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23 de julho de 2017

Bolsonaro: Será difícil ficar no país se PT ou PSDB vencerem

O deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ), pré-candidato à Presidência da República (Cristiano Mariz/VEJA


Por Edoardo Ghirotto

“Não faço isso por obsessão. Entendo que o que acontece comigo é uma missão de Deus e ponto final.” É assim que o deputado federal Jair Messias Bolsonaro (PSC-RJ), de 62 anos, justifica o interesse em ser pré-candidato à Presidência da República. O militar da reserva ganhou popularidade em um cenário de insatisfação popular com a política e alcançou a segunda colocação na pesquisa Datafolha de junho, com 16% das intenções de voto – o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera com 30%.

Bolsonaro rompeu com a direção do PSC e deixará o partido até março do ano que vem, quando abrirá a próxima “janela partidária” – um projeto de reforma política pretende antecipar o prazo. Em busca de uma sigla para abrigar sua candidatura às eleições de 2018, Bolsonaro já conversou com o Muda Brasil, projeto capitaneado pelo ex-deputado Valdemar Costa Neto (PR-SP), condenado no mensalão, e com o PHS. Hoje ele negocia com o PSDC, de José Maria Eymael, citado nas delações da Odebrecht no âmbito da Operação Lava Jato.
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Simpatizante da ditadura militar e crítico de direitos humanos e programas sociais, Bolsonaro é chamado de aventureiro político por seus opositores. “Esses caras querem me desqualificar. Já cansaram de me chamar de fascista, racista, homofóbico e xenófobo.” O deputado, que atribui a crise econômica à violência urbana, se vê como um “ponto de inflexão” na política. Caso perca a eleição para um candidato do PT, PSDB ou PMDB – “todo mundo é de esquerda” –, diz que cogitará deixar o Brasil. “A questão ideológica é tão ou mais grave que a corrupção.”

Por que o senhor quer disputar a Presidência?

Há alguns anos vinha observando o destino do Brasil, o que temos e o que não somos. Vinha observando o perfil dos candidatos, como eram feitas as negociações e como o povo é esquecido nesse trabalho político que rola em Brasília. Tem muita coisa errada. Nós temos tudo para ser uma grande nação. Faltam homens que tenham o comprometimento com o país, e não com grupos políticos. A partir desse principio, comecei a me preparar para ter chances de disputar alguma convenção partidária.

Quais devem ser as prioridades da campanha?

Hoje em dia não dá para falar em quase nada se você não diminuir a temperatura da questão da violência. O pessoal fala muito em economia, mas o que é a economia perto da violência? O país não tem economia. Eu raramente vou sair à noite para comer uma pizza com a minha família na Barra da Tijuca. Muitas pessoas compram relógio e tênis nas feiras do Paraguai porque serão assaltadas se adquirirem algo razoável. Você não tem economia se não começar no básico, no bê-á-bá. A prioridade de qualquer candidato – e pode ser até a prioridade do Temer agora – é baixar a temperatura da questão da violência.

Não é simplista tratar a crise econômica dessa forma?

Eu estou te dando o bê-á-bá, o que será o alicerce do meu programa. Acho muito simplista, sim, falar que inflação se resolve só com taxa Selic. A dívida chegou a esse monumento por causa dessa política simplista. Aí eu te pergunto: quantos especialistas em economia existem no país? Olha o [Henrique] Meirelles [ministro da Fazenda]. O Meirelles participou do Banco Central do Lula, e estamos nesse caos. Eu que sou o simplista aqui? Olhe onde a elite econômica jogou essa grande nação. Você quer que eu fale outras coisas sobre economia? Quero a desburocratização, quero fazer o possível para diminuir a carga tributária, mas sem falar em um grande acordo. Já assisti mais de uma discussão demoradíssima sobre reforma tributária, em que todo mundo concorda desde que não perca nada. Se for para entrar em campanha para fazer a mesma coisa que esses caras sempre fizeram na economia, eu estou fora.




Hoje em dia não dá para falar quase em nada se você não diminuir a temperatura da questão da violência. O pessoal fala muito em economia, mas o que é a economia perto da violência? O país não tem economia. Eu raramente vou sair à noite para comer uma pizza com a minha família na Barra da Tijuca.

Jair Bolsonaro, deputado federal (PSC-RJ)


Seus adversários o acusam de aventureiro.

O que eles têm para falar a meu respeito? Eu não sou igual à maioria deles, corruptos ou patrocinados por grupos de políticos que estão envolvidos em corrupção. O que é ser aventureiro? Qualquer um tem o direito de ser candidato, basta ter mais de 35 anos de idade. Esses caras querem me desqualificar. Já cansaram de me chamar de fascista, racista, homofóbico e xenófobo. Cansaram. Agora vão me chamar de aventureiro? O que foi a Dilma? A Dilma foi um poste do Lula. Qual era a bagagem cultural do próprio Lula quando ele se candidatou à Presidência? O pessoal tem que respeitar a vontade popular. Eu sou aquele sobre quem eles menos têm coisas para falar, nem partido eu tenho.

O senhor conversou com o Muda Brasil, do ex-deputado Valdemar Costa Neto (PR-SP), condenado no mensalão, e com o PSDC, do José Maria Eymael, citado nas delações da Odebrecht. Não é contraditório para alguém que faz campanha contra a corrupção?

Eu converso com todo mundo. O cara vem falar comigo no plenário, você acha que vou fugir? Não vou mentir para ninguém. Só iria para o Muda Brasil se ele fosse 100% meu, sem nenhuma participação do Valdemar. É difícil achar um partido 100% puro na Câmara, tem que achar o mais adequado. O Zé Maria Eymael tem uma citação de passagem [no escândalo da Odebrecht]. Você não tem como ir para um partido de santo, lamentavelmente. Mas também não quero encontrar um partido com o capeta. Busco aquele que tenha menos gente envolvida. O Zé Maria Eymael não tem mandato, pelo que sei foi só uma pessoa que citou o nome dele. Vou te adiantar uma coisa muito importante. As empreiteiras colocaram 300, 400, 500 reais na conta de muitos candidatos. Eles nem sabiam, nem se deram conta de onde vinha o dinheiro. Hoje em dia precisam se explicar por que usaram 500 reais da Friboi, da OAS ou da Odebrecht. As empreiteiras põem na conta do partido, e os partidos dividem. Muitos líderes de partidos agiram na má-fé e distribuíram quantias irrisórias para candidatos, pensando que, se eles fossem eleitos, teriam que defender o partido porque estavam envolvidos nessa propina legal.




