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31 de outubro de 2015

Deputado petista se acovarda e finge que não vê ativista que o questionou por ameaçar manifestantes

O deputado Sibá Machado demonstrou covardia e fingiu que não ouviu a ativista Carla Zambelli ao ser por ela interpelado na Câmara dos Deputados. Sibá ameaçou, no dia anterior, os brasileiros que pedem o impeachment de Dilma: “Vou juntar gente e vamos pro pau”, disse ele. Veja os vídeos:








O líder do PT na Câmara, deputado Sibá Machado (AC), xingou e ameaçou os manifestantes que ocupavam a galeria da Casa na tarde desta terça-feira, pediam a saída da suposta presidente da República com um grande cartaz de “Fora Dilma!” e vaiavam o deputado lulista não eleito Wadih Damous (PT-RJ). “Vocês são vagabundos! Vamos pro pau com vocês agora!”, gritou Sibá, ao microfone do plenário, durante a sessão de votação da medida provisória sobre o reajuste das taxas cobradas por Ibama, Cade e Ancine. Mais uma demonstração petista de ódio, intolerância à divergência e, claro, desespero ante o risco de cumprimento da lei.", relatou o articulista Felipe Moura Brasil, da Veja. Assista ao vídeo:





O senador Ronaldo Caiado denunciou o deputado Sibá Machado, líder do PT, como mandante da violenta invasão tentada pelo MTST – Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto – contra o acampamento que pede o impeachment da presidente Dilma Rousseff em frente ao Congresso Nacional. Assista ao vídeo:





 Um vídeo publicado pelo MBL expõe a denúncia, por parte do corpo diretor do grupo, que um assessor do deputado Jean Wyllys estaria imiscuído no grupo que agrediu manifestantes que fazem parte do acampamento “Fora Dilma”, em frente ao Congresso Nacional. Segundo o dito por um deles, ele estaria incitando a violência. Assista: MTST invade acampamento do ‘Fora Dilma’ e ataca cidadãos com pedradas, socos e furos nas costas

Comando da Aeronáutica concede premiação ao comunista Aldo Rebelo, o elogia e gera polêmica; veja vídeo.



Mais uma polêmica envolvendo os comandantes das Forças Armadas está  se espalhando nas redes sociais. Neste caso, o comandante da Força Aérea Brasileira  elogia o comunista Aldo Rebelo, Ministro da defesa nomeado por Dilma, e lhe concede promoção na ordem do mérito aeronáutico ao Grã cruz. Assista e comente com sua opinião a respeito.

30 de outubro de 2015

Demissão de general que criticou governo Dilma provoca crise militar



Está gerando uma profunda insatisfação a ordem do ministro da Defesa, Aldo Rebelo, para que o comandante do Exército, general Eduardo Villas Boas, demitisse o general Antônio Hamilton Martins Mourão do comando Militar do Sul e além de transferi-lo para a Secretaria de Economia e Finanças do Exército, em Brasília, longe do comando de tropas e onde poderá ser bem cerceado. No entanto, fontes militares afirmam que pode haver desdobramentos do episódio na manhã desta sexta-feira (30).
A decisão do comandante do Exército, equivalente ao antigo cargo de ministro do Exército, o general Villas Boas, só foi tomada depois de insistentes reuniões com seu superior, o ministro da Defesa, o líder comunista e ex-ministro dos esportes, Aldo Rabello.
O ministro é líder do PCdoB, que por ideologia distorcida, crê na eficácia de regimes comunistas, como o da Coréia do Norte e de Cuba, que são exemplos de atraso e estagnação econômica.
Há dois meses, ao falar no CPOR, o general Mourão (Foto) apontou, com toda razão, toda a desordem administrativa, corrupção generalizada e tentativas de bolivarianização patrocinados pelos governos do PT, que agora está na iminência de ter seus líderes presos como meros ladrões vulgares.
Convém ainda informar que o general demitido do Comando Militar do Sul não é o único general três estrelas que repudia sobre a situação de corrupção, desmando e tendências bolivarianistas dos governos do PT, que estão levando o Brasil para o fundo do poço e destruindo o país.
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Para quem não sabe, o Comando Militar do Sul equivale ao antigo III Exército, o mais forte numericamente do país, contando com cerca de 48 mil dos 217 mil militares do Brasil. Os militares estão profundamente descontentes e isto está gerando revolta nas linhas de comando.
A queda do general Antônio Hamilton Mourão, com grande reconhecimento no meio militar e civil, deverá custar caro ao ministro da Defesa e ao seu inconsequente governo.
Todos os pronunciamentos do general Mourão acrescentam mais um ingrediente à grave crise política pela qual o governo Dilma está passando. O Palácio do Planalto havia deixado este assunto a cargo do Ministério da Defesa porque não quer trazer mais esta questão para dentro do palácio, como se isto fosse uma questão isolada e não uma indignação legítima de um brasileiro patriota falando em nome de todos os brasileiros, cansados com os desmandos irresponsáveis que afundam o Brasil.
Mas, uma coisa ninguém pode negar, o governo DIlma é o que mais errou na história do Brasil, e pagará um preço alto por isto!
*João Jorge Braga é natural de Minas Gerais e estuda a política brasileira desde 1950.
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General Mourão responde a ameaças de ‘dominação comunista’, invasão estrangeira e guerra no Brasil

Lula admite o estelionato eleitoral de Dilma, que ela mentiu para se reeleger, mas como se fosse virtude


Em discurso a petistas, ex-presidente pede apoio à política
econômica e acena a Cunha; documento do partido ataca
política econômica e... Cunha!
Por: Reinaldo Azevedo  


A cara de pau de Lula, todos sabemos, é uma coisa assombrosa, sem par na história da política brasileira. Não é de hoje. É coisa histórica. Logo no primeiro ano de seu governo, em 2003, confrontado com o fato de que Antonio Palocci decidira fazer um superávit primário superior ao do último ano do governo FHC e que o PT dizia que essa história de superávit era só safadeza pra pagar banqueiro, o Macunaíma bem-sucedido disparou: “A gente, quando está na oposição, faz muita bravata”. E ponto. E houve quem tivesse achado aquilo genial. Há quem confunda pragmatismo com descaramento. Adiante.


