Pular para o conteúdo principal

Deputado expulsa demônios no plenário da Câmara


Dia 23 de março o deputado cabo Daciolo (PTdoB/RJ), conhecido por seus testemunhos de fé na plenária da Câmara, fez uma convocação. Ele pediu que nesta quarta (30), os evangélicos brasileiros estivessem em oração e jejum pelo país.
Ele faz campanha para que fosse levantado “Um clamor pelo Brasil” lembrando que somente Deus pode mudar os rumos da nação. Instou que a Igreja se unisse nesse propósito. Ele já vinha fazendo isso desde o final do ano passado, quando afirmou que Deus faria uma “limpa” no país se os crentes clamassem.
Seus discursos quase sempre são recheados de citações bíblicas e de palavras proféticas. Nesta terça (29), ele voltou a mencionar diante dos deputados sobre o que considera seu papel: “abrir a boca e falar de Deus aqui dentro”.
Dirigindo-se a todos os “soldados de Cristo sobre a terra”, citou textos bíblicos e disparou: “o que está acontecendo hoje com o Brasil é uma guerra espiritual”.
Lendo trechos dos evangelhos de Lucas e Mateus, falou sobre libertação na perspectiva bíblica. “O reino de Deus está próximo!”, bradou. Em seguida, clamou para que “todos os demônios que cercam essa nação saiam dessa nação em nome do Senhor Jesus”.
Também pediu o “fora” de uma série de políticos cujos nomes estão envolvidos em escândalos de corrupção no país, não só os de Dilma e Lula. “Fora rede Globo e todos os demônios que a cercam”, decretou. Para o parlamentar, “essa nação vai ser espelho do mundo para honra e glória do Senhor Jesus Cristo”.

Sempre polêmico

Daciolo é ex-bombeiro militar do Rio de Janeiro e ficou conhecido por ter sido expulso do seu antigo partido (PSOL) após ter protocolado uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que altera o parágrafo único do artigo 1º da Constituição Federal.
O texto original diz que “todo poder emana do povo”. A mudança apresentada pelo parlamentar, que contraria o partido, seria para “declarar que todo o poder emana de Deus”.

Fonte: Gospel Prime
Assista:
Poderá também gostar de:

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Dilma e Gleisi vão a Cuba 'denunciar' situação de Lula no Foro de São Paulo

A ex-presidente Dilma Rousseff e a presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann, viajam na semana que vem para Cuba para participar do encontro anual do Foro de São Paulo, que congrega partidos políticos e organizações de esquerda da América Latina. Ali, as duas pretendem "fazer uma denúncia" sobre a situação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que os petistas classificam como "prisão política".


"Eu vou agora para o Foro de São Paulo fazer uma denúncia também. Dilma vai, resolvemos ir para fazer a denúncia do que está acontecendo", disse Gleisi ao Valor PRO. "Nós vamos ter todos os partidos de esquerda e centro-esquerda da América Latina reunidos lá, autoridades. E nós vamos para denúncia internacional." O encontro ocorre em Havana entre o domingo, 15 de julho, e a terça, 17. No site da entidade, já há destaques para a prisão do ex-presidente, como um "Mapa de Mobilização Mundial Lula Livre" e manifestações de políticos e entidades…

Descontrolada, Gleisi diz que o juiz Sérgio Moro é 'safado e sem-vergonha'; assista

A senadora Gleisi Hoffmann subiu à tribuna do Senado para defender a tentativa de tirar o ex-presidente Lula da cadeia com um habeas corpus ilegal concedido por um desembargador militante no plantão, contrariando o próprio Tribunal, as cortes superiores, e o CNJ. Descontrolada, Gleisi concentrou seus ataques no juiz Sérgio Moro, que ela chamou de "safado e sem-vergonha". Gleisi ainda garantiu que "O Brasil vai pagar muito caro, a democracia brasileira vai pagar muito caro. E eu tenho certeza de que vamos criar situações muito graves no Brasil ainda de instabilidade, a que nós não vamos conseguir dar direção e saída".



Assista: 

Leia também:

Pré-candidato, Collor diz que não se arrepende de confisco da poupança

Ex-presidente falou sobre a prisão de Lula: "uma injustiça"

O ex-presidente e atual senador Fernando Collor (PTC), em entrevista à Folha de S.Paulo publicada nesta sexta-feira (13), afirmou que o confisco das cadernetas de poupança implementado por seu governo "era uma necessidade absoluta" e que "faria do mesmo jeito" se tivesse que voltar àquele momento.


"Era uma necessidade absoluta. Se voltando àquele momento, faria do mesmo jeito. Tem a questão do próprio impeachment, que é uma coisa interessante", disse, ao ser questionado se o gesto foi um equívoco.


"O que houve foi um bloqueio do dinheiro que circulava na economia. A inflação estava em 82% ao mês. Havia instrumentos de especulação financeiros danosos, tínhamos que criar um ambiente em que pudéssemos fazer um congelamento de preços, que é algo terrível, uma medida que a gente deve evitar o quanto possível", disse ele na entrevista.


O senador disse ainda que continuará com a pré-can…