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Presidente da Bancada Evangélica fala sobre medidas de combate à corrupção

Foto de George Gianni

O deputado federal João Campos (PRB/GO), que também é pastor da Assembleia de Deus, foi um dos autores do Projeto de Lei 4850/2016, que transformou a petição pública assinada por mais de dois milhões de pessoas no que é conhecido como as “10 Medidas contra a Corrupção”.
Apresentado no início do ano, o projeto foi debatido durante meses nas comissões e várias audiências públicas. Contudo, no momento em que foi para ser votado no plenário da Câmara dos Deputados, sofreu várias modificações que descaracterizaram o projeto inicial. Isso gerou uma onda de protestos nas redes sociais e também nas ruas, quando milhões de pessoas se manifestaram neste domingo (4).
Uma das mudanças mais polêmicas foi o destaque apresentado pelo PDT, que criava a punição para juízes e membros do Ministério Público Federal por abuso de autoridade. Acabou aprovada por 313 votos a favor, 132 contra e cinco abstenções. Ele lista as situações em que juízes e promotores poderão ser processados, com pena de seis meses a dois anos de reclusão.
Isso ocorreria quando a atuação dos magistrados fosse claramente com motivação político-partidária e a apresentação pelo Ministério Público de ação de improbidade administrativa contra agente público “de maneira temerária”.
Presidente da Frente Parlamentar Evangélica, João Campos – que também é formado em Direito – votou ‘sim’. Isso lhe redeu uma enxurrada de críticas. O parlamentar concedeu uma entrevista ao Portal Gospel Prime onde comenta o resultado final e explica sua opção.


Gospel Prime

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