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31 de agosto de 2015

Inca tenta acordo para não demitir pessoal contratado por meio de uma fundação Decisão do TCU será discutida hoje com promotores. Instituto pode perder 583 funcionários .



RIO - Uma reunião marcada para esta segunda-feira entre representantes do Instituto Nacional de Câncer (Inca) e do Ministério Público do Trabalho (MPT) tentará chegar a uma solução sobre a crise no órgão. O grupo vai discutir um acordo para prorrogar o prazo de cumprimento de uma decisão do Tribunal de Contas da União (TCU), que, em 2006, determinou a demissão de pessoal contratado indiretamente, por meio de uma fundação. Após cinco adiamentos, se não houver novo entendimento, a partir de terça-feira 583 funcionários ligados à Fundação Ary Frauzino para Pesquisa e Controle do Câncer (FAF) deixarão de atuar no Inca.
Caso isso ocorra, alguns setores da instituição, como o Centro de Transplante de Medula Óssea - onde grande parte da equipe é contratada por meio da fundação -, podem ter o atendimento suspenso.
- Há dois anos, meu filho se trata no Inca contra um câncer na face. Pessoas altamente especializadas cuidam dele. Os funcionários estão preocupados com a saída de tantos profissionais de uma vez - disse Licínia Serafim, de 43 anos.
Na reunião de amanhã, o Inca vai propor estender o prazo de seu contrato com a FAF, de modo que haja tempo hábil para a substituição gradual dos funcionários que sairão por concursados. O concurso, feito em 2014, aprovou 543 pessoas e está na quarta convocação. Os aprovados devem se apresentar até esta segunda-feira.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/inca-tenta-acordo-para-nao-demitir-pessoal-contratado-por-meio-de-uma-fundacao-17354593#ixzz3kPYigBwu 
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