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25 de janeiro de 2017

Pichadores mimadinhos da esquerda caviar, vão conhecer uma coisa chamada lei.

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Na madrugada desta quarta (25), O jornalista Pedro Amaral de Souza, de 26 anos, foi detido por guardas civis metropolitanos na Praça da Sé e conduzido até a 8ª Delegacia de Polícia localizada no Brás, na região central, por pichar um monumento feito em bronze, com 3,5 metros de altura, que fica em frente à Catedral. Para tanto, o rapaz utilizou-se de cascas de ovos cheias de tinta, arremessando-as contra a estátua. Pedro Amaral, que estaria acompanhado de um outro jovem, é filho do embaixador José Estanislau do Amaral Souza Neto, diretor-geral do Instituto Rio Branco, em Brasília.

A reportagem de VEJA SÃO PAULO esteve esta manhã no local de residência do acusado, um condomínio de casas de luxo no Real Park. Segundo a portaria, não havia ninguém em casa. Em Brasília, por meio de sua secretária, o embaixador disse que não vai se pronunciar.

Feita em bronze e com 3,5 metros, a estátua pichada fica em frente à Catedral da Sé e representa a imagem do Apóstolo Paulo. Inaugurada em 2009, foi um presente da Igreja Católica em homenagem aos 2 000 anos de nascimento do santo. Criada pelo escultor paulista Murilo Sá Toledo, a estátua representa a figura do apóstolo perplexo perante a voz de Deus.

De acordo com a ocorrência, Pedro Amaral de Souza disse estar “protestando contra diversas ações políticas” e “realizando intervenção artística”, mas que protestava principalmente contra o prefeito João Doria


Já elogiei aqui a guerra do prefeito João Dória contra os pichadores que emporcalham a cidade como se tudo fosse “arte”. Esses marginais merecem tolerância zero, como foi com Rudolph Giuliani em Nova York. Esse caso acima demonstra como é preciso ser firme nessa batalha.

Do lado de lá, apoiando agora os pichadores (ficaram em silêncio quando o prefeito era de esquerda), estão esses moleques mimados, filhinhos de papai entediados, que resolvem brincar de revolucionário esquerdista para aturar suas vidas vazias. E o rapaz é jornalista! Isso explica muita coisa, não é mesmo?

Além do filho do embaixador, temos o ator Caio Blat, que resolveu endossar os atos criminosos dos vândalos também. “Gostei da intervenção. Podiam deixar por uns dias…”, disse o ator sobre a pichação ao Monumento às Bandeiras, cartão-postal de São Paulo. Intervenção é o cacete!, como diria o comunista Ancelmo Gois, se o alvo fosse de direita. Isso é crime, seu idiota! Ou será que você vai aplaudir uma “intervenção” no muro da sua casa, talvez com os dizeres “Viva Bolsonaro!”?

Eis o resumo da coisa: de um lado, temos a esquerda caviar defendendo a desordem, o desrespeito às leis, o crime, tudo em nome da “arte” e para atacar o prefeito “coxinha”; do outro temos um prefeito com a coragem de comprar a briga com essa turminha inútil para limpar a cidade e mostrar que há ordem, que existem leis que devem ser cumpridas, e que pichação não é arte nem aqui, nem na China!

Rodrigo Constantino

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