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30 de abril de 2016

Muitos pastores sofrem com problemas financeiros

Muitos pastores sofrem em silêncio por conta desse tipo de problema
Instituto norte-americano de pesquisas entrevistou mais de 4 mil pastores, dos quais cerca de 90% assumiram enfrentar algum tipo de problema financeiro e 30% confessaram a necessidade de um segundo emprego para cobrir suas despesas

Muitos pastores sofrem em silêncio com problemas financeiros
Pastor ora sozinho em igreja. (Foto: Olisa)


Uma nova pesquisa mostra que a maioria dos pastores que servem em pequenas igrejas evangélicas enfrentam dificuldades financeiras e muitos estão relutantes em falar sobre essas lutas.
A Associação Nacional de Evangélicos dos Estados Unidos (NAE) divulgou uma pesquisa na última terça-feira, realizada pelo grupo norte-americano ‘Grey Matter Research’ em julho do ano passado. Foram entrevistados 4.249 pastores e os resultados apontaram que a maioria deles enfrentam problemas financeiros graves, enquanto lutam com despesas e dívidas e não ganham o suficiente para garantir a financeira estabilidade a longo prazo.
“A grande maioria dos pastores não têm o seu próprio programa de rádio ou TV, ou lidera uma igreja grande”, disse, presidente da NAE, Leith Anderson, em um comunicado. “Em vez disso, eles servem fielmente em pequenas igrejas e enfrentam desafios financeiros decorrentes como estudos, os baixos salários e despesas médicas. Infelizmente, muitas vezes eles sentem que não têm a quem recorrer para obter ajuda”.
Entre os pastores pesquisados, 80% disseram que servem em congregações que têm menos de 200 membros, enquanto 55% têm menos de 100 membros em sua igreja.
Mais da metade dos pastores disseram que servem em igrejas que têm menos de 125.000 dólares em seus orçamentos anuais e 50% por cento dos pastores disseram que recebem menos do que 50.000 dólares por ano (cerca de 4 mil dólares por mês).
Trinta por cento dos pastores responderam que eles são responsáveis ??por dívidas que exigem um orçamento em média de 36.000 dólares por ano, enquanto que 25% dos pastores têm contas médicas em média cerca de 7.253 dólares por ano.
Benefícios
Como 60% dos pastores disseram que não recebem aposentadoria ou benefícios de saúde de suas igrejas, 29% dos pastores disseram que não têm nenhuma quantia em sua poupança pessoal. Já 39% dos pastores disseram que têm menos de 10.000 dólares em economias.
Cerca de 92% dos pastores disseram que sua maior preocupação financeira era sua poupança de aposentadoria, enquanto 84% apontaram seu medo é pelo fato de não terem fundos de emergência na poupança. 60% dos pastores disseram que estavam preocupados com as contas médicas ou de seguros, enquanto 54% listaram economias da faculdade de seus filhos como uma preocupação.
Enquanto pastores enfrentam grandes dificuldades financeiras, o levantamento revela que a maioria decide não se procurar suas igrejas para obter ajuda. Cerca de um terço dos pastores disse que também não conhecem ninguém fora de sua própria casa em quem eles possam confiar para falar sobre sua situação financeira. Além disso, cerca de 37 por cento dos pastores disseram que não estão familiarizados com os recursos oferecidos pela sua denominação que, podem ajudá-los com as finanças pessoais.
Outro dado interessante é que 31% dos pastores disseram que precisaram assumir um segundo emprego só para ajudar a bancar as despesas.
Tendo em conta os problemas financeiros, 90% dos pastores disseram que sentem pelo menos algum nível de estresse financeiro no seu ambiente de trabalho, em sua família e sua igreja. Além disso, 76% dos pastores disseram que sabem de outros pastores que desistiram do ministério por causa das dificuldades financeiras.
Em resposta às dificuldades financeiras em curso de pastores, a NAE lançou uma iniciativa, que tem como objetivo abordar os desafios financeiros que os pastores enfrentam e buscar soluções palpáveis para isso.
“O NAE está empenhado em desenvolver soluções para as pressões financeiras que os pastores enfrentam”, disse o diretor de projetos da Associação, Brian Kluth em um comunicado. “Estamos muito animados em poder ajudar os pastores a mudarem para uma situação de maior estabilidade financeira – liberando-os para liderar suas congregações bem”.

Fonte: Guiame, com informações do Christian Post
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E Seara News

Lula diz que Tiradentes foi crucificado e foi humilhado por jornalista por se comparar a Jesus.

Lula é humilhado por jornalista após se comparar a Jesus: 'Jesus não era bandido, não era ladrão'

Aécio, sobre cargos em governo Temer: 'PSDB tem responsabilidade com o país'

Senador se reuniu em São Paulo com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e com o governador Geraldo Alckmin para discutir propostas do partido ao peemedebista



Por: João Pedroso de Campos - Veja Abril


Presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG)(Washington Alves/Reuters)

Após encontros com o vice-presidente Michel Temer e o presidente do Senado, Renan Calheiros,
 ontem em Brasília, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) desembarcou nesta quinta-feira em São
 Paulo para reuniões com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o governador paulista
Geraldo Alckmin. Presidente do PSDB, Aécio discute com FHC e Alckmin os termos do apoio
 do partido  a um eventual governo Temer, caso o Senado venha a afastar a presidente Dilma
Rousseff em votação prevista para o dia 11 de maio.

Ao chegar ao edifício onde o ex-presidente mora na capital paulista, no bairro de
Higienópolis,  o senador mineiro falou em submeter a FHC as propostas elaboradas
por senadores tucanos  como Tasso Jereissati (CE), Antônio Anastasia (MG)
e Ricardo Ferraço (ES), apresentadas  ontem a Temer. "É importante que ele nos ajude
a consolidar esse programa, da mesma forma  como o governador Geraldo Alckmin",
 disse Aécio.

Ao sair do encontro com FHC, o presidente do PSDB confirmou para a próxima
 terça-feira o anúncio de "um conjunto de ações emergenciais" do partido ao
 provável  governo do vice. 
Ao lado de Aécio, o ex-presidente afirmou que "na agenda mínima do PSDB consta
 dar toda  força à Lava Jato, consta levar adiante o processo de moralização".
 Questionado a respeito da posição do partido sobre o presidente da Câmara,
Eduardo Cunha, réu no STF por envolvimento no petrolão, FHC ponderou que
 Cunha responde a processos e que eles têm de  chegar ao fim.


