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30 de junho de 2015

Joaquim Barbosa critica 'investida política' de Dilma contra delação

Ex-presidente do STF falou sobre declarações da petista, que disse 'não respeitar delator' e comparou delação premiada à tortura

Joaquim Barbosa preside nesta terça-feira (01) sua última sessão do Supremo Tribunal Federal. A aposentadoria do ministro está prevista para este mês
Joaquim Barbosa em sua última sessão no Supremo Tribunal Federal(Pedro Ladeira/Folhapress/Folhapress)
O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa comentou na madrugada desta terça-feira as declarações da presidente Dilma Rousseff, em Washington, sobre o depoimento demolidor do empreiteiro Ricardo Pessoa, da UTC Engenharia, segundo quem a campanha da petista foi abastecida com dinheiro desviado de contratos da Petrobras. Barbosa afirma que nunca viu um chefe de estado tão mal assessorado como Dilma - e lembra a presidente que "zelar pelo respeito e cumprimento das leis do país é uma das mais importantes missões constitucionais de um presidente da República".
Questionada sobre as declarações de Pessoa, trazidas à luz por VEJA, Dilma proferiu a seguinte declaração: "Eu não respeito delator. Até porque eu estive presa na ditadura e sei o que é. Tentaram me transformar em uma delatora". Depois, a presidente recorreu aos livros de História. "Há um personagem que a gente não gosta, porque as professoras nos ensinam a não gostar dele. E ele se chama Joaquim Silvério dos Reis, o delator. Eu não respeito delator", afirmou, mencionando o homem que traiu os inconfidentes em Minas Gerais.
"A assessoria da presidente deveria ter-lhe informado o significado da expressão 'law enforcement': cumprimento e aplicação rigorosa das leis", escreveu o ex-ministro.
Barbosa classificou a resposta da presidente como uma tentativa de "'investir politicamente' contra as leis vigentes, minando-lhes as bases". "Caberia à assessoria informar a presidente que: atentar contra o bom funcionamento do Poder Judiciário é crime de responsabilidade!", afirmou o ex-presidente do STF, que encerra: "Reflitamos coletivamente: vocês estão vendo o estrago que a promiscuidade entre dinheiro de empresas e a política provoca nas instituições?". "Esqueci de dizer: 'colaboração' ou 'delação' premiada é um instituto penal-processual previsto em lei no Brasil! Lei!!!".
(Da redação)


Veja. Abril.com

Oposição aciona PGR contra Dilma e seu ministro-tesoureiro por extorsão


Por Laryssa Borges,  na VEJA.com:
Os partidos de oposição decidiram nesta terça-feira entrar com uma representação na Procuradoria-Geral da República contra a presidente Dilma Rousseff e o ministro da Secretaria de Comunicação Social, Edinho Silva (PT). A oposição acusa Dilma e Edinho de praticar crime de extorsão contra o empreiteiro Ricardo Pessoa, dono da UTC Engenharia. O empresário, réu na Operação Lava Jato, fechou um acordo de delação premiada e disse aos investigadores que doou 7,5 milhões de reais desviados da Petrobras à campanha à reeleição da petista em 2014 por pressão de Edinho.
Apesar da ofensiva contra o governo federal junto ao Ministério Público, os oposicionistas, que reuniram suas principais lideranças na manhã desta terça, não chegaram, mais uma, vez a um acordo sobre um eventual pedido de impeachment da presidente.
Conforme revelou VEJA, o dono da UTC Engenharia afirmou em depoimento aos investigadores que usou dinheiro do petrolão para bancar despesas de dezoito políticos, entre eles os senadores Fernando Collor (PTB-AL), Edison Lobão (PMDB-MA) e o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), e que repassou dinheiro desviado da Petrobras para as campanhas do ex-presidente Lula, em 2006, e da presidente Dilma, no ano passado.
No caso da campanha de Dilma, os recursos foram entregues depois de uma abordagem de Edinho Silva, então tesoureiro da campanha presidencial, que insinuou que a UTC poderia perder contratos com a Petrobras se não ajudasse na arrecadação eleitoral, segundo relato do empreiteiro. Edinho nega e afirma que a delação “não expressa a verdade dos fatos”. Dilma rechaçou o depoimento e disse que “não respeita delator”.
“Há ali, explicitado por ele, uma clara chantagem. Ou ele aumentava as doações ao Partido dos Trabalhadores e à campanha da presidente da República ou ele não continuava com suas obras na Petrobras”, disse o presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), candidato derrotado nas eleições presidenciais de 2014.
Pedaladas
Em outra frente de atuação contra o governo, os partidos de oposição também anunciaram que vão recorrer ao Tribunal de Contas da União (TCU) com a acusação de que as chamadas pedaladas fiscais ocorreram também em 2015. As chamadas “pedaladas” fazem parte da estratégia do governo de segurar pagamentos devidos a bancos públicos com o intuito de registrar gastos menores.
Com isso, o governo conseguia melhorar artificialmente suas contas para engordar a meta de superávit primário – que é a economia feita para o pagamento dos juros da dívida pública. A operação, no entanto, é considerada irregular, pois fere a Lei de Responsabilidade Fiscal.
Atualmente, o TCU já analisa o uso das pedaladas em 2014. No último dia 16, por unanimidade, a Corte decidiu abrir prazo de trinta dias para que a presidente Dilma explique a manobra e as diversas irregularidades encontradas pelo órgão de controle nas contas do governo referentes ao ano passado.
Por Reinaldo Azevedo

29 de junho de 2015

O Objetivo do Casamento Gay não é o Casamento Gay; é principalmente o silenciamento de consciências gays.



O objetivo do casamento gay não é, primariamente, o casamento gay; é principalmente o silenciamento de consciências gays.

Dado o fato de que tão poucos homossexuais de fato se casam quando têm a oportunidade legal, sua vigorosa e, muitas vezes, violenta campanha pelo casamento gay sempre me deixou confuso. Após ler o livro de Brendam O’Neill The Trouble With Gay Marriage (O Problema com o Casamento Gay), não estou mais confuso. Embora O’Neill não faça uma abordagem a partir de uma perspectiva cristã, seu artigo pós-referendo sobre a atitude da República da Irlanda de legalizar o casamento gay lança uma forte luz sobre o objetivo último da maioria daqueles que fazem campanha pelo casamento gay — e não é o casamento gay.

Validação e reconhecimento

O’Neill começa observando quão pouca conversa ou quão poucos comentários houve sobre o casamento gay após o resultado favorável. Como ele coloca: “Ao invés de dizer: ‘Finalmente podemos nos casar’, a resposta mais comum ao resultado do referendo de ambos os líderes da campanha pelo “sim” e seu considerável exército de apoiadores na mídia e nas classes políticas foi: ‘Gays finalmente foram validados’. Toda a conversa foi a respeito de ‘reconhecimento’, não casamento”.

Ele empilha citação acima de citação para provar seu ponto. Por exemplo:

• A Vice-Primeira-Ministra da Irlanda Joan Burton disse que a votação favorável se tratava de ‘aceitação em seu próprio país’.

• Escrevendo para o jornal Irish Examiner, um psicoterapeuta disse: ‘o referendo se tratou de mais do que igualdade no casamento… era uma questão de plena aceitação [dos gays]’.

