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30 de dezembro de 2015

Apóstolos da Amnésia



 Rev. Marcelo Lemos É triste, mas acontece! Eis o que leio em uma publicação recente: o Apóstolo Agenor Duque promete apagar a memória de fiéis, e com isso até "curar" as pessoas do homossexualismo(1). Claro que tem uma linda e impressiva "estória" para comprovar sua afirmação, a saber, a de um jovem supostamente gay, e supostamente "curado" pelo método em plena apresentação teatral, ou, como alguns preferem, culto de adoração.

 Seria a Unção da Amnésia? Essa unção, ao que me parece, é co-irmã de outra muito apreciada pelos apóstolicos de nossa geração: a Unção da Memória Seletiva. Sim, porque os fiéis evangélicos parecem ter uma habilidade incrível de superar (ou reinterpretar?) aquilo que desconstroi sua narrativa sobre a vida, a fé e até seus discursos.

 Qual pregador apostólico irá a televisão, por exemplo, contar ao seu rebanho que, segundo pesquisa do IBGE, os evangélicos estão atrás de Espíritas e Católicos Romanos quanto o tema é renda familiar? Qual dos pregadores da mídia irá demonstrar que, segundo tais dados, o que influência essa média é, não a quantidade de ofertas e sacrifícios, mas algo óbvio como o nível de escolaridade? Mais exemplo dessa memoria seletica e amnésia gospel? Silas
Malafaia, famoso defensor da Teologia das Sementes, que jura não ter nada a ver com a Teologia da Prosperidade, foi obrigado a demitir dezenas de seus funcionários (cerca de 40% da Editora Central Gospel) devido a atual crise econômica que assombra o Brasil. Evidentemente não tem nada de errado ou imoral nisso - "É a Economia estúpido", já vaticinou James Carville, marqueteiro de Bill Clinton.

O próprio Malafaia admite isso em um comunicado no qual diz ser "lamentável" as demissões, e explica que "as pessoas não estão consumindo. Estão ficando desempregadas e, como outras empresas, sentimos a crise. O sol se levanta e a chuva cai para o justo e o injusto. Veio para todos". A nota publicada pelo pastor assembleiano é simplesmente perfeita! E é exatamente isso que os criticos de sua teologia tem afirmado ao longo dos últimos anos: Deus "faz que o seu sol se levante sobre os maus e os bons, e a chuva desça sobre justos e injustos" (S. Mateus 5:45). Ou seja, a chuva e o sol são disponibilizados sobre todos os homens, para os que plantam sementes nos programas televisivos de pastores e para os que não plantam as tais sementes; para os que sacrificam seu salário mínino na Fogueira Santa, e também para os que torram seus salários de 10 dígitos em sites pôrnos.

 É o que a nota de Malafaia admite, ainda que com outras palavras. Admite porque convém, devido a inevitabilidade do fracasso de seu empreendimento (perfeitamente justificado pelo cenário econômico). Mas isso não muda o fato de que ele insinua exatamente o contrário ao condicionar a prosperidade de seus fieis ao ato de plantarem ou não em seu Ministério, e a quantidade maior ou menor das sementes. Ora, as sementes que o próprio Malafaia plantou não foram capazes de superar a crise? Se não foram, para que servem então? Apenas para nadar na correnteza favorável dos bons dias da Economia? Na prática, a nota de Malafaia refuta seus últimos anos de Ministério, mas a Unção da Amnésia tem o poder magnético de tornar as pessoas bem seletivas naquilo que irão recordar. Quando a Economia voltar a respirar (Deus o queira!), tudo isso será apenas passado, um passado esquecido - e é bem possível que alguns até atribuam a recuperação econônica as tais Sementes, Fogueiras, e coisas do tipo. Triste, mas acontece. Infelizmente os exemplos abundam. Alguém ainda acredita que os evangélicos, em sua maioria, sabem o motivo histórico de serem "evangélicos" e não "católicos romanos"? Só na teoria. É bem provavel que ainda se encontre em alguns de seus livros a saga dos Reformadores em prol de lemas como Sola Scriptura ou Sola Gratia... Na prática? A maioria apenas acha que é a última bolacha do pacote apostólico, ou frutos de alguma revelação tão transitória quanto os antigos filmes da Kodak. Por outro lado, continuam se achando melhores que os "romanistas", evidentemente - apesar de se ajoelharem aos pés de apóstolos, profetizas, réplicas da Arca ou de falsos judeus fantasiados por alguma lojinha da 25 de Março. Reforma? Evangelicalismo? De nada disso há memória em grande parte dos atuais evangélicos. É triste! Voltando ao apóstolo paulistano, que gosta de se fantasiar de Fred Flintstones mas não dispensa seu Porsche: ainda que o tal jovem tivesse sido "curado" de seu homossexualismo através da Unção da Amnésia crônica que acomete os evangélicos, seria melhor classificar tal feito não como "milagre", mas como "macumba". Sim, pois ao contrário do que o apóstolo ensina, quando Deus transforma a vida de uma pessoa a memória da mesma não é apagada pelo Espírito Santo.

Na verdade, o apóstolo S. Paulo fazia questão de lembrar os cristãos de seus antigos pecados, como uma forma de exortá-los ao compromisso com a nova vida, e a gratidão a Cristo: "Porque assim como vós também antigamente foram desobedientes a Deus, mas agora alcançastes misericórdia pela desobediência deles" (Romanos 11:30).
 "Vós bem sabeis que ereis gentios, levados aos ídolos mudos, conforme eréis guiados" (I Cor. 12:2). "Nem os devassos, nem os idolatras, nem os adulteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o Reino de Deus - e é o que alguns de vós já foram, mas fostes lavados, fostes santificados em nome do Senhor Jesus" (I Cor. 6:10-11). Amnésia? Memoria seletiva? Nada disso encontramos nas páginas das Escrituras, seja como meio de "purificar" pecados, seja como desculpa forjar uma religiosidade pagã, imediatista, ou comprometida com a lógica de mercado. Referências:

Olhar Anglicano.

Voto de Barroso é uma fraude! Ministro omitiu trecho do regimento e distorceu caso Collor! Vídeo mostra omissão e este blog desmascara o resto


Reinaldo Azevedo humilha ministro Barroso,
do STF, ao abordar impeachment: ‘Tenho nojo!’ 

