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Ela levou grana: Afirma testemunha amiga da suposta vítima de Feliciano






Em um áudio entre o assessor de Feliciano e a suposta vítima de assédio, Patrícia Lellis, a conversa cifrada suporta as mais diversas possibilidades, inclusive e, principalmente, uma tentativa de extorsão. Na conversa, Lelis faz alusões dubias.  Não conclui idéias. Não afirma nada enfaticamente. Fica tudo dito em meias palavras. Quem sofreu um assédio, uma violência, como ela afirma ter sofrido não tergiversa. Vai e afirma. Bota todos os pontos nos "is". Como diz a canção: true colors


A própria mãe de Patrícia Lellis afirmou a um jornalista e a polícia que a sua filha lhe telefonou de São Paulo pedindo uma conta de pessoa jurídica, sem ligação com ela, para receber um dinheiro. Isto parece ao leitor uma conversa de uma moça inocente e ingênua sendo ameaçada?

Após o assessor de Feliciano, Talma Bauer,  ser chamado a testemunhar e ter a sua prisão preventiva aventada, termina por ser liberado diante do seu próprio testemunho e do surpreendente testemunho de um amigo da própria vítima que teria gravado o encontro entre Lelis e Talma no qual foi feita a versão da gravação divulgada por Lelis nas redes sociais. Na nova gravação, verifica-se que a suposta vítima negocia 20 mil reais. Estranho, não? Esta parte não aparece na gravação divulgada por Patricia Lelis.

Qualquer pessoa com o mínimo de experiência e um olho clínico percebe que esta moça mente até os dentes em todos os vídeos que gravou, seja contanto que houve assédio, estupro, violência, ou desmentindo tudo, incluindo o próprio desmentido.

Se houve assédio e violência, duvido muito. Mas, eu não boto minha mão no fogo por ninguém. Contudo, que esta garota mente muito e quer se dar bem, as provas existentes e a sua conversa maliciosa em todas as gravações não deixam dúvidas. Mulher que negocia dinheiro pelo silêncio, seja da verdade, seja da versão, não está sendo vítima de assédio, mas está a perpetrar crime de extorsão. Quer se dar bem na aba do chapéu alheio. 




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