• O Primeiro-Ministro Enda Kenny também disse que o referendo tratava de mais do que casamento — era uma questão das ‘frágeis e profundamente pessoais esperanças’ dos gays sendo percebidas.

• Nas palavras do romancista Joseph O’Connor, a votação favorável foi um ato de ‘empatia social’ com parte da população.

• A campanha oficial pelo “sim” até mesmo descreveu a vitória do “sim” como um aumento da saúde e do bem-estar de todos os cidadãos irlandeses, especialmente os gays.

• Um colunista do Irish Times descreveu a ‘sombra de preocupação’ sobre seus amigos gays antes do referendo como um ‘sentimento de que [são] inferiores de alguma maneira’, e afirmou que a vitória favorável finalmente confirmou que eles agora podem desfrutar do apoio, da bondade e do respeito da sociedade.

Fintan O’Toole disse que a vitória favorável foi uma questão de fazer os gays se sentirem ‘plenamente reconhecidos’.

• ‘Meu país reconheceu que nós existimos’, disse um empresário gay irlandês.

Votar para se sentir bem

O’Neill diz que “resumindo, o resultado favorável fez as pessoas se sentirem bem”, e que o que se buscava “não era realmente o direito de se casar, mas validação sociocultural do estilo de vida de uma pessoa — ‘empatia social’ — especialmente do Estado”. Ele ressalta literatura mais antiga sobre o casamento gay que também demonstrou que “os primeiros levantadores da questão do casamento gay pareciam primariamente preocupados com ‘atenuar a ansiedade adulta’”.

Por que validação, empatia, aceitação, reconhecimento e aprovação sancionados pelo Estado são tão importantes para aqueles que fazem campanha pelo casamento gay? Por que isso é tão mais importante do que, de fato, ter a permissão para casar?

Medidas desesperadas

A resposta se encontra em Romanos 1.18-32, onde o apóstolo Paulo explica que medidas desesperadas homossexuais (e outros pecadores impenitentes) tomam para silenciar a voz da consciência. Eles ouvem a proibição de Deus e a condenação em suas consciências, a odeiam e fazem tudo o que podem para calá-la — incluindo, nos nossos próprios dias, tornar o casamento gay legalizado em todo lugar, mesmo se relativamente poucos fazem uso dele. Porque, na maioria dos casos, não se trata do direito de casar; é principalmente uma tentativa vã de abafar a voz interna da consciência ao multiplicar e amplificar as vozes externas de aprovação.

Se estou errado, então porque eles não deixam em paz a suposta minoria que ainda desaprova o casamento gay? Por que eles não toleram dissidentes? Ativistas gays têm a mídia do seu lado, têm a indústria do entretenimento do seu lado, têm o estabelecimento educacional do seu lado, têm as empresas do seu lado, têm a maioria dos políticos do seu lado, assim como a maioria dos juízes. Isso não é o suficiente? Se eles estão tão certos da justiça de sua causa, por que não podem tolerar algumas poucas vozes aqui e ali que ainda insistem: “Isso é errado”?

Proteção sem precedentes

Não há quase nenhum grupo no mundo que tem o nível de aceitação, validação, aprovação e empatia do público que os homossexuais hoje desfrutam. Eles certamente têm mais reconhecimento, proteção e promoção do que os cristãos evangélicos em qualquer lugar. Então por que não podem deixar os cristãos em paz? O que mais eles querem ou do que mais precisam?

Somente Romanos 1.18-32 pode explicar isso. Com efeito, diz que mesmo que o casamento gay seja legalizado em todos os lugares e mesmo se cada voz destoante seja extinguida, as consciências gay ainda gritarão “Errado!” e “Culpado!”. No seu íntimo, eles ainda conhecerão “a sentença de Deus, de que são passíveis de morte os que tais coisas praticam” (Rm 1.32). Essa é a “sombra de preocupação” que espreita para sempre a consciência gay.

Paz através da cruz

A mensagem cristã para a comunidade gay é que ela abandone sua tentativa fútil de garantir paz de consciência através dos tribunais, da mídia e dos milhares de votos. É muito melhor trazer tais consciências pesarosas à cruz de Cristo para plena cura e permanente silenciamento vindo do próprio Deus, através da fé e do arrependimento. Isso fará um trabalho muito melhor para remover a ansiedade, as sombras e os medos do que qualquer quantidade de referendos ou falência de padarias e floristas. Também abrirá caminho para experimentar a imensurável largura, altura e profundidade do amor de Deus.

E para cristãos que estão sofrendo ou ainda sofrerão as consequências da desaprovação da sociedade ou do Estado sobre essa questão, confie no poder de uma boa consciência. Somos zombados, desaprovados, menosprezados, marginalizados, caricaturados e rejeitados mais do que qualquer outro grupo na sociedade. Somos chamados de intolerantes, homofóbicos e cheios de ódio. Mas ter uma consciência através da qual Deus demonstra sua aprovação e aceitação a nós significa que podemos continuar nos levantando por aquilo que é certo e verdadeiro, não importa quantas vozes de intolerância e ódio gritem contra nós.


Voltemos ao Evangelho


28 de junho de 2015

Uma carta aberta aos pastores sobre o casamento gay nos EUA - Autor: John MacArthur






A Suprema Corte neste país [EUA] promulgou seu julgamento. As manchetes informam que um pouco mais da metade dos juízes da Suprema Corte consideram a liberdade de orientação sexual, um direito para todos os americanos. Esta troca de valores não aparece como uma surpresa para nós. Já sabemos que o deus deste século cega as mentes daqueles que não acreditam (2 Cor. 4:4). O dia 26 de junho de 2015 fica como um marco americano de demonstração desta antiga realidade.

Nos próximos dias, irão esperar de você, como um pastor, que forneça comentários sensatos e conforto para o seu rebanho. Este é um momento crítico para os pastores, e surge como um lembrete de que uma formação adequada é crucial para um pastor. Estou escrevendo esta mensagem curta como de um pastor para outro. Os meios de comunicação estão cheios de atualizações, e eu não preciso juntar a minha voz nessa briga. Em vez disso, eu quero ajudá-lo a pastorear sua igreja nesse momento confuso. Além dos artigos úteis no blog Preaching and Preachers, eu também quero transmitir os pensamentos abaixo que, creio eu, vão ajudar a enquadrar a questão de uma maneira bíblica.

1 – Nenhum tribunal humano tem a autoridade de redefinir o casamento, e o veredicto de ontem não muda a realidade do casamento que foi ordenado por Deus. Deus não foi derrotado nesta decisão, e todos os casamentos serão julgados de acordo com fundamentos bíblicos no Ultimo Dia. Nada irá prevalecer contra Ele (Provérbios 21:30) e nada vai impedir o avanço de Seu Reino (Dan 4:35).

2 – A Palavra de Deus pronunciou seu julgamento sobre toda nação que redefiniu o mal como o bem, a escuridão como a luz, e o amargo como o doce (Isaías 5:20). Como uma nação, os EUA continuam a colocar-se na mira do julgamento. Como proclamador da verdade, você é responsável por nunca comprometer estas questões. De todas as maneiras, você deve se manter firme.

