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18 de fevereiro de 2016

TV Globo afirma desconhecer contratos fictícios da jornalista Mirian Dutra

A TV Globo divulgou em nota oficial que não sabia sobre os contratos fictícios de trabalho da jornalista Mirian Dutra, ex-funcionária da emissora, em resposta ao que vem sendo dito pela profissional.
Crédito:reprodução/twitter
Mirian informou à Folha que firmou contrato fictício de prestação de serviços com a Brasif S.A. Exportação e Importação

A emissora alega que, se isso tivesse ocorrido, “condenaria a prática”. De acordo com Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, Mirian informou em entrevista à Folha que firmou contrato fictício de prestação de serviços com a Brasif S.A. Exportação e Importação para receber no exterior recursos enviados pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, com quem teve relacionamento extraconjungal durante seis anos.
Leia a nota na íntegra. 
“A TV Globo não interfere na vida privada de seus colaboradores. Esclarece, porém, que jamais foi avisada por Mirian Dutra sobre o contrato fictício de trabalho e que, se informada, condenaria a prática. A emissora esclarece que em junho de 2004 (e não em 2002) o contrato de colaboradora de Mirian Dutra foi modificado, com mudanças em suas atribuições, o que acarretou nova remuneração, tudo segundo a lei vigente no país em que trabalhava. Durante os anos em que colaborou com a TV Globo, Mirian Dutra sempre cumpriu suas tarefas com competência e profissionalismo”.

FHC diz que recursos destinados à jornalista são de "rendas legítimas"

Redação Portal IMPRENSA 18/02/2016 10:00
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso negou que fez uso da empresa Brasil S.A. Exportação e Importação para enviar ao exterior recursos para ajudar a jornalista Mirian Dutra a pagar despesas do filho Tomás Dutra Schmidt. Ambos tiveram um relacionamento amoroso durante seis anos.
Crédito:Renato Araujo/ABr
FHC destacou que os recursos são de "rendas legítimas" de seu trabalho
Segundo a Folha de S.Paulo, Mirian disse que a transferência foi realizada pela assinatura de um contrato fictício de trabalho, em dezembro de 2002. O documento seria válido até dezembro de 2006.

Apesar de negar o uso da empresa, o ex-presidente revelou que mantinha contas no exterior, enviou dinheiro para Tomás e presenteou o jovem com um apartamento de 200 mil euros em Barcelona (Espanha).

FHC destacou que os recursos são de "rendas legítimas" de seu trabalho, depositadas em contas legais e declaradas ao Imposto de Renda. De acordo com ele, as contas estão "mantidas no Banco do Brasil em Nova York e Miami ou no Novo Banco, em Madri, quando não em bancos no Brasil".

O ex-presidente afirmou ter reconhecido Tomás em 2009 e que fez dois testes de DNA nos Estados Unidos "[com] o propósito de dar continuidade a meu desejo de fundamentar declarações feitas por mim em Madri de que Tomás seria meu filho", explicou. "Para nossa surpresa, o primeiro teste deu negativo, daí [fizemos] o segundo, que também comprovou que não sou pai biológico do referido jovem."

A jornalista, entretanto, nega. Segundo ela, os testes foram feitos sem o seu conhecimento e o ex-presidente pediu para que Tomás não lhe contasse nada. FHC alegou que se dispôs a fazer outro teste de DNA e, apesar dos resultados negativos, manteve as mesmas relações afetivas e materiais com o menino.

Quanto à afirmação de Mirian sobre um suposto pedido do então senador baiano Antonio Carlos Magalhães para que a Globo não a enviasse de volta ao Brasil no intuito de "ficar longe" dele, FHC alegou não saber de detalhes da vida profissional da jornalista.

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