 Vídeo mostra omissão e este blog desmascara o resto

O vídeo abaixo mostra o momento em que o ministro Luís Roberto Barroso recorre ao regimento interno da Câmara dos Deputados durante a sessão plenária do STF sobre o rito de impeachment para tentar comprovar sua tese de que o texto não prevê votação secreta para a comissão especial da Casa que analisa e emite parecer sobre o pedido. Só tem um detalhe: como este blog solitariamente havia mostrado e destacado no dia 8, o texto prevê, sim, senhor! E o que Barroso faz? Interrompe a leitura no momento imediatamente anterior ao trecho que legitima a votação secreta para “as demais eleições”, ou seja: para todas as eleições realizadas na Casa. Assista ao vídeo do Portal Vox. Volto em seguida para detalhar o golpe, também embutido em seu voto por escrito.

Lindo, não? Não! A entonação de Barroso evidencia que ele próprio estava consciente de que a frase do inciso III continuava, mas, ao ver o trecho que desmontaria sua tese, ele preferiu interrompê-la para omiti-lo. Em seguida, caprichou no cinismo sobre o regimento e, no auge da vigarice, atacou Eduardo Cunha pela suposta manobra: “Eu não vislumbro esta exceção como sendo uma exceção de voto secreto. E considero, portanto, que o voto secreto foi instituído por uma deliberação unipessoal e discricionária do presidente da Câmara no meio do jogo!”

 Quem estudou o significado dos gestos ou viu a série americana “Lie to me”, que o explora, ainda fica com a impressão de que a mão espalmada de Barroso na vertical reflete justamente um pedido interno para parar: tanto para ele mesmo parar a leitura, como para o atrapalhado Teori Zavascki parar de ler o artigo antes que o desmascarasse. Repare: Captura de Tela 2015-12-23 às 09.22.50 Lindo, não? Não! Nove dias antes da sessão, destaquei aquele trecho em imagem, escrevendo o seguinte: “Como o artigo 19 da Lei 1.079, que mostrei aqui, prevê eleição para a comissão do impeachment, Eduardo Cunha simplesmente recorreu ao artigo 188, inciso 3 do regimento da Casa, que prevê votação por escrutínio secreto para qualquer eleição (o que não era o caso em relação a Delcídio).” Captura de Tela 2015-12-09 às 01.10.24 O próprio Cunha havia argumentado, como também mostrei: “Eu estou absolutamente seguro de que a gente cumpriu o regimento. E dizer que essa eleição não teria que ser secreta é dizer que a eleição da Mesa [Diretora] não poderia ser secreta, que a eleição nas comissões não poderia ser secreta, dos membros do TCU [Tribunal de Contas da União] não poderia ser secreta, do CNJ [Conselho Nacional de Justiça] não poderia ser secreta.” Como a imprensa não se interessa em mostrar os fundamentos das declarações de Cunha, os jornais também omitiram o regimento do público antes, durante e depois da sessão do STF, acobertando o golpe de Barroso. O golpe escrito A farsa do ministro também está embutida em seu voto por escrito – e não é a única, como já se verá. No item em que Barroso diverge do relator Luiz Edson Fachin sobre a modalidade da votação, ele afirma (com grifos meus):
 “No silêncio da Constituição, da Lei 1.079/1950 e do Regimento Interno sobre a forma de votação, não é admissível que o Presidente da Câmara dos Deputados possa, por decisão unipessoal e discricionária, estender hipótese inespecífica de votação secreta prevista no RICD, por analogia, à eleição para a comissão especial de impeachment.” Em primeiro lugar, como vimos, não há silêncio do RICD (Regimento Interno da Câmara dos Deputados) sobre a forma de votação. Em segundo, quem estende “hipótese inespecífica” de votação secreta não é Eduardo Cunha, é o próprio RICD ao apontar “e as demais eleições”, depois de especificar as mais comuns. Inadmissível é que Barroso ignore o trecho do regimento e transforme em “analogia” o que já está lá previsto, para então reforçar o discurso político do governo contra Cunha e salvar Dilma Rousseff com malabarismo jurídico. O caso é ainda mais grave, porque o artigo 58 da Constituição(!) fala que “o Congresso Nacional e suas Casas terão comissões permanentes e temporárias, constituídas na forma e com as atribuições previstas no respectivo regimento ou no ato de que resultar sua criação”. Ou seja: a própria Constituição prevê a composição da comissão na forma prevista no RICD. E o que Barroso faz? Usa desse mesmo artigo 58 só o parágrafo que lhe interessa para outro item, ignorando o caput! O outro item, no caso, em que ele também diverge de Fachin, é a proporcionalidade na formação da comissão especial. Escreve Barroso: “O art. 19 da Lei nº 1.079/1950, no ponto em que exige proporcionalidade na Comissão Especial da Câmara dos Deputados com base na participação dos partidos políticos, sem mencionar os blocos parlamentares, foi superado pelo regime constitucional de 1988. Este estabeleceu expressamente: (i) a possibilidade de se assegurar a representatividade por bloco (art. 58, §1º) e (ii) a delegação da matéria ao regimento interno da Câmara (art 58, caput). Essa opção foi feita e vem sendo aplicada reiteradamente pela Câmara dos Deputados na formação de suas diversas Comissões e, inclusive, foi seguida no processo de impeachment do ex-Presidente Fernando Collor de Mello.” Lindo, não? Não! Inadmissível é que o próprio Barroso pregue “a delegação da matéria ao regimento interno da Câmara” somente no item que lhe interessa, acusando o presidente da Câmara de decisão unipessoal e discricionária quando faz o mesmo no outro, cumprindo o que mandam tanto a Constituição quanto o RICD. Mas a farsa não para por aí. Barroso também falsifica a história ao escrever o seguinte em seu voto: “Por fim, a votação aberta (simbólica) foi adotada para a composição da comissão especial no processo de impeachment de Collor, de modo que a manutenção do mesmo rito seguido em 1992 contribui para a segurança jurídica e a previsibilidade do procedimento.” É mentira! Para a comissão especial da Câmara que deu o parecer no caso Collor, a votação foi SECRETA! Prevaleceu na ocasião a mesma tese de que uma eleição deve ser feita secretamente, como ocorre em todas as que se realizam no Congresso, para a escolha dos presidentes das Casas e a formação da Mesa Diretora. Aberta foi a votação posterior na Câmara pela abertura do processo de crime de responsabilidade de Collor, com 441 votos a favor, 38 contra, 1 abstenção e 23 ausências, no dia 29 de setembro de 1992. Collor entrou com vários mandados de segurança no STF contra o rito estabelecido pelo então presidente da Câmara dos Deputados, Ibsen Pinheiro, alegando que não foram cumpridas as normas legais e regimentais, mas a única coisa que conseguiu foi ampliar o prazo da defesa, de cinco para dez sessões. No mandado de segurança 21.564, o ex-presidente reivindicava, entre outras coisas, que fosse secreta a votação para a abertura do processo(!), e o STF decidiu, sim, pelo voto aberto para esta votação, não para a da composição da comissão especial, que nem sequer constava no pedido de Collor, uma vez que tinha sido secreta como ele queria. (E ainda que constasse, como sabe Barroso, decisões sobre mandado de segurança não tem “força vinculante e erga omnes” para servir de regra a outros casos, embora todo mundo saiba que a votação para abertura do processo no caso Dilma já estava prevista como aberta, de qualquer jeito, muito antes da nova decisão do STF.) No próprio acórdão do MS 21.564, o jurista Pontes de Miranda é citado duas vezes: “O voto nas câmaras somente é secreto: nas eleições, quaisquer que sejam; (…)”.
“O voto nas câmaras é secreto nas eleições e nos demais casos especificados no art. 43 da Constituição.” Lindo, não? Siiiiiiiim! Na terça-feira (22), cinco dias após a sessão do STF, Barroso ainda repetiu a farsa em entrevista a Matheus Leitão, do G1: “Eu achei a decisão muito importante e muito boa. A decisão que o Supremo tomou foi: deve valer para o impeachment da presidente Dilma Rousseff as mesmas regras que valeram para o impeachment do presidente Fernando Collor. Isso é uma libertação para o tribunal e é muito bom, esse foi o meu voto, que foi o voto que prevaleceu.” É mentira! A suposta regra da votação secreta para comissão especial não valeu no caso Collor. Barroso vendeu a tese falsa de que seguiu o mesmo rito em prol da segurança jurídica, mas falsificou a história no ponto que lhe interessou. Cinicamente, também declarou: “O Supremo não disse que nunca pode ter voto fechado na Câmara, previsto no Regimento. Em algumas situações, pode e talvez deva. Mas não nessa que tem a gravidade da destituição de um presidente da República.