3 – Esta decisão prova que estamos claramente em minoria, e que somos um povo separado (1 Pedro 2: 9-11; Tito 2:14). Como escrevi no livro “Why Government Can’t Save You”, as normas que moldaram a cultura ocidental e a sociedade americana deram lugar ao ateísmo prático e ao relativismo moral. Esta decisão simplesmente acelerou a taxa de declínio dos mesmos. A moralidade de um país nunca vai ser mais alta que a moralidade de seus cidadãos, e sabemos que a maioria dos americanos não têm uma cosmovisão bíblica.

4 – A liberdade religiosa não é prometida na Bíblia. Na América, a Igreja de Jesus Cristo tem desfrutado de uma liberdade sem precedentes. Isso está mudando, e a nova norma pode, na verdade, incluir a perseguição (o que será algo novo para nós). Nunca houve um momento mais importante para homens talentosos ajudarem a liderar a igreja ao lidar, de forma competente, com a espada do Espírito (Efésios 6:17).

5 – O casamento não é o campo de batalha final, e os nossos inimigos não são os homens e mulheres que procuram destruí-lo (2 Coríntios 10:4). O campo de batalha é o Evangelho. Tenha cuidado para não substituir a paciência, o amor e a oração por amargura, ódio, e política. A medida que você guiar cuidadosamente seu rebanho afastando-o das armadilhas perigosas que aparecem à frente, lembre-os do imenso poder do perdão por meio da cruz de Cristo.

6 – Romanos 1 identifica claramente a evidência da ira de Deus sobre uma nação: a imoralidade sexual seguida da imoralidade homossexual culminando em uma disposição mental reprovável. Esta etapa mais recente nos lembra que a ira de Deus veio na íntegra. Vemos agora mentes reprováveis em todos os níveis de liderança – no Supremo Tribunal Federal, na Presidência, nos gabinetes, na legislatura, na imprensa e cultura. Se o diagnóstico da nossa sociedade está de acordo com Romanos 1, então, também devemos seguir a receita encontrada em Romanos 1 – não devemos nos envergonhar do evangelho, pois é o poder de Deus para salvação! Neste dia, é nosso dever divino fortalecer a igreja, as famílias, e testemunhar o evangelho ao tirar os absurdos pragmáticos que distraem a igreja de sua missão ordenada por Deus. Homossexuais (como todos os outros pecadores) necessitam ser avisados do juízo eterno iminente e precisam ter o perdão, a graça e a nova vida, amorosamente oferecidos através do arrependimento e da fé no Senhor Jesus Cristo.

Em última análise, a maior contribuição ao seu povo será a de mostrar paciência e uma confiança inabalável na soberania de Deus, no Senhorio de Jesus Cristo, e na autoridade das Escrituras. Mire seus olhos no Salvador, e lembre-os de que quando Ele voltar, tudo será corrigido.

Estamos orando para que você proclame firmemente a verdade, e que se posicione de maneira inabalável em Cristo.

***
Autor: John MacArthur
Fonte: The Master's Seminary
Tradução: Olhai e Vivei
Via: Revista Monergista


Vi no Brereiano/apologética cristã Reformada.

27 de junho de 2015

Em comissão que discute Estatuto da Família, pastor diz que ativistas LGBT querem mudar a Constituição na "canetada"




Silas Malafaia a Toni Reis:
Marcel Frota/iG Brasília
Silas Malafaia a Toni Reis: "Avisa tua turma que opinião não é homofobia"

Em debate realizado na comissão especial que discute o projeto que institui o chamado Estatuto da Família, o pastor Malafaia defendeu a tese de que ter opinião não significa ser homofóbico. O debate também conta com a presença do ativista Toni Reis, que fez exposição em defesa de uma definição mais ampla do conceito de família. O público que acompanha a audiência é predominantemente evangélico e o tempo todo recheou as falas do pastor com aplausos.
O Estatuto da Família é de autoria do deputado Anderson Ferreira (PR-PE), que é evangélico. “Tem gente que fala tanto em democracia, mas só quer na caneta”, afirma Malafaia. Uma parte dos presentes à sessão vaiou o pastor em alguns momentos. Dirigindo-se ao ativista Toni Reis, que também falou na audiência pública, Malafaia provocou. "Avisa tua turma que opinião não é homofobia."
Assista um momento de Malafaia:


Polêmica: - "Vou te engolir", diz Malafaia após Boechat acusar pastor de tomador de grana “Homossexualismo é condição ou comportamento? É comportamento. Não há prova na biologia, não há prova na genética”, defende Malafaia. Ele desafiou os ativistas LGBT a aprovarem uma Proposta de Emenda à Constituição modificando o texto da Carta Magna para ampliar o conceito de família. “Façam uma PEC para retirar da Constituição brasileira que a entidade familiar é homem e mulher. Enquanto o artigo 226 parágrafo 3º estiver em voga, pode discutir aqui o que quiser, pode apresentar o que quiser”, provoca Malafaia. O projeto é criticado por ativistas LGBT porque restringe em seu texto o conceito de família já em seu segundo artigo. “Para os fins desta Lei, define-se entidade familiar como o núcleo social formado a partir da união entre um homem e uma mulher, por meio de casamento ou união estável, ou ainda por comunidade formada por qualquer dos pais e seus descendentes”, diz o texto do Estatuto da Família defendido pela bancada evangélica. Leia também: - Em vídeo, Malafaia propõe boicote ao Boticário: "Vá vender perfume pra gay" - Trans crucificada: Feliciano ataca 'cristofobia' e omissão de líderes religiosos Assista o momento de Toni Reis: "Queremos cidadania" Em sua exposição, Toni Reis falou a respeito de sua experiência. Ele é casado e adotou três filhos. “Ninguém é contra a família. Mas agora temos de conceituar. E é nisso que podemos ter algumas divergências”, diz ele. “Fiz tudo para me desfazer da minha orientação sexual. Até promessa para nossa senhora do perpétuo socorro. E não me curei”, afirma ele em tom jocoso. Reis afirma ainda que quem generaliza, erra. “Generalizou, errou. Tem deputados e deputados, tem evangélicos e evangélicos”, defende Reis, que sugere um novo olhar: “Colocarmos o “s” e discutirmos o Estatuto das Famílias”. Reis desafiou o público predominantemente evangélico presente à sessão. “Decidam-se. Ou somos pecadores, ou somos doentes ou sem-vergonha. Queremos cidadania”, diz Reis, que, da mesma forma que Malafaia, teve sua fala sobrepujada pelos gritos dos manifestantes evangélicos, maioria esmagadora na sessão.

Ultimo Segundo.

