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17 de novembro de 2017

Janot diz que devolução de delação por Lewandowski é "simplesmente absurda






 Janot durante julgamento do STF



O ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot afirmou nesta sexta-feira (17), em publicação nas redes sociais, que a decisão do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Ricardo Lewandowski, de devolver a delação premiada do marqueteiro Renato Pereira à PGR (Procuradoria-Geral da República) é "simplesmente absurda" e inconstitucional.

"A decisão de Lewandowski é simplesmente absurda. Ele desviou-se completamente da Constituição e das leis do Brasil", escreveu Janot em seu perfil no Twitter. Junto às frases, anexou uma matéria de "O Globo" sobre o assunto.



Na última terça (14), o ministro negou a homologação do acordo, que comprometeu a cúpula do PMDB no Rio de Janeiro, e determinou que a PGR faça modificações nas cláusulas do documento. A PGR poderá reapresentar o pedido de homologação, que será novamente analisado pelo ministro.
Na decisão, Lewandowski afirma não concordar com pontos estabelecidos, como o que a Procuradoria acordasse com o réu o tempo de cumprimento da pena e o perdão de parte dos crimes.
A proposta de acordo previa que Pereira cumpriria apenas um ano em reclusão domiciliar noturna. A punição seria relativa apenas pelas supostas irregularidades na campanha de 2014, em que trabalhou pela reeleição do governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) no Rio de Janeiro.
O ministro também não concordou com a cláusula que permitiria a Pereira fazer viagens a trabalho ou para visitar parentes até o 3º grau, no Brasil ou para o exterior. Segundo afirma Lewandowski, tanto o estabelecimento da pena quanto a autorização para viagens deve ser definida posteriormente pelo juiz do caso. A Procuradoria se comprometeu a não denunciar Pereira pelos supostos crimes delatados em outras campanhas políticas.
Lewandowski decidiu retirar o sigilo sobre o processo, com o argumento de que o conteúdo dos depoimentos de Pereira já vinha sendo publicado em diferentes reportagens na imprensa, desde antes de o processo chegar ao STF. O ministro determinou que a Polícia Federal apure o "vazamento" da delação.

Apesar da reclamação de Janot, a iniciativa não gerou polêmicas, ao menos públicas, entre os demais ministros da Corte. Gilmar Mendes, inclusive, criticou os modelos de delação. "Nós não podemos negar a importância do instituto [da delação] e que os resultados são expressivos, mas há muita discussão tanto no Supremo Tribunal Federal --e o ministro participou delas-- como também no Congresso Nacional sobre meios, ajustes, reinterpretação desse sistema, de modo que nós temos que acompanhar isso com muito cuidado", disse o ministro.
"Nós sabemos que já houve delações que deram frutos inequívocos e temos aquelas que estão sendo questionadas. Inclusive a própria Polícia Federal, em alguns casos, já pediu até o cancelamento do benefício que foi concedido. De modo que é inegável a importância do instituto para o combate à criminalidade organizada, mas é normal, isto é uma obra humana e carece de aperfeiçoamento", acrescentou Gilmar, que foi crítico à delação dos executivos da JBS
UOL notícias 
lewandowski-e-simplesmente-absurda.amp.htm

Mulher negra e homossexual detona “homens brancos” e recebe resposta do pai, branco e hetero







As redes sociais por vezes proporcionam histórias fantásticas e inusitadas.

Quando menos se espera nos deparamos com situações que merecem uma análise apurada.
Pessoas no afã de conseguir algumas curtidas se esquecem de sua verdadeira origem e comumente tentam demonstrar o que não são. Duro é quando a máscara cai.

Em um grupo do Facebook denominado ‘Direitos Humanos Brasil’, uma jovem negra e homossexual – filha de uma mulher negra com um homem branco – resolveu tripudiar sobre todos os ‘homens brancos’ de maneira generalizada, ignorando sua paternidade, que é inclusive o homem que a sustenta e paga suas contas.


Veja o que a moça postou:










A resposta do pai veio fulminante.