Lula falou nesta quinta ao PT. Sabem o que ele disse sobre as escolhas de Dilma? Isto:
“Tivemos um grande problema político, sobretudo na nossa base, quando tomamos atitude de fazer o ajuste que era necessário fazer. Ganhamos as eleições com um discurso e, depois, tivemos que mudar o discurso e fazer o que dizíamos que não íamos fazer. Isso é fato conhecido pela nossa querida presidente Dilma Rousseff”.



Viram? Lula admite o estelionato. Só haveria uma possibilidade de essa sua fala não ser moralmente dolosa: Dilma não saber, durante a campanha, a situação real do país. Bem, na melhor das hipóteses pra ela, convenham, sabia. Na pior, ela seria inimputável por insanidade mental.

Ah, claro! Ele admitiu que o país está sem governo. Segundo disse, é preciso logo aprovar as medidas de ajuste fiscal para que Dilma comece a “governar o Brasil de fato”. É? Então isso que temos aí é o quê? Ora, é o estelionato!

Mais uma vez, Lula fez um aceno a Eduardo Cunha, segundo fala registrada pela Folha:

“O que interessa à oposição é discutir qualquer assunto e não discutir o que interessa, que é aprovar o que a Dilma mandou para o Congresso. Ou alguém acha que outra coisa é importante? Que é derrubar Eduardo Cunha, discutir impeachment e depois votar o que a Dilma mandou para o Congresso?”.

Resta evidente que ele deu uma ordem para que os petistas deixem de lado a pauta “Cunha”. Ele sabe muito bem que, agora, está apenas nas mãos do presidente da Câmara dar início ou não à tramitação da denúncia contra a presidente.

Lula, que, até havia outro dia, estava desestabilizando Joaquim Levy, resolveu defender o ministro da Fazenda, afirmando que gritam “Fora, Levy”, como já se gritou antes “Fora, Palocci”. E observou que o ajuste fiscal é condição para o PT recuperar o prestígio. Há menos de um mês, com as suas bênçãos, a Fundação Perseu Abramo pediu a cabeça do ministro da Fazenda.

Ah, sim: desse encontro, sairá um documento. Vai descer o porrete na política econômica conduzida por Levy e em… Eduardo Cunha…

Entenderam?


Estudante cristã denuncia atividade escolar que exigiu que ela afirmasse que `Deus é um mito'

Jordan Wooley tem recebido o apoio de diversos cidadãos e até mesmo do governador do Texas, Greg Abbot

Estudante cristã denuncia atividade escolar que exigiu que ela afirmasse que `Deus é um mito´
Uma estudante cristã de 12 anos, do Distrito Escolar 'Katy Independent' (Texas / EUA) e sua mãe estão agora lutando, depois de terem reagido à atitude de uma professora, que disse aos alunos da sua turma que "Deus é um mito" e que "é errado a apresentar a idéia de Deus como um fato".
Jordan Wooley, uma aluna da sétima série, na escola 'West Memorial Junior High', disse à emissora FOX 26 que os alunos de sua classe - muitos dos quais também são cristãos - participavam de uma atividade de sala de aula, para diferenciar entre fatos e opiniões.
Quando se tratava de um item na atribuição que afirmava "Há um Deus", Jordan disse à professora que a declaração é factual, com base em sua religião, mas a professora "corrigiu" a aluna.
"Eu lhe disse que era um fato, que é verdade, com base na minha religião, e ela disse que eu estava errada", disse Jordan à FOX 26.
Jordan insistiu, por sua crença, na demonstração de como a existência de Deus é um fato e rapidamente contou sobre o desafio para sua mãe.
"A maioria das crianças ali acreditava em Deus", disse a mãe de Jordan, Chantel Wooley à FOX 26, "e uma professora está lhes dizendo que não há Deus".
Jordan explicou que depois que ela e outros alunos discutiram com a professora sobre a declaração, a professora revelou que a tarefa foi um ponto polêmico entre seus alunos, em todas as suas aulas, naquela segunda-feira.
"Eles ficaram realmente muito chateados. Jordan me disse que um garoto bateu seus livros sobre a mesa e ele queria que [o debate] parasse. Um outro garoto foi para casa chorando", disse Chantel Wooley.
Jordan levou a questão para o Conselho Escolar do distrito de 'ISD Katy', naquela segunda-feira à noite, mas quando os membros do conselho escolar começaram a fazer-lhe perguntas, a Superintendente Alton Frailey terminou a discussão.
"Eu posso dizer-lhe que, enquanto ela estava lá em cima, ouvindo a diretoria da escola, eu estava chorando", disse Chantel Wooley. "Aqui está a minha filha, mais corajosa que a maioria dos adultos, falando sobre sua fé e como ela se sentiu violada na escola".
A mãe descontente também observou que ela estava surpresa que ela estava lutando esta batalha a respeito de Deus, no Texas.
"Em Nova York, Califórnia, Vermont (os Estados liberais), eu poderia totalmente ver isso como algo 'normal'. Mas, em Houston, Texas, onde frases como 'que Deus abençoe os EUA' e 'Não brinque com Texas' são normais, você sabe, o Texas está mexendo com a minha filha", disse ela.
Reagindo ao furor sobre a atribuição, o governador do Texas, Greg Abbott elogiou Jordan por falar contra sua professora.
"Estou orgulhoso do compromisso inflexível desta garota com Deus. Ela é uma texana durona", observou o governador em um tweet.

