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7 de março de 2016

Ministro da Justiça pede exoneração do cargo de procurador-geral adjunto


Alan Marques/Folhapress
BRASÍLIA, DF, BRASIL, 03.03.2016. A presidente Dilma Rousseff e os ministros Eduardo Cardozo (AGU). Carlos Higino Ribeiro Alencar e Wellington César Lima e Silva (Justiça) participam da cerimônia de Posse dos novos Ministros de Estado da Justiça, Wellington César Lima e Silva, da Advocacia-Geral da União, José Eduardo Cardozo, e da Controladoria-Geral da União, Luiz Navarro de Brito. (FOTO Alan Marques/Folhapress) PODER
Dilma Rousseff empossa o novo ministro da Justiça, Wellington Silva
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O novo ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, pediu exoneração do cargo de procurador-geral adjunto da Bahia.
Nesta semana, o STF (Supremo Tribunal Federal) julga ação que afirma que Wellington César não poderia assumir o cargo de ministro antes de se desligar da carreira de procurador, exigência prevista em lei.
Ele continua na carreira, mas pediu exoneração do cargo que ocupava para tentar facilitar a defesa que o governo fará de sua nomeação.
Desde que foi divulgada, na semana passada, a indicação de Wellington César gerou questionamentos.
Na semana passada, a juíza federal Solange Ramos de Vasconcelos, da 1ª Vara Federal do Distrito Federal, deferiu pedido liminar para suspender decreto da presidente Dilma Rousseff por meio do qual ela nomeou Wellington César Lima e Silva para o posto de ministro da Justiça.
A juíza acatou argumento do DEM, autor da ação, de que ele primeiro precisaria ser desligado do Ministério Público da Bahia.
Wellington tomou posse na quinta-feira (3), em substituição a José Eduardo Cardozo, que assumiu a Advocacia-Geral da União. 

Folha de S. Paulo

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