Veja:








O comentário final e fatal foi o seguinte:










Jornal da Cidade

https://mobile.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/7588/mulher-negra-e-homossexual-detona-homens-brancos-e-recebe-resposta-do-pai-branco-e-hetero

Ditador da Coreia do Norte quer matar Trump por ter sido chamado de “baixo e gordo”



É esquisito ver que o ditador norte coreano abriu um alçapão no fundo do poço ao declarar pena de morte para o presidente americano Donald Trump.
Mas qual a razão?
É que Trump disse, em 11 de novembro, no Twitter: “Por que Kim Jong-un iria me insultar me chamando de ‘velho’ quando eu jamais iria chamá-lo de ‘baixo e gordo’? Bem, eu tento tanto ser amigo dele – e talvez algum dia isso aconteça!
A partir disso, Kim Jong-un perdeu a cabeça.

https://odiarionacional.com/2017/11/16/ditador-da-coreia-do-norte-quer-matar-trump-por-ter-sido-chamado-de-baixo-e-gordo/

Raquel Dodge frustra petistas e fica contra revogação de prisão após segunda instância


A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, enviou parecer nesta quinta-feira (16) ao Supremo Tribunal Federal em defesa da possibilidade da decretação de prisão após a condenação judicial em segunda instância. As informações são do G1.
O documento foi enviado aos gabinetes dos 11 ministros do tribunal, que deverá voltar a discutir a questão em duas ações, apresentadas pela Ordem de Advogados do Brasil (OAB) e pelo Partido Ecológico Nacional (PEN). Ainda não há, porém, previsão de julgamento desses processos.
A possibilidade de condenados começarem a cumprir penas após a condenação em segunda instância (por um Tribunal de Justiça estadual ou Tribunal Regional Federal) foi fixada pelo STF em fevereiro de 2016 e confirmada pela própria Corte em outras duas ocasiões, em novembro e outubro do ano passado.
Porém, no intuito de evitar que Lula seja preso antes das eleições de 2018, alguns ministros já disseram que podem “mudar de ideia”. Já chegaram até a soltar condenados nessa situação, permitindo que recorressem em liberdade a outros tribunais superiores (STJ e STF).
No memorial ao STF, Dodge argumenta que permitir que o condenado recorra em liberdade até a quarta e última instância (o próprio STF) acarreta, na prática, impunidade para criminosos, já que vários recursos são “protelatórios”.
Essas apelações servem para arrastar o processo até a prescrição, momento no qual se extingue a possibilidade de punir pela demora na resolução final do processo.
“Esta espera contribui para a inefetividade do direito penal, incentivando a incessante interposição de recursos pela defesa, apenas para evitar o trânsito em julgado da condenação e alcançar a prescrição da pena, o que reforça o sentimento de impunidade e descrédito na Justiça”, diz Dodge no documento.
Raquel também lembrou que é na primeira e na segunda instância que os juízes aferem se houve culpa do acusado, com análise de fatos e provas, enquanto que nas instâncias superiores somente se analisam questões jurídicas.
Eventuais erros nas duas primeiras instâncias, acrescentou Dodge, ainda poderão ser corrigidas nos tribunais superiores. Para a procuradora-geral, deixar o condenado recorrer em liberdade até a última instância representaria “triplo” retrocesso: “Traz instabilidade na atual jurisprudência, alonga os processos criminais e fere a credibilidade da Justiça”.

Fonte: https://odiarionacional.com/2017/11/16/raquel-dodge-frustra-petistas-e-fica-contra-revogacao-de-prisao-apos-segunda-instancia/

16 de novembro de 2017

Crise na Globo é grave e bomba do caso Fifa deixa irmãos Marinho em pânico, diz colunista



