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1 de junho de 2016

Polícia chega e dispersa baderneiros do MTST a base de golpes de cacetete e bombas




O Grupo está indignado porque o governo de Michel Temer cortou as “verbas estatais” que sustentam os líderes desses grupos. Eles querem, na base do tumulto e violência, continuar recebendo dinheiro do governo, como aconteceu nos últimos 13 anos em que repasses generosos foram enviados diretamente aos líderes de ‘movimentos sociais’. Tais movimentos, como o MTST, atuam como linhas auxiliares do PT no país, manifestando-se contra os opositores dos petistas sempre que convocados. Antes de entrarem no edifício, os integrantes do MTST faziam um ato contra Michel Temer na Avenida Paulista, região central da capital paulista.

Segundo Guilherme Boulos, coordenador do MTST, a manifestação é contra o 'cancelamento' do programa que era vitrine do governo Dilma Rousseff (PT), afastada em maio pelo Senado.

Os manifestantes, disse Boulos, estão no térreo do prédio da Presidência e na calçada em frente. Manifestantes picharam 'Fora Temer' e as letras 'MTST' em vermelho nas paredes do edifício.

"Vamos permanecer no prédio por tempo indeterminado e já estamos montando acampamento aqui na Paulista, em frente a Presidência", declarou Boulos. "A Polícia está por aqui, mas não houve conflito até porque é muita gente. Vamos ficar até que o governo do seu Michel Temer retome as contratações do Programa Minha Casa Minha Vida e retome a seleção de onze mil moradias canceladas na primeira semana de sua gestão pelo Ministério das Cidades."

Ao menos quatro pessoas foram detidas. A confusão começou por volta de 16h30 na esquina da Avenida Paulista com a Rua Bela Cintra, quando a polícia foi prender um manifestante e outros foram atrás tentar evitar a detenção. Houve tumulto e a polícia usou bombas de gás para dispersar a multidão. Os manifestantes derrubaram uma guarita móvel da PM.



pm
Guarita

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