O que eles têm para falar a meu respeito? Eu não sou igual à maioria deles, corruptos ou patrocinados por grupos de políticos que estão envolvidos em corrupção. Esses caras querem me desqualificar. Já cansaram de me chamar de fascista, racista, homofóbico e xenófobo. Cansaram. Agora vão me chamar de aventureiro? O que foi a Dilma?

Jair Bolsonaro, deputado federal (PSC-RJ)


O senhor acha que tem chance de vencer disputando por um partido nanico e com pouco tempo de TV?

As mídias sociais terão um papel muito forte nessas eleições. E se eu fizer uma campanha com meu dinheiro, sei que não vai ter margem empresarial. Se buscar outras formas de angariar dinheiro para campanha, daqui a pouco eu vou estar enrolado. Você se enrola se mexer com dinheiro e política. Não estou fazendo isso por obsessão, eu entendo que o que acontece comigo é uma missão de Deus e ponto final. Acredito que temos como atingir o sucesso nas nossas mídias sociais. Se for a vontade de Deus, se for a missão dele, estarei pronto para cumpri-la.

Como fica o cenário eleitoral caso o ex-presidente Lula seja impedido de concorrer à Presidência?

Não estou preocupado com isso. Eu tomei uma decisão, não sou mais candidato a deputado federal. Não posso ficar preocupado se alguém vai se dar mal ou será atingido por algo imprevisto. Quero me apresentar como uma alternativa. Por exemplo: a China já tomou conta de Angola e está tomando conta do Brasil. É isso que queremos? Uma coisa que gostaria muito de dizer é que o Brasil não tem inteligência estratégica. A China acabou de suspender a lei do filho único, mesmo tendo mais de 1 bilhão de habitantes. O governo Dilma e, agora, o governo Temer abriram para o mundo a compra de terras agricultáveis no Brasil. Imagine a China vindo com todo o seu povo para cá. Sem termos CLT [Consolidação das Leis do Trabalho], eles vão matar o nosso agronegócio. A nossa segurança alimentar estará nas mãos dos chineses.

Mas o fato de não haver uma candidatura do Lula não muda em nada sua estratégia?

Muda pequenas coisas aqui ou acolá. Vejo que a campanha de alguns candidatos é bater no Lula, mas resolveram bater no Lula depois que ele caiu em desgraça. Eu duvido que eles não soubessem o que estava sendo feito em Brasília antes. Agora posam de bater no Lula porque ele caiu em desgraça. Eu bato no Lula, nessa esquerda que nem era PT, desde 1970, nas matas do Vale do Ribeira, quando tinha 15 anos e participei com o Exército da caça ao [guerrilheiro Carlos] Lamarca. Bato nesse pessoal há muito tempo, sei quais são os seus propósitos. Eles querem nos transformar em uma grande pátria bolivariana.

Essa polarização não prejudica o debate sobre o país?

A pauta da direita passou a ser palatável neste ano. Até o ano passado, era só palavrão. Eu sempre falei que era de direita. E o que era direita? Era fazer o contrário do que o PT vinha fazendo. Agora, como isso passou a ser bonito, muitas pessoas de partidos e de setores da imprensa botaram o PSC na direita e me colocaram na extrema direita. Chegaram a esse absurdo. Creio que a questão ideológica é importante. Como vejo que a família é a célula da sociedade, e tenho para mim a defesa da família e da criança na sala de aula, isso pesa a meu favor. Até pouco tempo era palavrão, agora passou a ser bem-visto. Mas tem muita gente que está posando de direita e não passa de um esquerdinha fantasiado.

O senhor elogia o regime militar e já defendeu o fechamento do Congresso. Como se relacionaria com o Legislativo?

Não será um presidente da República que dará um cavalo de pau em tudo e mudará a direção do Brasil, mas temos que começar a mudar. Em qualquer país sério do mundo, um dos ministérios mais importantes é o da Defesa. Aqui assumiram aventureiros e politiqueiros. O que os últimos ministros somaram para que as Forças Armadas pudessem colaborar politicamente? Nada. Outro ministério importantíssimo é o da Educação e da Cultura. Temos que acabar com a ideologia nos ministérios. Hoje o Ministério da Educação está com o DEM, que segue a mesma política no tocante à ideologia de gênero. Você tem que colocar gente de extrema confiança em alguns ministérios, pessoas que não só entendam do assunto, mas que tenham jogo de cintura para levar pautas adiante no Parlamento. A maioria das coisas não é feita por decretos. Qual será o troco do Parlamento se não buscarmos apoio com ministros políticos?




A pauta da direita passou a ser palatável a partir deste ano. Até o ano passado, era só palavrão. Eu sempre falei que era de direita. Mas tem muita gente que está posando de direita não passa de um esquerdinha fantasiado

Jair Bolsonaro, deputado federal (PSC-RJ)


É possível que simpatizantes de políticos de matizes ideológicos diferentes façam voto útil para derrotá-lo?

Vou fazer de conta que você é meu colega de faculdade e te responder desta forma: malandro, qual é a tua? Todos os políticos são iguais, todo mundo é de esquerda. Os matizes são de quem rouba mais ou menos. Em questão de ideologia, eles são todos iguais. Eu sou diferente deles. Peço desculpas, mas vamos fazer de conta que você é meu colega de faculdade e eu tenho a liberdade de falar palavrão, de dar um cascudo, porque não existem matizes ideológicos diferentes. São todos iguais. E já ouvi muitos deputados do PSDB e do PMDB falando que estarão comigo em 2018. O partido terá sua posição, mas os políticos não seguirão.

Se o senhor for derrotado, o que fará depois das eleições?

No meu entender, se tivermos em 2019 um governo que seja do PT, do PSDB ou do PMDB, acho que vai ser difícil eu permanecer no Brasil, porque a questão ideológica é tão ou mais grave do que a corrupção.




