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26 de janeiro de 2017

Em defesa do Gideões Missionários da Última Hora Se não procuraram os meios legais para resolver a situação, o que esperam alcançar com o que dizem?



Em defesa do Gideões Missionários da Última Hora











Com 63 projetos missionários sendo desenvolvidos em 43 nações, o Gideões Missionários da Última Hora (GHMU), que cuida de 1178 famílias que foram enviadas para rincões do Brasil e ao redor do mundo, é o maior movimento voltado para a anunciação do Evangelho existente na atualidade.
Para manter toda essa estrutura funcionando, todos os anos, a diretoria do projeto realiza, em Camboriú (SC), o já tradicional congresso missionário que leva o mesmo nome do projeto, com fins de apresentar um relato das ações desenvolvidas e, claro, reunir cristãos de todo o País para participarem das reuniões de louvor e pregações nas quais são dadas, aos presentes, as oportunidades de poderem contribuir financeiramente com a causa missiológica em curso.
O fundador, tanto do projeto quanto do congresso, pastor Cesino Bernardino, morreu aos 81 anos de idade, em 30 de julho de 2016, depois de ter ficado vários dias em coma, após passar por uma cirurgia.  De acordo com os registros históricos da denominação, o projeto foi fundado, no final da década de 1970, sob orientação de Deus como forma de propagar o evangelho salvador de Jesus Cristo. O projeto cresceu.

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Assim que morreu, a presidência do projeto passou a estar sob os auspícios do filho do pastor Cesino, Reuel Bernardino. A partir de então, deu-se inicio, nas redes sociais, sobretudo, uma onda de “disse me disse” partindo de pessoas estratégicas com a finalidade de “denunciar” as “coisas erradas” supostamente praticadas pelo filho herdeiro, no âmbito do projeto missionário.
Em razão dessas supostas denúncias de coisas há “coisas erradas” sendo praticadas por Reuel, tenho algumas perguntas a fazer. Em primeiro lugar, pergunto: “Por que essas pessoas que dizem estar abrindo a “caixa preta” dessa “tragédia” que é a atuação de Reuel a frente do projeto nunca procuraram o Ministério Público para oferecer denúncia por enriquecimento ilícito? ”.
Em segundo lugar, questiono: “Se não procuraram os meios legais para resolver a situação, o que esperam alcançar com o que dizem?”. Em terceiro lugar: “Se são crentes, essas pessoas que acusam, por que não oram a Deus para que as coisas erradas sejam descobertas e a obra de Deus pare de ser prejudicada?”.
Talvez as pessoas que saem por aí fazendo acusações não saibam que elas podem/devem procurar o Ministério Público para oferecer denúncia. Ou ainda: talvez elas saibam que oferecer falsa denuncia também se consiste em crime de acordo com as leis vigentes no País. Talvez esses “santos” incorruptíveis não tenham tanta fé a ponto de se colocar de joelhos e pedir para que Deus resolva essa situação.
Talvez esses “santos” achem melhor usar um instrumento diabólico (a fofoca) para tentar solucionar o suposto problema.
A última pergunta que faço é: “será que esses ‘santos’ querem mesmo resolver o suposto problema?”. Antes de abrir sua boca para poder dizer impropérios contra o projeto, tenha certeza de que o que vai ser dito pode ser provado, tenha a certeza de que não serás um instrumento do Diabo contra uma obra missionária que tem levado muitas pessoas a Cristo.
Aqui em minha casa nós ajudamos o projeto através de pagamento de boletos missionário que solicitamos há mais de cinco anos. E não estou defendendo o projeto porque me sinto engando por Reuel ou coisa do tipo, muito pelo contrário, defendo porque acredito no que está sendo realizado e porque sei que quando se tentar salvar pessoas da perdição se é crucificado injustamente (Jesus), se é vilipendiado de todas as formas.
Antes de dizer algo que vai atrapalhar, procuro seguir o que rege as ações julgadoras da magistratura brasileira: “Na dúvida, a decisão deve ser pró-réu”. Na dúvida, meu querido leitor, não dê um veredicto de condenação, mas beneficie o réu com a dúvida. Vá atrás, investigue, ou, no nosso caso (de cristãos), ore a Deus.

Gospel Prime

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