Aécio ressaltou que o PSDB tem "responsabilidade com o país", embora não seja,
 segundo  o senador, "beneficiário do impeachment". "Quem sou eu para dizer não
 busque fulano de tal,  se ele (Temer) achar que essa figura é extraordinária ou essencial
  a seu governo?", afirmou. Fernando Henrique, que havia se posicionado a favor de
tucanos no governo Temer, falou em "emergência nacional" e antecipou que quadros do
 PSDB não devem se negar a  assumir postos no eventual novo governo.
"Não será um governo do PSDB, não pode ter a  cara de nenhum partido",
 declarou.

Elogiado pelo ex-presidente por ter "sabido conduzir essas negociações",
Aécio disse que o  fim da reeleição não é uma "imposição" a Temer, mas "estimula
 que várias outras forças políticas se somem a ele".

Alckmin - No Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, onde recebeu
 Aécio Neves,  Geraldo Alckmin recuou da posição de que tucanos não deveriam
participar do governo de  Michel Temer, mesmo que convidados. Em evento do
agronegócio em Ribeirão Preto (SP), na segunda-feira, Alckmin havia afirmado que
 "não precisamos de pasta e nem cargo para  poder fazer isso (apoiar o governo Temer).
Sou contra a nomeação de ministros, já externei  isso".
No discurso ao lado de Aécio, mais ameno, Alckmin disse não ter mudado de opinião,
 mas ressaltou que "o partido não vai impedir ninguém que queira aceitar participar
se for  convidado. Nós vivemos no modelo presidencialista, e o presidente monta sua
 equipe".

A respeito da ideia de que tucanos dispostos assumir cargos no governo se licenciassem
do partido, aventada pelo deputado federal Silvio Torres, parlamentar ligado ao governador
 paulista,  Geraldo Alckmin disparou que "não tem o menor cabimento isso".
Aécio, que ao longo desta semana também flexibilizou sua opinião a respeito da
participação do PSDB no governo do vice,  diz sair de São Paulo "percebendo que há
uma absoluta convergência" entre o que pensam FHC,  Alckmin e o "conjunto do partido".
Assim como fez mais cedo, no encontro com o ex-presidente,  o senador mineiro ressaltou
que a "contribuição" do PSDB ao governo Temer não depende de contrapartida em cargos.


LULA CONCLAMA: 'VAMOS INFERNIZAR O TEMER', SE VICE-PRESIDENTE ASSUMIR O COMANDO DO PAÍS



A tática de Lula e Dilma consiste também em sonegar informações e apagar arquivos para dificultar a transição para um possível Governo Michel Temer.




A conjuntura política no Brasil, a crise desenfreada e a possibilidade de um desfecho
 do governo Dilma Rousseff, a partir da análise do Senado Federal que julga a
admissibilidade do processo de impeachment na Comissão Especial instalada na
 Casa legislativa, ganham tons de dramaticidade para o Planalto e aliados petistas.
 A tática petista consiste num forte apoio do ex-presidente da República, Luiz Inácio
 Lula da Silva a movimentos que possam desencadear transtornos ao país, além de
 ser o principal interlocutor entre grupos organizados e supostamente sustentados
pelo governo - de acordo com a revista Isto É -, como por exemplo: o Movimento
 dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST), entre outros grupos, como movimentos
 ligados aos sem-teto, a Central Única dos Trabalhadores e a União Nacional dos
 Estudantes, ligados às pautas de esquerda.

O ex-presidente Lula, em sintonia com a presidente Dilma Rousseff, pretendem assinalar
a "política de terra arrasada" que almeja dificultar ao máximo a eventual transição de
 governo, se o Senado Federal julgar procedente o afastamento da mandatária, e
consequentemente, o vice-presidente Michel Temer assuma o comando do país.
Não obstante, as ações do PT não levam em conta o desemprego no país, já que
mais de 11 milhões de brasileiros estão sem trabalho, além da deficiência dos
 sistemas da saúde e educação, tornando a população brasileira, majoritariamente
dependente de serviços públicos, refém da grave crise enfrentada no atual momento
do Brasil.

Tática de guerrilha A estratégia petista, sob orientação de Lula, é inviabilizar de todos
os modos, o eventual governo de Michel Temer. Ainda de acordo com a revista
Isto É, o ex-mandatário age em conluio com movimentos sustentados pelo governo,
 e as ações programadas refletem a tentativa de alavancar protestos desses movimentos,
através de arruaças e além disso, incendiar as ruas. Lula, na última segunda-feira (25),
em reunião com Dilma bradou: "Vamos infernizar o Temer. Agora é guerra", conclamou,
de modo contundente. Já na quinta-feira (28), os movimentos aliados do PT e do governo,
 MST e MTST, demonstraram ter compreendido o recado e já promoveram manifestações
 país afora, queimando pneus, e ações de paralisação de rodovias e estradas, causando
enormes transtornos para a população. Porém, vale indagar qual será a resposta das
autoridades para coibir abusos e evitar que o país se torne um verdadeiro caos.

29 de abril de 2016

Silas Malafaia se encontra com Michel Temer e ora por ele para que tenha “sabedoria” ao assumir



O pastor Silas Malafaia encontrou-se com o vice-presidente Michel Temer (PMDB) na última quarta-feira, 27 de abril, no Palácio do Jaburu, juntamente com o pastor Everaldo Pereira (PSC-ES), ex-candidato à presidência em 2014.
No encontro entre Malafaia e Temer, o pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC) orou pelo vice-presidente, pedindo que Deus o abençoe e dê sabedoria caso assuma a presidência da República interinamente em caso de afastamento de Dilma Rousseff (PT).
“Ele desejou que Deus dê sabedoria ao vice-presidente para que ele dirija a nação para tirá-la do fundo do poço”, relatou o pastor Everaldo, que mediou o encontro de ambos.
Everaldo afirmou ainda, ao jornal Folha de S. Paulo, que a presidente Dilma deveria “ter o mínimo de bom senso” e renunciar antes da análise no plenário do Senado Federal da admissibilidade do pedido de impeachment, marcada para o dia 11 de maio.
Por fim, Everaldo pontuou que a proposta feita por alguns políticos, de redução do mandato de Dilma para convocação de novas eleições, é ilegal: “E eu discordo de proposta de antecipação de eleição presidencial. Isso seria um golpe e não é previsto na Constituição Federal”.