Você não está falando com o salvador da pátria, mas com uma pessoa diferente e que vai tratar a política pensando no Brasil. A chance é essa. Se tivermos em 2019 um governo que seja do PT, do PSDB ou do PMDB, acho que vai ser difícil até mesmo eu permanecer no Brasil, porque a questão ideológica é tão ou mais grave do que a corrupção

Jair Bolsonaro, deputado federal (PSC-RJ)


E para onde o senhor iria?

Não tenho cidadania ainda, mas a minha origem é italiana. Não pensei com mais seriedade, mas, se você fizer uma pesquisa, verá que o número de pessoas que estão pedindo dupla cidadania europeia tem aumentado muito.

Veja Abril

http://veja.abril.com.br/politica/bolsonaro-sera-dificil-ficar-no-pais-se-pt-ou-psdb-vencerem/

Bope abre templo evangélico e utiliza versículos para justificar letalidade


ANNA VIRGINIA BALLOUSSIER
ENVIADA ESPECIAL AO RIO
23/07/2017 02h00
Ricardo Borges/Folhapress

O subtenente André Monteiro, 46, que se converteu depois de uma operação policial


"Seja bem-vindo. Não faça movimentos bruscos", diz o outdoor na entrada do Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar do Rio, o Bope, guardada por agentes armados e com "armadilhas" (espinhos de ferro) no asfalto.

Já os movimentos no templo da Congregação Evangélica do Bope, inaugurado em maio, são típicos de um culto como outro qualquer. O pastor imposta uma voz cantada que atinge notas altas a cada "amém", um fiel se ajoelha para pôr a testa sobre a Bíblia deitada numa das 40 cadeiras de plástico brancas do salão.

O diferencial é a vestimenta. Na camiseta dos frequentadores, que se organizam em grupos como Tropa de Louvor e Caveiras de Cristo, o símbolo do Bope: o crânio com uma faca cravada no cocoruto, duas pistolas amarelas em forma de "x" no fundo, tudo envolvido por um círculo vermelho. Uma imagem claramente cristã, na concepção do subtenente André Monteiro, 46, um dos articuladores do espaço.




Prega a Bíblia que o calvário de Jesus aconteceu na colina de Gólgota ("o lugar da caveira"). Daí o crânio do Bope, afirma Monteiro. O contorno rubro significa "o sangue que Jesus derramou por nós". A faca? Lâmina e cabo formam uma cruz, como aquela onde o filho de Deus foi crucificado. "O símbolo do Bope mostra a vitória sobre a morte."

A Folha apurou que a Polícia Militar (que responde pelo Bope) recebeu um ofício, que saiu da Secretaria de Direitos Humanos do Estado, questionando por que só a fé evangélica tinha representação no local. Segundo a assessoria da pasta, "a demanda está sendo apurada internamente pela secretaria e pela PM".

O comandante da tropa de elite, Carlos Eduardo Sarmento, diz que a igreja é "aberta a qualquer um", e os cultos são realizados "na hora do almoço, sem prejudicar a administração pública". O Bope, continua, "dá total liberdade" para praticantes de outra fé. Se alguém, por exemplo, quiser organizar uma sessão espírita, que fique à vontade, afirma.

Os caveiras religiosos tiram das Escrituras justificativas para conciliar suas atividades, não raramente letais, com o mandamento "não matarás". Na tela do celular, Monteiro exibe versículos de uma Bíblia on-line: "Homem de grande ira tem de sofrer o dano; porque, se tu o livrares, virás ainda a fazê-lo de novo" e "se um ladrão for achado arrombando uma casa e, sendo ferido, morrer, quem o feriu não será culpado do sangue".

"Ninguém tem essa vocação de ceifador de vidas, consegue dormir tranquilamente [após matar]", diz o comandante Sarmento, católico que às vezes frequenta a congregação de seu batalhão. Mas apertar o gatilho pode ser um mal necessário, afirma em sua sala, decorada com miniaturas de caveiras e uma bandeirinha branca de "paz". "As autoridades são constituídas por Deus."

Já fora do gabinete de seu superior, Monteiro mostra um vídeo que lhe chegou no WhatsApp: de carro, um grupo cerca e assassina um PM em Minas. "Como não causar dano a caras como estes?"
Ricardo Borges/Folhapress


O subtenente Luís Allan prega para colegas na Congregação Evangélica do Bope

CONVERSÃO

O subtenente conta que se converteu há 19 anos "por meio de um milagre". Estavam ele e um colega numa operação no morro do Fogueteiro, no bairro carioca de Santa Teresa. Jessé, o amigo, foi alvejado e caiu num buraco. Monteiro ouviu sua voz: "Ele chamou, e eu pulei junto". O fosso tinha uns 50 cm de profundidade. Se não tivesse entrado, acredita que não estaria vivo para contar esta história.

Monteiro foi baleado na mão direita (por sorte, diz, o tiro pegou primeiro em sua metralhadora). Jessé não resistiu. Jessé era evangélico. E Jessé, segundo uma legista com quem o caveira sobrevivente conversou depois, morreu na hora, "com um tiro que explodiu pulmão, coração, fígado".

Monteiro tentou argumentar: mas como pode, se Jessé ordenou que buscasse guarida no buraco? Ouviu da médica: isso era impossível, a bala o fulminou instantaneamente. O agente creditou a façanha à intervenção divina. Foi aí que ele, até então o caveira que tocava o rock de Plebe Rude e Legião Urbana numa banda, "abraçou Deus".

PEDE PRA ORAR

Missão dada é missão cumprida, diz um dos lemas do Bope imortalizados em "Tropa de Elite". E o sargento Tomé cumpriu a dele: ajudar a evangelizar uma das forças policiais mais temidas do mundo.

Ele já estava na casa dos 40 anos quando tentou entrar no curso para formar recrutas do grupo (os caveiras). Não conseguiu passar, mas também não passou em branco, não na vida de mais de cem evangélicos entre os 500 caveiras que o batalhão tem hoje, diz Monteiro. "Deus já tinha plantado outra missão no coração dele."

Refere-se a quando Tomé, após se aventurar no treinamento, em 1995, fundou a Congregação Evangélica do Bope. Demorou 21 anos para que o grupo ganhasse sede no terreno do Bope –que opera no esqueleto de um cassino que nunca vingou, no topo de uma ladeira em Laranjeiras (zona sul carioca), de onde se vê Cristo Redentor e Pão de Açúcar.