CPAD News

29 de outubro de 2015

Sob gritos de 'safado' e 'bandido', Caiado chama Eduardo Braga para briga



O senador Ronaldo Caiado (DEM-GO) e o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, precisaram ser contidos nesta quinta-feira (29) por outros parlamentares durante intenso bate-boca em audiência pública na Comissão Mista de Mudanças Climáticas do Congresso Nacional. Sob gritos de "safado" e "bandido" de um para o outro, o senador chegou a chamar o ministro para "resolver a questão" fora do plenário onde ocorre a reunião no Senado.
Caiado fazia um questionamento sobre a renovação das concessões das distribuidoras e os planos de venda da Celg Distribuidora pela Eletrobras, quando chamou a atenção de Braga para que ele ouvisse a pergunta. Enquanto o ministro tentava dizer que estava ouvindo as palavras do senador e pedia desculpas por ter se virado de lado, Caiado levantou-se e foi em direção à mesa dizendo que estava sendo desrespeitado.
"Vossa Excelência deveria ficar calmo, está muito nervoso. Vossa Excelência está desequilibrado", disse Braga, enquanto Caiado o chamava de "bandido" e "safado". "Safado é Vossa Excelência, me respeite. Bandido é você", completou o ministro.
Caiado chegou a chamar Braga para a briga, dizendo que queria resolver o desentendimento fora da sala. O ministro não chegou a se levantar da cadeira enquanto o senador era contido pelos demais parlamentares.
Após a saída do senador goiano da sala, os demais senadores fizeram um desagravo e repudiaram a "atitude destemperada" de Caiado. O presidente da comissão, senador Fernando Bezerra (PSB-PE), afirmou que relatará as atitudes de Caiado à mesa diretora do Senado.

Uol

28 de outubro de 2015

Ativistas cala deputada comunista em resposta a falsas acusações. Veja o vídeo



Beatriz Kicis, advogada, procuradora e integrante de movimentos contra Dilma e o PT, do PC do B , após ela pronunciar falsas acusações, para Kicis, é motivo de orgulho incomodar alguém que compactue com a ideologia comunista. assista.




Líder de movimento denuncia perseguição e ameaças de morte feitas por petistas e é aplaudido



A CPI dos crimes Cibernéticos, que convocou Líderes do movimentos contra Governo Dilma por um requerimento do deputado Jean Wyllys, o qual os classificou como "criminosos", finalizou a sessão de hoje recebendo um protesto contra o PT. Manifestantes entoaram um dos "gritos de guerra"" dos protestos deste ano: Olê, Olê, estamos na rua para derrubar o PT.

Sentados na mesma mesa, Lula e Dilma mal se falam na festa de Aniversário do ex-presidente



Diante de uma relação que ganha cada vez mais contornos de distanciamento e insatisfação , a presidente Dilma Rousseff e o ex- presidente  Luiz Inácio Lula da Silva  pouco conversaram durante a festa em comemoração aos 70 anos do petista, na noite desta terça-feira (27) em S. Paulo.

Lula e Dilma dividiram uma mesa de seis lugares montada em uma sala interna do Instituto Lula, onde aconteceu o evento. Com eles sentaram-se o ministro Jaques Wagner (casa civil) , o presidente do PT, Rui Falcão, o prefeito da capital paulista, Fernando Haddad, e o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto.

Segundo relatos de participantes,m o Ex presidente estava bem-humorado cumprimentou Dilma quando a presidente chegou à festa, por volta das 20 hs, mas, em seguida , optou por falar sobre assuntos amenos.
 Dirigiu-se poucas vezes a sucessora, nenhuma dela spra falar de politica.

Lula tem criticado o governo de dilma e, principalmente , a politica econômica comendada pelo ministro Joaquim Levy
( Fazenda).

Nesta Segunda-feira (26) após a LFT Marketing Esportivo, empresa de seu filho Luis Claudio ter sido  alvo de mandado de  busca e apreensão na Operação Zelotes, o ex presidente reclamou a aliados do que ele chama de "falta de comando" do ministro  José Cardoszo ( justiça) sobre a Polícia Federal. Lula tem pedido que Dilma  troque o titular da pasta , mas a presidente resiste em manter Cardozo no posto.

Para os convidados , Lula repetia que estava "se sentindo forte , com muita energia" e brincou com amigos sobre  'quem vai chegar aos 70 assim como eu?"
Segundo interlocutores do ex-presidente, a ida de Dilma a festa- de ultima hora, com remarcação de horário para se adequar à agenda da presidente- foi interpretada como uma tentativa  da petIsta em se reaproximar de Lula ou, pelo menos, tentar mostrar que não há clima ruim entre eles.

No quintal do Instituto  Lula, onde há piscina e churrasqueira , cerca de 50 convidados comeram churrasco, farofa e salada, acompanhado de cerveja, uísque e refrigerante.

Folha Politica

27 de outubro de 2015

Redação do ENEM: “Se ninguém nasce mulher, não existe violência contra mulher”


O estudante Carlos Cassandro Caralhães Pinto, 19 anos, causou polêmica ao escrever na redação do ENEM que “violência contra a mulher não existe”.
Caralhães, que fez a prova do Exame Nacional do Ensino Médio pela primeira vez, declarou que chegou à polêmica conclusão com base em uma questão contida no primeiro dia de prova.
“A prova tinha uma citação da Simone de Bovoir que dizia que ninguém nasce mulher. No dia seguinte, para minha surpresa, o tema da redação era violência contra a mulher. A conclusão lógica a que cheguei é que, se ninguém nasce mulher, não existe violência contra a mulher.
Como pode existir violência contra algo que não existe?”, questionou o estudante.
Ele se disse confiante e acredita que tirará uma boa nota na redação, caso a banca de avaliação do Exame seja coerente.
“A redação eu acho que vou tirar um dez. nas outras questões talvez eu tenha me dado mal, porque não tive tempo de ler todos os livros do Che Guevara”, lamenta.

Fonte


Pastor Malafaia diz que arrecadação do dízimo teve queda de até 20% Presidente do Conselho Nacional de Pastores afirma que a queda deve-se à crise econômica


Comece a plantar sementes Silas, quem sabe a crise não melhora?? Cadê frase de que: "quem esta em Cristo não há crise? " 

O Presidente do Conselho Nacional de Pastores do Brasil, Silas Malafaia afirma que as igrejas filiadas à organização sofreram redução de até 20% na arrecadação do dízimo, fruto da crise econômica. Mas a “Vitória em Cristo”, de Malafaia, parece imune. Está levantando dez templos simultaneamente, segundo ele, com o dinheiro do dízimo.Conselho Nacional de Pastores do Brasil, Silas Malafaia afirma que as igrejas filiadas à organização sofreram redução de até 20% na arrecadação do dízimo, fruto da crise econômica. Mas a “Vitória em Cristo”, de Malafaia, parece imune. Está levantando dez templos simultaneamente, segundo ele, com o dinheiro do dízimo.


