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Plano do governo para salvar Dilma envolve quase R$ 50 bilhões


Segunda, 28 de Março de 2016 - 09:38

O governo federal quer esquecer o ajuste fiscal e liberar investimentos, emendas e acelerar a nomeação de cargos para tentar fidelizar a base de apoio na Câmara e impedir o impeachment da presidente Dilma Rousseff. PSD, PTB, PR, PDT e PP, legendas rebeldes, comandam, juntas, um orçamento de R$ 49,4 bilhões em seus ministérios. Somadas, as respectivas bancadas totalizam 160 deputados.

Governo abre o cofre para barrar processo de impedimento e evitar que a saída do PMDB cause debandada de aliados. Proposta do MPF contra corrupção tem mais de 2 milhões de assinaturas 
A semana será decisiva. De um lado, o Planalto decidiu deixar o ajuste fiscal de lado, intensificou as articulações de bastidores e promete liberar investimentos, dinheiro de emendas e cargos para conquistar votos contra o impeachment. Como já não conta com o PMDB, que deve desembarcar amanhã do governo federal, o alvo preferencial são o PSD, PTB, PR, PDT e PP. Juntos, esses partidos administram orçamento de R$ 49,4 bilhões. Em troca, Dilma vai exigir o apoio fechado dos 160 deputados dessas legendas para barrar o processo na Câmara. Por baixo, cada um desses votos não sai por menos de R$ 308,7 milhões. Além da reunião do PMDB, amanhã, o Ministério Público entrega mais de 2 milhões de assinaturas de apoio a medidas de combate à corrupção e à impunidade contra crimes de colarinho branco. E hoje, na Câmara, a OAB entra com novo pedido de impeachment contra a presidente, que inclui a delação premiada de Delcídio do Amaral, ex-líder do governo no Senado.
Informações do Correio Braziliense

Comentários

Pb Fernando disse…
Nenhuma novidade desse partido extremamente corruPTo. Tudo o que eles fizeram ao chegar ao planalto foi sem corromper e subornar pessoa e instituições para se perpetuar no poder. Nada nesse país está mais imundo que essa cambada de vagabundos do PT e aliados.

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