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8 de agosto de 2016

"Queremos transformar o islamismo na 3ª maior religião do Brasil", diz líder muçulmano






"Queremos transformar o islamismo na 3ª maior religião do Brasil", diz líder muçulmano




"Este é o nosso objetivo: transformar o islamismo na terceira maior religião do Brasil". As palavras do atual presidente da Sociedade Beneficente Muçulmana (SBM), no encerramento do Ramadã (período de jejum islâmico, celebrando pelos muçulmanos em todo o mundo), não deixa dúvidas dos planos de solidificar a religião de ume vez por todas no maior país da América Latina.

Segundo o Sr. Nasser Fares, os planos da SBM em nível nacional .


"O trabalho que queremos fazer não é de dois ou três anos. É um trabalho para 20 anos, para a gente realmente solidificar o Islã no Brasil e transformar o islamismo na terceira maior religião do Brasil", disse.

"Se hoje temos de 1,5 milhão a 2 milhões de muçulmanos no Brasil, a gente quer ter nos próximos 20 anos, mais de 20 milhões de muçulmanos no Brasil".

Sr. Nasses destacou que a "matéria-prima" para cumprir tal objetivo já está nas mãos da comunidade muçulmana brasileira, que é o Corão, mas ainda falta a quantidade significativa de pessoas que declarem a fé muçulmana.

"Temos uma das maiores e melhores matérias-primas do planeta - não menosprezando outras religiões - que é o nosso Corão Sagrado. O que nós não temos é o material humano e vamos buscá-lo nos próximos anos", explicou.

O líder explicou que nos próximos quatro anos, a Sociedade Beneficente Muçulmana deve trabalhar na fundanção do islamismo no Brasil.

"O nosso trabalho é para Alá. Eu e todos vocês somos servos de Alá. Estamos trabalhando para ele e glorificando o nome dele", disse.

O Corão e Jihad

Fares também destacou que pregar a caridade e o amor ao próximo estão entre as prioridades do islamismo. Porém diversos estudiosos e especialistas sobre o assunto discordam desta linha de pensamento.

Segundo o escritor cristão e ex-muçulmano Nabeel Qureshi, a Jihad ("guerra santa") e a caça e punição de cristãos e judeus - considerados "infiéis" - está prevista no Corão.

"Quando comecei a investigar, realmente acreditava que o contexto eram todos de batalhas defensivas no Corão. Mas quanto mais eu investigava, mais eu percebia que simplesmente não era o caso. O capítulo 9 do Corão é o mais violento. Fala sobre o arrependimento. É o mesmo capítulo que diz: "Combatei os judeus e cristãos, até que eles paguem, humilhados, o tributo (9:29)", apontou.

Entre as estratégias de "crescimento e solidificação" do islamismo no Brasil, algumas em especial são apontadas por estudiosos, como a "Hégira" e a "Muruna", como podemos ver logo abaixo:

Hégira

A tática tradicional de "ocupação pacífica" dá a falsa sensação de que os primeiros imigrantes islâmicos não são uma ameaça, pelo menos até que a comunidade muçulmana tenha ganho mais força.

Muruna

Consiste na suspensão temporária da rígida "lei Sharia", com a finalidade de dar aos imigrantes muçulmanos, uma aparência "moderada".


Fonte: Guia-Me

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