26 de junho de 2015

Delator da UTC diz ter dado verba a 18 personagens, entre eles Lula e Dilma

A revista Veja veiculou em seu site notícia que traz a relação de 18 personagens a quem o delator Ricardo Pessoa, dono da Construtora UTC, diz ter repassado dinheiro. Coordenador do cartel de empreiteiras que desviou pelo menos R$ 6 bilhões dos cofres da Petrobras, Pessoa detalhou em cinco dias de depoimentos, em Brasília, como borrifou verbas nas caixas registradoras de campanhas políticas e como distribuiu propinas.
Segundo a notícia de Veja, que teve acesso aos termpos da delação homologada pelo ministro Teori Zavascki, do STF, Pessoa disse ter usado dinheiro desviado da Petrobras para fazer doações às campanhas presidenciais de Lula (2006) e de Dilma Rousseff (2014). O delator citou o então tesoureiro do comitê de Dilma, Edinho Silva (PT), hoje ministro da Comunicação Social da Presidência.
A relação de supostos beneficiários dos repasses do delator inclui também o ministro Aloizio Mercandate (Casa Civil) o ex-ministro José Dirceu e políticos de oposição: Aloysio Nunes (PSDB-SP) e Julio Delgado (PSB-MG). Vai reproduzida abaixo a lista divulgada por Veja:
estrelinha
-Campanha de Dilma em 2014: R$ 7,5 milhões (o delator citou o então tesoureiro da campanha, Edinho Silva, hoje ministro)
– Campanha de Lula em 2006: R$ 2,4 milhões
– Ministro Aloizio Mercadante (PT): R$ 250 mil
– Senador Fernando Collor (PTB): R$ 20 milhões
– Senador Edison Lobão (PMDB): R$ 1 milhão
– Ex-Senador Gim Argello (PTB) R$ 5 milhões
– Senador Ciro Nogueira (PP): R$ 2 milhões
– Senador Aloysio Nunes (PSDB): R$ 200 mil
– Senador Benedito de Lira (PP): R$ 400 mil
– Deputado José de Fillipi (PT): R$ 750 mil
– Deputado Arthur Lira (PP): R$ 1 milhão
– Deputado Júlio Delgado (PSB): R$ 150 mil
– Deputado Dudu da Fonte (PP): R$ 300 mil
– Prefeito Fernando Haddad (PT): R$ 2,6 milhões
– Ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto: R$ 15 milhões
– Ex-ministro José Dirceu: R$ 3,2 milhões
– Ex-presidente da Transpetro Sergio Machado: R$ 1 milhão


Blog do Josias

Suprema Corte dos EUA aprova o casamento gay em todo o país



Estados não poderão mais banir o casamento entre homossexuais.
'O amor vence', twittou o presidente Obama para celebrar a decisão.

Do G1, em São Paulo
Numa decisão histórica, a Suprema Corte dos Estados Unidos legalizou nesta sexta-feira (26) o casamento entre pessoas do mesmo sexo em todo o país. Os 13 estados do país que ainda proibiam não podem mais barrar os casamentos entre homossexuais, que passam a ser legalizados em todos os 50 estados americanos. A decisão veio por cinco votos a quatro.
O casamento tem sido uma instituição central na sociedade desde os tempos antigos, afirmou o tribunal, "mas ele não está isolado das evoluções no direito e na sociedade". Ao excluir casais do mesmo sexo do casamento, explicou, nega-se a eles "a constelação de benefícios que os estados relacionaram ao casamento".
O tribunal acrescentou: "O casamento encarna um amor que pode perdurar até mesmo após a morte". "Estaria equivocado dizer que estes homens e mulheres desrespeitam a ideia de casamento... Eles pedem direitos iguais aos olhos da lei. A Constituição lhes concede este direito", ressaltou, segundo a agência AFP.
A decisão não entrará em vigor imediatamente porque a Suprema Corte concede ao litigante que perdeu o caso aproximadamente três semanas para solicitar uma reconsideração, como informa a Reuters.
O caso analisado pela decisão desta sexta se referia aos estados de Kentucky, Michigan, Ohio e Tennessee, onde o casamento é definido como a união entre um homem e uma mulher. Esses estados não permitiram que os casais do mesmo sexo se casassem em seu território e também se negaram a reconhecer os casamentos válidos em outros estados do país.
Opositores do casamento gay protestam nesta sexta-feira em Washington, em frente à Suprema Corte (Foto: Joshua Roberts/Reuters)Opositores do casamento gay protestam nesta sexta-feira em Washington, em frente à Suprema Corte (Foto: Joshua Roberts/Reuters)
Há dois anos, a Suprema Corte anulou parte da lei federal contra o casamento gay, que negava uma série de benefícios governamentais para os casais do mesmo sexo que tinham se casado legalmente.
Centenas de pessoas se reuniram nos arredores da Suprema Corte, no centro de Washington, para comemorar a decisão dos juízes.
Como informa a agência EFE, o governo do presidente Barack Obama já tinha manifestado abertamente sua postura a favor do casamento homossexual depois que, pela primeira vez, o próprio líder declarou apoio à causa em 2012.
Obama disse no Twitter que a aprovação é um grande passo para a igualdade de direitos. "Casais de gays e lésbicas têm agora o direito de se casar, como todas as outras pessoas. #Oamorvence", disse o presidente.Ele fez um pronunciamento e disse que a decisão é uma "vitória para a América".
A pré-candidata democrata à presidência dos EUA, Hillary Clinton, também comemorou a decisão em seu perfil na rede social.
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Defensores do casamento gay comemoram em frente à Suprema Corte em Washington, nos EUA, após aprovação do casamento de casais do mesmo sexo pela constituição. Com o resultado o casamento será legalizado em todos os 50 estados (Foto: Jim Bourg/Reuters)

“Ontem se chegou ao limite do que não deve ser feito”, diz Cunha

Câmara aprovou reajuste igual ao do salário mínimo para todas as pensões e aposentadorias. 

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha, criticou nesta quinta-feira (25) a aprovação de uma emenda à Medida Provisória 672/15 que amplia cálculo de reajuste anual do salário mínimo para todas as aposentadorias e pensões. Contra a vontade do governo, a emenda foi aprovada ontem por 206 votos contra 179.
— É bom que a gente chame a consciência de que tudo tem limite. Ontem se chegou ao limite do que não deve ser feito. A emenda aprovada foi um erro, que precisa ser corrigido. Se não, o sinal que daremos ao mercado é de descontrole da política fiscal, de tal maneira que não haverá medidas que possam resolver.
Para Cunha, a solução seria o governo não sancionar a Medida Provisória e simplesmente deixá-la perder a validade.
R7

PMDB é Governo.

Em entrevista a jornal americano, Dilma diz sofrer preconceito sexual


Presidente respondeu ao fato de ser tida como uma chefe muito controladora

A presidente Dilma Rousseff deu uma entrevista para o jornal americano The Washington Post que foi publicada nesta quinta-feira (25). Na reportagem, a presidente afirma que existe “um pouco de preconceito sexual” em relação a ela e em como é descrita quando o assunto é sua forma de governar.
— Você tem que viver com as críticas e com o preconceito.
Dilma respondeu ao fato de ser tida como uma chefe muito controladora e questionou a afirmação.
— Alguma vez você já ouviu alguém dizer que um presidente do sexo masculino coloca o dedo em tudo?
A presidente disse que acredita “que há um pouco de preconceito sexual” em relação ao seu governo.

Em tom de ironia, Dilma afirma que ela é descrita como uma mulher “dura e forte” e que “coloca o nariz em tudo” e que dizem que ela está cercada de “homens fofos”.
Dilma disse esperar que a economia brasileira reaja em 2016 e, "nos anos seguintes, nós vamos começar a crescer na chamada 'taxa normal de crescimento'. O mundo não vai mais crescer a taxas em que crescia. O FMI [Fundo Monetário Internacional] diz que o mundo não vai crescer mais que 3,5% — e esse patamar ainda não está garantido".
A presidente disse ainda que deixa como principal legado a "redução expressiva da desigualdade, que ainda pode diminuir ainda mais".
— Eu espero que no fim do meu mandato, eu ainda construa as condições para transformar isso em ganhos permanentes. Nós conseguimos colocar 50 milhões de pessoas na classe média e nosso principal objetivo é transformar o Brasil em um país de classe média.