Época

26 de outubro de 2015

Discurso x realidade: veja o que disse Dilma ao ser reeleita há um ano



Um ano após a reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT), o UOL compilou trechos do discurso de vitória da presidente com os indicadores econômicos e sociais durante o ano de 2015, marcado por protestos pelo impeachment, novas revelações da operação Lava Jato e rebaixamento da nota do Brasil por agências de classificação de risco. 

Crise faz editora de Silas Malafaia demitir 40% dos funcionários

Central Gospel reduz quadro para se adequar aos tempos difíceis
por Jarbas Aragão
Crise faz editora de Silas Malafaia demitir 40% dos funcionários

A crise financeira que atingiu Brasil tem prejudicado indústrias, comércio, prestadores de serviço e até mesmo as igrejas. O crescimento do desemprego diminuiu os valores de ofertas e dízimos.
Segundo a revista Época, quem também está sofrendo as consequências da penosa situação econômica é a editora Central Gospel. Ela precisou demitir 40% do seu quadro de funcionários, num processo de “readequação”.
Questionado pela revista, Malafaia desabafou: “É lamentável. As pessoas não estão consumindo. Estão ficando desempregadas e, como outras empresas, sentimos a crise. O sol se levanta e a chuva cai para o justo e o injusto. Veio para todos”.
A Central Gospel publica e distribui Bíblias e livros religiosos, além de CDs de diversos cantores. No site, podem ser encontrados ainda cosméticos.
A revista não divulgou se outras áreas do ministério Vitória em Cristo foram afetadas e precisaram demitir.
Curiosamente, em maio deste ano, quando o pastor americano Morris Cerullo esteve no programa de TV de Malafaia, falou sobre as dificuldades econômicas no mundo, mas profetizou que os telespectadores que creem não seriam abalados por problemas financeiros.
Quem aceitasse ofertar recebeu uma benção especial de celeiros cheios. “Agora Deus diz: bendito tu serás!”, profetizou o americano. Cerullo recitou algumas passagens dizendo que as bênçãos seguirão aqueles que doarem, pois receberão a benção financeira que tira o fiel da dívida.

Gospel Prime.

Obs da Rô: plante a semente da fé meu filho, vai que dá certo! rsrs Se não dé, foi falta de fé.

Consciência Cristã discutirá pontos em comum do calvinismo e arminianismo

Comentário de Rô Moreira: Se usarem da honestidade intelectual,  vão entender que este Arminianismo  crido por irmãos nas redes sociais, não condiz com que  Arminio cria de fato. Que este arminianismo atual não passa de Finneyismo, Wesleyanismo, Mileyanismo, Remonstrancianismo, mas nunca Arminianismo.

Os debates entre calvinistas e armininanos serão um dos temas discutidos durante o 18º Encontro para a Consciência Cristã, evento..por Mariana Gouveia
Consciência Cristã discutirá pontos em comum do calvinismo e arminianismo


Consciência Cristã tratará de calvinismo e arminianismo
Os debates entre calvinistas e armininanos serão um dos temas discutidos durante o 18º Encontro para a Consciência Cristã, evento que acontecerá em Campina Grande (PB) entre os dias 04 e 09 de fevereiro de 2016.
O assunto será debatido em um painel, que será intitulado “Quem disse que calvinistas e arminianos não se entendem?”. O painel ocorrerá no sábado, dia 06 de fevereiro, à tarde, e terá a participação de alguns dos preletores convidados para a Consciência Cristã 2016.
O objetivo do painel é o de discutir pontos convergentes entre calvinistas e arminianos, buscando promover a unidade em meio à beligerância que tem havido por parte de grupos mais extremados de ambos os lados. Com isso, o Encontro para a Consciência Cristã espera cumprir um de seus objetivos, que é o de permanecer fiel às verdades centrais da fé cristã, de modo a contribuir com a Igreja de Cristo de um modo geral.
Para este painel, alguns dos principais preletores da 18ª Consciência Cristã foram convidados: Russell Shedd, Solano Portela, Ricardo Bitun e Ciro Sanches Zibordi. Russell Shedd é pastor e missionário, que atua no Brasil desde 1962, e fundador das Edições Vida Nova. Já Solano Portela é escritor e professor convidado de cursos na Universidade Presbiteriana Mackenzie e no Centro de Pós-Graduação Andrew Jumper.
Ricardo Bitun, por sua vez, é pastor da Igreja Evangélica Maanaim, em São Paulo, e coordenador do programa de Pós-Graduação em Ciências da Religião da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Por fim, Ciro Sanches Zibordi é pastor da Igreja Assembleia de Deus de Niterói (RJ) e colunista do CPAD News desde 2010, além de ser autor de vários livros.
Além deste painel, a Consciência Cristã 2016 terá também a realização de plenárias, pela manhã e à noite, e de eventos paralelos à tarde. As plenárias são abertas ao público, mas os eventos paralelos requerem inscrição prévia, que deve ser feita, gratuitamente, no site do evento.
Outros 22 palestrantes estão confirmados para a 18ª Consciência Cristã. Nomes como Conrad Mbewe, Hernandes Dias Lopes, Augustus Nicodemus, Jonas Madureira, Franklin Ferreira, Norma Braga, Renato Vargens e outros estarão no evento, além do grupo Vencedores por Cristo, na parte musical. Eles falarão sobre diversos temas, como liderança, apologética, sexualidade, fé e ciência, família e outros.
O Encontro terá, além das plenárias e palestras, a realização da 4ª Feira do Livro da Consciência Cristã, a FELICC. A feira será feita em parceria com algumas das maiores editoras evangélicas do país, entre elas a Sociedade Bíblica do Brasil, a CPAD, as editoras Fiel, Vida Nova, Hagnos, Cultura Cristã, Vida, PES e a Visão Cristocêntrica Publicações, selo editorial oficial da Consciência Cristã. Todos os títulos comercializados estarão com preços especiais.
A VINACC, entidade que realiza o encontro, oferece apoio a caravanas formadas para o evento e que desejam hospedagem alternativa. A instituição ajuda grupos, de no mínimo 20 pessoas, a conseguir hospedagem em locais como escolas e igrejas de Campina Grande. Os interessados devem preencher um formulário, disponível no site do evento: www.conscienciacrista.org.br.
Faça sua caravana, se programe, participe! De 04 a 09 de fevereiro de 2016, 18ª Consciência Cristã, em Campina Grande, Paraíba!