Para o subtenente Valmir Silva, 46, fiel da igreja Deus É Amor, a pregação do Bope pode ajudar a humanizar o estereótipo do policial bronco –e até influenciar aqueles PMs que escrevam errado por linhas tortas, por assim dizer.

Lembra-se de João Batista, que "chegou lá todo esquisitão, com roupa feita de pelo de camelo, comendo mel e gafanhoto" e com um papo de "arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus". O profeta teria professado premissas que todo policial deveria seguir, como a de "não maltratar nem extorquir ninguém".

Construída com cerca de R$ 50 mil doados por simpatizantes (de igrejas a membros do Ministério Público), a sede evangélica do Bope é aberta à Tavares Bastos, comunidade vizinha ao batalhão. Monteiro vê seu batalhão como a versão moderna dos "valentes de Davi", que guerreavam pelo monarca retratado no Antigo Testamento. "O rei sabia que podia contar com eles."

Na parede próxima à academia onde os agentes treinam após comer peito de frango no refeitório, a pintura de um pergaminho com os "11 Mandamentos" da tropa: "Agressividade controlada, controle emocional, disciplina consciente, espírito de corpo, flexibilidade, honestidade, iniciativa, lealdade, liderança, perseverança, versatilidade".


Fonte Folha.Uol
http://m.folha.uol.com.br/cotidiano/2017/07/1901929-bope-abre-templo-evangelico-e-utiliza-versiculos-para-justificar-letalidade.shtml

21 de julho de 2017

Ângela Bismarchi prepara seu primeiro disco gospel: "a mensagem agora é outra"

Modelo está se preparando para gravar o primeiro álbum de música gospel de sua carreira; veja esse e outros destaques na coluna Bastidores



Ângela Bismarchi vai lançar seu primeiro disco gospelDivulgação/Marcos Monerat


Ângela Bismarchi vai lançar seu primeiro disco gospel


Depois de fazer sucesso em ensaios de tirar o fôlego, a modelo Ângela Bismarchi se prepara para um novo desafio na carreira: gravar o seu primeiro disco gospel.
"Estou novamente fazendo aulas particulares de canto. Tenho uma extensão vocal para soprana, e vou aproveitar", disse Ângela Bismarchi sobre seu novo trabalho. "A voz soprano é a naipe feminina mais aguda e com maior alcance vocal de todos os tipos de vozes e minha professora está muito feliz com o que posso alcançar num coral, ou mesmo num solo, etc", continou.
Este não será o primeiro álbum de Bismarchi. Em 2011, ela lançou o disco "Clima de Rodeio", numa pegada mais sertaneja. Ela ainda lançou um single em parceria com o MC Flokynha, em 2013, mas esse será o primeiro trabalho gospel da cantora. "O que muda agora é a mensagem que quero levar, trazer esperança e fé aos corações. Essa será a missão da minha voz", garantiu a modelo. Seu novo disco ainda não tem nome nem previsão de estreia.



Fonte: Gente - iG @ http://gente.ig.com.br/colunas/2017-07-20/angela-bismarchi-bastidores.html

20 de julho de 2017

Petistas fazem imagem para comparar Lula com Jesus e causam revolta

Em ato de manifestação favorável a Lula, condenado na Lava Jato por crime de lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio, sindicalistas do Recife, na capital pernambucana, resolveram traduzir na prática os delírios do ex-Presidente ao se comparar com Jesus Cristo. Na mesma cruz em que consta uma imagem de Cristo, os devotos da “luladolatria” puseram a foto de Lula, insinuando uma condenação injusta.
É típico de regimes autoritários e seitas das mais bizarras, o culto a personalidade. É assim na Coreia do Norte, em Cuba, na China e na Venezuela, bem como em milhares de outras devoções, onde pessoas, meros mortais, são “adoradas” e vistas como salvadoras. Tal fenômeno ocorre e ganha força especialmente em populações carentes, com falta de informação, por serem facilmente manipuláveis.
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A foto de Lula na cruz reflete as palavras do próprio Lula, ao que parece, em episódios de delírio. Foi ele, por exemplo, que em 2010 se comparou a Cristo, durante a primeira campanha eleitoral para Dilma Rousseff.
As informações são do blog Opinião Crítica.

LGBT Megadonor visa os cristãos: "Nós vamos punir os maus"


Image via Shutterstock, a church in the crosshairs.

Pode não ser surpreendente ver o Rolling Stone tão mal representar a situação como essa (ver "Escândalo de violação UVA"). Mas o recorde precisa ser definido de forma direta: o impulso de "hospedagem pública" é exatamente a linha que os ativistas LGBT usam para minimizar a liberdade dos cristãos de se optarem por servir casamentos do mesmo sexo.

Casos de tribunais concretos revelam a falsidade dessa narrativa de "discriminação". Um florista do estado de Washington e os padeiros do Oregon foram multados por se recusar a servir casamentos do mesmo sexo, mas todos eles serviram com prazer as pessoas lésbicas e gays que solicitaram serviços de casamento. Em ambos os casos, eles se recusaram a servir um casamento, temendo que tal serviço fosse um endosso público de algo que eles acreditavam uma perversão do casamento.

Sob Obergefell, casais do mesmo sexo podem se casar. Mas uma cerimônia de casamento ainda é um evento privado, e as pessoas não devem ser forçadas a comemorar, se tal cerimônia se opuser a suas convicções. Esta não é apenas uma questão de liberdade religiosa - também envolve a liberdade de expressão e a associação gratuita.

Mas as leis de hospedagem pública tornaram-se um cacho pelo qual os ativistas LGBT tentam forçar as pessoas a violarem suas consciências. Na verdade, um grupo LGBT em Ohio realmente anunciou planos para tentar forçar as igrejas a hospedar casamentos do mesmo sexo em suas propriedades. Um fazendeiro cristão e sua esposa em Michigan foram excluídos do mercado de um fazendeiro porque publicaram no Facebook que não hospedariam um casamento do mesmo sexo em sua própria propriedade.

Em março, a ACLU processou um hospital católico de Sacramento, mesmo depois que o hospital ajudou um paciente transgênero a encontrar outro hospital para ter "sua" histerectomia. O processo da ACLU deixa claro que este debate não é sobre o acesso - trata-se de forçar as pessoas a violarem suas convicções religiosas.