R7

24 de junho de 2015

Tom "bélico" de líderes evangélicos cria clima de intolerância, diz pastor


  • Na opinião de Ed René Kivitz, o momento é de "muita preocupação"
Na semana passada, uma série de denúncias de ataques contra membros e templos de religiões de matriz africana e espíritas tomou a mídia. Em um dos casos mais graves, uma menina candomblecista de 11 anos foi agredida a pedradas na saída de um culto no Rio de Janeiro, o que fez com que o tema da intolerância religiosa voltasse a preocupar lideranças de diferentes matizes.

Sexta-feira, também no Rio de Janeiro, um médium foi encontrado morto com sinais de espancamento, em um caso que ainda não foi esclarecido. Na opinião de Ed René Kivitz, 51, que há 26 atua como pastor da Igreja Batista, o momento é de "muita preocupação".

Formado em Teologia e mestre em Ciências da Religião pela Universidade Metodista de São Paulo, Kivitz, que integra o movimento Missão Integral --que congrega diferentes lideranças evangélicas-- questiona os argumentos do que considera como algumas "lideranças extremistas".

Para ele, o tom bélico assumido por alguns políticos de origem evangélica e alguns pastores que se utilizam dos meios de comunicação de massa --do "nós contra eles"-- cria um "clima propício para que gente doente, ignorante, mal esclarecida e mal resolvida dê vazão ao seus impulsos de violência e de rejeição ao próximo".

Em entrevista à BBC Brasil, Kivitz se disse a favor dos direitos LGBTs, por entender "que são cidadãos, independentemente da minha concordância com a orientação sexual ou a identidade de gênero que eles têm" e contra a redução da maioridade penal. Sobre o aborto, manifestou-se contrário, mas "a favor de uma melhor compreensão da legislação em termos de saúde pública e da preservação da mulher".

O pastor, que vem se articulando com colegas de diferentes Estados, diz que "a face evangélica que está exposta para o imaginário coletivo do brasileiro é a face mais grotesca, mais triste, e que não representa a índole da Igreja Evangélica brasileira".

Com seu trabalho, ele diz buscar espaço para mostrar um lado mais "ponderado, inclusivo e progressista" dos evangélicos.

Veja os principais trechos da entrevista:

BBC Brasil - Como membro da Igreja Batista, como o senhor vê os casos recentes de intolerância religiosa ocorridos no Rio de Janeiro? É algo que preocupa? Na sua visão, como os líderes evangélicos deveriam se posicionar?
Ed René Kivitz - Me preocupo muito com a questão da intolerância religiosa sim, embora eu ache que no Brasil isso seja muito localizado, e faça parte de um momento, de um recorte de tempo muito específico que estamos vivendo. Não faz parte da índole do povo brasileiro, e nem da índole cristã, quer seja católica ou evangélica, e evidentemente não faz parte da índole do Evangelho.

Eu acho que é algo isolado, mas preocupante também para a imagem da Igreja Evangélica, que está sofrendo muito por conta dessas lideranças radicais que estão construindo no imaginário da sociedade brasileira uma ideia do ser evangélico que não corresponde à grande parcela da nossa população que se identifica como evangélica.

"As pessoas não entendem que quando um deputado evangélico chega à Câmara em Brasília ele deveria deixar de ser evangélico e se tornar um defensor da cidadania"

Críticos argumentam que estas lideranças evangélicas que defendem de forma mais acirrada sua agenda moral estariam alimentando um "discurso de ódio" no país. Embora não se possa afirmar isto, o senhor acredita que pessoas com maior tendência à intolerância religiosa possam estar encontrando amparo nestas posições, ao verem figuras influentes no cenário nacional mantendo uma ideologia de confronto e não de conciliação com relação a grupos com visões diferentes, sejam estes grupos de outras religiões, LGBTs, defensores do aborto, minorias, etc?
É preocupante ter uma liderança expressiva desenvolvendo um discurso de "nós contra eles", um verdadeiro contrassenso para uma liderança religiosa, já que não se tolera isso nem de uma torcida organizada de futebol, que dirá de uma figura tida como um orientador, um guia espiritual.

Quando você encontra uma liderança com este discurso, você cria um ambiente propício para que gente doente, ignorante, mal esclarecida e mal resolvida dê vazão ao seus impulsos de violência, de rejeição ao próximo, aos seus ímpetos de prepotência, à sua ambição e sede de poder, à sua personalidade opressiva.

Enfim, não é difícil, quando você cria este ambiente bélico, que pessoas extremadas se sintam legitimadas para os seus atos inadmissíveis. Eu acho que é isso que está acontecendo no nosso país, e acho que infelizmente deve-se fazer este registro que não são os líderes religiosos que incitam ao ódio. Essa expressão é abominável, ela precisa ser riscada do nossos textos. Não é possível que um líder religioso, em sã consciência, esteja incitando o ódio, isso é um tiro no pé.

Mas sim, um discurso bélico, um discurso de confronto, no lugar de um discurso de reconciliação, cria, de fato, um ambiente onde as manifestações violentas tendem a ser legitimadas, ainda que isso seja inconcebível.

Sobre os casos ocorridos no Rio de Janeiro, o senhor tem algum posicionamento específico? A menina atacada com pedradas deveria ter sido recebida por mais líderes evangélicos, por exemplo, e não só pelo arcebispo da Igreja Católica e pelo prefeito Eduardo Paes?
Eu recebi a informação de que o pastor da Igreja Batista da Vila da Penha, na Zona Norte do Rio, cancelou as atividades no domingo e encorajou os fiéis a participarem de uma marcha a favor da tolerância religiosa.

O que eu acho é que nós deveríamos dar mais destaque, na mídia, para essas iniciativas de paz e de aproximação. Eu não estou dizendo que deveríamos ocultar os fatos, mas sim que a imprensa deveria dar menos linhas para os fatos ruins e mais linhas para os atos que buscam construir uma sociedade melhor. Outro grupo evangélico do Rio se uniu recentemente para ajudar na reconstrução de um centro de religiões africanas que havia sido queimado por grupos intolerantes, algo pouco noticiado, por exemplo.

Caso este momento de tensão continue se expandindo no Brasil, com a atuação da bancada evangélica no Congresso, embates de líderes religiosos com figuras da mídia e grupos LGBT, e discussões polêmicas como a criminalização da homofobia, liberação do aborto e redução da maioridade penal, como o senhor avalia as chances de um maior diálogo a curto e longo prazos?
Para termos um país que possa se considerar legitimamente democrático e republicano, temos que fortalecer tanto as nossas instituições políticas como a participação popular. Temos que valorizar os movimentos sociais, aplicar a lei com vigor a todo ato criminoso, de qualquer natureza e praticado por quem quer que seja. Acho crucial que exista também um estado de alerta na sociedade brasileira, que se levante contra todo e qualquer grupo que pretenda um controle hegemônico.

Quando eu digo um controle hegemônico, quero dizer que uma sociedade se constrói dando vez e voz a todas as formas de expressão de crenças, de culturas, de interesses de grupo. Você não pode permitir que a bancada evangélica seja hegemônica no Congresso, da mesma forma que você não pode permitir que a bancada do PT seja hegemônica. Nós não queremos um país governado por um grupo, por uma cultura ou por uma crença. Nós não queremos um país controlado por uma maioria muçulmana, mas também não queremos um país governado por uma maioria evangélica.