Gospel Prime.

Enem 2015: questão sobre feminismo é comentada nas redes sociais


Grupos feministas comentaram sobre a inclusão da questão na prova. 'Triste notar que frase seja tão atual', afirma especialista em sexualidade.

Por Thaís Lima
Do G1, em São Paulo
Postagem na página 'Empodere Duas Mulheres' no Facebook sobre questão do Enem 2015 (Foto: Reprodução/Facebook)Postagem na página 'Empodere Duas Mulheres'
no Facebook sobre questão do Enem 2015
(Foto: Reprodução/Facebook)
Uma questão da prova de Ciências Humanas do Enem 2015 chamou a atenção de grupos feministas e ativistas nas redes sociais. A pergunta traz a célebre frase de Simone de Beauvoir ("Não se nasce mulher, torna-se mulher") e é citada em uma questão sobre as lutas feministas da metade do século XX. Elas publicaram reproduções da prova e comentaram sobre a inclusão do assunto no Enem.
A postagem sobre a questão na página "Empodere Duas Mulheres" no Facebook comemorou a inclusão do tema na prova. Até às 20h10 do sábado, o conteúdo teve mais de 12 mil likes e 3,5 mil compartilhamentos. "Acho de suma importância que esse debate tenha sido levantado lá, achei lindo demais", conta a criadora da página Maynara Fanucci. Ela acredita que colocar Beauvoir na prova ajuda a jogar luz sobre o tema. "Ela, como uma das grandes teóricas sobre o feminismo atingindo nacionalmente os estudantes, ajuda a chamar a atenção pra esse assunto tão importante de ser debatido e associado ao nosso contexto atual", afirma. 
Outros usuários também fizeam menção sobre a pergunta no Twitter. "Eu vivi pra ver um dia o Exame Nacional do Ensino Médio, ENEM, perguntar sobre Simone de Beavoir e o feminismo", afirma usuária. "Pego o caderno primeira questão que eu vejo FEMINISMO. Que delicia manda mais, que os machista da minha sala vao tudo bombar no Enem", comenta outro perfil na rede social.
Comentários no Twitter falam sobre a questão do Enem que perguntava sobre feminismo (Foto: Reprodução/Twitter)Comentários no Twitter falam sobre a questão do Enem que perguntava sobre feminismo (Foto: Reprodução/Twitter)
Frase ainda atual
Para a especialista em gênero e sexualidade e jornalista Nádia Lapa, a questão é adequada ao momento politico atual, com a tentativa de retirada de direitos das mulheres. "O triste é notar que uma frase publicada em um livro de 1949 ainda seja tão atual: nós não nascemos mulheres, nós nos tornamos mulheres porque a socialização feminina é cruel conosco, nos tratando como o tal produto intermediário citado pela autora francesa", comenta.
A pergunta não cita a palavra feminismo em nenhum momento, porém Nádia acredita que isso não seja um revés. "Quem faz Enem deve estar preparada e preparado para questões atuais, e felizmente o feminismo é um movimento que vem tomando mais força e sendo revivido no Brasil". 
A escritora e ativista Daniela Lima, que conseguiu recuperar fotos da pensadora francesa em suas passagens pelo Brasil, comenta que é importante ver uma autora no meio de tantas citações de pensadores homens. "Nas postagens que destacavam os textos de autores importantes presentes na prova, Simone era a única mulher. Ver autoras sendo citadas vai mostrando importantes avanços", lembra.


G 1

22 de outubro de 2015

"Os Calvinistas Estão Chegando" [Por ocasião dos 494 anos da Reforma]

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O crescimento do interesse pela fé reformada em todo o mundo é um fato que tem sido notado aqui e ali pelos estudiosos de religião. Crescem em toda a parte a publicação de literatura reformada, o ingresso de estudantes em seminários e instituições reformadas, a realização de eventos, o surgimento de novas igrejas e instituições de ensino reformadas e o número de pessoas que se dizem reformadas.

