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Parece que finalmente os pastores da Assembleia de Deus, vinculados a Convenção Geral das Assembleias de deus no Brasil (CGADB), poderão escolher sem qualquer fralde e livres da falta de transparência que reclamam, todos que não fazem parte das preferências do atual presidente e pai do impugnado, e vale lembrar que a instituição está há mais de 20 anos nas mãos de um único presidente, fato singular e retrogrado.
O Superior Tribunal de Justiça, manteve todas as liminares, de vários estados do Brasil, que tornam inelegível o líder da Assembleia de Deus em Guarulhos (SP), pastor Wellington Júnior, candidato a presidência da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil.
A primeira liminar foi proferida pelo juiz de Direito da Comarca de Corumbá – GO, Levine Raja Gabaglia Artiaga, que anulou a sua candidatura, alegando que existem dúvidas no registro, em razão de ser diretor da Casa Publicadora das Assembleias de Deus (CPAD), tendo em vista o Art. 11, parágrafo único do Estatuto Social, o qual estabelece que o diretor da CPAD não pode concorrer ao pleito. Além de tornar o pastor inelegível, foram retirados mais de 11 mil eleitores inscritos irregularmente pela CGABD.
Outro fato bombástico chamou atenção nessas últimas semanas, a empresa responsável pelo processo eleitoral que acontecerá esse mês, a Scytl Soluções em Informática, cancelou por intervenção judicial cerca de 11 mil inscrições, por motivo de irregularidade, existiam eleitores “pastores”, cadastrados pela cúpula da CGADB até inexistentes e até falecidos. Esse fator será investigado pelo Ministério Público e demais autoridades nos próximos dias.
A convenção será realizada no próximo domingo (9), e os pastores Samuel Câmara e Cícero Tardim disputam a vaga. Até que se julgue o mérito da questão, o pastor José Wellington Júnior continua com sua candidatura nula.


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