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31 de maio de 2016

Por que tantas mulheres adoram se fazer de vítimas?


Hoje, as mulheres controlam quase 70% da renda no Brasil e nos programas sociais dos governos ocidentais elas são sempre mais privilegiadas. Nas universidades, elas são 60% os estudantes e, portanto, possuem a garantia e que os melhores empregos serão delas. A vida das mulheres é muito melhor do que a dos homens, mas elas continuam se fazendo de vítimas e reclamando sem parar. O vitimismo feminino nunca vai acabar, porque enquanto ele for aceito, mais privilégios elas vão conseguir. Enquanto o vitimismo feminino continuar sendo tolerado e até alimentado, mis privilégios elas terão e mais paranoicas elas vão ficar! Essa paranoia existe no pensamento coletivo da sociedade, que faz todos acreditarem que elas estão sendo maltratadas e oprimidas, alimenta a loucura e estimula o desejo de vingança na mulher.

Quando é do interesse da mulher, ela se faz de “mulherzinha” e diz que só errou porque as mulheres são naturalmente mais emotivas e sem tanta malícia. Isso também serve para conseguir que os políticos, quase todos homens, continuem aprovando mais e mais leis que privilegiam a mulher, em detrimento do homem, criando uma sociedade de castas. Mesmo a mulher não se interessando pela política, ela é capaz de convencer a todos, incluindo os políticos de que ela merece e precisa ter privilégios. Que sociedade é essa que aprova leis e mais leis que beneficiam as mulheres em detrimento dos homens, mas continua sendo taxada de sociedade opressora e machista? Isso não faz o menor sentido!

Para uma mulher, é muito vantajoso. Mas esse pensamento coletivo alimenta a loucura, o ódio e um desejo de vingança.