Silas Malafaia Orou e esbravejou

Malafaia, após orar pelo vice-presidente, esbravejou com a imprensa por causa da forma como seu encontro com Temer foi narrado.
O pastor ficou irritado com a jornalista Simone Iglesias, de O Globo, que noticiou que “depois de alguns telefonemas e muita insistência para se encontrar com o vice-presidente Michel Temer, o pastor Silas Malafaia foi recebido por ele na manhã desta quarta-feira no Palácio do Jaburu”.
No Twitter, Malafaia estava inconformado: “Agora chegou a vez do jornal O Globo mentir. A reportagem do jornal diz que eu insisti muito para o Temer me receber, ‘liguei várias vezes’. Avisa a jornalista inescrupulosa de O Globo, que não dei um telefonema, nem ninguém em meu nome. É vergonhoso o preconceito contra pastores”, disparou.
Segundo o pastor Silas Malafaia, o encontro com Temer foi resultado de uma oportunidade: “Estava passando por Brasília e o Everaldo que é meu amigo [há] muitos anos me convidou se eu podia fazer uma oração pelo Temer. O resto é mentira! A Folha de SP teve a dignidade de consertar o erro que falou a meu respeito. Será que O Globo vai ter a mesma dignidade? ESTOU DUVIDANDO!”
Fonte: Gospel+

Ciro Gomes ameaça: “Michel Temer não vai ser presidente porque eu não vou deixar

Em entrevista ao programa da jornalista Mariana Godoy, o político Ciro Gomes (PDT) afirmou que o vice-presidente Michel Temer (PMDB) não assumirá a Presidência da República




“Não vai porque eu não vou deixar” disse Ciro Gomes.

Ciro ainda fez questão de avisar:
“Já estou com a cópia das pedaladas fiscais que ele assinou como vice-presidente da República”
Ciro esquece que Temer assinou como presidente interino em uma ausência de Dilma ele não assinou para incriminar Dilma. Ele assinou porque a prática ja estava em curso, as tratativas eram de Dilma, ele como vice presidente é apenas a extensão de Dilma. Se ele assinou, foi porque ele recebeu orientação pra assinar.
Não foi um ato do Vice presidente, mas dela, que foi delegado a ele esse direito.



O BRASIL PRECISA QUE A VERDADE SEJA DITA!


Este breve documentário retrata fatos históricos que ao longo de décadas a esquerda brasileira vem tentando esconder. 


João Santana e Mônica Moura viram réus na Lava Jato

Eles responderão por corrupção e lavagem de dinheiro. Outras 15 pessoas são alvos das denúncias acatadas hoje pela Justiça federal, entre elas Marcelo Odebrecht e João Vaccari Neto




O juiz Sergio Moro, que conduz a Operação Lava Jato na primeira instância em Curitiba, aceitou nesta sexta-feira duas denúncias oferecidas pelo Ministério Público Federal contra o ex-marqueteiro do PT João Santana e a sua mulher, Mônica Moura. Também são alvos das ações penais o ex-presidente da Odebrecht Marcelo Odebrecht e o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, que já foram condenados em outros processos do petrolão, e outras treze pessoas, entre elas ex-funcionários da Odebrecht, dirigentes da Petrobras e lobistas. Eles responderão por corrupção e lavagem de dinheiro.

As ações são fruto das apurações da 23ª e 26ª etapas da Lava Jato, a Acarajé e a Xepa. A primeira levantou informações de que o marqueteiro das campanhas de Dilma e Lula teria recebido 4,5 milhões de dólares, no exterior, do lobista e representante do estaleiro Keppel Fels, Zwi Skornicki, que também virou réu. Segundo a denúncia, o valor seria parte da propina reservada ao PT e teria viabilizado a contratação do estaleiro pela Petrobras. Já a segunda denúncia tem como base o chamado "departamento de propina" da Odebrecht, uma estrutura sofisticada criada pela empresa para cuidar da operacionalização dos negócios ilícitos. Offshores ligadas a holding teriam repassado 3 milhões de dólares a contas do publicitário.

Na decisão, Moro afirma que, apesar de não serem agentes públicos, João e Mônica receberam "conscientemente recursos provenientes de acertos de propinas entre dirigentes da Petrobras e empresas fornecedoras da estatal", e, por isso, estão sujeitos a responder pelos crimes de corrupção passiva. "Há provas decorrentes de depoimentos de criminosos colaboradores conjugados com provas documentais de transferências bancárias subreptícias, inclusive das contas no exterior e de planilhas apreendidas", escreveu o juiz no despacho.




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Na denúncia, João Santana é apresentado como "conselheiro" da alta cúpula do PT e o "intermediário de contatos" de lideranças petistas, como o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente Dilma Rousseff. "Como retribuição, João Vaccari determinava que os operadores e representantes dos estaleiros efetuassem transferências de valores em favor de Mônica Moura e João Santana, quantia esta que era posteriormente deduzida do saldo devedor de propina ao Partido dos Trabalhadores, prometida pelos estaleiros e solicitada por Renato Duque [ex-diretor da Petrobras] em razão da contratação obtida com a Petrobras", diz a peça da acusação.

Já Mônica Moura trabalhava como sócia de João Santana. Foi ela quem teria informado ao lobista Zwi Skornicki dados das contas que o casal mantinha na Suíça para o depósito dos recursos ilícitos. A procuradoria alega que os dois tinham plena consciência da origem ilegal do dinheiro e das atividades ilícitas praticadas pelo PT, "uma vez que estas eram fundamentais para que fosse estruturado o projeto de manutenção no poder do partido", conforme o texto da denúncia.

Em uma das ações, Moro cita como uma das principais provas o depoimento dado pela ex-funcionária da Odebrecht Maria Lúcia Guimarães, que firmou acordo de delação premiada. Ela trabalhava para o "departamento de propinas" da Odebrecht, cujo nome oficial era "Setor de Operações Estruturadas". Em planilhas apreendidas nos arquivos do departamento, a procuradoria concluiu que a empreiteira pagou em dinheiro vivo a Santana 23,5 milhões de reais, além dos 3 milhões de dólares no exterior.

Esta é a terceira ação penal movida na Lava Jato contra Marcelo Odebrecht, que está preso há quase um ano. Em outro processo, ele foi condenado junto com outros dirigentes da empresa a 19 anos de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. "Executivos do grupo Odebrecht, inclusive seu presidente Marcelo Bahia Odebrecht, recorriam a esse setor quando necessária a realização de algum pagamento subreptício", disse Moro, no despacho.