É nisso que eu acho que no Brasil ainda não amadureceu. As pessoas não entendem que quando um deputado evangélico chega à Câmara em Brasília, ele deveria deixar de ser evangélico e se tornar um defensor da cidadania. Claro que ele tem todos os seus valores, convicções religiosas e opções ideológicas, mas ele não está lá para defender a cabeça dele, nem o segmento da sociedade que o colocou lá.

Quando você tem uma sociedade em que um grupo pretende tomar de assalto a voz de todos e impor a sua agenda sobre todos, isso não é uma sociedade democrática, mas sim uma ditadura conquistada no voto. Então a gente tem que bater forte em todo grupo que se pretenda hegemônico, seja ele político, religioso, ou qual for. Inclusive a militância LGBT, que tem que compreender que tem seus direitos, e quem não concorda com ela também tem seus direitos, isso é democracia.

Diante dos seus argumentos é inevitável questioná-lo sobre os posicionamentos do atual presidente da Câmara, o deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que vem protagonizando debates e encampando abertamente a defesa de temas, ao afirmar que a discussão sobre o aborto só ocorreria "sobre seu cadáver" e colocando-se contrário ao casamento gay e a favor da redução da maioridade penal, além de divulgar abertamente sua "agenda da família", conjunto de valores morais base de sua campanha. Como o senhor avalia a influência de um presidente de um Parlamento democrático com estes posicionamentos num país tão polarizado como o Brasil neste momento?
Em vista de tudo que falei anteriormente, este tipo de posicionamento jamais deveria ocorrer, e não coopera em nada com o amadurecimento de uma sociedade democrática.

O voto não é o caminho para que a vontade da maioria se sobreponha à da minoria. O voto deveria ser o exercício do cidadão em discernir o que é melhor para o todo da sociedade, e não para fazer valer o seu ponto de vista sobre esta sociedade.

É este amadurecimento democrático que nós no Brasil ainda não temos e que os nossos líderes políticos não cooperam em nada para desenvolver. Ou seja, eu não posso votar num candidato apenas levando em conta se sou contra ou a favor do aborto, mas sim pensando no que seria um posicionamento justo para a sociedade brasileira com relação à legislação que trata do aborto.

Ao insistir em defender o ponto de vista do seu grupo, você fica num cabo de guerra constante, um puxando para um lado, e o outro puxando para o outro, e não se chega a lugar nenhum, perpetuando-se a relação "nós contra eles".

Quando você tem um presidente do Parlamento tentando impor sobre a sociedade o seu ponto de vista e o ponto de vista do seu grupo, ele não tem índole democrática. Ele não está pensando no bem da sociedade, mas sim apenas na vitória da sua ideologia ou da sua convicção religiosa. Isso contraria inclusive a origem e a história do Protestantismo, que nasce com a defesa da liberdade de consciência, da separação entre Igreja e Estado, a valorização dos direitos individuais, e a luta pela liberdade de expressão. É muito triste ver um líder religioso completamente dissociado do movimento que lhe dá respaldo.

Em outras palavras, essas lideranças evangélicas que estão presentes na mídia e no cenário político brasileiros merecem a hashtag #nãomerepresentam.

Neste processo, é possível competir com lideranças evangélicas que compram espaços de emissoras de televisão, o meio de comunicação que ainda exerce maior influência de massa sobre a população brasileira?
A TV no Brasil, de forma geral, ainda se preocupa muito mais com o circo, o sensacional, os embates e os extremos, do que com o diálogo e a discussão construtiva. A mídia tem um papel muito forte nisso. Os movimentos LGBT, por exemplo, são pintados sempre como mocinhos, e os evangélicos todos demonizados como homofóbicos, o que é uma inverdade. Há evangélicos a favor desses direitos, e há extremistas dos dois lados do debate. Mas para o circo da mídia não interessa colocar gente moderada dos dois lados conversando. A face evangélica que está exposta para o imaginário coletivo do brasileiro é a face mais grotesca, mais triste, e que não representa a índole da igreja evangélica brasileira, com a mais absoluta certeza.

Quanto ao espaço comprado por lideranças extremistas, é uma arma poderosa e uma luta desigual, porque estes espaços custam milhões e sabe-se que para conseguir estes milhões, essas lideranças com flexibilidade ética e moral conseguem mais fácil do que aqueles que têm uma consciência moral e respeitosa não só aos seus princípios religiosos e espirituais, como também à massa e à população brasileira.

O que podemos esperar a médio e longo prazos deste cenário atual no país? Que papel outras lideranças evangélicas podem assumir neste debate?
Eu gostaria de sublinhar que a liderança evangélica que me representa é uma minoria também. Quando eu ouço as minorias lutando pelos seus direitos e mais respeito às suas vozes, eu me identifico. Sejam os movimentos dos negros, dos LGBTs, das mulheres, dos trabalhadores sem-terra.

Eu também sou uma liderança evangélica que precisa lutar por reconhecimento e espaço, e que muitas vezes sequer é ouvida pela sociedade, como se a Igreja Evangélica fosse uma coisa só, esta coisa apresentada pelos extremistas.

E aí nós fazemos um barulho que, perto dessa estratégica de massa dos radicais, é pequeno, mas ele existe. Por exemplo, nós estamos nos mobilizando contra a redução da maioridade penal, contra o trabalho escravo, pela valorização da criança. Existe uma Igreja Evangélica diferente aí, trabalhando pela sociedade. E há igrejas evangélicas que são uma poderosa ferramenta de transformação social nas periferias de todo o Brasil, isto também precisa ser lembrado.

Notícias Uol

Suspeita de bomba isola área em frente ao Palácio do Planalto




O esquadrão anti-bombas da Polícia Militar está em frente ao Palácio do Planalto. A polícia suspeita do conteúdo de duas mochilas e uma mala abandonadas desde o meio dia em frente à grade que circunda o Palácio. Há dois carros do Batalhão de Operações Especiais (Bope) no local, fazendo o raio-x dos objetos. Antes dessa análise, não é possível minimizar o risco.

A área foi totalmente isolada, mas Servidores do Judiciário e do Ministério Público da União conseguiram chegar próximos aos itens suspeitos, furando o bloqueio e empurrando a grade. A polícia dispersou os manifestantes lançando gás de pimenta. Por volta das 17h30, outro grupo, da Marcha da Maconha, começou a chegar ao local, O trânsito segue parado e os agentes bloquearam acessos de veículos ao Palácio do Planalto.

22 de junho de 2015

Silas Malafaia concede entrevista a Joice Hasselmann da revista Veja e fala sobre a corrupção e incompetência do governo do PT nesses treze anos

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O pastor Silas Malafaia concedeu uma entrevista à revista Veja e falou sobre tudo que estava engasgado, falou sobre tudo que se passa com a  sociedade. Tais como: o escândalo do petrolão, seus arrependimentos políticos, o projeto do Bolsa Família e religião.