” O regimento prevê a votação fechada para todas as eleições, mas o fato é que, nessa, interessava a Barroso omiti-lo e rabiscá-lo. Para o ministro, afinal, sustentado com dinheiro dos pagadores de impostos que sofrem com o desgoverno Dilma, “o impeachment é um momento de abalo político, e é isso que nós estamos atravessando agora”, “o país vai passar alguns meses sob turbulência, com o custo que isso tem para a sociedade”. O militante Barroso ainda disse que “a política não pode destruir o país”, mas, para ele, decerto que a Justiça pode. Acorda, oposição!

Felipe Moura Brasil ⎯ http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil Siga no Twitter, no Facebook e na Fan Page.

29 de dezembro de 2015

Cuidado! Para coletivo feminista, tentar fazer sexo com sua esposa é estupro!

A página do Coletivo de Mulheres de História da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro lançou uma campanha com o intuito de conscientizar mulheres através de imagens sobre estupros cotidianos. Algumas imagens se justificam totalmente. Coisas como beijar à força, coagir ao sexo através de força e ameaça e consumar o ato sexual sem permissão (a própria definição de estupro) são denunciadas com toda razão pelo Coletivo.
Imagem apagada da página
Imagem apagada da página
No entanto, uma boa parte das imagens representa o cotidiano absurdo intelectual típico do feminismo brasileiro. A primeira imagem diz que “Qualquer forma de relação sexual não consentida de forma consciente […] é estupro!”. O que define um ato sexual consentido de forma “consciente”? Em uma imagem que foi apagada da página, estava dito: “Te enganar com falsas promessas para conseguir transar contigo? É estupro!”. Veja só, se a mulher não estiver planamente ciente do caráter e das intenções futuras do parceiro sexual, há aí um ato de estupro. Segundo o movimento, o sexo consentido, mas mal informado, é um estupro. Há aqui um movimento que tira a definição de estupro da esfera objetiva para uma esfera completamente subjetiva, que não pode ser averiguada de fato. Basta uma sensação difusa de dúvida das boas intenções do homem para que um estupro se caracterize, segundo o Coletivo.
Nestes termos, só o sexo que acontece dentro do casamento (ou fruto de um relacionamento afetivo de longa data) não seria estupro? Nem isso. Outra imagem diz: “Incitar o ato sexual […] sem a sua permissão? É estupro!”, e segue com: “Não importa se é […] ficante, namorado ou marido!”. Se você não sabe, vai abaixo uma definição da palavra “incitar”, seguida de alguns sinônimos:
In.ci.tar (do latim: incitāre). Fornecer incentivo a; estimular, impelir ou instigar; encorajar algum indivíduo a concretizar ou fazer alguma coisa.
Sinônimos: animar, avivar, encorajar, entusiasmar, espertar, estimular, excitar, incentivar.
Ou seja, se você, homem casado, tentar iniciar relações sexuais com sua esposa, tentar estimulá-la ao sexo, tentar instigá-la e incentivá-la para tal, você está sendo, veja bem, um estuprador. Chegar de mansinho com carícias na cama à noite, buscar seduzi-la de alguma forma, sem um consentimento prévio (como diabos se consente previamente a permissão para a tentativa de sedução?) te torna um estuprador! Isso mesmo, querido homem de família que casou virgem e nunca conheceu outra mulher além da sua, que nem é tão bom de cama assim e sempre age de forma tímida e mansa durante a relação. Você é um estuprador, porque em algum momento da vida você já deve ter tentado iniciar uma relação sexual sem sua esposa ter dito previamente que você poderia tentar seduzi-la naquele momento.
Outra imagem diz: “Obrigar você a fazer algo que você não queria só pra agradar? É estupro!”. Poderíamos questionar a força que “obrigar” teria nessa frase. Seria através de violência? Pelo todo da obra e pelos comentários na página, parece que esse “obrigar” abarca também métodos não violentos ou invasivos. Ou seja, insistir bastante por certa posição sexual ou certa forma específica de relação que a mulher não queira é um tipo de estupro. A frase dá a entender que também é estupro se você insiste para que sua parceira sexual faça isso ou aquilo que ela não gosta, mas prometendo fazer isso ou aquilo que você não gosta, mas ela gosta. Ou será que esse tipo de “barganha” sexual está permitida nas considerações feministas sobre estupro? É uma confusão.
Para o coletivo, o estupro se torna condicionado até ao tipo de argumento que se usa para conseguir o sexo. Outra imagem diz: “Usar argumentos que abaixem sua autoestima te tornando vulnerável para conseguir transar contigo? É estupro!”. Não que isso seja correto ou bonito, obviamente. Ninguém deveria usar esse tipo de artifício para conseguir uma parceira sexual, mas é estupro o sexo motivado por autoestima baixa, ainda que gerada por quem paquera a moça? Aqui, mais uma vez, o estupro deixa de ser definido de forma objetiva para adentrar numa esfera puramente subjetiva e impossível de ser aferida.
O problema é que se tudo é estupro, nada é estupro. Se todos somos estupradores, ser estuprador não significa mais nada. Vira uma inevitabilidade da natureza masculina. Assim, ao invés de dirimir o ato, há um incentivo às práticas sociais desagradáveis que tanto ofendem mulheres por aí, mas que de estupro não têm nada.