Confira a lista dos réus:

Ação Penal 1:

1) Eduardo Costa Vaz Musa;

2) João Carlos de Medeiros Ferraz;

3) João Cerqueira de Santana Filho;

4) João Vaccari Neto;

5) Mônica Regina Cunha Moura;

6) Renato de Souza Duque;

7) Pedro José Barusco Filho;

8) Zwi Skornicki.

Ação Penal 2:

1) Ângela Palmeira Ferreira;

2) Fernando Migliaccio da Silva;

3) Hilberto Mascarenhas Alves da Silva Filho;

4) Isaías Ubiraci Chaves Santos;

5) João Cerqueira de Santana Filho;

6) João Vaccari Neto;

7) Luiz Eduardo da Rocha Soares;

8) Marcelo Bahia Odebrecht;

9) Marcelo Rodrigues;

10) Maria Lúcia Guimarães Tavares;

11) Mônica Regina Cunha Moura;

12) Olívio Rodrigues Júnior.


Veja Abril

Janot pede ao STF que proíba PF de negociar delações



PGR enviou à corte uma ação direta de inconstitucionalidade contra lei que legitima participação de delegados federais nas tratativas. Associação de delegados afirma que deferimento da ação representaria risco a operações

soO procurador geral da República (PGR), Rodrigo Janot
O procurador-geral da República (PGR), Rodrigo Janot(Divulgação/Agência Brasil)

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, protocolou no Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quinta-feira uma ação direta de inconstitucionalidade argumentando que caibam exclusivamente ao Ministério Público as negociações de acordos de delação premiada. Dirigida ao presidente da corte, ministro Ricardo Lewandowski, a ação pede, na prática, que se proíba a Polícia Federal de pactuar acordos de colaboração sem a participação dos procuradores do MP.

A ação de Janot mira trechos da lei 12.850 de 2013 que legitimam a participação de delegados da PF nas tratativas. Segundo o chefe do Ministério Público Federal, os trechos são inconstitucionais e devem ser suspensos e anulados por contrariarem "o devido processo legal, o princípio da moralidade, o princípio acusatório, a titularidade da ação penal pública conferida ao Ministério Público pela Constituição, a exclusividade do exercício de funções do Ministério Público por membros legalmente investidos na carreira e a função constitucional da polícia, como órgão de segurança pública".

Rodrigo Janot afirma que a investigação policial deve ser feita "em harmonia com as linhas de pensamento, de elucidação e de estratégia firmadas pelo MP". Para o procurador-geral, "motivos corporativos" acabaram por atribuir à Polícia Federal funções além da competência de "subsidiar a atuação do Ministério Público", a quem cabe dirigir a investigação criminal até a denúncia à Justiça ou arquivamento.


A exclusividade do Ministério Público, conforme argumenta Janot, está relacionada, entre outros princípios, à preservação da autoridade do juiz, à ampla defesa e à competência para negociar o perdão judicial e a diminuição de penas a delatores.

Embora busque retirar da PF a prerrogativa de negociar com colaboradores, Janot pede ao STF a "modulação temporal dos efeitos da declaração de inconstitucionalidade" para preservar o efeito dos acordos de delação já firmados por delegados federais que os tenham considerado em investigações e processos criminais.

Por meio de nota da Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF), os delegados federais "lamentam" a ação de Janot ao STF, cujo possível deferimento classificam como "extremo retrocesso". Segundo a nota da ADPF, "soa muito estranho que no exato momento em que a Polícia Federal realiza as maiores investigações de combate à corrupção, seja proposta uma Ação para dificultar a atuação da Polícia Federal". Os delegados federais argumentam que a ação representa risco às operações Lava Jato e Acrônimo e ironizam: "As organizações criminosas que afrontam a nação brasileira comemoram a Ação proposta por Rodrigo Janot".

Um dos exemplos recentes de acordo de delação firmado com a Polícia Federal sem a participação inicial do Ministério Público é o de Danielle Fonteles, dona da agência de propaganda Pepper Interativa, ajustado no âmbito da Operação Acrônimo, cujos depoimentos implicaram as contas da campanha da presidente Dilma Rousseff em 2014 e o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT).

A delação de Danielle à PF baseou o indiciamento de Pimentel. Ao chegar à Procuradoria-Geral da República, a delação de Danielle foi dividida em duas partes. Citações à presidente Dilma Rousseff foram encaminhadas ao STF, e as menções a Pimentel, ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), onde corre o processo da Acrônimo.

Além de Daniele Fontelles, delatores da Operação Lava Jato, como os lobistas Julio Camargo e Fernando Baiano, também negociaram a colaboração com a PF.