Como se trata de um rótulo, é preciso definir “reformado.” Como já temos dito em outros posts neste blog, por “reformado” entendemos aquele que adere a uma das grandes confissões reformadas produzidas logo após a Reforma protestante no século XVI, aos cinco grandes pontos dessa Reforma, que são Sola Scriptura, Sola Gratia, Sola Fides, Solus Christus e Soli Deo Gloria e aos chamados Cinco Pontos do Calvinismo, resumidos no acrônimo TULIP (Depravação total, Eleição incondicional, Expiação limitada, Graça irresistível e Perseverança final). Muito embora alguns não gostem do nome, quem adere a tudo isso acima não deixa ser um calvinista.
Como bem me lembrou Mauro Meister quando eu escrevia esse post, existe um grande número de igrejas que são da "tradição reformada" mas que já não crêem de maneira ortodoxa quanto a estas doutrinas. Geralmente essas igrejas não estão experimentando esse crescimento, mas um esvaziamento, como a Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos e outras denominações historicamente ligadas à Reforma, mas que já não professam de forma estrita seus postulados.
Da Coréia, China, Indonésia, por exemplo, chegam relatórios do florescimento calvinista. É claro que o calvinismo acaba recebendo diferentes interpretações e expressões em tantas culturas variadas, mas os pontos centrais estão lá.
Isso não quer dizer que os reformados calvinistas são muito numerosos, comparados com pentecostais e arminianos, por exemplo. O que eu quero dizer é que os relativamente poucos reformados calvinistas têm experimentado um crescimento que já chama a atenção de muitas denominações e tem provocado alertas da parte de seus líderes.
Vejam o que está ocorrendo na maior denominação evangélica dos Estados Unidos, os Batistas do Sul. A prestigiosa revista evangélica Christianity Today trouxe um artigo em que documenta a reintrodução do calvinismo através dos seminários nessa denominação. O ressurgimento do calvinismo entre os Batistas do Sul é mais antigo, leia aqui. Considerados de orientação arminiana de longa data (apesar de alguns documentos fundantes serem calvinistas), os Batistas do Sul estão vendo o calvinismo sendo transmitido nos seminários, não tanto por professores, mas pelos próprios alunos. Alarmada, a Convenção Batista de Oklahoma oficialmente rejeitou a teologia reformada e mandou cópia da condenação para a Comissão Executiva da Convenção Batista do Sul.
De acordo com o artigo da Christianity Today, 10% dos pastores da Convenção já se declaram calvinistas e perto de 30% dos concluintes dos seminários fazem a mesma afirmação. A continuar nesse ritmo, em breve teremos um grande reavivamento calvinista no coração da maior denominação arminiana conservadora dos Estados Unidos. Veja aqui a história de como a doutrina da predestinação chegou a dois seminários arminianos.
A ressurgência calvinista nos Estados Unidos não está ocorrendo somente entre os Batistas, mas entre muitas outras denominações. Leia aqui um artigo da Christianity Today sobre o assunto. Um dos motores é o ministério de pastores reformados populares, como John Piper, R. C. Sproul, Mark Driscoll, J. C. Mahaney, Paul Washer e John MacArthur, entre outros. Os eventos promovidos por eles recebem milhares de pastores de todas as denominações e seus livros são traduzidos em dezenas de línguas, inclusive em português. No Brasil temos quase todos os títulos destes autores.
Em menor escala, estamos assistindo ao mesmo processo em meio aos batistas brasileiros. Cresce o número de batistas interessados na teologia reformada. Recentemente assistimos à formação da Comunhão Batista Reformada, composta de batistas calvinistas que não conseguiam mais espaço em suas convenções para expressarem as suas opiniões.
Mas, o interesse maior na fé reformada no Brasil parece ser da parte dos pentecostais. Cresce a presença de pastores e líderes pentecostais nos grandes eventos reformados no Brasil. Cresce também o número de pentecostais que estão adquirindo literatura reformada. E cresce o número de igrejas pentecostais independentes que estão nascendo já com uma teologia influenciada pelo calvinismo. Algumas denominações pentecostais também vêm recebendo a influência calvinista a passos largos. Tenho tido o privilégio de pregar e ministrar palestras em eventos de grande proporção organizados por instituições pentecostais interessadas em explorar os grandes temas reformados.
O ministério de editoras que publicam material reformado, como a Editora Cultura Cristã, a Fiel e a Publicações Evangélicas Selecionadas, por exemplo, tem servido para colocar as obras de reformados brasileiros e internacionais nas mãos dos evangélicos brasileiros ávidos por uma teologia consistente, e cansados dos excessos do neopentecostalismo e da aridez do liberalismo teológico.
Não tenho uma explicação definitiva para esse fenômeno do retorno da TULIP, a não ser a de que a providência divina assim o deseja. No mínimo, é curioso que uma fé tão perseguida e odiada como o calvinismo, de repente, passe a ter tanta aceitação. Não há ninguém na história da Igreja tão mal entendido, distorcido, vilipendiado, odiado e amaldiçoado quanto João Calvino. Chamado de tirano, déspota, incendiário de hereges, frio, duro, determinista, criador do capitalismo selvagem, Calvino tem sofrido mil mortes nas mãos de seus detratores, os quais, na maioria das vezes, nunca leram sequer uma de suas obras, e que formaram sua opinião lendo obras de terceiros.
Somente espero que, à medida que o movimento cresça no Brasil, os reformados aprendam a reter o que é essencial e bíblico na Reforma, sem tornar em matéria de fé aquilo que pertenceu a séculos passados em outras culturas, como, infelizmente, já tem acontecido no Brasil com alguns grupos. Que eles lembrem que a fé bíblica, que é a fé da Reforma, também pode se expressar dentro da rica e variada cultura brasileira.

Fonte: [ O Tempora, O Mores! ]

Jean Wyllys arranca gargalhadas ao dizer que faz “oposição” a Dilma; Feliciano tripudia: “Piada”; Assista


Jean Wyllys arranca gargalhadas ao dizer que faz “oposição” a Dilma; Feliciano tripudia: “Piada”; AssistaDurante a campanha presidencial do ano passado, Jean Wyllys fez campanha para Dilma Rousseff (PT), dizendo que a presidente havia assumido “compromissos programáticos” com os ativistas gays, e que por isso, teria seu voto.
A declaração de voto do ex-BBB foi feita após um discurso de Dilma, a seu lado, em favor do que a militância homossexual classifica como “homofobia”: “Tenho o compromisso de lutar contra a discriminação da juventude negra neste país, contra os autos de resistência, contra esse morticínio, assim como eu tenho compromisso de lutar contra violência que motiva a mulher, assim como contra a homofobia, temos de criminalizar a homofobia”, disse a então candidata à reeleição.
Durante uma sessão da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) , o deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) se disse “fora da polarização” entre a base aliada ao governo e os parlamentares que se alinham ao PSDB, e portanto, de “oposição ao governo Dilma”, o que causou riso geral nos presentes.
Irritado com a reação da maioria dos deputados, que riram sem pudor da afirmação, Wyllys ameaçou pedir que a segurança da Câmara dos Deputados retirasse todos os convidados do plenário, o que causou novas manifestações dos presentes.
Nesse momento, o pastor Marco Feliciano (PSC-SP), interveio, questionando como seria possível controlar o riso alheio, e dizendo que é natural que as pessoas riam nessas circunstâncias: “Se falar piada, a gente vai rir mesmo”.

A fala de Feliciano arrancou mais gargalhadas de quem estava no local. Wyllys, ainda mais irritado, disse que se tratava de um debate sério e que exigia respeito. “Respeito não se pede, respeito se recebe”, retrucou o pastor para delírio dos demais.
Assista:
Oposição?
.



Durante a campanha presidencial do ano passado, Jean Wyllys fez campanha para Dilma Rousseff (PT), dizendo que a presidente havia assumido “compromissos programáticos” com os ativistas gays, e que por isso, teria seu voto.


