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14 de novembro de 2016

WHAT A SURPRISE! O COLAPSO DOS “MEIOS DE COMUNICAÇÃO”



por Franklin Ferreira

Direto do Facebook

Este ano ficou claro que os jornalistas dos grandes meios de comunicação atuaram como “torcida organizada” e conseguiram a façanha de errar previsões em todas as situações-chave da história política recente.

Começando com o Brexit no Reino Unido, passando pelo plebiscito que recusou o perdão para os terroristas das FARC na Colômbia, a cobertura do impeachment de Dilma Rousseff e as eleições municipais no Brasil (em São Paulo, mas principalmente no Rio de Janeiro), para terminar na mais humilhante derrota do Partido Democrata nas eleições presidenciais dos Estados Unidos em 28 anos – quando perdeu para os republicanos a presidência, as duas câmaras e a indicação dos próximos juízes da Suprema Corte.

Sobre as eleições americanas, algumas das “estrelas” do jornalismo brasileiro, além de não acertarem nada, continuam arrogantemente palpitando, repetindo apenas superficialidades. Alguns dos que mais erraram estão até agora tentando explicar o que ainda não entenderam. Parece que só repetiram o que leram no New York Times ou assistiram na CNN (conhecida nos Estados Unidos como “Clinton News Network”).

Não conseguem entender que o cidadão que trabalha para viver não aceitou seu fim quieto. Não aceitam que os norte-americanos elegeram Trump porque não querem deixar de ser norte-americanos. E portam-se como histéricos ensandecidos porque a agenda progressista foi derrotada.

Está escancarado diante de todos o esquerdismo desses “formadores de opinião”.

Para estes, quando o pobre vota na esquerda é a “voz do povo”, a aclamação popular, a democracia consagrada. Quando o pobre vota na direita é o burro, o racista, o xenófobo, o machista, o fascista, o nacionalista, o perdedor.

É assim que a grande imprensa no Brasil interpreta a eleição nos Estados Unidos.

Uma vergonha!

A GloboNews e seus “analistas” e apresentadores se tornaram motivo de piada.

Mas o maior exemplo da desmoralização dos grandes meios de comunicação vem dos Estados Unidos. A revista Newsweek imprimiu uma edição de 125 mil exemplares noticiando a vitória de Hillary Clinton. A edição foi enviada antecipadamente a centenas de pontos de venda nas principais cidades do país, o que obrigou a empresa a recolher os exemplares e se desculpar posteriormente.

Meios de comunicação tradicionais e jornalistas “importantes” protagonizaram ridículo papel neste ano e merecem o todo o desprezo que recebem.

1 comentários:

Jeovam Modesto disse...

Não dá pra confiar no imprensa globalista. Os melhores meios de informação são as mídias sociais e blog sérios como se aqui.

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