O desdobramento do processo contra a Fifa nos Estados tirou o sossego dos irmãos Marinho e da cúpula da Rede Globo, porque a Justiça norte-americana está avançando com celeridade as investigações, com a ajuda do empresário argentino Alejandro Buzarco. Quando o promotor lhe perguntou se o pagamento de propinas a dirigentes da Fifa em busca dos direitos de transmissão era realizado em parceria com as emissoras, o delator citou empresas de comunicação de diversos países: “Várias. Fox Sports, dos Estados Unidos, Televisa, do México, Media Pro, da Espanha, TV Globo, do Brasil” – disse ele, que também afirmou ter-se associado a companhias com atuação no mesmo ramo de negócios que a sua Torneos y Competencias, como a brasileira Traffic e a argentina Full Play.
O delator já revelou também que a TV Globo, a mexicana Televisa e sua empresa Torneos y Competencias pagaram juntas US$ 15 milhões em propina a Julio Humberto Grondona, ex-chefe do futebol argentino, pelos direitos de transmissão da Copa do Mundo de 2026 e 2030. O valor, que garante direitos de TV, rádio e internet, teria sido depositado no banco Julius Bär, sediado na Suíça.
GLOBO NEGA TUDO – A TV Globo nega qualquer participação em irregularidades. Afirma que em 2015, um ano após o surgimento do escândalo conhecido como Fifagate, abriu “amplas investigações internas” e teria sido apurado que o Grupo Globo “jamais realizou pagamentos que não os previstos nos contratos”.
Se for conferida a contabilidade da TV Globo, essas declarações serão consideradas verdadeiras, porque não houve participação direta da emissora nas mutretas da Fifa. Quem se encarregava do chamado papel sujo era a empresa de marketing Traffic, do ex-repórter esportivo J. Hawilla, que se tornou empresário de enorme sucesso.
No mundo dos negócios esportivos, J. Hawilla foi do zero ao milhão numa rapidez impressionante, de fazer inveja ao filho fenômeno de Lula. Associou-se à Globo e, por coincidência, passou a ser dono ou controlar grande número de emissoras no interior de São Paulo, filiadas à rede da família Marinho. No embalo, virou empresário internacional de sucesso, comprou um time da segunda divisão portuguesa, o Estoril Praia, e levou-o disputar a Liga Europa. Para ele, o céu parecia ser o limite.
PARCEIRO DE SUCESSO – O sucesso da Traffic era espantoso. Disputava com a Globo, a Record e a Bandeirantes os direitos de transmissão de importantes eventos esportivos na Fifa e saía vencedora.
Hoje, o problema dos irmãos Marinho, que faziam negócios pessoalmente com J. Hawilla, é saber até onde vai a lealdade do parceiro. O FBI começou as investigações em 2011, para apurar ocorrências desde 1991. E os policiais federais americanos logo chegaram à Traffic. Quando constatou que seria apanhado, J. Hawilla se adiantou e, em 12 de dezembro de 2014, confessou-se culpado perante a Justiça dos Estados Unidos. Assumiu as acusações de extorsão, conspiração por fraude eletrônica, lavagem de dinheiro e obstrução da justiça e concordou em restituir US$ 151 milhões, tendo pago US$ 25 milhões no momento do acordo.
Segundo o Departamento de Justiça dos Estados Unidos, o dinheiro está reservado caso as vítimas dos crimes devam ser restituídas.
NÃO PODE MENTIR – Em seus depoimentos, o empresário argentino Alejandro Buzarco está citando diretamente a Globo, não a Traffic. Ele sabe que não pode mentir, porque sua delação premiada logo seria anulada. A Globo alega que jamais pagou propina, mas tudo indica que esse papel sujo esteve a cargo da Traffic, até porque J. Hawilla sempre transferiu à rede da família Marinho os direitos de transmissão dos campeonatos que a Traffic conquistou junto à Fifa, mediante propina. Se você acredita em coincidência, é um prato feito.
O relacionamento íntimo entre J. Hawilla e os irmãos Marinho não tarda a ser investigado. É aí que mora o perigo. Hoje, J. Hawilla é um homem muito rico, com patrimônio de aproximadamente R$ 2 bilhões. Aos 74 anos, no final de emocionante jornada, não deve nada a ninguém. Já é delator, mas não disse tudo o que sabe. Sua lealdade à Globo hoje está por um fio e não vale uma nota de três dólares.
O texto é de Carlos Newton.

MBL

Taís Araújo lança provável fanfic sobre seu filho e a Internet não perdoa






A atriz Taís Araújo é conhecida por emitir narrativas sobre sua vida que muito provavelmente são fanfics (ou seja, histórias inventadas).

Ela resolveu falar sobre seu filho: “Quando engravidei do meu filho, eu fiquei muito, mas muito aliviada de saber que no meu ventre tinha um homem. Porque eu tinha a certeza de que ele estaria livre de passar por situações vivenciadas por nós, mulheres. Teoricamente, ele está livre, certo? Errado. Errado porque meu filho é um menino negro e liberdade é um direito que ele não vai poder usufruir se ele andar pelas ruas descalço, sem camisa, sujo, saindo da aula de futebol. Ele corre o risco de ser apontado como um infrator – mesmo com seis anos de idade”.

“Quando ele se tornar adolescente, ele não vai ter a liberdade de ir para sua escola pegar um ônibus com sua mochila, seu boné, seu capuz, seu andar adolescente, sem correr o risco de levar uma investida violenta da polícia ao ser confundido com um bandido”. “No Brasil, a cor do meu filho é a cor que faz com que as pessoas mudem de calçada, escondam suas bolsas e que blindem seus carros.”

O racismo de fato existe no Brasil e no mundo. Porém, no caso de Taís Araújo (uma atriz milionária e privilegiada), a narrativa não foi muito convincente.

Veja os comentários na Revista ISTOÉ:


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