A declaração de voto do ex-BBB foi feita após um discurso de Dilma, a seu lado, em favor do que a militância homossexual classifica como “homofobia”: “Tenho o compromisso de lutar contra a discriminação da juventude negra neste país, contra os autos de resistência, contra esse morticínio, assim como eu tenho compromisso de lutar contra violência que motiva a mulher, assim como contra a homofobia, temos de criminalizar a homofobia”, disse a então candidata à reeleição.

Na mesma época, Wyllys usou o Twitter para provocar o pastor Silas Malafaia: “Desculpa aí, MAL! Eu estou apoiando a campanha da Dilma e ela assumiu compromissos programáticos, sim! Não para mim, mas para o bem do povo. E tem mais: ela vai vencer! Aceite que dói menos”, escreveu o deputado, que hoje se diz de “oposição”

Na mesma época, Wyllys usou o Twitter para provocar o pastor Silas Malafaia: “Desculpa aí, MAL! Eu estou apoiando a campanha da Dilma e ela assumiu compromissos programáticos, sim! Não para mim, mas para o bem do povo. E tem mais: ela vai vencer! Aceite que dói menos”, escreveu o deputado, que hoje se diz de “oposição”.

jean wyllys - oposicao dilma

Fonte; Gospel Mais

Câmara aprova pós-graduação paga em universidades públicas



Deputados aprovaram texto-base da proposta e ainda votarão destaques.Cursos de graduação continuarão a ser gratuitos em universidades públicas.




A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (21) o texto-base da proposta de emenda à Constituição (PEC) que permite que as universidades públicas cobrem mensalidade para cursos de extensão, pós-graduação lato sensu e mestrados profissionais. Fica mantida a exigência de gratuidade nos cursos de graduação, residência na área da saúde e curso de formação profissional na área de ensino.O texto principal da proposta recebeu 318 votos favoráveis, 129 contra e 4 abstenções.

Os deputados analisarão na próxima semana destaques que visam modificar a PEC. Por se tratar de uma mudança na Constituição, o texto ainda precisará passar por uma votação em segundo turno antes de ir ao Senado.

A PEC altera o artigo 206 da Constituição, para dizer que o princípio da “gratuidade do ensino público em estabelecimentos oficiais" não se aplica nos casos de pós-graduação, cursos de extensão e mestrado.

Nestes casos, caberá à direção da universidade decidir se cobrará ou não dos alunos. Atualmente, algumas universidades que cobram mensalidade são alvos de processos judiciais que questionam a legalidade do procedimento.

“É uma vergonha que o Brasil, como oitava economia mundial, não esteja entre as 100 melhores universidades do mundo. O que estamos fazendo é instituindo a autonomia universitária. São mestres e doutores que decidirão os melhores caminhos para as universidades. Isso vai significar um avanço no setor educacional”, argumentou o líder do DEM, deputado Mendonça Filho (PE), que defendeu a proposta.

Para o relator da PEC, deputado Cleber Verde (PRB-MA), com a cobrança, as universidades terão mais dinheiro para investir um cursos de graduação de qualidade, bem como em tecnologia e laboratórios de pesquisa.

“São cursos profissionalizantes, feitos por demanda que vem da empresa, de órgãos públicos, para a capacitação daquele trabalhador. Não é justo que a universidade, que já tem os seus cursos diminuídos, tenha de custear também cursos profissionalizantes”, afirmou.

Já o líder do PSOL, deputado Chico Alencar (RJ), alegou que a PEC representa o início da “privatização do sistema público”. “Esse projeto acaba ferindo e abrindo uma porta perigosa para o papel estratégico do sistema educacional público. Vai contra o princípio da educação pública, universal, de qualidade”, declarou.

Também contrário à PEC, o deputado Edmilson Rodrigues (PSOL-PA) afirmou que a proposta vai “entregar patrimônio científico aos que se alimentam do lucro”.

21 de outubro de 2015

Câmara aprova projeto que dificulta aborto legal e pune venda de abortivos

Proposta também torna crime quem induz, instiga ou auxilia em um aborto, com pena maior para profissionais da saúde

Agência Câmara

Após aprovação de projeto, vítimas de violência sexual terão série de empecilhos para abortar
BBC (arquivo)
Após aprovação de projeto, vítimas de violência sexual terão série de empecilhos para abortar

Constituição e Justiça) da Câmara aprovou por ampla maioria na tarde desta quarta-feira (21) um projeto de lei de autoria do presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que estabelece penas específicas para quem induzir ou orientar gestantes ao aborto. Na prática, o projeto também dificulta o acesso ao aborto legal. 

O texto altera o Código Penal com a justificativa de "dotar o sistema jurídico pátrio de mecanismos mais efetivos para refrear a prática do aborto, que vem sendo perpetrada sob os auspícios de artimanhas jurídicas, em desrespeito da vontade amplamente majoritária do povo brasileiro". A proposta ainda precisa ser avalizada pelo plenário da Casa e tramitar no Senado. Em geral, o projeto proíbe a venda de meios abortivos e pune quem facilitar a prática de aborto. Também acrescenta a necessidade de exame de corpo de delito para atendimento pelo SUS (Sistema Único de Saúde) em casos de estupro -medida contestada por parlamentares contrários ao projeto e grupos em defesa dos direitos das mulheres, para quem a exigência pode dificultar ainda mais o acesso ao aborto legal. No Brasil, o aborto é permitido e pode ser feito em alguns hospitais da rede pública em apenas três casos: quando não há outro meio de salvar a vida da mãe, quando a gravidez resulta de estupro ou a gestação for de feto anencéfalo. 