Malafaia, criticou a postura de Dilma de dizer que não sabia de nada,  Malafaia ficou bem a vontade pela apresentadora e abriu sua metralhadora giratória e disse tudo que pensa deste governo. Disse ele:

“Como é que esses caras fazem uma coisa dessas e querem dar atestado de idiota ao povo dizendo que não sabiam de nada? Como? Lula é um mandão do PT, como é que ele não sabe de nada? Como é que Zé Dirceu sabe, e ele não sabe? Isso é conversa pra boi dormir. Eu não sou boi”, disparou o pastor, fazendo referência ao mensalão, quando o ex-ministro foi condenado por corrupção.

“Quer dizer que Dilma era presidente do conselho da Petrobrás, roubaram R$ 1 bilhão em Pasadena (refinaria adquirida pela empresa nos Estados Unidos a um custo muito acima do preço de mercado) e ela também não sabe? E ainda teve a coragem de dizer que recebeu um relatório errado”, disse o pastor, indignado.

Questionado pela apresentadora Joice Hasselmann sobre quem seria Luís Inácio Lula da Silva, Malafaia o definiu como alguém.“Pouca gente sabe, mas em 2002, na primeira eleição dele, eu fui o evangélico que apareceu no programa eleitoral dando um voto de confiança a ele. Participei daquele “conselhão” fui o representante evangélico. Ele é um cara muito inteligente, na minha visão. Ele conseguiu envolver as pessoas, inclusive eu acreditava que ele ia dar o melhor para o Brasil. Um operário, que veio de baixo, sei lá… Quando eu vi o que estava acontecendo, pedi minha exoneração do conselho. Hoje, quando eu olho, ele é o maior farsante do Brasil”, disse.

O PT ainda hoje está vasculhando a vida do pastor Silas Malafaia com a finalidade de desmoralizá-lo na opinião pública, configurando uma perseguição por mais de anos pela receita federal, confirmando o que todos já sabem, o PT adora jogar lama nos seus "adversários". E quando falou da marcha para Jesus, onde ele protestou junto a Eduardo Cunha sobre o petrolão, agiu como verdadeiro advogado de defesa do deputado.

No final da entrevista falou do atraso sofrido pela nação, por conta da irresponsabilidade da dupla Lula/Dilma, chamando o próprio ex. presidente de dissimulado por conta do joguinho que tem acontecido entre o PT e o Planalto central, onde ambos se criticam e não se largam, os classificando como a pior coisa que aconteceu no mundo em todos os tempos.


Na continuação da entrevista, Joice Hasselmann mudou de assunto e o indagou sobre outros temas, como: o ativismo gay e sua causa; as propagandas que promovem gays, no caso específico da Boticário; o beijo lésbico na tv globo, além do aborto e liberação das drogas entre outros temas.

Mas foi provocado pela entrevistadora sobre a sua relação com a rede Globo e defendeu a sua posição se amparando em seus princípios, dizendo inclusive que falou isso para os próprios dirigentes da casa. Depois o assunto ficou por conta da redução da maioridade penal e mais uma vez sobrou para o partido do governo, por ser um governo incoerente em relação a tudo, inclusive em relação a essas "crianças". No final fez uma referencia a tal "pátria educadora" e respondeu algumas perguntas dos internautas e se autodefiniu.

VEJA A ENTREVISTA AQUI

   

21 de junho de 2015

Minha opinião sobre o “lavar os pés” protagonizado por Hermes C. Fernan

Vou dar minha humilde opinião sobre a lavação de pé que vem sendo  o assunto do momento nas redes sociais
Estimo que ninguém irá se converter ou iremos mudar a opinião das pessoas sobre a fama dos evangélicos! Amar vai além de lavar os pés… e isso pode apenas lhe render algum tipo de fama momentânea! Para mim cheira a um ecumenismo falso e acrescento que um evangelho que não prega o arrependimento deve ser anátema. Penso comoRenato Vargens​ e não posso pensar fora da “caixola” e para mim o amor não está acima da verdade! Não negocio a sã doutrina!  Será que esqueceram do: “vai e não peques mais” (Jo 8:11)
Me respondam: Do que adiantou lavar os pés de lideres de outras religiões, outros costumes ou comportamentos? 
Vejamos a luz da biblia:
Jamais encontramos tal prática nas reuniões das igrejas primitivas, tal abordagem ritua-lista perde o significado mais profundo do ato de Jesus. Nesta ocasião, Jesus ensinou, pelo menos, duas lições importantes:
1. A purificação para ter comunhão com ele. Quando ele chegou a Pedro, este recusou a lavagem de pés (compare a atitude dele com a humildade de João Batista quando pediu que Jesus o batizasseB Mateus 3:13-14). Mas, quando Jesus falou que precisava ser lavado para participar dele, Pedro mudou de idéia: “Senhor, não somente os pés, mas também as mãos e a cabeça” (João 13:9). Se precisava de purificação para estar em comunhão com Cristo, Pedro não queria arriscar a rejeição pelo Senhor. Jesus explicou que só precisava lavar o que ainda estivesse sujo. Assim ele comentou sobre o grupo dos apóstolos. A maioria já estava purifica-da, mas nem todos. Judas Iscariotes não manteria comunhão com Cristo porque seu coração foi dominado por Satanás. Sem a santificação, “ninguém verá o Senhor” (Hebreus 12:14).
2. A humildade para servir. Depois de lavar os pés dos discípulos, Jesus disse: “Ora, se eu, sendo o Senhor e o Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros. Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também. Em verdade, em verdade vos digo que o servo não é maior do que seu senhor, nem o enviado, maior do que aquele que o enviou” (João 13:14-16). Jesus se esvaziou, deixando a glória do céu, para servir aos homens (Filipenses 2:5-8). Ele mostrou que nós devemos nos humilhar para servir aos outros. Como ele lavou os pés, nós devemos procurar oportunidades para humildemente servir uns aos outros. (Humildade não combina com câmeras da Globo – A suposta humildade vãmente exibida é uma espécie de orgulho.)
Jesus não instituiu uma cerimônia chamada “Lava pés”, mas a realidade de um novo modo de viver – uma vida sensata e equilibrada em amor a Deus,  um estilo de vida de aceitação, compromisso e serviço em prol do Reino de Deus.
Sobre o texto do Hermes C. Fernandes, gostaria de salientar alguns pontos:
“Tão logo fui contatado pelo diretor de jornalismo, topei o desafio de recebê-los. Segundo ele, o que teria chamado a atenção para a Reina era sua proposta de coexistência harmoniosa com qualquer religião ou segmento social. – “
Coexistencia Harmoniosa com qualquer religião? Não combina muito com os versículos abaixo:
Mateus 5
…10Bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o Reino dos Céus. 11Bem-aventurados sois vós quando vos insultarem, e perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós, por minha causa. 12Exultai e alegrai-vos sobremaneira, pois é esplêndida a vossa recompensa nos céus; porque assim perseguiram os profetas que viveram antes de vós. O cristão deve ser sal e luz
1 Pedro 4:14
Se sois insultados por causa do nome de Cristo, bem-aventurados sois, porquanto sobre vós repousa o Espírito da glória, o Espírito de Deus.
Mateus 24:9
Então eles vos entregarão para serem afligidos e condenados à morte. E sereis odiados por todas as nações por serem meus seguidores.
Salmos 44:22
Entretanto, por amor de ti somos entregues à morte todos os dias; fomos considerados como ovelhas para o matadouro.
Lucas 6:22
Bem-aventurados sois, quando as pessoas vos odiarem, vos expulsarem do convívio delas, vos insultarem, e excluírem vosso nome, julgando-o execrável, por causa do Filho do homem.
Apocalipse 2:3
Tens perseverado e suportado sofrimentos de toda espécie por causa do meu Nome, e não te deixaste desfalecer

“Senti-me impulsionado a fazer algo que talvez pudesse despertar a consciência de muitos quanto à necessidade de se resgatar a mensagem central do evangelho: o amor.
A plenitude do AMOR é VERDADE, portanto o amor jamais pode estar acima da verdade!

