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17 de fevereiro de 2017

E se de fato o Mundo acabasse hoje? PARE e REFLITA!

“ Vigiai, portanto; porque não sabeis a hora que vem o vosso Senhor. ( Mt 24:42-44)
“ 16 de Fevereiro de 2017: eis mais uma fatídica data para o fim do mundo, a primeira do ano, mas, muito provavelmente, ela não será a única. O ser humano sempre cobiçou descobrir o dia em que tudo findará.
Há uma sombra de incertezas no ar. De acordo com os cientistas da NASA, a mais respeitada instituição de pesquisas sobre o Universo, entre os dias 16 e 25 de Fevereiro a Terra estaria à mercê da ameaça de ser atingida por um meteoro; essa colisão resultaria na destruição total do planeta.
Há quem ache graça, quem não creia e há quem se atemorize. De fato, é um bom motivo para se preocupar. Como não temer o fim da vida e de todas as coisas? Entretanto, assim como há quem se desespere, há quem descanse por ter entendido e entregado seus dias nas mãos de Quem governa todas coisas. (Sl 105:7)
Na semana passada, ao ler essa matéria, algo me veio à mente: 1 Tessalonicenses 5: 1-11. Paulo, ao escrever a sua primeira carta aos fiéis da Tessalônica, chama a atenção nessa parte para a vinda do Senhor. Ele é enfático e utiliza de uma fantástica metáfora para explanar aos fieis como a tão esperada volta do Senhor é também inesperada:
“pois vós mesmos estais inteirados com precisão de que o Dia do Senhor vem como ladrão.” (1 Ts 5:2)
O apóstolo Paulo chama aos tessalonicenses à responsabilidade. Ele deixa bem claro que eles precisariam estar “bem inteirados” da quão imprecisa é a data da volta do Senhor. E é isso o que é predito no verso de abertura do capítulo 5:
“Irmãos, relativamente aos tempos e às épocas, não há necessidade que eu vos escreva...” (1 Ts 5:1)
Mais do que isso, ele afirma que, da mesma forma como não se espera que um ladrão entre em nossa casa e nos cause uma surpresa, assim é também a vinda do Senhor e que, nesse momento, é bom que estejamos prontos e “inteirados” do quão maravilhoso e terrível será a volta do Rei:
“Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar a luz; e de nenhum modo escaparão.” (‘ Ts 5:3)
A terrível advertência que Paulo, inspirado pelo próprio Espírito Santo (2 Tm 3:16) nos dá, irá se cumprir, assim como toda Escritura. (Mt 24:35). Não haverá como escapar, não haverá como se justificar. O Senhor não terá o culpado por inocente (Naum 1:3).
Quando associei o fim do mundo ao texto de Tessalonicenses, pensei em como só damos a devida atenção à volta do Senhor quando algo externo à Verdade vem à tona. Na verdade, o que quero dizer, é que assim como a vinda do Senhor vem como um ladrão, a morte também. E como esperá-la? E como saber o seu exato instante? Os versículos acima não serviriam de advertência à brevidade da vida também? Não é preciso pensar muito a respeito para chegar-se à conclusão que sim. Como, então, escapar do fim?
Cristo, durante seu ministério entre os homens, em suas pregações aos povos, o cerne da sua mensagem era o arrependimento, a necessidade do novo nascimento; necessidade de não só se saber da existência dEle, mas de crê e compreender que só Ele é o caminho, a verdade e a vida (Lc 5:32; Jo 3: 1-15; Jo 14:6).
Verdadeiramente, terríveis são as verdades que se cumprirão! Como pode o homem se salvar, então? Como pode o homem impedir a colisão de um meteoro com o planeta? Como pode o homem controlar os seus batimentos cardíacos ou as piscadas dos seus olhos?
Paulo, ao escrever aos Romanos, entendeu no mais íntimo sua incapacidade e a podridão do coração humano longe de Cristo: “Desventurado homem que sou! Quem me livrará do corpo desta morte?” (Rm 7:24).
Assim como Paulo, qualquer homem, por mais bondade que aparente ou diga ter, é mal, é cruel e está separado de Deus. Sem Cristo, o homem está morto em seus delitos e pecados; não há nele qualquer inclinação para o bem, pois seu coração é totalmente mal (Ef 2:1; Rm 3:23). Mas Deus, em sua eterna bondade e misericórdia, aprouve dar o seu Filho unigênito para remissão dos nossos pecados, para que não somente O conheçamos como uma figura história ou digamos crer nEle superficialmente, “da boca pra fora”, mas para que, verdadeiramente, creiamos e nos rendamos ao seus pés, sabendo que não há outro redentor, não há outro caminho: há Cristo e seu sacrifício suficiente e eficaz (Rm 5:8; Is 53:5-6, Hb 10:12).
Pode ser que o mundo realmente acabe hoje ou que talvez daqui a 30 anos. Não há como saber. Há como se preparar. Quer seja o fim do mundo, quer seja a morte: “Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus.” (Mt 3:2). Não há como encontrar repouso seguro longe de Cristo.
“Inquieto está o nosso coração enquanto não repousa em Ti.” _Santo Agostinho
Texto de Carol Souza.

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