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Grupo de esquerda prende Sara Winter em prédio da UFF Ativista estava no local para uma palestra do Movimento Cristão Universitário e ficou impedida de sair por 7 horas

no.News - 27/04/2018 21h35



Ativista Sara Winter passou horas presa em prédio por manifestantes de esquerda Foto: Reprodução

Depois de passar mais de sete horas presa junto com outras 10 pessoas do Movimento Cristão Universitário em um prédio do Instituto de Ciências Humanas e Filosofia, da Universidade Federal Fluminense (UFF), em Niterói, no Rio de Janeiro, a ativista Sara Winter conseguiu deixar o local.
Ela realizava uma palestra no edifício, quando um grupo de alunos de esquerda começou a realizar um protesto. O que deveria ter sido uma manifestação pacífica, no entanto, acabou culminando em violência. O grupo, composto de cerca de 250 pessoas, impediu Sara e outros estudantes cristãos de deixarem o edifício. Eles também arremessaram objetos nas janelas, como garrafas e pedras.



Alguns integrantes do grupo que cercaram a ativista e seus amigos no prédio da UFF Foto: Reprodução/Facebook

Ao Pleno.News, Sara Winter disse que muitos dos integrantes do grupo não eram alunos, e sim militantes contrários a ela. A ativista afirmou que parte deles estava mascarada e portava pedaços de madeira e ferro. Uma parte do grupo também utilizou drogas no local. A situação ficou tão tensa, que um professor chegou a entrar no local e agrediu uma amiga sua.
– Um professor chegou a agredir uma aluna do Movimento Cristão Universitário, que ficou com escoriações. Temos tudo filmado e iremos colocar nas redes sociais – ressaltou.
Depois de passar horas de sufoco, no entanto, a situação melhorou por volta das 21h. Sara e os outros estudantes conseguiram deixar o prédio conduzidos pela equipe de segurança da UFF junto à Polícia Federal (PF) e com o apoio da Polícia Militar.
A ativista disse que a violência continuou mesmo durante a saída do prédio, já que o grupo fez um corredor para sua passagem e a de seus amigos e ainda ameaçou bater nela. Apesar de tudo ter terminado bem, para Sara Winter, o episódio a fez se sentir com seus “direitos violados”.


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Informação do Jornal da Cidade