João 16:14
Assegurou-lhes Jesus: “Eu Sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim.
Matheus 10:34
“Não cuideis que vim trazer a paz à terra; não vim trazer paz, mas espada”.

“O primeiro desafio seria lotar a igreja em plena sexta-feira às 8h30 da manhã.”

Ao meu ver nessa pequena frase o ato em cima deixa de ser uma atitude nobre e de humildade, uma vez que a igreja deveria estar lotada e as câmeras da globo gravando e fotografando.
Me veio a mente o versiculo abaixo:
Mateus 6
…2Por essa razão, quando deres um donativo, não toques trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas, nas sinagogas e nas ruas, para serem glorificados pelos homens. Com toda a certeza vos afirmo que eles já receberam o seu galardão.3Tu, porém, quando deres uma esmola ou ajuda, não deixes tua mão esquerda saber o que faz a direita. 4Para que a tua obra de caridade fique em secreto: e teu Pai, que vê em secreto, te recompensar
Após algumas canções de louvor e a ministração de uma palavra (ambas registrados pelas câmeras da TV), pedi que essas pessoas subissem ao púlpito.
Me pergunto quais foram essas canções e qual foi a palavra ministrada, porque se não se pregou o arrependimento e a verdade, não vejo muito proveito.
Se você é um(a) dos que acha que “o importante é que o evangelho está sendo pregado“, eu te digo que esse evangelho fajuto deve ser considerado maldito (Gálatas 1:8-9) e certamente esses que o estão espalhando serão julgados por isso..
Um “evangelho” que não prega arrependimento e não aponta os pecados como condenáveis pode ser qualquer coisa menos cristianismo..

Infelizmente, há entre nós muitos que escolheram julgar, discriminar, odiar, mas ainda há tantos outros que, constrangidos pelo exemplo de Cristo, escolheram amar e amar até o fim.
Já quero deixar claro que não escolhi julgar, estou apenas colocando meu ponto de vista com base bíblica, e faço das suas palavras as minhas, no seu artigo publicado em  18/12/2011 sobre o festival promessas:
É claro que suas motivações são meramente comerciais, e não poderia ser diferente. Pensar o contrário é assinar um atestado de ingenuidade, pra não dizer outra coisa. Foi uma oportunidade e tanto. Disso ninguém duvida. Mas terá sido aproveitada adequadamente? “ 


Para encerrar meu artigo, como já sei que também virão pedradas (já começaram por uns comentários que fiz no face) , segue alguns esclarecimentos:
1 – Não estou procurando fama ou holofotes aproveitando o assunto do momento.
2 – Não tenho remuneração do GospelMais para postar aqui esse artigo ou qualquer um outro.
3 – Meu blog pessoal WebEvangelista não tem nenhuma propaganda (Adsense) que possa vir a me dar algum tipo de retorno financeiro.
4 – Respeito e sou leitor assíduo do Bispo Hermes C. Fernandes e escrever um artigo desse, não me torna inimigo dele, mesmo que alguns marqueteiros tentem colocar lenha na fogueira.
5 – Meu português é raso e simples, não sou Teólogo ou estudioso.
6 – Sou pecador como todos e sujeito a uma infinidade de erros! 
Postou Wagner Lemos
Goslpemais



Rô Moreira. Minha opinião sobre.
Há tempos que Hermes vem fazendo lambança e distorcendo textos Bíblicos mostrando falsa piedade com todos. Tentando ser mais um pastor midiático em busca de holofote, se mostrando solícito e ecumênico. Jesus lavou os pés dos seus, de não e qualquer um. “A foto é impactante. Muito bem bolada. Tem o seu valor. Só que a foto, SEM O TEXTO BÍBLICO a ela relacionado, tem a sua mensagem totalmente deturpada. Se não, vejamos: o texto da foto é João 13 traz alguns ensinamentos interessantes:

1) Jesus não lavou os pés de todos. E sim, lavou os pés dos seus DISCÍPULOS(v.5), daqueles que estavam sendo ensinados por Ele. Havia uma lição sendo ensinada, que vamos ver a frente.

2) Jesus lavou inclusive os pés de Judas, conquanto que Judas era seu discípulo, embora fosse ele que, logo após, o trairia.(vs. 18,26)

3) Jesus afirma claramente, diante da resistência de Pedro, "Se eu te não lavar, não tens parte comigo." João 13:8. Ou seja: a cerimônia do lavapés era um sinal de unidade entre Ele e os DISCÍPULOS.

4) Jesus esclarece ainda melhor sua atitude: "Aquele que está lavado não necessita de lavar senão os pés, pois no mais todo está limpo. Ora vós estais limpos, mas não todos." João 13:10. Aqui, a foto já começa a complicar. Porque a ideia da foto e de J...Veja mais

5) Jesus mostra que sabia que estava lidando com discípulos, que criam nele, ao falar: "Vós me chamais Mestre e Senhor, e dizeis bem, porque eu o sou." João 13:13 - Pergunto: será que os personagens da gravura também falam isto sobre Ele?

6) É interessante como a Bíblia se auto explica. Veja: "Ora, se eu, Senhor e Mestre, vos lavei os pés, vós deveis também lavar os pés uns aos outros. Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também. Na verdade, na verdade vos digo que não é o servo maior do que o seu senhor, nem o enviado maior do que aquele que o enviou." João 13:14-16
Jesus estava, portanto, dando um ensino de que deveríamos ser humildes uns para com os outros, e honrar uns aos outros. Jesus, em nenhum momento, diz que devemos lavar os pés de pecadores, NO SENTIDO DE ACEITÁ-LOS COMO ESTÃO, no estado de pecado. Isto seria simplesmente um gesto de compartilhar de suas ideias. Repare na expressão "uns aos outros", que é bem diferente da proposta de "lavar os pés a todos". O sentido é de coleguismo e discipulado, e não de evangelismo.

Concluindo, creio que a imagem é relevante no sentido de tolerância e respeito. Mas nunca no sentido de que Jesus lavaria os pés de de quem não tem parte consigo por exemplo. Isto pode encontrar respaldo na mente distorcida de alguns progressistas, mas não nas Escrituras. Prefiro ficar com as Escrituras do que com ufanismo e romantismo.”
O texto diz é que nossa função é: "que se façam deprecações, orações, intercessões, e ações de graças, por todos os homens; Pelos reis, e por todos os que estão em eminência, para que tenhamos uma vida quieta e sossegada, em toda a piedade e honestidade;" Portanto, a oração é o verdadeiro serviço do cristão as autoridades, e não o lavar os pés, ou servir, ou ser diácono de um terrorista.

O texto mostra também claramente que nossas orações tem uma direção, um alvo "Porque isto é bom e agradável diante de Deus nosso Salvador, Que quer que todos os homens se salvem, e venham ao conhecimento da verdade.

A Bíblia não é universalista, embora alguns humanistas o sejam.


Rô Moreira
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