Pular para o conteúdo principal

Eleitores de Lula não querem plano B, só 'plano L', diz jornal


Imagem: Reprodução / Redes Sociais


















Um debate realizado pelo jornal Folha de S. Paulo com dez eleitores do ex-presidente condenado Lula mostrou que os eleitores dele não pensam em votar em outra pessoa. O jornal questionou em quem eles poderão votar sem o petista na eleição. Segundo o jornal, "todos dizem que não arredam pé de apoiar Lula".
Para os eleitores fiéis de Lula, os crimes de que ele é acusado são considerados "falhas mínimas" em comparação à corrupção de outros políticos. Mas consideram injusta a prisão de Lula, afirmando que o juiz Sérgio Moro conseguiu seu "troféu".

Questionados sobre um possível "plano B" para o partido, o grupo não admitiu a hipótese de votar em outra pessoa. Para o grupo, Boulos ainda não tem condições de substituir o grande líder petista. Jaques Wagner, Fernando Haddad e Ciro Gomes também não foram vistos como potenciais presidentes.


Segundo o jornal, "O segundo turno, para o grupo, reprisará o embate que se repete desde 1994: o candidato do PT vs. o do PSDB (Geraldo Alckmin, no caso). Mas Jair Bolsonaro assusta".


Os eleitores de Lula entrevistados apontaram como carrascos do lulismo: "o juiz Sergio Moro, a elite brasileira, a mídia golpista, o mercado. Todos acham que existe uma conspiração americana que influencia a política brasileira". Todos também desprezam a imprensa tradicional e preferem se informar através de "sites amigos".


O jornal fez uma compilação dos argumentos apresentados pelos eleitores fiéis para votarem em Lula:

Por que eles querem Lula1 Lula é visto como o político que mais fez pelos pobres e minorias no país; seus programas sociais são exaltados pelos eleitores
2 O petista é, segundo eles, a resposta para o crescimento do fascismo no país, representado na figura de Bolsonaro, mas também em Alckmin, considerado maior adversário de Lula na disputa
3 O endurecimento do discurso de Lula é, para os eleitores, uma sinalização de que, se eleito, o petista não fará novamente um pacto político com as elites
4 As denúncias contra o ex-presidente são minimizadas como sendo um pequeno descuido comparado aos milhões atribuídos a outros políticos
5 Os discursos de que a Lava Jato, Justiça e a mídia perseguem Lula foram inflados com a sua prisão. Para os eleitores, o sentimento de injustiça deu novo fôlego à pressão para que o petista possa ser eleito
6 A guerra de discursos na internet também reacendeu a defesa da candidatura do ex-presidente e tirou o foco da autocrítica, apontam os eleitores
7 Seus admiradores negam que o PT deva adotar um plano B. Para eles, a candidatura deve ser mantida mesmo com Lula preso e com poucas chances de estar nas urnas em outubro
8 Admitir outro nome para disputar o pleito seria aceitar a condenação de Lula e colocar outro petista na mira de uma perseguição político-judicial, afirmam os eleitores.

Politica   na Rede

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Cuba, Venezuela, Bolívia, Angola, Guiné Equatorial e Congo não investirão mais no Brasil se Bolsonaro for eleito.

Bolsonaro já disse, não tem acordo com a esquerda. países como, Cuba, Venezuela, Bolívia, Angola Guiné equatorial Congo e entre outros, não levarão nenhum centavo do povo brasileiro.

O Paí já colocou R4 2 Bilhões na Ilha que ficou mais conmhecida como Ilha de Fidel. Dinheiro que poderia modernizar nossos aeroportos, portos e rodovias.
Uma risonha presidente Dilma Rousseff inaugurou, ao do ditador cubano Raúl Castro, a primeira fase do Porto de Mariel, em Havana.

 Na época a presença de Dilma se devai a uma razão principal : a conta foi paga por ela- na verddae, por todos os brasieliros. O Mariel custou US$ 957 milhões de dólares, dos quais US4 802 milhões vieram de financiamento concedido pelo banco nacional de Desenvolvimento Econômico e Social(BNDES).

 O montante equivale a 2 bilhões.Dinheiro que poderia modernizar nossos aeroportos, portos e rodovias.

Istoé notícia-Jornal 21 Brasil

Bolsonaro volta a defender castração química para estupradores

O candidato Jair Bolsonaro (PSL) voltou a defender a castração química para estupradores em debate da Band, na noite desta quinta-feira. Ele foi questionado pelo senador Alvaro Dias (Podemos) sobre o que deveria ser feito para combater o crescimento do número de estupros e a desigualdade de gênero no Brasil.
O Brasil registrou 60.018 estupros, 164 casos por dia, e 221.238 crimes enquadrados na Lei Maria da Penha (606 casos por dia) ao longo de 2017. O número de estupros representa um crescimento de 8,4% em relação a 2016, mas não é possível saber a variação relativa aos casos de violência doméstica, já que este é o primeiro ano que o Fórum Brasileiro de Segurança Pública captou dos Estados dados dessa natureza.
Especialistas do Fórum acreditam que ambos os registros estejam subdimensionados dada a dificuldade de registro na polícia desses crimes. Ainda assim, a quantidade é considerada alarmante e pede a implementação de políticas específicas.

IstoÉ

A carta de princípios de Bolsonaro

Jair Bolsonaro não vai apresentar ao TSE um programa de governo tradicional, mas uma carta de princípios.

Segundo a Folha, o candidato vai dar ênfase à Segurança Pública, propor o corte de mais de uma dezena de ministérios e detalhar um pouco mais o plano econômico de Paulo Guedes.

Haverá ainda uma parte dedicada ao combate à corrupção. “A ideia de Bolsonaro é se apresentar para o eleitor como o único candidato à Presidência que manterá o funcionamento da Operação Lava Jato”.
A equipe de Bolsonaro estuda ainda zerar impostos e complementar a renda dos mais pobres.
O Antagonista