Christian Non-Profit Marcado como "Hate Group" explica por que os americanos estão perdendo confiança nos meios de comunicação
No mês passado, o Supremo Tribunal anunciou que considerará o caso do padeiro Colorado Jack Phillips, que também se recusou a assar um bolo para um casamento do mesmo sexo. Como o florista de Washington, o padeiro de Oregon e o fazendeiro de Michigan, Phillips serviu com prazer as pessoas LGBT, ele simplesmente não endossaria um evento público que violasse suas crenças.


Como essas pessoas atendem com prazer as pessoas LGBT, seus casos não envolvem discriminação, mas liberdade de expressão, associação gratuita e livre exercício da religião. Um cantor muçulmano não seria obrigado a cantar em um serviço de Páscoa cristã, então por que os padeiros, floristas, fazendeiros e igrejas cristãos deveriam ser obrigados a endossar um casamento com o qual eles não concordam?

Para o homossexual megadonor Tim Gill, é uma questão de "punir os ímpios". Em sua entrevista, Andy Kroll, da Rolling Stone, resumiu que "a eleição de Donald Trump, que afirma apoiar os direitos dos homossexuais, mas abasteceu sua administração com extremistas anti-LGBTQ, apenas encorajou aqueles que desejam apagar os ganhos da última década".

Quem são estes "extremistas"?

As pessoas que cercam Trump são coisas de pesadelos para a comunidade LGBTQ - A Secretária de Educação, Betsy DeVos, doou fortemente a causas anti-homossexuais; Como congressista, o Secretário de Saúde e Serviços Humanos, Tom Price, votou a favor de uma proibição constitucional do casamento homossexual e chamou a "proteção absurda" das proteções da era de Obama para pessoas transgêneros; E o vice-presidente Pence é, obviamente, a archidemese do movimento LGBTQ. Gill diz-me: "Não espero um enorme progresso nos direitos dos homossexuais nesta administração".


O que essas pessoas têm em comum? Eles são cristãos conservadores no governo (algo que o senador Bernie Sanders parece pensar não deve ser permitido). Desde quando se tornou um crime de dissidência da agenda LGBT?

Naturalmente, a Rolling Stone omitiu qualquer menção ao apoio de Trump aos transexuais no problema do banheiro, a decisão do seu Departamento de Educação de que os professores que utilizam os pronomes "errados" para se referirem a pessoas transgênero sejam disciplinados e a defesa de sua filha Ivanka e O marido dele, Jared Kushner, para diluir a ordem executiva da liberdade religiosa que o presidente assinou.

Gritos de "extremistas!" E "discriminação!" Obscurece as questões muito importantes nesses debates, e os liberais que choram lobo em tais assuntos resultaram em violência real no passado.

O liberal Southern Poverty Law Center (SPLC) tem marcado as organizações conservadoras cristãs como "grupos de ódio anti-LGBT". Em 2012, um homem chamado Floyd Lee Corkins II invadiu o Conselho de Pesquisa Familiar (FRC), com sede em Washington, D.C, com o objetivo de atirar e matar todas as pessoas no prédio e colocar sanduíches de frango Chick-Fil-A perto de seus corpos.

Corkins declarou culpado por três acusações de crime: transportar uma arma de fogo e munições através de linhas de estado, assaltar com a intenção de matar e cometer um ato de terrorismo armado. Foi condenado a 25 anos de prisão. Durante um interrogatório do FBI, o atirador disse que atacou o FRC porque estava listado como um "grupo anti-gay" no site da SPLC.






Ohio LGBT Group anuncia planos para alvejar igrejas para casamentos homossexuais
James Hodgkinson, o homem que atirou no representante Steve Scalise (R-La.) Em uma prática de beisebol, "gostou" do SPLC no Facebook, e o SPLC repetidamente atacou Scalise em sua "lista de ódio". Apesar desses eventos, os democratas e muitos meios de comunicação continuaram a atacar grupos cristãos como Alliance Defending Freedom como "grupos de ódio".

A visão de Gill sobre "punir os malvados" ajuda a explicar como o movimento LGBT pode continuar com essa retórica diante da Primeira Emenda, da posição centrista de Trump sobre questões LGBT e do terror que resultou de rotulagem "odiosa".

Em uma entrevista no ano passado com a PJ Media, o autor cristão Eric Metaxas advertiu que, em tais casos, um "governo ativista efetivamente estabelece uma religião ... assumindo posições muito fortes em questões finais como a pessoa humana, sobre a sexualidade".

A intenção de Gill de "punir os ímpios" parece quase religiosa, e o zelo de seu movimento deixa muitas vergonhas para as igrejas. Mas isso não o faz direito, por qualquer extensão da imaginação.

O Supremo Tribunal levará a recusa da Christian Baker de servir um casamento gay


Fonte: PJ Media

https://pjmedia.com/faith/2017/07/20/lgbt-megadonor-targets-christians-were-going-to-punish-the-wicked/

19 de julho de 2017

Jornalista PATRÍCIA LELIS denuncia Eduardo Bolsonaro na Delegacia da Mulher por ameaças e injúrias

    Na última terça-feira, 18, a jornalista Patrícia Lelis, a mesma que acusou o deputado e pastor Marco Feliciano de tentativa de estupro registrou um boletim de ocorrência contra o ex-namorado Eduardo Bolsonaro. De acordo com uma publicação feita em sua conta do Instagram, ela sofreu injúrias e ameaças pelo celular do deputado federal. O caso foi registrado na Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (DEAM), em Brasília.
    "Voltei a sofrer ataques machistas de haters, e de pessoas simpatizantes do então deputado, enfim, fascistas seguidores de Eduardo e sua turma, e como se não bastasse: Uma ameaça direta do próprio", escreveu Patrícia, na publicação feita na última terça-feira, 18.
    O caso começou no último dia 11 de julho, quando circulou pelo Facebook o print de uma publicação que supostamente pertencia à página privada do deputado federal. Na postagem, ele estaria reclamando de uma ex-namorada que "é vista em balada LGBT, usando uma roupa vulgar".
O povo online 
http://mobile.opovo.com.br/noticias/brasil/2017/07/jornalista-denuncia-eduardo-bolsonaro-na-delegacia-da-mulher-por-ameac.html