Veja Abril

SOBRE A BOMBA NO AEROPORTO DOS GUARARAPES


O “Canhão do Arruda”, depois da bomba:
Corpo do Jornalista Edson Regis:
Corpo do AlmiranteNelson Gomes Fernandes:
A placa de bronze homenageando as vítimas do episódio foi retirada e desapareceu. Com toda a certeza, foi derretida, sem que surgisse alguém para protestar.
Naquele registro histórico, estava gravado:
“HOMENAGEM DA CIDADE DO RECIFE AOS QUE TOMBARAM NESTE AEROPORTO DOS GUARARAPES, NO DIA 25 DE JULHO DE 1966, VITIMADOS PELA INSENSATEZ DOS SEUS SEMELHANTES.  – ALMIRANTE NELSON FERNANDES  – JORNALISTA EDSON REGIS  GLORIFICADOS PELO SACRIFÍCIO, SEUS NOMES SERÃO SEMPRE LEMBRADOS RECORDANDO AOS PÓSTEROS O VIOLENTO E TRÁGICO ATENTADO TERRORISTA, PRATICADO À SORRELFA PELOS INIMIGOS DA PÁTRIA.”
Hoje, os terroristas daquela época, arvorando-se em “heróis” libertários, afirmam que o que fizeram foi uma reação à “violência” do Governo brasileiro. Intencionalmente, procuram deturpar a História e levar ao esquecimento as vítimas que causaram em sua sanha fratricida.  Passaram-se muitos anos.  Mas as bombas do Recife e o atentado de Guararapes jamais serão esquecidos.
Sebastião Tomaz de Aquino, o “canhão do Arruda”, foi um dos maiores artilheiros do time do Santa Cruz de Recife, PE. É um dos sobreviventes do atentado terrorista ocorrido no aeroporto dos Guararapes no dia 25 de julho de 1966.
Seguindo os procedimentos de praxe, Sebastião pegou uma maleta preta que achou abandonada no saguão do aeroporto e seguia para o Departamento de Aviação Civil – DAC, para entregá-la, quando no meio do caminho, cerca das 08:30h, houve uma grande explosão que ocasionou a morte de duas pessoas, deixando dezenas de vítimas gravemente feridas, entre elas, uma criança de 6 anos de idade.
Sebastião foi um dos primeiros socorridos, mas teve a perna amputada e quase morreu de hemorragia.
Já o secretário do governo de Pernambuco jornalista Edson Régis de Carvalho e o vice-almirante reformado Nelson Gomes Fernandes não sobreviveram à explosão.
O alvo do atentado era a comitiva do general Arthur da Costa e Silva, então Ministro do Exército e candidato à sucessão do general Castello Branco.
Nas investigações, culpou-se pelo vil atentado dois militantes fanáticos, o ex-deputado Ricardo Zaratini e o professor Edinaldo Miranda (UFPE), militantes do Partido Comunista Revolucionário (PCR) e do Partido Comunista Brasileiro Revolucionário (PCBR), respectivamente.
A verdade só apareceria bem mais tarde, no livro “Combate nas Trevas”, publicado pela primeira vez em 1987, pelo ex-militante do Partido Comunista Revolucionário Brasileiro, Jacob Gorender, no qual ele revela que o ato foi cometido por Raimundo Gonçalves de Figueiredo.
Gorender ainda revela que o mentor intelectual foi o padre Alípio de Freitas, do Ação Popular (AP), na qual militava e onde era um dos mais ativos, fanático José Serra.
A Ação Popular (AP), organização terrorista, foi criada em 1962, dois anos antes da Contra-Revolução de 1964, em pleno regime democrático (governo João Goulart), a partir de um congresso em Belo Horizonte, resultado da atuação dos militantes estudantis daJuventude Universitária Católica (JUC), buscando inspiração ideológica em Emmanuel MounierTeilhard de ChardinJacques Maritain e Padre Lebret. A AP aproximou-se daPOLOP e do MR-8. Com base em seu Programa Básico, a AP propôs ao PCdoB e a outras organizações de inspiração leninista, a conjugação de esforços para a formação de um forte partido do proletariado.
Seus fundadores, não tinham, portanto, necessidade de lutar pela liberdade democrática. Os “estudantes inocentes”, “vítimas das truculências dos militares” estavam todos orientados pela esquerda da Igreja.
O mês de Julho de 1966 começou com uma série de três bombas sacudindo Recife. Uma, na sede da União de Estudantes de Pernambuco, ferindo, com escoriações e queimaduras no rosto e nas mãos, o senhor José Leite, de 72 anos, vítima inocente que passava pelo local. A outra, nos escritórios de uma repartição americana, causando, apenas, danos materiais, e, a terceira bomba, a mais potente, no Aeroporto dos Guararapes, que passou a ser o marco balizador do início da luta contra o terrorismo no Brasil.
Aí, que verdadeiramente, começaram os que eles, os terroristas, denominam “anos de chumbo”. Ninguém combate terrorista com luvas de pelica.
Após o atentado dos Guararapes, Zé Serra fugiu para o CHILE, junto com seu parceiro FHC, e se casou com uma chilena de nome Mônica.
O terrorismo indiscriminado, atingindo pessoas inocentes e, até, mulheres e crianças, mostrou a frieza e o fanatismo de seus executores.
No livro “Combate nas Trevas” (1987), o ex-militante do PCBR, Jacob Gorender, revelou que a AP foi a responsável pelo atentado. Aponta como autor intelectual o ex-padre português Alípio de Freitas, um dos fundadores das Ligas Camponesas. A autoria da operação, aquele que colocou a bomba no saguão do aeroporto, foi o militante Raimundo Gonçalves Figueiredo, que se transferiria depois para a VAR-Palmares (Vanguarda Armada Revolucionária).
Raimundo Gonçalves de Figueiredo adotaria o nome de José Francisco Severo Ferreira (“Chico”), e veio a morrer em 27 de abril de 1971, no Recife, em confronto com policiais. Preso pela polícia, o padre Alípio deixa a prisão em 1979, com a Anistia, e em 1981 vai para Moçambique, na África. Ainda nos anos 80, retornou a Portugal. Agora, retornou ao Brasil, tendo sido recebido como verdadeiro herói.
Um conhecido comunista de carteirinha, o espanhol Luís Mir, foi processado pela “cumpanheirada” por mentir, acusando um conhecido militante da esquerda da autoria do atentado do Aeroporto dos Guararapes. A acusação era falsa, claro, baseada em ouvir dizer e um dos autores do atentado, já falecido, o Raimundinho, agradeceu do túmulo (o acusado era o Quartin de Morais).
É a modalidade, adotada pelos comunistas, de maltratar a história da aventura da luta armada. Outra flagrante, verdadeira galhofa, pueril mentira do Luís Mir foi afirmar que João Amazonas voltou ao Araguaia, versão montada para livrar a cara de desertor de um covarde, pela palavra de outro covarde fugidio – o Micheas. Até “comunas” de quatro costados estrilaram com tanta mentira, tanta desfaçatez.
Após a tragédia do Guararapes, Sebastião Thomaz de Aquino, entregou-se ao álcool, dependência que conseguiu superar com o apoio da mulher, Eurídice Cavalcanti de Aquino, 80, funcionária pública aposentada. Hoje, com 82 anos, convive com o Mal de Alzheimer, além das sequelas originadas na tragédia. 
Inmpressionante destacar as” encruzilhadas do destino” de bandidos no Brasil: todos os terroristas que atuaram na luta armada estão bem de vida, ricos, em cargos regiamente remunerados, alguns até milionários às custas do erário desviado para suas conta-correntes particulares no Brasil ou nos paraísos fiscais. O cabo Anselmo, por exemplo, se tivesse continuado na subversão, estaria hoje milionário.
“Fugitivo no Chile e militante da AP (Ação Popular), José Serra, integrava a frente criada para propagar, no exterior, “falsas denúncias” de assassinato e tortura de presos políticos no Brasil. No esquema de disseminação de “notícias deturpadas” sobre o país, era um “ativo pombo-correio” no circuito Chile/Uruguai”, denegrindo o Brasil. Hoje, é político em São Paulo, tendo sido candidato à presidente da república. José Serra estava metido na maracutaia do PROER, junto com FHC. Envolvido no Satiagraha, era quem passava informações privilegiadas ao investidor sem escrúpulos Naji Nahas. O maior dos escândalos de corrupção envolvendo José Serra, e que o levou ao banco dos réus, foi sobre o PROER, com rombo nos cofres públicos de R$ 3 bilhões beneficiando o Banco Econômico, e de R$ 1,7 bilhões para o Banco Bamerindus ser comprado pelo HSBC.
O processo 2003.34.00.039140-7 corre na Justiça Federal do DF, e demonstra que José Serra, junto a outros tucanos do governo FHC, descumpriram as leis e as normas do próprio PROER, ao injetar bilhões do dinheiro público que foi para o ralo, em instituições que não poderiam receber socorro, e teriam que ser liquidadas.
Já houve uma decisão da juíza Daniele Maranhão Costa, da 5ª Vara da Seção Judiciária do Distrito Federal, aceitando que houve dano ao erário, enriquecimento ilícito e violação aos princípios administrativos no caso.
É a ante-sala para José Serra entrar na lista dos fichas sujas, caso se confirme uma condenação por juízes, em colegiado.
Sebastião Thomaz de Aquino, para José Serra, é um tremendo desconhecido.
O terrorista Raimundo Gonçalves de Figueiredo foi morto em tiroteio com a polícia, em 1971, já como integrante do grupo terrorista VAR-Palmares. Sua família foi regiamente indenizada e ganha uma polpuda pensão. Seu nome foi usado para batizar uma rua de Belo Horizonte (MG).
E o “Canhão do Arruda”, o SEBASTIÃO HOJE COMO VIVE ?
Atualmente, com 82 anos, o ex-jogador que foi esquecido até pelo Santa Cruz, por onde marcou 105 gols, trava uma batalha diária pela sobrevivência, em sua humilde casa localizada no Conjunto do IPSEP, bairro pobre e afastado do Recife, recebendo salários como aposentado da Polícia Civil e da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (SUDENE), onde trabalhou como auxiliar de portaria após a amputação da perna, porém as despesas com tratamentos e remédios consomem a maior fatia de um montante inferior a R$ 2 mil.
Ele faz parte da História que a ESQUERDA faz questão de esconder!!!
MAS NÃO CONSEGUE!

