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4 de maio de 2016

Ditadura da Ironia

Seguindo a idéia do Elias Moisés em resgatar a história de 64, decidi criar um álbum mostrando algumas relíquias das "atrocidades" que a "ditadura" militar causou no período de 1964, bem como ilustrar melhor o que a esquerda chama por "manifestação pacífica e liberdade de expressão".
Também gostaria de desfazer o mito de que a revolução só passou a ser armada por causa da repressão, o que é uma mentira deslavada, visto que antes mesmo de 1950, na revista russa Krasnaya Gazeta, os soviéticos já saudavam os comunistas brasileiros por colocarem no caderno de teses (PCdoB) pautas da luta de guerrilha armada.
Leiam o livro "Orvil - Tentativas de Tomada do Poder", que nele é contado com riqueza de detalhes, nomeando absolutamente tudo o que os comunistas fizeram e tentaram fazer, as ações dos guerrilheiros desde 1960.



Nota oficial do 5º. Congresso do Partido Comunista do Brasil - 1960.

O rostinho do sujeito no cruzeiro é ninguém menos que Lênin, um sujeito que, uns anos mais cedo, brincava de executar mais de 100 mil russos por tarde.


Aqui podemos ver claramente 5 soldados militares espancando brutalmente um jovem que com toda a clareza do mundo só queria estudar.

Ironia.
(Trabalhadores civis removendo fisicamente um baderneiro da UNE em 1965).










Misteriosamente este veículo policial acabou capotando numa manifestação pacífica e, durante o atrito do teto no solo, o asfalto desenhou as siglas da UNE - União Nacional dos Estudantes.

</ironia>

(Uma das primeiras manifestações marxista-leninista no Rio de 1964, que rapidamente foi dispersa pela polícia e, como podemos ver, no mesmo momento trabalhadores e policiais compartilharam o mesmo espaço sem qualquer problema).


Flagrante de um estudante revisando a matéria na lateral de um ônibus, claramente pela falta de lousas de estudo.

</ironia>

(Já em 1963, antes do Parlamento dissolver o governo, o caderno de teses do PCdoB pregava a guerrilha urbana e a violência coordenada).




Explosão de dois carros do jornal O GLOBO pelo grupo Ação Libertadora Nacional e Movimento Revolucionário Tiradentes, no ano de 1966.  

A ironia? É o professorzinho de história dizendo que quem queria censurar os jornais eram os militares, e não os guerrilheiros comunistas.








Guilherme gama (Facebook)

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