18 de julho de 2017

Com morte de 'Getulinho', suicídio atinge três gerações da família Vargas



PAULA SPERB PORTO ALEGRE, RS (FOLHAPRESS) - Três gerações da família Vargas foram abaladas por suicídio. Assim como o seu avô, o presidente Getúlio Vargas (1882-1954), e o seu pai, Manuel Antônio Vargas (1916-1997), o advogado Getúlio Dornelles Vargas tirou a própria vida, aos 61 anos. Ele tinha o mesmo nome do avô. "Getulinho", como era chamado por amigos, foi encontrado morto em seu apartamento no bairro Moinhos de Vento, em Porto Alegre, na última segunda-feira (17). A Polícia Civil investiga o caso, mas confirma que a causa da morte foi suicídio com um tiro na região da têmpora. Ele deixou uma carta para os familiares, mas não revela a motivação. "São questões bem íntimas. Ele deixou mensagens de carinho para a família", conta a delegada Roberta Bertoldo, da 2ª Delegacia de Homicídios da capital gaúcha. O advogado morava com uma filha, que não estava no apartamento no momento do disparo. "Infelizmente, foi mais uma tragédia nessa família", diz a delegada, em referência ao histórico de suicídio que atingiu três gerações: o avô, o pai e o neto. HISTÓRIA Em 1954, no dia 25 de agosto, Getúlio Vargas, o avô, tirou a própria vida, no seu quarto, no Palácio do Catete, no Rio de Janeiro, então sede da Presidência da República. O presidente se encontrava em meio a uma grave crise política. "Em vez de significar um gesto de fraqueza e covardia, a autoimolação de Getúlio o tornava um mártir e, para o imaginário coletivo nacional, um símbolo heroico de resistência", diz o jornalista Lira Neto, no terceiro livro da série que escreveu sobre o presidente. Getúlio, da mesma forma que o neto, também deixou uma carta. Mas diferentemente de "Getulinho", explicou as motivações políticas para tirar a própria vida. O gaúcho terminava a carta dizendo: "Lutei contra a espoliação do povo. Tenho lutado de peito aberto. O ódio, as infâmias, a calúnia não abateram meu ânimo. Eu vos dei a minha vida. Agora ofereço a minha morte. Nada receio. Serenamente dou o primeiro passo no caminho da eternidade e saio da vida para entrar na História". Na segunda geração, o pai de "Getulinho" também se matou. Manuel Antônio Vargas, conhecido como Maneco, foi encontrado morto na fazenda da família, em Itaqui, após um tiro no coração. De acordo com a investigação da Polícia Civil, o advogado sofria de depressão, o que pode ter levado ao ato. "Embora ele fosse depressivo, talvez os fatos de seus antepassados contribuíram com o suicídio. Há estudos que indicam a origem genética da depressão", afirma a delegada. Apesar da depressão, pessoas próximas a Getulinho o descrevem como uma pessoa alegre e que gostava de estar rodeado por amigos. "Ele sempre foi uma pessoa muito querida dentro do PDT. Ele tinha muitas críticas à própria política. Mas para o PDT, por ele ser neto de quem era, sempre teve muita importância, sempre foi prestigiado", diz Juliana Brizola, deputada estadual pelo PDT. O neto de Getúlio foi um dos fundadores do PDT, partido de Juliana e também de seu avô, Leonel Brizola (1922-2004

BemParaná

Moro compara Lula a Cunha e diz que reforma do tríplex é prova de corrupção



ESTELITA HASS CARAZZAI CURITIBA, PR (FOLHAPRESS) - Em decisão que responde ao primeiro recurso do ex-presidente Lula na ação que o condenou por corrupção, o juiz Sergio Moro negou, nesta terça-feira (18), todos os pedidos da defesa e ainda comparou o petista ao ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Moro voltou a refutar a tese de que Lula nunca foi o proprietário de fato do tríplex no Guarujá (SP). O magistrado comparou o caso do petista ao de Cunha -pois "ele [Cunha] também afirmava, como álibi, que não era o titular das contas no exterior que haviam recebido depósitos de vantagem indevida". "Em casos de lavagem, o que importa é a realidade dos fatos segundo as provas, e não a mera aparência", escreveu. Segundo o juiz, que negou omissão, obscuridade ou contradição na sentença, as questões trazidas pelos advogados "não são próprias de embargos de declaração". O depoimento do executivo Leo Pinheiro, da OAS, contestado pela defesa, foi considerado por Moro "consistente com as provas documentais do processo", ao contrário dos álibis do ex-presidente, segundo o juiz. Pinheiro afirmou que a compra e reforma do apartamento para Lula foram deduzidas de uma "conta-corrente de propinas" que a OAS mantinha com o PT -o que, para a defesa, é uma tese "fantasiosa". Moro ainda escreveu que as declarações das testemunhas de defesa, que falaram sobre o aparato anticorrupção construído durante o governo do petista, "não excluem a constatação de que o ex-presidente foi beneficiado materialmente em um acerto de corrupção". O juiz, por fim, abriu prazo de oito dias para que o Ministério Público Federal apresente as razões de apelação da sentença. A defesa de Lula também deverá apelar. O caso ainda será julgado pelo TRF (Tribunal Regional Federal) em Porto Alegre.

Fonte: BemParaná
http://www.bemparana.com.br/noticia/515117/moro-compara-lula-a-cunha-e-diz-que-reforma-do-triplex-e-prova-de-corrupcao

17 de julho de 2017

Em abertura do Foro de São Paulo, Gleisi defende Che Guevara e Nicolás Maduro



A nova presidenta e comedianta do PT Gleisi Hoffman, que também é senadora, discursou na abertura do 23° Foro de São Paulo, que aconteceu na Nicarágua.
Gleisi fez um discurso extremista de esquerda, enaltecendo o genocida Che Guevara e o ditador venezuelano Nicolás Maduro, que está matando seu povo de fome e mandando que a polícia assassine seus opositores. Ainda, comemorou o centenário da Revolução Russa, que levou a tragédia para a Rússia e outros países que formaram a extinta União Soviética.
A petista afirmou também que Lula está sendo perseguido pelo judiciário, mais propriamente por Sérgio Moro, que, segundo ela, é um representante da direita “reacionária” e “golpista”.
Veja uma fala de seu discurso:
“Estamos frente a ofensiva de judicialização da política em todo o continente, e no Brasil a intenção é destruir o PT e impedir que o maior líder popular brasileiro, Lula, seja nosso candidato nas eleições presidenciais de 2018, pois sabem que a possibilidade de sua vitória é enorme”.