MENTOR DO ATENTADO DÁ AULAS NO BRASIL

Hoje, Padre Alípio mora no Brasil, onde dá aulas em escolas da rede pública, dá palestras e integra associações beneficentes do Fórum Social Mundial.
Contando seus feitos e os dos “cumpanheiros” na luta armada,  para a criançada entusiasmada, alimenta o ódio aos “ferozes militares brasileiros”. É um verdadeiro turista, abastado e respeitado pelos partidos do desgoverno.
A bomba no Guararapes faz parte da história que a ESQUERDA faz questão de esconder!!!






Programa de Temer prevê privatização de ‘tudo o que for possível’ Documento defende ‘novo começo’ nas relações entre Estado e empresas privadas

Entrevista com o Vice Presidente Michel Temer - André Coelho / Agência O Globo

BRASÍLIA — O documento que servirá de base a um eventual governo Michel Temer, e que deve ser divulgado na próxima semana, afirma que, na infraestrutura, “tudo” o que for possível deve ser concedido ou privatizado: “O Estado deve transferir para o setor privado tudo o que for possível em matéria de infraestrutura. Quanto às competências que reservará para si, é indispensável que suas relações com contratantes privados sejam reguladas por uma legislação nova, inclusive por uma nova lei de licitações. É necessário um novo começo das relações do Estado com as empresas privadas que lhe prestam serviços”, diz trecho do documento.

O texto, chamado “A travessia social”, é composto por 17 páginas e, além de tratar os temas Educação, Saúde, Corrupção, Benefícios Sociais e Economia, faz um diagnóstico sobre os motivos que levaram o país à crise política e à recessão. A ideia da gestão Temer é focar em concessões e parcerias público-privadas, buscando um ambiente melhor com a iniciativa privada para investimentos. Os investimentos privados são considerados, no documento, fundamentais para ajudar a resolver “a maior crise da História”.

No texto “A travessia social”, além de se comprometer com a manutenção da Operação Lava-Jato, Temer propõe a aprovação de uma lei que responsabilize de forma mais rígida e clara os dirigentes das estatais. “Muito do que deve ser feito já está proposto e, com algum esforço político, pode ser rapidamente transformado em legislação. Um conjunto de novas leis deve ser aprovado com o objetivo de estabelecer regras estritas de governança”, diz o documento.

O PMDB se compromete, também, a garantir recursos para Polícia Federal e Receita Federal continuarem trabalhando “no combate ao crime”. “As lições que estamos vivendo hoje nos obrigam a buscar a reengenharia das relações do Estado com o setor privado e reduzir ao mínimo as margens para a transgressão e o ilícito (...) A obrigação de qualquer governo responsável é responder a esta demanda da sociedade com uma nova postura ética”.

Na área social, Temer reitera a manutenção de todos os programas criados nas gestões petistas, como Bolsa Família, Pronatec e Minha Casa, Minha Vida. O documento faz críticas à paralisia desses dois últimos programas, com o compromisso de voltar a investir.

“Para 2016 não há sequer previsão de recursos para o Pronatec e toda a programação está suspensa. O colapso fiscal do Estado está matando um programa correto e produtivo”, afirma outro trecho da proposta.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/brasil/programa-de-temer-preve-privatizacao-de-tudo-que-for-possivel-19193319#ixzz47EkSOJOH 
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No Senado, Cardozo insiste em 'golpe' e diz que pedirá suspeição do relator. Ele disse ainda que o pedido não poderia sequer estar sendo discutido porque o processo começou a partir de uma “vingança” do presidente da Câmara

O advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, concede entrevista coletiva após reunião com o senador Jorge Viana PT-AC), no Senado Federal - 20/04/2016(Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O advogado-geral da União (AGU) José Eduardo Cardozo voltou a afirmar nesta sexta-feira que o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, nos moldes discutidos pelo Congresso, é um "golpe de Estado" porque as pedaladas fiscais praticadas no Plano Safra 2015 não seriam ilegais no momento em que foram praticadas e porque os decretos de suplementação orçamentária não acarretaram em maior despesa para os cofres públicos. Os dois temas - as pedaladas no programa de subsídio agrícola e a liberação de bilhões de reais sem autorização de congressistas - são os pontos-base do processo que pode levar ao afastamento antecipado da petista do governo.