Para uma mulher, é muito vantajoso se esconder atrás do rótulo de frágil e perseguida pelos homens. Os erros femininos são cada vez mais aceitos pela sociedade. E o mais impressionante é que ninguém na mídia toca nesse assunto. Quando é do interesse da mídia, a mulher é apresentada como um ser emotivo, mais pacífico, honesto, enfim, moralmente superior ao homem. Hoje, tudo o que é masculino é relacionado ao maligno, ao violento, sujo e o feminino, ao sensível, frágil, angelical.
Certa vez, uma feminista enviou uma feminista enviou uma mensagem para esse blog, dizendo isso: “O homem é o pior tipo de animal que existe!” Não é somente as feministas que pensam assim, quase toda sociedade foi convencida a acreditar piamente nisso. Mas isso tudo sempre é usado para conseguir mais privilégios para o sexo feminino. A ideia é “domesticar” o homem, mas por mais feminino e obediente que o homem se torne no futuro, ele nunca vai deixar de ser usado como álibi perfeito para justificar os erros e fracassos femininos. O masculino sempre será associado ao mal, para justificar eternamente a incapacidade feminina em lidar com a própria liberdade e poder. Uma sociedade madura, na qual as mulheres assumam seus próprios erros, jamais vai existir e elas vão continuar acusando os homens, pelo simples fato de que os homens são homens.
Ser mulher no século 21 é muito lucrativo, porém ninguém cobra nada da mulher, muito menos responsabilidade e ser mulher, hoje, é viver uma vida fácil sem poder ser criticada por isso. Mesmo em países como a Suécia, onde o masculino foi virtualmente extinto, elas reclamam e se dizem vítimas do machismo. No ocidente, o que vemos é a absoluta submissão do homem aos devaneios femininos. Em todo o ocidente, os cofres públicos sofrem com o peso do feminismo. O grande talento do feminismo é manter a mulher na eterna condição de vítima, vítima que deve ser defendida a todo custo. Se o homem usar o vitimismo, ele é execrado pela sociedade. Se o homem faz escolhas ruins na vida, ele dificilmente terá algum apoio, não vai poder reclamar e ainda será taxado de fracassado, inferior, e as mulheres vão ver esse homem como um fraco, um “pega ninguém”, etc. o homem sem poder jamais será aceito e perdoado pela sociedade.
Para o homem comum, a vida é uma guerra diária! Agora, se uma mulher reclamar, por mais patética que seja a reclamação, ela será ouvida e todos farão o possível para resolver o problema para ela e se os amentes, parentes e vizinhos não resolverem, o governo resolve. Se a mulher não tem onde cair morta, ela ainda assim será respeitada e valorizada pela sociedade. A mulher não é excluída por todos quando fracassa, só pelo fato de ser mulher ela já foi prejulgada como um ser merecedor de perdão, da complacência, que merece ser feliz, viver mais e melhor que o homem, mesmo se errar o tempo todo. Todo ano, são assassinados entre 10 e 12 vezes mais homens do que mulheres. Ninguém se importa!
Para a sociedade, a morte do homem é normal, algo que talvez signifique menos um animal no mundo, alguém que se tivesse vivido mais um pouco, talvez pudesse fazer mal ao próximo. Nas redes sociais, todos compartilham imagens de protesto contra animais maltratados ou que foram mortos de forma cruel, mas ninguém faz nada com relação aos milhares de homens assassinados todo ano. A vida do homem só tem um sentido se ela for usada para salvar a vida de outras pessoas, especialmente mulheres. O homem que espera alguma benevolência da sociedade está completamente cego e iludido. Converse com alguém médico ou médica e pergunte sobre a imensa quantidade de mulheres que chegam nos hospitais com a cara toda arregaçada por bandidos e cafajestes. Os mesmos bandidos e cafajestes que elas dizem adorar nas redes sociais e no dia a dia, os malandros que elas adoram, porque segundo elas: “O homem canalha tem um gingado quando anda e uma pegada incrível!” Pois é, e ao mesmo tempo, depois de levarem uma surra, terem até alguns ossos quebrados, elas voltam para eles!
Pergunte a qualquer médico para confirmar se estou mentindo aqui. Elas vão nos hospitais, destruídas, e dão as desculpas mais esfarrapadas para pouparem os psicopatas e cafajestes com quem se relacionam.Na Inglaterra, uma mulher pode matar, e se alegar que estava de TPM na hora do crime, será absolvida. Com os homens, as penas são maiores e a presunção de culpa é infinitamente maior. Somente a mulher possui o direito da presunção de inocência, vide as acusações falsas de feministas que têm levado milhares de homens a serem presos pelo país afora. Como eu postei anteriormente, 90% dos moradores de rua são homens e ninguém fala sobre eles. É como se a sociedade dissesse, de forma implacável: “É isso que vocês homens merecem!” Ninguém se importa com o sofrimento masculino.
O sofrimento do homem vira motivo de piada para todos. Se algum homem tem um problema mental ou psicológico, ou sofre algum trauma, se ele tiver muita sorte, terá alguém da família do lado dele, e só. As mulheres desprezam de forma cruel os homens mais limitados. Elas não sentem o menor remorso em rejeitar homens com algum trauma. Para elas isso faz parte da seleção do mais forte, algo bem darwinista mesmo. A vida do homem é muito mais difícil e solitária do que a da mulher. Observe que quando um homem faz aniversário, poucos se importam com ele, mas quando é uma mulher, todos vão lá no Facebook ou até ligar para ela dar os parabéns, a mulher é muito mais feliz e valorizada do que o homem, mas acusa o homem de ser mau e opressor!
O homem, definitivamente, não tem o direito de exercer seu vitimismo. Portanto, quando as mulheres dizem que gostariam de viver igual aos homens, elas mentem. A mulher atual se acostumou de tal fora com seu vitimismo infinito, que elas são incapazes de ficar alguns dias sem reclamar. Enquanto os homens são obrigados a encarar de frente seus erros e pagar o preço por eles, a mulher ri e lucra com cada erro masculino. Quanto aos erros femininos, os homens vão continuar pagando caro por cada um deles. E estão fazendo isso com um sorriso no rosto!
 Originalmente publicado no Portal Conservador, enviado por autor anônimo e repostado no AVFM PT mediante autorização.
  • Como é do feitio do AVFM internacionalmente, anotamos aqui o caráter parcialmente de desabafo e hipérbole em parte deste artigo. Não se trata de manifesto ou encerra algum princípio ou a inteireza da nossa visão e valores  – outrossim, é parte de uma discussão.
  • Foto: Reprodução.

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