Jornal Livre

https://jornalivre.com/2017/07/17/em-abertura-do-foro-de-sao-paulo-gleisi-defende-che-guevara-e-nicolas-maduro/

Musical sobre Los Hermanos poderá captar até R$ 8,3 milhões via Lei Rouanet


Em mais um “projeto artístico” aprovado pelo governo para utilizar o dinheiro dos pagadores de impostos brasileiros, o musical “Pormenores – Los Hermanos” da “Sapo Produções Artísticas e Culturais Ltda” foi autorizado a captar R$ 8.374.290,00 por meio da Lei Rouanet.
Dados do musical sobre o Los Hermanos que será feito com o seu dinheiro
De acordo com a descrição do projeto, a verba será utilizada para realizar uma temporada de 2 meses no Rio de Janeiro, com 32 apresentações, outra temporada de 2 meses em São Paulo, também com 32 apresentações, além de 2 apresentações cada em Belém, Recife, Fortaleza, Salvador, Brasília, Belo Horizonte, Curitiba e Porto Alegre, totalizando 80 apresentações no total.
A previsão dos próprios proponentes do musical é que haja uma receita de R$3.360.000,00 – ou seja, com um prejuízo de R$ 5 milhões de reais em relação ao valor a ser captado – caso cada um dos ingressos de R$ 120,00 seja vendido a 350 pessoas por apresentação.
A Lei Rouanet é uma lei de “incentivo à cultura” onde empresas privadas podem abater parte dos impostos recolhidos em seus produtos e serviços para patrocinar “projetos artísticos” escolhidos a dedo pelo governo. Na medida em que, na prática, o valor foi pago pelos consumidores dessas empresas, a verba para este e outros projetos vem do bolso de milhões de pagadores de impostos brasileiros.
As informações são do Instituto Liberal de São Paulo.

Fonte Jornal Livre
https://i1.wp.com/jornalivre.com/wp-content/uploads/2017/07/los-hermanos-agambiarra-3.jpg?w=700&ssl=1

Pastor prega que homossexualidade é pecado e fiéis abandonam culto “É apenas mais uma evidência de que vivemos os últimos dias”, afirmou o líder

Pastor diz que homossexualidade é pecado e fiéis abandonam culto
Assim que o pastor começou um sermão falando contra a homossexualidade, os membros da igreja começaram a sair. Um a um, a maior parte da congregação saiu do templo manifestando sua reprovação. T L Bates, que lidera uma Assembleia de Deus em Oklahoma, recusou-se a comprometer a Palavra de Deus.
Ele sabia que o tema despertava todo tipo de reação, mas não esperava esse tipo de reação de sua comunidade. Mesmo assim, continuou pregando.  A mensagem faz parte da série de sermões “Firestarters” [Fazedores de fogo]. “Eu usei Elias como exemplo desse ‘Fogo de Deus’, e de nossa necessidade de levantarmos uma geração tomada pelo ‘Fogo de Deus’, que não tem medo de enfrentar as falsas religiões (como o islamismo) e a cultura corrupta”, explicou Bates à revista Charisma.
Afirmou estar cansado de ver membros da comunidade LGBT dizer coisas negativas sobre o cristianismo e não serem criticados. Pelo contrário, por vezes recebem elogios. O mesmo acontece quando o assunto é a religião islâmica.

Para ele, a sociedade em geral está acostumada a isso. “Se nós [cristãos], falamos contra, somos chamados de intolerantes e nos censuram e dizem que não estamos sendo politicamente corretos“.
À frente da Igreja da Fé, de Oklahoma City, relata que desafiou os crentes para se levantarem “como uma geração que está espiritualmente em chamas, não sendo intimidados pelas falsas religiões nem cultura enganosa”. Lembra que a homossexualidade é um comportamento claramente condenado nas Escrituras. Tanto na prática sexual quanto na tentativa de se parecer com o sexo oposto. Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus”, afirma 1 Coríntios 6:10.
Quando Bates afirmou que, como cristãos, todos tinham a obrigação de pregar “a verdade em amor e sem desculpas”, notou que as pessoas começaram a se levantar. Muitos balançavam a cabeça em sinal de desaprovação. Ele calcula que entre 50 e 75 pessoas, de todas as idades e raças saíram do templo.
Mesmo após o fim do culto, o pastor continuou enfrentando críticas por causa dessa mensagem. Uma pessoa deixou um bilhete anônimo no para-brisa do seu carro, reclamando de sua “intolerância”. Outros ameaçaram parar de entregar seus dízimos. Um grupo simplesmente nunca mais voltou.
Apesar de tudo isso, Bates disse que não irá ceder. “Ao longo de quase 40 anos de ministério pastoral, tenho visto que as coisas uma geração tolera, a próxima geração aceita como natural e a geração seguinte começa a participar. Na minha opinião pessoal, creio que a comunidade LGBT, assim como os islâmicos e muitos outros grupos possuem uma agenda que já não quer que sejamos tolerantes como seu estilo de vida e crenças, mas que o aceitemos e imitemos”, resume Bates.
O pastor acredita que é chegada a hora de a igreja estabelecer limites claros. “Essa questão dos banheiros trans é apenas a ponta do iceberg. Precisamos traçar uma linha e nos recusarmos a ficar escondidos atrás da ideia de tolerância e aceitação, mas corajosamente declararmos a Palavra de Deus, sem medo de homens”, sublinha.
Exorta os cristãos, em especial os pastores de todo o mundo, que parem de ser complacentes com “estilos de vida ímpios e as falsas religiões e não temam em falar o que é certo”. Analisando o que ocorreu em sua própria igreja, dispara: “É apenas mais uma evidência de que vivemos os últimos dias antes da vinda do Senhor e o julgamento final de Deus.” .
Em 1 Timóteo 1:9-10 está escrito que a lei  de Deus “foi feita para aqueles que estão contra a lei, para os rebeldes, para os que são contra a religião, para os pecadores, para os impuros, para os que não têm respeito por Deus, para os que matam pais e mães, ou para os assassinos. A lei também foi feita para os que cometem imoralidade sexual, para os homossexuais, para os que exploram os outros, para os que fazem juramentos falsos e para todos aqueles que são contra o verdadeiro ensino de Deus”.

