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14 de dezembro de 2016

Ideologia De Gênero? Quem É O Indivíduo Na Indústria Do Sexo

 


Quem é você nessa sociedade? Quem é o indivíduo? Faça sexo e seja mais um descolado nessa multidão. 


Sexo é algo íntimo, privado. Por isso a escola de Frankfurt e tantos outros ideólogos marxistas trataram de transformá-lo em algo comum, "coletivo", retirando a intimidade e fazendo com que cada pessoa seja do "coletivo". 

Marx, um sociopata nato, ao escrever - A origem da família, propriedade privada e do estado - conceitua que essa família seria uma - "estrutura perversa, pois legitima o poder do homem sobre a mulher" e que precisava ser destruída.  Como destruí-la? Fazendo com que as bases - homem, mulher, filhos - fosse disseminada, para enfraquecer essa estrutura perversa. 



Já então no séc. 20, vem então a revolução cultural idealizada pela Escola de Frankfurt, de Félix Veil e George Lukács, dando força para a destruição do indivíduo. Estudando e fazendo experimentos, os sociólogos frankfurtianos criaram uma estrutura (como o próprio Lukács na Hungria) para encontrar respostas de como implementar melhor a Revolução Cultural idealizada pela esquerda.

Gramsci idealizava a tomada dos campos culturais - igreja, cultura, artes, escrita, como parte do projeto de poder dos comunistas, planejando a grande tomada da revolução "sem armas".
Quando esse conceito, experimentado por Lukács na Hungria, reverberou anos mais tarde por Bourdieu, Beauvoir, Foucault,visando destruir os elementos da família tradicional, subjugando os conceitos às armas do marxismo, doutrinando crianças e adolescentes ao aprendizado da revolução, identificaram que, quanto mais cedo, mais rápido é e mais fácil o processo de lobotomização. 

Marcusse então tratava da geração sexo livre e a guerrilha cultural, com ideias muito mais simples, valorizando a linguagem simples, desconstruindo todos os conceitos sociais e valorizando a liberdade sexual para confrontar a "sociedade patriarcal e machista". 

Estes pensadores marxistas adentraram o Ocidente, com os ideais bastante sintetizados, para a destruição da cultura, língua, arte, poesia, música, família, religião. Todos estes elementos foram marcantes para que os países ocidentais aliciassem jovens (até como queria a teoria marcusiana) como a grande força motriz do movimento. 

O que se vê após esses fenômenos, de forma muito simples aqui explicadas (os conceitos dariam para escrever livros), foi a grande destruição da identidade, deturpando o indivíduo.

A destruição da intimidade sexual fez parte da destruição do indivíduo. O vício cultural libidinoso é uma grande arma que fomentou a indústria da pornografia e o sexo livre. Por isso as pessoas andam tão perdidas em si mesmas, transando com qualquer coisa e não sabendo mais quem são. As consequências psicológicas se manifestam sim. 


Estudos feitos pela Universidade de Princeton constataram que estudos associam a pornografia a uma atitude negativa em relação à intimidade, e imagens neurológicas confirmam isso. Susan Fiske, professora de psicologia na Universidade de Princeton, usou exames de ressonância magnética em 2010 para analisar homens enquanto assistiam filmes pornô. A atividade do cérebro revelou que esses homens passavam a olhar para mulheres mais como objetos do que como pessoas depois de assistirem filmes pornô compulsivamente.

Segundo o estudo do professor Richard Drake, da Universidade Brigham Young nos EUA, o vício da pornografia tem efeitos similares ao da cocaína, causando dependência e distúrbios. Esse comportamento leva à depressão, ansiedade, dificuldades no casamento e dificuldades de se relacionar com outras pessoas.

Segundo artigo de  Hal Arkowitz e Scott O. Lilienfeld - da Scientific American, outras descobertas aproximam o uso frequente da pornografia a atitudes como atribuir culpa às vítimas de abuso sexual, justificando o estupro. O interesse desmedido por pornografia geralmente é acompanhado de crueldade contra as mulheres, insatisfação com a aparência e o desempenho sexual do parceiro, além de dúvidas sobre o valor do relacionamento afetivo estável. Essas atitudes costumam levar à desvalorização da figura feminina e, em alguns casos, podem estar associadas à violência doméstica.

 Notaram a força dos movimentos que tratam pura e simplesmente da natureza sexual? Quando você entra nessa clave, passa a tribalizar o indivíduo. 

O que a ideologia de gênero tem feito em boa parte da sociedade Ocidental é transformar o indivíduo em algo disforme. Note que o ser humano tornou-se apenas um "chip", um "código", parte de um grupo: "cis, trans, hétero, bi etc". Todos esses códigos transformam o indivíduo no coletivo, o necessitado que precisa do grupo, pois, sem ele, aquele "ser" perde sua identidade. Perceba que os indivíduos que decidem fazer parte dessa "sociedade", são duramente rechaçados (até ao ponto de violência física), caso não queiram mais pertencer ao "bando". Esse bando, então, começa a ser a identidade desse indivíduo. 

Ele se vê preso, num ciclo em que não consegue mais se sair. Ele é apenas um fraco pisado por este tirano, perverso, mas não nota. Está cego, à mercê de uma imposição, pensando estar livre.

Por: Leandro Souza

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