mas são controladas “de fora” por sindicatos. Basta ler (estudar o assunto, cara Luciana Genro!) o imprescindível livro de John T. Flynn, As We Go Marching. Em caso de preguiça, comece pelo melhor resumo do assunto, o artigo do ultra-liberal Llewellyn H. Rockwell Jr, “A ameaça fascista” [The Fascist Threat].
Note, por exemplo, cara Luciana Genro, que o “socialismo do século XXI” (por que vocês precisam sempre esconder o modelo do passado?), como o bolivarianismo de Chávez, Maduro, Morales, Kirschner etc, apesar da inspiração socialista, se parecem muito maiscom o fascismo do que com o próprio socialismo.
Afinal, funcionam sem o Gulag (o equivalente socialista dos campos de concentração – muitos até serviram de inspiração para os nazistas), sem os kulaks (o equivalente socialista aos judeus, os “ricos proprietários” que precisavam ser expurgados – embora logo o termo fosse usado para qualquer um, inclusive miserável, desde que fosse inimigo), sem o Holodomor (apenas um das dezenas de equivalente socialistas ao Holocausto, afinal, o socialismo matou muito mais do que o nazismo), embora transfiram a matança para uma criminalidade crescente (FARC, PCC, CV e afins são todos mancomunados com partidos políticos). É a única “privatização” permitida no socialismo moderno: a privatização de assassinatos.
Como, então, Luciana Genro, afirmar que repudia tanto o fascismo e seu non plus ultra, o nacional-socialismo de Adolf Hitler? Será que o “novo socialismo” criado pela senhora descambará em algo diferente do que o novo fascismo?
novofascismo
Note, ainda, que apesar de toda a esquerda mundial (que controla com mão de ferro a maioria absoluta das aulas de História, embora ela própria, quod erat demonstrandum, conheça tão pouco de História) clamar que o nazismo é algo próximo da “direita” (ou seja, do capitalismo), além de mesmo método do fascismo (afinal, vocês também não querem tudo dentro do Estado, nada fora do Estado, nada contra o Estado, nem mesmo as piadinhas do Danilo Gentili ou as idéias igualmente risíveis de Levy Fidelix?), possui os mesmos inimigos: quem vive do próprio trabalho, e quem quer trocá-lo livremente pelo trabalho de outros. E Hitler encontra tais inimigos nos judeus, por geralmente viverem de comércio. Não é o que você também repudia, Luciana Genro?
Foi o liberalismo, quando ensinou que os juros (“usura”, em termos anti-semitas) são lícitos, e não “exploração do trabalhador”, que acabou com o anti-semitismo na Europa. E foi um liberal que frequentava círculos judeus, Ludwig von Mises, que ensinou isto. Vamos repudiar o anti-semitismo? Então vamos apoiar Israel e sermos liberais!
Sei que o historiador comunista Eric Hobsbawm (aquele que era judeu e não queria nem pegar voo que fizesse escala em Tel-Aviv, além de afirmar que Stalin estaria correto em matar mais de 30 milhões – trinta milhões, Luciana! 5 holocaustos nazistas! – de pessoas se conseguisse instaurar o comunismo) é um dos responsáveis por esta confusão típica de quem pensa apenas em termos de senso comum. “Se fascistas concorriam com socialistas, e socialistas são de esquerda, logo, fascistas são de extrema-direita!”
Assim, é fácil pensar por um maniqueísmo infantil e bobo e concluir que os fascistas e os nazistas são “direitistas”, forçando um parentesco com a direita liberal ou conservadora – com o capitalismo que é seu maior inimigo. Entretanto, os nazistas nunca se consideraram de direita, ou de extrema-direita. Isto é propaganda de comunistas: por que acreditar na própria mentira?
Acaso quem se parece mais: Stalin com Mussolini, ou Mussolini com Reagan? Pol-Pot com Hitler, ou Pol-Pot com Thatcher?
Dizer isso choca o senso comum de soluções fáceis e platiformes (vide os comentários indignadíssimos em minha última carta aberta à senhora, Luciana Genro), mas não creio que seja a senhora que tenha medo de chocar o senso comum. Resta apenas fazer isso conhecendo a verdade.
Que tal abandonar de vez os círculos aparentados ao anti-semitismo, ao totalitarismo e ao genocídio e estudar idéias liberais que promovam riqueza aos pobres, fartura e paz, Luciana?
Nunca precisamos construir um Muro de Berlim e nem campos de trabalho forçado para impedir as pessoas de fugirem do nosso capitalismo, afinal.

Flavio Morgenstern
Analista político, palestrante e tradutor. Escreve para jornais como Gazeta do Povo, além de sites como Implicante e Instituto Millenium. Em breve lançará seu primeiro livro pela editora Record.

Fonte

25 de novembro de 2014

Tonzão lança clipe com funk ostentação gospel . O refrão da música fala que ele tem ajudado o próximo com as condições que Deus tem lhe dado



Tonzão lança clipe com funk ostentação gospel

Tonzão lança clipe com funk ostentação gospelO cantor Tonzão lançou um vídeo clipe que chama a atenção pela produção e pela letra da música. Seguindo o mesmo ritmo que o fez se tornar nacionalmente conhecido – por ser vocalista do grupo de funk Os Hawaianos – o funkeiro resolveu falar de ostentação e riquezas.
A música é “Temos Montão”, um funk ostentação que mostra o músico andando de helicóptero com sua esposa, vestindo roupas caras, em uma mansão com piscina e dirigindo o carro 4×4.
Na letra o cantor fala que tudo isso é necessário para evangelizar nas favelas do Rio e que o montão que hoje ele tem é usado para abençoar os irmãos. “Temos montão, temos montão, Deus deu muito pra nós pra dividir com os irmãos”, diz o refrão.
O clipe foi produzido pela “Tom Produções” de Washington Rodrigues, conhecido por dirigir os vídeos clipes de funk de representantes desse gênero de todo o Brasil.
Mas a letra de Tonzão é diferente dos funks ostentação que o mercado secular conhece, o evangélico fala contra o adultério e a bebida. “Ter um monte de mulher/ isso aí é pra covarde/ quero ver ter uma só e renunciar a própria carne/ Eu não quero Camaro amarelo/ isso pra mim é muito pouco/ eu quero andar com Jesus Cristo na carruagem de fogo/ Vodka é para os fracos/ eu tomo é santa ceia”, diz outro trecho.
A música “Temos Montão” faz parte do segundo CD gospel de Tonzão com o título “Coisa Linda de Deus” lançado depois que o cantor deixou a Igreja Assembleia de Deus dos Últimos Dias onde havia lançado o CD “Tonzão e os Adudianos”.

Assista:

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