Gospel Prime.

Exclusivo! Record denuncia: delação de Antonio Palocci põe TV Globo na mira da Lava Jato.








Uma delação que pode comprometer uma das famílias mais ricas e poderosas do Brasil. O ex-ministro Antonio Palocci guarda informações bombásticas. Elas podem dar origem a uma nova fase da Operação Lava Jato para apurar negócios da TV Globo envolvendo sonegação fiscal, empresas de fachada no exterior e negócios em contratos do futebol. Veja na reportagem!

http://noticias.r7.com/domingo-espetacular/videos/-exclusivo-delacao-de-antonio-palocci-poe-tv-globo-na-mira-da-lava-jato-17072017-1

15 de julho de 2017

Após perder cesta básica, servidora sem salário surpreende e... canta jazz!; vídeo


Na fila de doação de cestas básicas para os servidores do Estado do Rio que não estão recebendo salários, neste sábado, a professora aposentada Marilza da Conceição Apparecida, de 79 anos, não teve muita sorte. Antes de chegar sua vez, as cerca de 500 cestas doadas pelo Movimento Unificado dos Servidores Públicos já haviam acabado. Mas a multidão que aguardava pelos alimentos ganhou um 'show' particular da servidora, que, triste, interpretou - lindamente - uma canção de jazz do americano Sam Cooke, considerado o fundador da soul music. Veja o vídeo:
Aposentada desde 1985, Marilza conta nunca ter vivido uma crise financeira tão grande como a que está enfrentando. Sem a pensão, a professora agora depende da ajuda de amigos e dos trabalhos como cantora para sobreviver, conta:
— Hoje estou com a minha vida financeira completamente acabada. A minha sorte é que moro em um apartamento próprio, que consegui comprar com meu trabalho como cantora.Quem olha a minha despensa ou a geladeira até se assusta. Estou conseguindo me alimentar porque uma amiga me emprestou R$200. Nunca imaginei que fosse viver nessa dificuldade.
Além do descaso do Governo, que não pagou os salários de maio, junho e parte do décimo terceiro de 2016, Marilza sofre mais uma consequência da crise econômica, a redução do número de eventos no estado.
- Consigo tirar um dinherinho quando me contratam para cantar em algum evento, mas até isso está se tornando difícil — lamenta
https://m.extra.globo.com/noticias/rio/apos-perder-cesta-basica-servidora-sem-salario-surpreende-canta-jazz-video-21596876.html?versao=amp

14 de julho de 2017

Autor da Bíblia “A Mensagem”, Eugene Peterson muda de posição sobre casamento gay



Eugene Peterson já foi um dos líderes mais respeitados em assuntos pastorais, mas hoje se prostrou diante das heresias do progressismo evangélico

Por Editor Web -13 de julho de 2017





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Após ter sido um dos líderes mais respeitados em assuntos pastorais, Eugene Peterson se prostrou diante das heresias do progressismo evangélico, e hoje apoia o ingresso de homossexuais no ministério e se recusa a emitir uma opinião clara e cabal sobre o casamento gay.

Eugene Peterson, autor da conhecida Bíblia “A Mensagem”, cedeu uma entrevista para o jornalista Jonathan Merritt do site “Religion News Services” e respondeu algumas perguntas intrigantes sobre questões culturais e sua visão sobre a homossexualidade na igreja.

“Eu não teria dito isso há 20 anos, mas agora conheço muitas pessoas que são gays e lésbicas e parecem ter uma boa vida espiritual”, disse Peterson ao site. O líder contou que passou 29 anos pastoreando uma Igreja Presbiteriana que ele mesmo fundou em Bel Air, Maryland (EUA), e que durante esse período não teve tantos aconselhamentos com homossexuais em sua congregação.

No entanto, um dos poucos aconselhamentos nesta área lhe chamou atenção de forma especial. Ele explica que, certo dia, um jovem pediu para assumir o cargo de líder de louvor na congregação. O tal rapaz havia crescido na igreja de Peterson e se tornado um músico talentoso, além de professor de ensino médio. Enquanto pedia o emprego, ele revelou que era gay. O pastor teve orgulho de sua igreja, que não fez qualquer questionamento sobre a contratação do jovem.

Para Peterson, o rapaz “era realmente um bom músico e a pessoa certa para o trabalho”. Ele sente que a igreja está em um momento de transição em relação à posição sobre a homossexualidade. “Eu acho que esse tipo de debate sobre lésbicas e gays pode acabar”, ressalta.

Sem resposta definitiva

Sobre a homossexualidade ser algo correto ou errado, Peterson não possui uma resposta definitiva. “Eu não acho que seja algo que você possa exibir, mas também não julgo ser certo ou errado”. Para o líder, este é o momento da igreja derrubar o debate, pois se uma igreja não concorda com a decisão de incluir homossexuais na congregação, “provavelmente eles irão para outra igreja”, colocou.

Megan Briggs, editora do site Church Leaders questiona: “A curiosa resposta de Peterson a esta questão levanta uma antiga pergunta: qual é exatamente o propósito da igreja? É para ser uma espécie de clube ou ser um lugar onde pessoas de diferentes contextos socioeconômicos, filosofias, culturas e talvez até mesmo orientações sexuais possam se reunir para buscar a Deus e sua vontade juntos?”.

Peterson, que já tem 84 anos, ressalta na entrevista sua crença na importância do relacionamento pastoral nas igrejas. Ele não é fã de mega-igrejas, onde há a preocupação de lotar templos e não de construir um bom relacionamento com as ovelhas. “Não há relacionamento com ninguém”, diz ele sobre as congregações de grande porte. Ele continua dizendo que esse tipo de igreja preza pela diversão. “São lugares de entretenimento”.

A verdadeira igreja, de acordo com Peterson, é “relacional”, onde as pessoas “conhecem as outras com quem estão orando”. Ele diz: “A conversa é uma das coisas mais importantes que os pastores precisam desenvolver – em vez de dizer às pessoas o que fazer”. Peterson sugere que em vez de lhes dizer que seu estilo de vida é errado ou pecaminoso e que eles devem mudar, o pastor deve primeiro conhecer a pessoa, ouvir sua história e envolvê-los.

Veja a entrevista na íntegra (em inglês)
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