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Demissão de general que criticou governo Dilma provoca crise militar



Está gerando uma profunda insatisfação a ordem do ministro da Defesa, Aldo Rebelo, para que o comandante do Exército, general Eduardo Villas Boas, demitisse o general Antônio Hamilton Martins Mourão do comando Militar do Sul e além de transferi-lo para a Secretaria de Economia e Finanças do Exército, em Brasília, longe do comando de tropas e onde poderá ser bem cerceado. No entanto, fontes militares afirmam que pode haver desdobramentos do episódio na manhã desta sexta-feira (30).
A decisão do comandante do Exército, equivalente ao antigo cargo de ministro do Exército, o general Villas Boas, só foi tomada depois de insistentes reuniões com seu superior, o ministro da Defesa, o líder comunista e ex-ministro dos esportes, Aldo Rabello.
O ministro é líder do PCdoB, que por ideologia distorcida, crê na eficácia de regimes comunistas, como o da Coréia do Norte e de Cuba, que são exemplos de atraso e estagnação econômica.
Há dois meses, ao falar no CPOR, o general Mourão (Foto) apontou, com toda razão, toda a desordem administrativa, corrupção generalizada e tentativas de bolivarianização patrocinados pelos governos do PT, que agora está na iminência de ter seus líderes presos como meros ladrões vulgares.
Convém ainda informar que o general demitido do Comando Militar do Sul não é o único general três estrelas que repudia sobre a situação de corrupção, desmando e tendências bolivarianistas dos governos do PT, que estão levando o Brasil para o fundo do poço e destruindo o país.
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Para quem não sabe, o Comando Militar do Sul equivale ao antigo III Exército, o mais forte numericamente do país, contando com cerca de 48 mil dos 217 mil militares do Brasil. Os militares estão profundamente descontentes e isto está gerando revolta nas linhas de comando.
A queda do general Antônio Hamilton Mourão, com grande reconhecimento no meio militar e civil, deverá custar caro ao ministro da Defesa e ao seu inconsequente governo.
Todos os pronunciamentos do general Mourão acrescentam mais um ingrediente à grave crise política pela qual o governo Dilma está passando. O Palácio do Planalto havia deixado este assunto a cargo do Ministério da Defesa porque não quer trazer mais esta questão para dentro do palácio, como se isto fosse uma questão isolada e não uma indignação legítima de um brasileiro patriota falando em nome de todos os brasileiros, cansados com os desmandos irresponsáveis que afundam o Brasil.
Mas, uma coisa ninguém pode negar, o governo DIlma é o que mais errou na história do Brasil, e pagará um preço alto por isto!
*João Jorge Braga é natural de Minas Gerais e estuda a política brasileira desde 1950.
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General Mourão responde a ameaças de ‘dominação comunista’, invasão estrangeira e guerra no Brasil

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