Em sua argumentação, Cardozo disse que o pedido de impedimento da presidente não poderia sequer estar sendo discutido porque o processo começou "viciado" a partir de uma "vingança" do presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Ele ainda afirmou que um procedimento tão incisivo como o impeachment poderia ser levado a cabo apenas depois de o Congresso analisar em definitivo as contas da presidente da República de 2015. O Ministério Público de Contas (MPC) confirmou a prática das pedaladas fiscais também no primeiro semestre de 2015. Essas manobras, que levaram o TCU a dar parecer pela reprovação das contas do governo em 2014, consistem em atrasar repasses do Tesouro aos bancos públicos para que eles paguem despesas de programas obrigatórios. O tribunal entende que, ao fazer esses pagamentos com recursos próprios, as instituições concedem empréstimos irregulares ao governo, seu ente controlador, o que é vedado pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

Na hipótese de o Congresso aprovar as contas do governo referentes a 2015, Cardozo criticou os prováveis efeitos de um impeachment já consolidado contra a presidente. "Como faz? É incompreensível. Essa precipitação e açodamento de fazer o impeachment antes do julgamento das contas é evidente caracterizador de um desejo puramente político do afastamento da presidente, o que é inaceitável no presidencialismo. É próprio do parlamentarismo, mas inaceitável no presidencialismo", disse.

Ao longo de sua exposição, o advogado-geral da União anunciou que pedirá ainda nesta sexta-feira a suspeição do relator do processo de impeachment na comissão especial, o tucano Antonio Anastasia (PSDB-MG). A argumentação do AGU leva em conta o fato de um dos subscritores do impeachment, o jurista Miguel Reale Jr., ser filiado ao PSDB e pela outra autora do processo, a professora Janaína Paschoal, ter sido contratada para elaborar um parecer para o partido sobre o impeachment.

Na comissão especial do impeachment no Senado, o ministro Cardozo também utilizou entendimentos da Corte Interamericana de Direitos Humanos para questionar a legitimidade da votação do impeachment na Câmara e argumentar que, na apreciação do caso pelos deputados, não poderia ter havido orientação de voto nem declaração prévia de como cada parlamentar pretendia se manifestar. "Se perde o mínimo de objetividade e imparcialidade. Se fosse um processo político, não haveria problema. Mas é um processo político-jurídico e aí não pode. Partidos fecharam posição política no impeachment. Isso claramente maculou o processo. O voto do parlamentar é de consciência. Não pode ter fechamento de questão e nem orientação partidária. Houve dos dois lados mas não poderia ter ocorrido. Isso vicia esse julgamento", disse.

A exemplo dos ministros Nelson Barbosa (Fazenda) e Kátia Abreu (Agricultura), José Eduardo Cardozo também defendeu a legalidade dos decretos de crédito suplementar e a falta de ilícito no atraso de pagamentos ao Banco do Brasil no Plano Safra 2015 - os dois pontos que embasam a denúncia por crime de responsabilidade contra Dilma. "Não há nenhuma ilegalidade na expedição desses decretos. Esses decretos não vêm da cabeça da presidente. Alguns vieram do Poder Judiciário, do Tribunal Superior Eleitoral, da Justiça do trabalho, que pediram [complementação orçamentária]. Será que estarão acumpliciados com a perspectiva de descumprimento da meta fiscal? Não", disse. "Os senhores sabem como as coisas funcionam. Isso é gestão. Não vem da cabeça do presidente, vem dos órgãos, alguns até do poder judiciário", afirmou.

Sobre as pedaladas fiscais no Plano Safra, disse que "não há ilícito" nem operação de crédito. "É um contrato de prestação de serviços em que se atrasam pagamentos. Não há dolo, não há ato, não há ilícito. Não se pode praticar ao arrepio da Constituição Federal o afastamento de uma presidente legitimamente eleita. Não é um impeachment realizado dentro da ordem democrática. É um golpe de Estado", acusou o AGU.

Veja Abril

Janaína Paschoal: 'Foram anos de falsidade ideológica na nossa cara'Advogada que subscreve pedido de impeachment fez duro discurso nesta quinta-feira diante de senadores

A jurista Janaína Paschoal, co-autora do pedido de impedimento da presidente Dilma Rousseff, fala para a comissão especial do impeachment no Senado Federal, em Brasília - 28/04/2016(Jefferson Rudy/Ag. Senado)

Em dura manifestação na comissão especial do impeachment no Senado, a advogada e professora de Direito Janaína Paschoal acusou nesta quinta-feira a presidente Dilma Rousseff de ter praticado crimes de responsabilidade e crimes comuns, defendeu que o processo que pode levar a petista a deixar o poder deve ser analisado também sob a ótica do escândalo do petrolão e afirmou que, ao praticar reiteradamente pedaladas fiscais para maquiar contas públicas, Dilma não pode alegar ser inocente. "Ninguém fez nada diante do quadro dantesco de crimes a olhos nus. Se eu tivesse alguma dúvida do dolo ou do conhecimento da presidente sobre os fatos não teria apresentado a denúncia. Mas eu tenho convicção [dos crimes]", afirmou.

"Pedaladas fiscais foram a maior fraude que eu já vi na vida. Faz 20 anos que advogo no crime e nunca vi nada igual", disse ela. Janaina detalhou a prática de pedaladas fiscais e argumentou que a presidente não quis cortar custos diante do caixa à míngua porque estava em plena campanha à reeleição e, depois, nos primeiros momentos do segundo mandato. Por isso, afirmou a jurista, o Executivo atuou deliberadamente atrasando o repasse de recursos do Tesouro a bancos públicos, como o Banco do Brasil, e omitindo passivos da União junto a essas instituições. A adoção desse tipo de prática, batizada de pedaladas fiscais, viola a Lei de Responsabilidade Fiscal, já que a legislação proíbe que instituições como o BNDES financie seu controlador - neste caso, o governo. "Foram anos de falsidade ideológica na nossa cara e ela é inocente?", questionou. "Diante de um golpe dessa magnitude vou me omitir? Como vou dormir com isso sabendo que está cheio de gente humilde condenado por coisa pequena?".

Segundo Janaína Paschoal, a presidente Dilma tinha opções legais para não praticar as pedaladas quando detectou que a situação financeira não era favorável. "Quando ela sabe que não vai ter dinheiro, que ela contingencie despesas discricionárias, mas não queria parar de gastar em ano eleitoral ou no início do segundo mandato", disse, citando como alternativas demitir apadrinhados políticos, cortar "hotel milionário" em viagens oficiais e reduzir o número de ministérios. "Tem crimes de sobra de responsabilidade e tem crimes de sobra comuns", resumiu.

