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24 de maio de 2016

"Não sou fraco. Tratava com bandidos"



Michel Temer diz que é um erro imaginar que ele é "fraquinho"...
"Fui secretário de Segurança Pública de São Paulo. Tratava com bandidos."E disse mais: "Não temos compromisso com equívoco"
Michel Temer disse que não há problema em voltar atrás em decisões.
"Assim como JK, não temos compromisso com o equívoco. Acrescentou que a reforma da Previdência está sendo amplamente discutida com entidades sindicais, mas será feita. Michel Temer afirma que essas são apenas as primeiras medidas.
Ao contrário do que se imaginava, não houve anúncio de aumento de impostos. Fundos sem indicações políticas.
Michel Temer avisa que o governo vai incentivar a aprovação de projeto que melhora a governança dos fundos de pensão e estatais. Serão criadas regras rígidas para nomeação de diretores com base em critérios técnicos e não políticos. Para ajudar a cobrir as despesas públicas, Michel Temer lançará mão dos 2 bilhões de reais do Fundo Soberano -- e extingui-lo. O presidente também anuncia que enviará ao Congresso uma proposta de emenda constitucional para limitar o aumento dos gastos públicos.O limite será o equivalente à inflação do ano anterior.

100 bilhões do BNDES para o Tesouro
Michel Temer anuncia que avalia juridicamente a devolução de 100 bilhões de reais do BNDES para o Tesouro Nacional.

Não vamos impedir a apuração de ilícitos"
Sem falar da exoneração de Romero Jucá, Michel Temer falou da necessidade de preservar a coerência de seu discurso a favor das investigações.
"Nós não vamos impedir a apuração com vistas à moralidade pública e administrativa. Vamos sempre incentivá-la. Temos dito isso com frequência inaudita."
O PT não lê a Constituição
Michel Temer: "Interinidade não significa que o país tenha que parar. Quem diz que houve ruptura constitucional, não lê a Constituição."
"Deus me deu uma missão. Que eu ajude a tirar o Brasil da crise", disse Michel Temer.
"Todos querem testar as instituições"
Na abertura da reunião com a equipe econômica, Michel Temer criticou o PT e seus aliados por tentarem impedir a votação da nova meta fiscal.
"Todos querem testar as instituições nacionais. Lamento dizer que muitos dos que propuseram a modificação da meta hoje anunciam que vão tumultuar os trabalhos para impedir a votação."
Ele lembrou que o projeto original foi remetido ao Congresso pelo governo Dilma Rousseff. "Nós apenas tivemos que rever o montante do déficit."
Defendendo o que chama de "semiparlamentarismo", Temer pediu ajuda aos parlamentares para que o projeto seja aprovado.

O Antagonista

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