Yago Martins é casado com Isa Cavalcante, pastor na Igreja Batista Maanaim, professor e diretor da Academia de Formação em Missões Urbanas, coordenador do Núcleo de Estudos em Cosmovisão Cristã e bacharelando em Teologia. Autor de “Você não precisa de um chamado missionário“, publicado pela BTbooks.

teologiaPolítica

Segundo estudiodos- Eva teria sido feita do "osso", não da costela de Adão, mas do pênis

Segundo o estudioso, a palavra hebraica "tsela", que está no livro sagrado dos católicos, não teve a tradução correta







Wikimedia/Reprodução


Uma teoria, publicada na conceituada revista especializada Biblical Archaeology Review, tem deixado os estudiosos da Bíblia e os fiéis chocados. Segundo o professor da Universidade Judaico-Americana de Maryland (EUA), Ziony Zevit, diferentemente do que diz o Velho Testamento, Eva foi feita a partir de um "osso do pênis" de Adão e não da costela.



Biblical Archaeology Review/Reprodução


Segundo o estudioso, a palavra hebraica "tsela", que está no livro sagrado do cristianismo, não teve a tradução correta. Zevit diz que o termo está relacionado à anatomia do corpo humano visto em pé, sendo que, no caso dos homens, seria o pênis.

A teoria, que foi publicada na edição de setembro/outubro deste ano, diz ainda que esse é o motivo dos homens não terem o báculo, o "osso do pênis" que está presente na maioria dos mamíferos.

Correio Braziliense

Crise do Governo Dilma leva Congresso a discutir a adoção do parlamentarismo


Em reunião marcada para a manhã desta terça-feira, a comissão que discute na Câmara a reforma política começará a ouvir os presidentes dos partidos. Convidado, o deputado Roberto Freire (SP), que preside o PPS, fará uma sugestão ousada. Ele deseja que a comissão apoie o envio ao plenário de uma PEC (proposta de emenda à Constituição) que está pronta para ser votada há 14 anos, desde 2001. Prevê a adoção do regime parlamentarista no Brasil.
Freire já conversou sobre o tema com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), a quem cabe gerenciar a pauta de votações. “Ele me disse que não é avesso à ideia”, conta o deputado. Freire falou também com o presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG). “As oposições não podem continuar espectadoras dessa crise”, sustenta Freire. “Temos que apresentar uma alternativa democrática.”
Chama-se Eduardo Jorge o autor da PEC desencavada por Freire. Ex-presidenciável do PV, ele era deputado federal pelo PT paulista quando apresentou a proposta, em 1995, ainda sob FHC. Foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça, que considerou o texto constitucional. Submetida a uma comissão especial como essa que agora debate a reforma política, a PEC do parlamentarismo foi aprovada em 2001.
Desde então, a proposta está pronta para ser levada ao plenário da Câmara. Aguarda por um entendimento político que desbloqueie a votação. E Freire acredita que a crise atual é um convite à reflexão. “Temos de oferecer ao país um modelo que dê às crises a perspectiva de uma solução constitucional e permanente. No parlamentarismo, quanto maior a crise, mais radical é a solução.”
Freire prosseguiu: “Não aconteceria mais um cenário como o atual, em que um governo sem maioria, acumulando derrotas no Congresso, continua governando. Em casos assim, simplesmente cai o gabinete. Se não for possível compor uma nova maioria, dissolve o Congresso e convoca novas eleições.”
Eduardo Cunha, o presidente da Câmara, deu declarações recentes a favor da fórmula. “Temos uma Constituição parlamentarista com um regime presidencialista”, disse Cunha, em entrevista ao SBT. “Isso já é um problema. É claro que o parlamentarismo protegeria muito o chefe de Estado, no caso da Presidência da República, das crises. […] É claro que isso é uma discussão de futuro que vai voltar. Provavelmente, voltará”
Nessa entrevista, Cunha ponderou que o parlamentarismo não poderia surgiu como solução para a crise que enredou Dilma. “Mas acho que discutir isso para o futuro seria uma coisa boa”, disse. Freire concorda. Afirma que a PEC apresentada pelo ex-deputado Eduardo Jorge precisa sofrer uma única atualização. “O texto original previa que em 2010 se iniciaria o parlamentarismo no Brasil. Ou seja, num final de mandato. Agora, tem que atualizar, marcando a troca do regime para 2018.”
Nas palavras de Freire, “não se pode correr o risco de que alguém fique dizendo que é golpe, que querem retirar poder da presidente Dilma. Vai ficar claro que só vale a partir de 2018. A questão é criar uma solução permanente para as crises, não tirar poderes de ninguém. Mesmo que a crise se aprofunde a ponto de viabilizar o impeachment, quem viesse saberia que teria de preparar o país para o parlamentarismo.”
A proposta de Eduardo Jorge prevê também que, se for aprovado, o parlamentarismo teria de ser submetido a um referendo popular. Para entrar em vigor, precisaria ser avalizado pela maioria do eleitorado. Nos próximos dias, vai-se saber, dependendo do grau de adesão à tese, se a crise é forte o bastante para sepultar o presidencialismo.

Blog do Josias

28 de dezembro de 2015

Vice-chanceler de Israel diz que não enviará outro embaixador ao Brasil


A vice e-ministra das Relações Exteriores de Israel, Tzipi Hotovely, pediu neste domingo que o Brasil aceite a nomeação do ex-dirigente colono Dani Dayan como embaixador no país porque o governo israelense não tem intenção de enviar outro diplomata a Brasília.



"Nunca houve na história de Israel uma situação na qual um embaixador não foi aceito por suas posturas ideológicas", disse a vice-ministra em entrevista à emissora "Canal 10" na qual falou sobre uma possível "crise diplomática" entre os dois países.

"Se não o aceitam, criará uma crise e melhor não chegarmos até isso", afirmou Hotovely, pedindo ao governo da presidente Dilma Rousseff que aceite a indicação do embaixador israelense.

Dayan, de 60 anos e ex-presidente do Conselho da Judéia e Samaria, nomes bíblicos pelos quais são conhecidos em Israel o território ocupado da Cisjordânia, é uma das 14 nomeações políticas do primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, no Ministério de Relações Exteriores país.