Embora a denúncia por crime de responsabilidade tenha sido acolhida na Câmara dos Deputados apenas em relação às pedaladas fiscais e à liberação de crédito suplementar sem autorização do Congresso, Janaína Paschoal disse que os senadores, nesta nova fase do impeachment, devem considerar também as denúncias de corrupção investigadas pela Operação Lava Jato e pedaladas específicas levadas a cabo por meio do Programa de Sustentação de Investimentos (PSI), conhecido como "Bolsa Empresário". O programa, já encerrado pelo governo, foi aniquilado com um passivo de mais de 200 bilhões de reais, sendo que boa parte do valor, ou cerca de 180 bilhões de reais, entra na contabilidade da União como dívida pública.

Aos senadores, ela contestou a tese o advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, de que pedaladas fiscais tenham sido legais - até segunda ordem do Tribunal de Contas da União (TCU) - e praticadas para, entre outros pontos, beneficiar programas sociais. "Nunca falam do Bolsa Empresário. Por que esse PSI encheu de dinheiro grandes empresários, bilionários? Fala-se que pedaladas foram feitas para pagar equalização dos juros. O governo mandou o BNDES distribuir nosso dinheiro a juros ridículos. Só que o BNDES, ao captar esse dinheiro, tinha que pagar juros elevadíssimos. Isso gerou empregou ou riqueza para o país? Pagamos para rico e bilionário ganhar dinheiro a nossas custas. Esse é o governo que se preocupa com o social", atacou a jurista.

Sobre a Operação Lava Jato, citou a denúncia do Ministério Público Federal segundo a qual repasses do Grupo Odebrecht foram enviados ao exterior em forma de propina e depois remetidos de volta ao Brasil. "Enquanto tem gente assinando carta contra [o juiz] Sergio Moro, eu tenho lido as sentenças dele. No caso da Odebrecht, as contas bancárias das quais partiram as propinas pagas no âmbito do petrolão estão em Angola. Nosso dinheiro foi sob sigilo para Angola, para empresas representadas pelo ex-presidente, indissociável da atual presidente. O marqueteiro [João Santana], que está preso, foi prestar serviço em Angola, e o dinheiro da propina veio de Angola", relatou a professora. "Se a presidente não é alvo de inquérito devia ser", afirmou.

Uma planilha de contabilidade paralela feita pela construtora Odebrecht e apreendida pela Polícia Federal mostra repasses do grupo do herdeiro Marcelo Odebrecht para o marqueteiro João Santana. Os pagamentos somam 21,5 milhões de reais e foram feitos entre outubro de 2014 e julho de 2015, período da campanha à reeleição da presidente Dilma Rousseff e dos primeiros meses do segundo mandato da petista, já sob efeito da Operação Lava Jato. Os repasses variam de 500.000 reais a 1 milhão de reais. "O dinheiro que foi mandado para as ditaduras pouco transparentes e amigas voltaram no petrolão", disse Janaína Paschoal.

Civismo seletivo - Nos acalorados debates sobre o impeachment, Janaína Paschoal rebateu as acusações de que teria um "civismo seletivo" por supostamente não exigir investigações sobre outros esquemas de irregularidades. "Não há civismo seletivo. Acho seletivo lutar por algumas ditaduras", alfinetou a jurista. "Não sou a pedidora de impechment geral da união. Não tenho condição nem saúde de sair de estado em estado pedindo o impeachment de tudo quanto é governo que merece ser impichimado", disse ela.

"O impeachment é um processo sério, dolorido e ninguém fica feliz de precisar pedir o impeachment de um presidente da República. Na época do Collor fui para a rua como cara pintada. Foi dolorido lá, está sendo dolorido aqui. Mas é um processo constitucional, não tem nada de exceção. É um remédio que o constituinte previu para situações em que ocorrem crimes graves".

Eleições antecipadas - Na comissão do impeachment, a jurista Janaína Paschoal também condenou a possibilidade de convocação de eleições antecipadas para presidente e vice-presidente, como defendem senadores ligados ao governo. "Estão com uma moda aí de chamar eleições antecipadas. Não tem previsão constitucional. Isso, sim, é exceção. Não pode. Se a presidente tem que mandar uma PEC [proposta de emenda constitucional] é a prova de que não tem previsão constitucional", afirmou.

Veja Abril

Porque sou Bolsonaro?




Sobre o pronunciamento do Bolsonaro no Impeachment:
Nos primeiros 30 minutos achei que ele tinha ficado maluco;
Nas 2 horas seguintes comecei a entender, talvez, a posição dele;
12 horas depois, eu e milhões de brasileiros fomos obrigados a voltar a estudar história, desta vez com uma fonte diferente, e, em menos de 24 horas, o livro A Verdade Sufocada esgota em todas as livrarias virtuais;
24 horas depois, finalmente eu tinha compreendido a genialidade do Bolsonaro, que, com 10 segundos, colocou milhões de pessoas para pensar... com 10 segundos ele plantou a semente da dúvida na cabeça de muita gente;
36 horas depois já fica claro na memória de quem havia esquecido que Dilma Rousseff é, na verdade, uma TERRORISTA ligada a VAR-Palmares que, dentre outros crimes como sequestro de avião, explosões de artefatos e roubos, está ligada à morte do soldado de 18 anos Mario Kozel Filho; com menos de 48 horas Bolsonaro joga querosene na fogueira que o PT achou que tivesse apagado, a da Comissão da INverdade;
48 horas depois, você acha que o Bolsonaro vai agir como qualquer outro político em meio a uma repercussão e deixar a poeira abaixar, ou "pedir desculpas", esconder-se ou tentar "desdizer o que disse". Ele surpreende e faz o inesperado! VAI PRA BRIGA COM TUDO! É como ele mesmo diz:
 "Soldado que vai pra guerra com medo de morrer é um covarde."

PT e sua Comissão da "verdade".

Não faltava mais nada: a moça que defecou na foto de um político ( Bolsonaro) na Paulista é professora de criança na prefeitura de SP.




Não faltava mais nada: a moça que defecou na foto de um político ( Bolsonaro) na Paulista é professora de criança na prefeitura de SP. Era professora de escola de ensino fundamental, foi exonerada, mas Jamais se desligou da prefeitura de Fernando Hadad

Ela foi contratada no dia 14 de Abril novamente pela prefeitura de São Paulo para dar aula de Teatro. 

Confira os detalhes com Madeleine Lacsko e Carlos Aros
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