PROJETO A proposta aprovada na CCJ estabelece prisão de seis meses a dois anos para quem "induzir ou instigar" gestantes a praticar aborto ou auxiliá-la na prática. Incorre na mesma pena quem vender ou entregar de forma gratuita "substância ou objeto destinado a provocar aborto", ou orientar e instruir grávidas sobre como praticar o ato. Quando os casos descritos são cometidos por médicos ou agentes de saúde, farmacêutico ou enfermeiro, a punição passa a ser de um a três anos de detenção. O projeto também prevê que o crime se torne qualificado -o que aumenta as penas em um terço- quando o aborto resultar em alguma lesão. Se o aborto resultar em morte da gestante, as penas são duplicadas. Pela legislação atual, os agentes de saúde não são punidos quando fazem abortos para salvar a vida da mãe ou "se a gravidez resulta de estupro e o aborto é precedido de consentimento da gestante ou, quando incapaz, de seu representante legal". A proposta dificulta a comprovação do estupro, admitindo absolvição do agente de saúde que promover um aborto somente quando o caso de abuso for constatado em exame de corpo de delito e comunicado à polícia. O texto também enquadra como crime contra saúde pública o anúncio de meio abortivo. Conforme a redação aprovada, quem "anunciar processo, substância ou objeto destinado a provocar aborto" está sujeito a detenção de seis meses a dois anos.

 VIOLÊNCIA SEXUAL O projeto altera ainda a "lei da profilaxia da gravidez" sancionada pela presidente Dilma em 2013, que definiu violência sexual como "qualquer forma de atividade sexual não consentida". O texto aprovado na CCJ, contudo, estabelece como violência sexual práticas previstas na parte do Código Penal que tratam das medidas de segurança "em que resultam danos físicos e psicológicos". Quando trata do atendimento no SUS, o projeto retira o termo "profilaxia de gravidez", e substitui por "procedimento ou medicação, não abortivos, com eficiência precoce para prevenir gravidez resultante de estupro". Acrescenta ainda um parágrafo no qual destaca que "nenhum profissional de saúde ou instituição, em nenhum caso, poderá ser obrigado a aconselhar, receitar ou administrar procedimento ou medicamento que considere abortivo".
Deputados, todos homens, comemoram aprovação de lei que prejudica mulheres:


Mudanças
Gussi modificou seu relatório para diminuir a resistência ao texto, mas ainda houve bastante polêmica. Ele voltou atrás e deixou na lei a expressão de que as mulheres devem saber seus direitos ao serem atendidas no serviço de saúde. Gussi argumentava que o direito à informação não precisa estar em nenhuma lei, pois já é garantido, mas a bancada feminina contestou isso, e disse que é importante que as vítimas saibam sobre seu direito à pílula do dia seguinte e ao aborto, caso o estupro resulte em uma gravidez.
O relator acatou a sugestão das deputadas para não simplesmente excluir da lei o termo "profilaxia da gravidez". Os médicos ouvidos pela comissão disseram que profilaxia se refere a um procedimento que impeça o desenvolvimento de uma condição, mas Gussi entende que o termo profilaxia está ligado a doenças, e não poderia ser usado em relação à gravidez. O próprio governo havia mandado o PL 6022/13, trocando a expressão "profilaxia" por “medicação com eficiência precoce para prevenir gravidez”, que foi utilizada pelo relator com alguma modificação: "procedimento ou medicação, não abortivos, com eficiência precoce para prevenir gravidez resultante de estupro".

Gussi fez algumas alterações para diminuir a resistência ao texto e garantir a aprovação do projeto
Gilmar Felix/Câmara dos Deputados
Gussi fez algumas alterações para diminuir a resistência ao texto e garantir a aprovação do projeto

Gussi também introduziu uma ressalva, uma espécie de cláusula de consciência, de que nenhum profissional de saúde ou instituição poderá ser obrigado a administrar procedimento ou medicamento que considere abortivo.
A deputada Maria do Rosário (PT-RS) elogiou o esforço de Gussi, e lembrou que o projeto já foi bem pior, com criminalização até mesmo de profissionais que auxiliassem no aborto "sob o pretexto de redução de danos". Para ela, o problema é que toda a proposta está escrita de forma que não é possível saber quais as reais consequências do texto. "Eu gostaria de ter certeza de que a mulher vai ser atendida pelo serviço de saúde, e não numa delegacia, porque é isso que preconizam todos os especialistas. Devemos votar essa proposta pensando nas vítimas", enfatizou.
Críticas
Para a deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ), a proposta piora uma conquista das mulheres, que é o atendimento humanitário em serviço de saúde. "A decisão sobre se ela quer ou não ir à delegacia deve ser da mulher, mas depois de ter seu corpo vilipendiado, nenhuma mulher pode ser obrigada a fazer um exame de corpo de delito", declarou. 

Para a deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ), proposta piora uma das conquistas das mulheres
Alex Ferreira / Câmara dos Deputados
Para a deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ), proposta piora uma das conquistas das mulheres

Além disso, a introdução da expressão "não abortivo" na lei não seria livre de consequências, porque grupos religiosos querem após essa proposta mudar o entendimento sobre a pílula do dia seguinte, para que ela seja considerada abortiva. "Ninguém aqui é idiota, eu sei que há essa discussão, de que a pílula pode impedir a nidação, mas estamos falando de uma mulher que, se ficar grávida, terá o direito ao aborto. Mais uma vez vamos punir as mulheres pobres, que não têm conhecimento dos seus direitos, e vão sofrer repetidamente", ressaltou a deputada.

Ainda assim, a deputada Érika Kokay (PT-DF) lembrou que a proposta também modifica o entendimento do que é violência sexual e estupro, para os efeitos da lei de atendimento às vítimas. Na lei está expresso que violência é qualquer ato não consentido, mas a proposta delimita ao que está definido no Código Penal (Decreto-Lei 2.848/40). "Isso quer dizer que o entendimento hoje é de que a palavra da mulher vale, e é importante dizer que o atendimento deve acolher essas mulheres, e não desconfiar delas", defendeu a parlamentar.
Após a aprovação do texto, três destaques tentaram modificar a proposta. A maior discussão foi sobre o encaminhamento obrigatório das vítimas a uma delegacia e ao exame de corpo de delito. Embora o relator tenha retirado do texto uma parte que deu margem a críticas de que o exame de corpo de delito seria pré-requisito para o atendimento das vítimas, o texto foi criticado por colocar entre as obrigações do serviço de saúde o encaminhamento da vítima à delegacia. "Essa medida protege as provas e busca punir os agressores, não vemos razão para que seja retirada do texto", disse o deputado Marcos Rogério (PDT-RO).
Tramitação
A proposta segue agora para votação do Plenário da Câmara.
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