O governo de Israel confirmou a designação de Dayan em setembro, mas, desde então, o Brasil não respondeu sobre a nomeação. Em mensagens privadas, o governo federal esclareceu que prefere um embaixador que não represente a colonização judaica da Palestina.

"Eles não podem vetar Dayan só pelo fato de ser um colono", acrescentou Hotovely, que atribuiu o atraso "à crise política e à paralisação diplomática atualmente vividas pelo Brasil".

A vice-ministra se mostrou profundamente consternada pela possibilidade de um veto de caráter "ideológico" e afirmou que, se o nome não for aceito, deixará a embaixada sob o comando do número 2 da diplomacia do país no Brasil. O ex-embaixador de Israel em Brasília, Raed Mansour, retornou a Israel na semana passada.

A chefe interina da diplomacia israelense - o cargo é exercido pelo próprio primeiro-ministro - revelou que teve hoje uma reunião com Netanyahu e com funcionários do alto escalão do ministério para estudar a situação e avaliar os próximos passos do país.

Segundo a vice-ministra, Israel administrou o problema até agora de "forma discreta", mas passará a adotar "ferramentas alternativas públicas", entre a imprensa.

"Todo Estado soberano tem o direito de designar o embaixador que quiser se é uma pessoa respeitável. Dani Dayan obteve o apoio de todo a classe política israelense", lembrou a Hotovely ao mencionar o respaldo dado pela oposição ao nome do diplomata quando surgiram as primeiras críticas no Brasil.

"Dayan é um embaixador legítimo", reiterou a vice-ministra ao minimizar a importância da postura do Brasil sobre a colonização judaica no território palestino por considerá-la, no caso específico, como irrelevante.

Hoje, em mensagem publicada no Twitter, Dayan fez um resumo de seu ano e ironizou. "Chegou o momento de começar a fazer o balanço de 2015. Tive conquistas importantes. Em janeiro, consegui não ser eleito deputado. Em dezembro, consegui não ser (por enquanto) embaixador".

Consultado hoje pela Agência Efe, Dayan se recusou a fazer comentários sobre a nomeação. No sábado, porém, disse em uma série de entrevistas à imprensa local que era preciso "ter atuado antes".

"Não se trata de eu ser embaixador no Brasil ou não. De alguma maneira, eu luto para que 700 mil israelenses que vivem em Judéia, Samaria e Jerusalém Oriental possam representar o país", disse.

Em outra entrevista, afirmou que as divergências não são um assunto entre os dois países, mas um exemplo clássico das atuações do movimento BDS (Boicote-Desenvolvimento-Sanções) contra Israel em defesa da Palestina.

Reportagem polêmica da Record mostra quem é Picciani, um dos principais apoiadores de Dilma


Estadão Conteúdo
Até então com discurso de que só decidiria sobre reeleição em 2016, o líder do PMDB na Câmara, Leonardo Picciani (RJ), anunciou que disputará novamente o posto em fevereiro, quando estão previstas eleições de novos líderes partidários e presidentes de comissões permanentes na Casa. Uma das principais estratégias para se manter no cargo até lá e conseguir se reeleger será manter deputados do PMDB do Rio que estavam licenciados e retomaram os mandatos no início de dezembro para apoiá-lo.

Após articulação com a cúpula do PMDB fluminense, considerada pró-governo, Picciani afirmou que os deputados Marco Antônio Cabral (filho do ex-governador do Rio Sérgio Cabral) e Pedro Paulo vão ficar no cargo pelo menos até o julgamento do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff na Câmara.

Picciani foi destituído do posto de líder do PMDB na Câmara após articulação de deputados da ala pró-impeachment do partido

Assistam a reportagem da Record sobre o traidor do povo e do PMDB.


Eduardo Cunha declara guerra ao grupo Globo e chama colunista de pilantra


Eduardo Cunha ficou revoltado com a informação divulgada ontem (26) pelo colunista do Globo Lauro Jardim, de que ele teria viajado para Cuba com sua família.

Cunha usou o seu Twitter para acusar as Organizações Globo de apoiarem o PT e de tentarem fazer dele o vilão do país.
“No futuro assistiremos as organizações Globo, a exemplo do que já fez com a ditadura militar, pedirem desculpas por apoiarem o PT”, postou o presidente da Câmara.
” Todos dias assistimos o JN com matérias longas de apoio à presidente e matérias longas tentando me colocar como vilão do país, como se eu fosse o chefe do governo que assaltou a Petrobras”.
Certamente isso terá um preço sobre a credibilidade desse órgão de imprensa e o povo não é bobo”, disse. Contra o colunista Lauro Jardim, Cunha foi além:
(abaixo as postagens do twitter do peemedebista)
– Bom dia a todos. Lamentável o que esse colunista pilantra de O Globo faz. Mente, dá barriga, insiste na mentira, etc
– Foi demitido da Veja por várias barrigas e por funcionar como assessor de imprensa de um ex-chefe daCasa Civil
– Foi contratado pelo Globo com salário elevado para padrão imprensa, no mesmo momento que bons profissionais foram demitidos por corte
– Começou com uma barriga histórica, com manchete de primeira página e reprodução em massa sobre o filho do Lula
– O jornal teve que desmentir com uma chamada discreta sem reprodução na tv
– Esse pilantra tem um pilantrinha assistente que faz bullying em cima dos meus filhos o tempo todo, tentando confirmar mentiras toda semana
– Não satisfeito publica ontem online que eu embarquei com a família para Cuba e eu estou no RJ
– As 19 horas muda o post para eu embarco a família para Cuba diante da evidente mentira
– É bom que ele saiba que a maior parte da minha família está no Rio comigo
– E ainda para constranger publica uma foto divulgada publicamente por uma modelo internacional como sendo da minha filha
– Tive que pedir aos meus filhos que fechem as suas redes sociais pela exploração de picaretas como ele.
– É só ver a coluna de hj, onde eu e minha família ocupamos quase a metade do espaço para verem a fixação que esse pilantra tem por mim.





26 de dezembro de 2015

Exclusivo: A delação paralisada



O Antagonista, em pleno período de festas, amolou os procuradores da Lava Jato (perdão, perdão, perdão) para tentar entender por que a delação da Andrade Gutierrez – aquela que vai derrubar Dilma Rousseff – ainda não foi homologada.
Descobrimos que Teori Zavascki interrompeu o processo pedindo que os depoimentos preliminares dos executivos da empreiteira fossem gravados, e não apenas por escrito.
Diante do teor explosivo da delação, Rodrigo Janot aproveitou para ganhar tempo até o fim do recesso judiciário, em fevereiro, decisão que provocou descontentamento em sua própria equipe.
Se houver uma tentativa de engavetar as denúncias contra Dilma Rousseff, os depoimentos virão à tona, derrubando Dilma Rousseff e, também, Rodrigo Janot.

