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OAB se fez de morta por 14 anos. Agora ressurge como guardiã da moralidade ?


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OAB
Por Claudia Wild
Desde a primeira notícia na última semana acerca de inúmeras denúncias envolvendo figurões da nossa política e o alarde bombástico sobre a já costumeira podridão na República, a desconfiança deveria no mínimo acompanhar o cidadão brasileiro.
Tudo está se desenrolando de uma forma muito célere para a velocidade da nossa conhecida justiça pachorrenta, e com isto notamos um atropelo suspeitíssimo, provavelmente doloso, naquilo que sempre defendemos – não por virtudes morais – mas pela simples obediência à lei.
A delação absolutamente atípica dos irmãos matutos JBS, comandada por um ministro da mais alta Corte do país, que possui ligações viscerais com uma turma que necessita desesperadamente livrar a cara de um certo réu na República de Curitiba, e a pressa em se exigir a saída de um presidente ( que não é flor que se cheire, mas o que temos) em virtude da existência de provas frágeis e que não seriam suficientes para derrubar um mosquito na republiqueta da corrupção lulopetista, nos mostram que existe um angu deveras encaroçado em Brasília. Some-se a isto, a incerteza com relação a legalidade desta prova ainda não periciada, e do que realmente está por trás de tanta sofreguidão para mudança do ocupante do Palácio do Planalto.
Aquela entidade diligente, a OAB, mais do que depressa já está se movimentando neste sentido. Seus expoentes máximos fizeram cara de paisagem e fingiram-se se mortos por longos quatorze anos, ignoraram todas as falcatruas dos nossos barões vermelhos e ficaram inertes diante das mais diversas inconstitucionalidades na última década. Todavia, como num passe de mágica, eis que ressurgiram como Fênix – agora- nossos guardiães da moralidade, da lei e do povo brasileiro.
Temer mostrou uma conduta pouco republicana e merece toda nossa reprovação moral. Ele precisa responder por seus eventuais erros ou crimes. Entretanto, tudo precisa ser feito sob a batuta constitucional, qualquer coisa fora deste mandamento configurará um golpe de Estado.
As perguntas que deveriam ser feitas são as seguintes: a quem interessaria o caos, num momento em que o Brasil precisa de reformas inadiáveis e que sua economia ensaiava sair do buraco negro? A quem interessaria a troca do rito constitucional por um outro rito que colocaria em risco nossa democracia, e poderia contribuir para a volta de figuras nefastas à República? A quem interessaria encobrir fatos graves e destacar seletivamente apenas aqueles que podem render frutos na árvore da impunidade nacional? Em quem confiar neste momento? __Apenas para esta última indagação existe resposta imediata, e ela se chama Constituição Federal.
O povo brasileiro não pode se deixar manobrar por interesses escusos vindos de setores que sempre estiveram contra o desenvolvimento do Brasil, e que lucraram horrores com a corrupção endêmica brasileira, e, que, portanto, sempre apoiaram o projeto autoritário de poder marxista que hoje ameaça voltar. Antes de engrossar o coro de “fora isso, fora aquilo“ reflita sobre estas questões elementares, e exija apenas o cumprimento da lei constante de nossa Carta Magna. Apenas ela deve traçar nosso futuro, e não promessas demagógicas e risíveis, como aquela apresentada ontem pela a viva alma mais honesta deste país, o pai dos pobres, nosso guru-guia; “O PT pode ensinar ao Brasil como acabar com a corrupção“.
E aqueles que não exigirem a observância do rito constitucional estarão dando aval para que o PT e seus quadrilheiros nos “ensinem“ a combater a corrupção no Brasil. Nunca antes na história deste país tivemos tanta massa de manobra que ainda não percebeu o golpe em curso.
Desde a primeira notícia na última semana acerca de inúmeras denúncias envolvendo figurões da nossa política e o alarde bombástico sobre a já costumeira podridão na República, a desconfiança deveria no mínimo acompanhar o cidadão brasileiro.
Tudo está se desenrolando de uma forma muito célere para a velocidade da nossa conhecida justiça pachorrenta, e com isto notamos um atropelo suspeitíssimo, provavelmente doloso, naquilo que sempre defendemos – não por virtudes morais – mas pela simples obediência à lei.
A delação absolutamente atípica dos irmãos matutos JBS, comandada por um ministro da mais alta Corte do país, que possui ligações viscerais com uma turma que necessita desesperadamente livrar a cara de um certo réu na República de Curitiba, e a pressa em se exigir a saída de um presidente ( que não é flor que se cheire, mas o que temos) em virtude da existência de provas frágeis e que não seriam suficientes para derrubar um mosquito na republiqueta da corrupção lulopetista, nos mostram que existe um angu deveras encaroçado em Brasília. Some-se a isto, a incerteza com relação a legalidade desta prova ainda não periciada, e do que realmente está por trás de tanta sofreguidão para mudança do ocupante do Palácio do Planalto.
Aquela entidade diligente, a OAB, mais do que depressa já está se movimentando neste sentido. Seus expoentes máximos fizeram cara de paisagem e fingiram-se se mortos por longos quatorze anos, ignoraram todas as falcatruas dos nossos barões vermelhos e ficaram inertes diante das mais diversas inconstitucionalidades na última década. Todavia, como num passe de mágica, eis que ressurgiram como Fênix – agora- nossos guardiães da moralidade, da lei e do povo brasileiro.
Temer mostrou uma conduta pouco republicana e merece toda nossa reprovação moral. Ele precisa responder por seus eventuais erros ou crimes. Entretanto, tudo precisa ser feito sob a batuta constitucional, qualquer coisa fora deste mandamento configurará um golpe de Estado.
As perguntas que deveriam ser feitas são as seguintes: a quem interessaria o caos, num momento em que o Brasil precisa de reformas inadiáveis e que sua economia ensaiava sair do buraco negro? A quem interessaria a troca do rito constitucional por um outro rito que colocaria em risco nossa democracia, e poderia contribuir para a volta de figuras nefastas à República? A quem interessaria encobrir fatos graves e destacar seletivamente apenas aqueles que podem render frutos na árvore da impunidade nacional? Em quem confiar neste momento? __Apenas para esta última indagação existe resposta imediata, e ela se chama Constituição Federal.
O povo brasileiro não pode se deixar manobrar por interesses escusos vindos de setores que sempre estiveram contra o desenvolvimento do Brasil, e que lucraram horrores com a corrupção endêmica brasileira, e, que, portanto, sempre apoiaram o projeto autoritário de poder marxista que hoje ameaça voltar. Antes de engrossar o coro de “fora isso, fora aquilo“ reflita sobre estas questões elementares, e exija apenas o cumprimento da lei constante de nossa Carta Magna. Apenas ela deve traçar nosso futuro, e não promessas demagógicas e risíveis, como aquela apresentada ontem pela a viva alma mais honesta deste país, o pai dos pobres, nosso guru-guia; “O PT pode ensinar ao Brasil como acabar com a corrupção“.
E aqueles que não exigirem a observância do rito constitucional estarão dando aval para que o PT e seus quadrilheiros nos “ensinem“ a combater a corrupção no Brasil. Nunca antes na história deste país tivemos tanta massa de manobra que ainda não percebeu o golpe em curso.



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