Cachorra gosta de assistir à missa - Foto/Montagem

Uma cachorra. Uma igreja. Pessoas revoltadas. Essa é a parte de uma história curiosa envolvendo a cadelinha Alaíde. O animal é conhecido por ter emocionado a internet brasileira por sua história de superação. Em 2014, a cachorra passou por uma barreira de fogo, literalmente. Ela foi queimada com água fervendo. Uma maldade lastimável. A partir daí, populares começaram a ajudá-la. Depois do momento ruim, o animal teve uma melhora, mas decidiu que era hora de ter um encontro mais próximo com Deus. A adorável cadelinha não perde uma missa da Paróquia São Francisco de Assis, localizada no município de Monte Horebe, Paraíba.


De acordo com uma reportagem publicada aqui na Blasting News, a cadelinha tem uma cuidadora. O nome dela é Jéssica Dias. A mulher não deixa o animal passar qualquer necessidade. Enquanto não está nas celebrações da Igreja Católica, o cachorro frequenta uma praça e também vai à escola. O animal virou uma espécie de mascote de todo o município.


No entanto, Alaíde arrumou um problemão com o padre da comunidade, Francisco Mendes. Ele diz que o ideal é que a cachorra não vá mais para às missas. O pároco, inclusive, já chamou a cuidadora de Alaíde para conversar. Em entrevista ao site 'Diário do Sertão', o padre explicou o motivo da conversa. De acordo com o responsável pela paróquia, a cadelinha fica em um lugar que é destinado apenas para humanos, o altar. Ele teria falado mal ainda do cheiro do animal

Blastingnews