23 de dezembro de 2015

Janot chama Delcídio de 'agente criminoso' e aponta 'ganância' de senador



O procurador-geral da República Rodrigo Janot chamou o senador Delcídio Amaral (PT/MS) de 'agente criminoso'. Em manifestação enviada na semana passada ao Supremo Tribunal Federal, na qual pediu a permanência na prisão do ex-líder do Governo no Senado, o chefe do Ministério Público Federal sustentou que Delcídio 'se trata de agente que não mede as consequências de suas ações para atingir seus fins espúrios e ilícitos'. Os argumentos de Janot foram acolhidos no último dia 17 pelo ministro Teori Zavascki, relator da Operação Lava Jato no STF, que manteve de pé o decreto de prisão preventiva do senador.


Delcídio Amaral foi preso dia 25 de novembro pela Polícia Federal sob suspeita de tramar contra a Lava Jato. O senador planejou a fuga - que não ocorreu - de Nestor Cerveró com medo da delação premiada que o ex-diretor da área Internacional da Petrobras estava para fechar com a Procuradoria - o acordo foi assinado no dia 18 de novembro. Segundo os investigadores, aliado ao banqueiro André Esteves, do BTG Pactual, Delcídio pretendia financiar as despesas de Cerveró e de sua família. O ex-diretor foi preso em janeiro por suspeita de corrupção e lavagem de dinheiro no esquema instalado na estatal petrolífera entre 2004 e 2014.

A manifestação de Rodrigo Janot foi dada nos autos do requerimento da defesa de Delcídio que pedia a revogação da prisão cautelar do senador. "Há se compreender que este tipo de agente criminoso, violando de forma grave as funções relevantíssimas que lhe foram confiadas pelo voto popular, não media esforços para atingir os fins ilícitos."

Para o procurador-geral da República, em liberdade Delcídio continuará na linha do crime. "Certamente assim continuará, já deixou bem claro seu modo de atuação."

Janot alertou para a 'ganância (de Delcídio) em ter recursos desviados dos cofres públicos para interesses exclusivamente privados'.

O procurador apontou, ainda, para a 'influência direta' de Delcídio na Petrobras. "Os documentos apreendidos em seu poder comprovam que ele tinha ingerência nos quadros respectivos. Foram encontradas diversas anotações referentes a pessoas que deveriam ou não deveriam ocupar cargos na estatal, além de diversos documentos relativos à sua reestruturação"

Ao indeferir o requerimento de revogação da prisão provisória de Delcídio, em decisão do dia 17, o ministro Teori Zavascki ressaltou. "Nesse contexto não há motivo suficiente a alterar os fundamentos do decreto prisional ou apto a justificar a revogação da prisão decretada em 24 de novembro de 2015. Ao contrário, foram encontradas na posse do chefe de gabinete do senador Delcídio do Amaral anotações que corroboram os indícios probatórios já existentes, assim como estavam em seu poder cópias das colaborações premiadas de Fernando Falcão Soares e Nestor Cerveró, cobertas por sigilo legal."

Uol

22 de dezembro de 2015

"PT e PMDB deram o que tinham que dar juntos", diz Cunha.


Em um discurso crítico ao governo da Presidente Dilma, o presidente da Câmara , Eduardo Cunha (PMDB-RJ) avaliou nesta segunda-feira (21) não haver "nenhuma possibilidade" de renovação da aliança entre PT e PMDB no país.

Em entrevista a TV Câmara o peemedebista considerou que os dois partidos "já deram o que  tinham que dar juntos" e que as diferenças entre eles são maiores que as convergências.

"O PMDB só é chamado para apoiar no Congresso nacional o que o PT quer aprovar. O partido não participou da formulação nem das políticas econômicas nem das políticas sociais", criticou.

Segundo ele o governo Federal tem sido incapaz de ingerir a economia do país,  que passa por uma grande crise que se estenderá no próximo ano. "Foi mudado o conceito de que a Câmara dos deputados tem de ser um anexo do Palácio do Planalto", disse.

O peemedebista também criticou a oferta de cargos e emendas do governo Federal para garantir a base aiada no Congresso nacional. para ele, o procedimento não aumentou o campo governista. "O governo federal termina o ano com os mesmos votos que começou" disse.

O peemedebista da Câmara dos Deputados voltou a defender a anulação do processo de cassação de seu mandato no Conselho de ética. segundo ele, o presidente José Carlos Araújo (PSD-BA) não respeitou o regimento interno. " Sou vítima de um processo eminentemente político", disse.

Folha política

Presidente da Argentina envergonha Dilma e lidera Mercosul ao exigir a libertação de presos políticos na Venezuela; Veja vídeo.


O presidente recém-eleito na Argentina, Maurício Macri, envergonhou a presidente Dilma Rousseff ao tomar a liderança do Mercosul na defesa dos direitos humanos e da democracia. Apesar de ser o maior e mais rico país da América latina, o brasil se omite diante das graves violaçoes ao Estado de Direito na Venezuela . Dilma chegou inclusive a negar uma audiência solicitada por esposas de presos políticos. Ademais emitiram notas apoiando o regime. Macri, porém utilizou seu primeiro discurso no Mercosul para exigir a libertação dos presos políticos no país bolivariano. Assista.

Folha Política

21 de dezembro de 2015

Moody's vê "tempestade perfeita" e deve rebaixar nota do BrasilAo reduzir nota de crédito em um patamar, agência deve tirar do país o selo de bom pagador, como já fizeram Fitch e Standard & Poor's

Logotipo da agência Moody's no escritório de Nova York(Scott Eells/Bloomberg/Getty Images) 

A agência de classificação de risco Moody's provavelmente seguirá a Standard & Poor's e a Fitch e cortará a classificação da dívida do país para grau especulativo, disse em entrevista à agência Reuters o analista-chefe para títulos soberanos da agência, Alastair Wilson. "É brusca a velocidade com que as projeções de crescimento para o Brasil pioraram (...) e também os problemas políticos que não foram resolvidos. Há quase uma tempestade perfeita", disse Wilson.

"Neste caso, estamos avaliando um rebaixamento de um degrau, e não de vários. A questão é, se rebaixarmos, qual será a nova perspectiva, porque ela precisaria refletir se acreditamos que a posição é estável ou se pode piorar", acrescentou. No início de dezembro, a Moody's advertiu que está considerando retirar em breve o selo de bom pagador do Brasil, argumentando que o processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff aumentou as incertezas políticas, entre outros fatores.

A agência reforçou a mensagem na sexta-feira, após a nomeação de Nelson Barbosa para substituir Joaquim Levy no Ministério da Fazenda. Segundo a Moody's, a troca pode complicar os esforços de consolidação econômica no país. A Moody's atualmente classifica o país como "Baa3", último degrau dentro do grau de investimento. Tanto a Fitch quanto a Standard & Poor's rebaixaram recentemente o país para "BB+" com perspectiva negativa, já no grau especulativo.

Veja

Sergio Moro: 'Na Lava Jato, me deparei com um quadro de corrupção sistêmica'



O juiz federal Sergio Moro, responsável pelas ações da Lava Jato, participou do Exame Fórum 2015 e, em entrevista ao diretor de redação do site de VEJA Carlos Graieb, afirmou que o sistema judicial brasileiro é falho e que promove "processos sem fim".  Assista a entrevista.

20 de dezembro de 2015

Gilmar mendes desmascara STF ao Vivo e faz discurso histórico; veja vídeo com principais trechos



O ministro do STF Gilmar Mendes fez um voto histórico no julgamento da ADPF 378. De maneira contundente, Mendes expôs o conflito entre os poderes, afirmou que o STF deveria assumir que está manipulando o processo do impeachment e apontou, ainda , a incompetência do governo Dilma. assista.

Os parentes mortos vêm visitar seus familiares que estão vivos?



Em primeiro lugar devemos entender que a Bíblia proíbe qualquer comunicação de vivos com os mortos. Não existe qualquer possibilidade de contato entre o espírito de quem já morreu e uma pessoa que está viva.   

O espírito de alguém que já morreu não fica vagando como se não houvesse organização no mundo espiritual. Eclesiastes 12:7 e Hebreus 9:27 são claros com relação a isso: “e o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu” e “E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo”.

 Sabendo disso, vemos com clareza que as proibições bíblicas sobre contatos de qualquer natureza com pessoas mortas, se davam porque se tratavam de uma artimanha do diabo para enganar as pessoas.

É muito comum em nossa sociedade ouvirmos histórias de pessoas que “viram” e “ouviram” o espírito de algum parente morto.

Alguns relatam que até conversaram e receberam mensagens especiais vindas do “além”.

A ideia de que familiares voltam do “além” para se comunicar com os vivos não é nova, pois aparece em diversas religiões das mais antigas do mundo.
Porém ganhou força com o crescimento do Espiritismo e também através da força dada pela mídia, que adora histórias sensacionalistas, sendo elas verdadeiras ou não.

Na dúvida e na falta de conhecimento, as pessoas preferem acreditar que é verdade ou mesmo preferem não duvidar.
Pela graça de Deus a Bíblia nos dá fortes fundamentos sobre essa questão, capazes de nortear uma crença equilibrada e correta sobre a comunicação de mortos com os vivos.

 No Antigo Testamento Deus proíbe ao seu povo a prática de consulta aos mortos, muito comum nas religiões da época.

Observe que Deus trata desse assunto de uma forma bem séria: “Não vos voltareis para os necromantes, nem para os adivinhos; não os procureis para serdes contaminados por eles. Eu sou o SENHOR, vosso Deus.” (Levítico 19.31). 

Os necromantes citados ali são as pessoas que consultam os mortos. Apesar da proibição, muitos são desobedientes e, por isso, Deus manda mensagens por meio de Seus profetas: “Quando vos disserem: Consultai os necromantes e os adivinhos, que chilreiam e murmuram, acaso, não consultará o povo ao seu Deus? A favor dos vivos se consultarão os mortos?” (Isaías 8.19).

Mas por que Deus proíbe a consulta aos mortos se muitos a consideram benéfica?  É interessante pensarmos nessa questão.

Se não houvessem sérios problemas envolvidos nessa prática por que Deus os proibiria?

Uma análise mais aprofundada dos textos bíblicos aponta que o espírito das pessoas mortas NÃO tem contato com o mundo dos vivos nem ficam vagando ou fazendo obras por aqui como afirmam alguns.

Observe: “e o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu.” (Eclesiastes 12.7). Não existe um caminho do meio que permita que a pessoa fique vagando aqui pela terra. A Bíblia não autoriza esse pensamento.

Em outro texto bíblico é clara a afirmação de que a morte sela o destino da pessoa: “E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo…” (Hebreus 9.27). 

Outra indicação clara de que não há esse contato está na parábola do rico e o mendigo que veremos logo adiante.

Considerando as afirmações do texto anterior, fica a pergunta: Se os mortos não fazem contato com os vivos, quem são os que fazem contato com os vivos nas sessões espíritas ou também quando alguém diz que vê um espírito que lhe parece familiar?

A resposta a essa pergunta é justamente a razão da proibição tão enfática de Deus à prática de consultar mortos!

Esses espíritos que se passam por espíritos de pessoas mortas são demônios! Sim, são espíritos malignos, conluiados com o diabo para enganar.

Apesar de parecerem “bonzinhos” e “do bem”, se passarem por “espíritos de luz” (2 Co 11.14) e até por parentes de pessoas que estão vivas, eles infiltram doutrinas destrutivas na mente das pessoas e as levam para distante de Deus, pois as fazem pecar. Por isso Deus proíbe essa prática enganosa!

Mas, como podem esses espíritos saber de coisas tão particulares das pessoas, que somente parentes poderiam saber?

Sabemos que o diabo e seus anjos malignos podem observar as pessoas. Não seria difícil para esses espíritos malignos saber de fatos, imitar vozes, trejeitos, etc., pois eles os observam muito bem e por muito tempo.

Foi exatamente o que aconteceu no caso bíblico onde o rei Saul diz ter feito contato com o falecido profeta Samuel através da médium de En-Dor (1 Samuel 28)
Saul conversou com o espírito de Samuel após a sua morte?

Realmente, muitos usam esse texto como base para dizer que a Bíblia aponta que a comunicação das almas dos mortos com os vivos é algo possível.

Mas será que é isso mesmo que o texto aponta?

Será que uma análise aprofundada desse texto ainda faz dele um apoio à doutrina espírita?

Vejamos algumas considerações sobre esse texto antes de tirarmos qualquer conclusão:

Já de início vemos o rei Saul descumprindo uma lei que Deus havia dado em “Dt 18. 11-12: …nem encantador, nem necromante, nem mágico, nem quem consulte os mortos; pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao SENHOR…”. 

Pessoas que faziam esse tipo de “comunicação” com mortos eram consideradas uma abominação a Deus e consultá-las era afrontar a Deus.

Isso por um simples fato: Não há possibilidade desse tipo de comunicação. A comunicação que dizem que fazem com as almas dos que já morreram é, na verdade, feita com demônios enganadores. Por isso era proibida por Deus.

Isso mostra o quão longe de Deus o rei Saul estava. E por causa dessa distância da vontade de Deus, vemos que Deus não mais lhe respondia. “Consultou Saul ao SENHOR, porém o SENHOR não lhe respondeu, nem por sonhos, nem por Urim, nem por profetas.” (1Sm 28. 6).

Saul, totalmente distante da vontade de Deus, resolve, por conta própria, fazer aquilo que não agradava a Deus: Consultar médiuns. Até aqui talvez você ainda não esteja convencido se Saul conversou ou não com o espírito do profeta Samuel.

Vejamos se esse encontro realmente aconteceu ou se foi uma farsa demoníaca:

– No final do referido texto (1 Sm 28) vemos que Saul foi procurar a médium totalmente sensibilizado fisicamente e emocionalmente e, por isso, foi presa ainda mais fácil da enganação. Observe que ele estava em um jejum prolongado e totalmente mexido emocionalmente: “De súbito, caiu Saul estendido por terra e foi tomado de grande medo por causa das palavras de Samuel; e faltavam-lhe as forças, porque não comera pão todo aquele dia e toda aquela noite.” (1Sm 28. 20)

– A tal médium já recebe de Saul a dica de com “quem” ele queria falar, facilitando a enganação demoníaca. “Então, lhe disse a mulher: Quem te farei subir? Respondeu ele: Faze-me subir Samuel.” (1Sm 28. 11).

– A médium diz espantada a Saul que estava vendo a Samuel. Mas, na verdade, fica mesmo muito assustada com a presença do rei Saul ali, pois ele havia eliminado de Israel vários médiuns pouco tempo antes e estava disfarçado (1Sm 28. 3). “Vendo a mulher a Samuel, gritou em alta voz; e a mulher disse a Saul: Por que me enganaste? Pois tu mesmo és Saul.” (1Sm 28. 12)

– A médium diz que viu Samuel, mas Saul não viu nada, ficando totalmente à mercê de qualquer enganação, seja da médium, seja de demônios. “Respondeu-lhe o rei: Não temas; que vês?” (1Sm 28. 13).

– A médium faz uma descrição óbvia da figura de Samuel (um ancião de capa); e Saul “entende” que é Samuel. Mais uma vez friso: Saul não via nada, apenas era conduzido pela médium, sendo presa fácil. “Perguntou ele: Como é a sua figura? Respondeu ela: Vem subindo um ancião e está envolto numa capa. Entendendo Saul que era Samuel, inclinou-se com o rosto em terra e se prostrou.” (1Sm 28. 14). Observe quão desequilibrado estava Saul, pois, apenas “entendendo” que era Samuel  já se prostrou com o rosto em terra.

– A coisa piora a partir de agora. [Considerando] que fosse Samuel quem falava pela médium, vemos que esse Samuel agia à parte de Deus, pois Deus havia desaprovado a conduta de Saul e não lhe respondia, mas esse Samuel respondia.

O verdadeiro profeta Samuel sempre falava da parte de Deus e agora depois de morto não falaria mais da parte de Deus? Teria Samuel resolvido por si próprio falar a Saul sem o consentimento de Deus?

O mundo espiritual estaria uma bagunça que fugia do controle de Deus?

– O tal “Samuel” faz profecias erradas, mostrando claramente que não vinha da parte de Deus e que, na verdade, era um demônio (limitado na presciência e enganador).

Ele revela que Saul e seus filhos morreriam no dia seguinte, entregues nas mãos dos filisteus (v. 19). Isso não acontece. Muitos dias se passam e Saul e [alguns] de seus filhos morrem em batalha [diferente do que o tal “Samuel” tinha dito em 1 Sm 28. 19]

“Entretanto, os filisteus pelejaram contra Israel, e, tendo os homens de Israel fugido de diante dos filisteus, caíram feridos no monte Gilboa. Os filisteus apertaram com Saul e seus filhos e mataram Jônatas, Abinadabe e Malquisua, filhos de Saul.” (1Sm 31. 1-2). 

Em 2 Sm 2.8 vemos que Isbosete, filho de Saul, não morreu na batalha, sobreviveu a ela. “Abner, filho de Ner, capitão do exército de Saul, tomou a Isbosete, filho de Saul, e o fez passar a Maanaim” (2Sm 2. 8). 

Assim, a palavra do tal “Samuel” que a médium consultava estava errada.

– Profecias que não se cumprem apontam para falsos profetas. “Sabe que, quando esse profeta falar em nome do SENHOR, e a palavra dele se não cumprir, nem suceder, como profetizou, esta é palavra que o SENHOR não disse; com soberba, a falou o tal profeta; não tenhas temor dele.” (Dt 18. 22). 

Samuel, em vida, era profeta verdadeiro de Deus. Após a sua morte viraria um falso profeta? Não! Esse tal “Samuel” que a médium entrevistava não era Samuel! Era um demônio disfarçado.

– A morte de Saul foi também consequência da consulta que fez a uma médium, demonstrando a desaprovação de Deus.

Se Deus realmente falasse por intermédio da alma do já morto Samuel, por que Saul teria pecado em consultá-lo? “Assim, morreu Saul por causa da sua transgressão cometida contra o SENHOR, por causa da palavra do SENHOR, que ele não guardara; e também porque interrogara e consultara uma necromante e não ao SENHOR, que, por isso, o matou e transferiu o reino a Davi, filho de Jessé.” (1Cr 10. 13-14)

Muitos utilizam o caso da consulta do rei Saul a uma médium, que diz ter feito contato com o profeta Samuel, como base para dizer que existe contato entre vivos e mortos. Mas o texto bíblico mostra fortes evidências da fraude aplicada pela vidente.

 Existe um único caso na Bíblia de contato – real – entre pessoas que já morreram com vivos. Foi no caso da transfiguração (Mateus 17.1-8), onde apareceram Moisés e Elias, e estavam presentes Jesus, Pedro, Tiago e João.

Porém esse caso foi pontual e teve por objetivo legitimar a missão de Cristo diante de seus principais discípulos, mostrando a conexão entre a Lei (Moisés), os profetas (Elias) e a vinda do Messias prometido (Jesus).

Observe no texto que Moisés e Elias falaram apenas com Jesus Cristo. Não houve contato algum com os apóstolos.

Concluímos que a Bíblia não respalda a prática do espiritismo e nem afirma que existe a possibilidade de espíritos de pessoas mortas aparecerem aos vivos.

Tal acontecimento relatado por muitos, trata-se de comunicação com demônios enganadores, que não tem outro objetivo senão o de levar as pessoas para longe de Deus através de ensinos não bíblicos.


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