Pular para o conteúdo principal

Lava Jato: Raul Schmidt é preso em Portugal e será extraditado

Empresário tem cidadania portuguesa e seus advogados alegaram que ele não poderia ser extraditado por ser cidadão português.
Lava Jato: Raul Schmidt é preso em Portugal e será extraditado
Notícias ao Minuto Brasil

POLÍTICA CIDADÃO PORTUGUÊS
AJustiça de Portugal prendeu nesta sexta-feira (13) o empresário Raul Schmidt, investido no âmbito da Operação Lava Jato. Ele deve ser extraditado ao Brasil. Schmidt gozada de um habeas corpus concedido pela Justiça portuguesa para que ele pudesse aguardar em liberdade o julgamento de recurso contra a extradição.
Segundo informa a Globo News, o empresário tem dupla cidadania e seus advogados alegaram que ele não poderia ser extraditado por ser cidadão português. No entanto, a extradição de Raul havia sido inicialmente determinada em 29 de janeiro e o empresário entrou com um pedido de habeas corpus, após ter sido detido em 3 de fevereiro.
O Supremo Tribunal de Justiça de Portugal determinou a detenção de Raul e entrega ao Brasil, com a condição de que ele responda apenas por crimes cometidos anteriormente à obtenção de sua cidadania portuguesa, em 2011.
A reportagem destaca que Schmidt é investigado pelo pagamento de propinas aos ex-diretores da Petrobras Renato de Souza Duque, Nestor Cerveró e Jorge Luiz Zelada - todos envolvidos no esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa instalado na estatal.
Raul também é citado como preposto de empresas internacionais na obtenção de contratos de exploração de plataformas da Petrobras. O empresário também responde por dois processos por corrupção, organização criminosa e lavagem de dinheiro na 13ª Vara Federal da Justiça Federal, em Curitiba. As ações penais aguardam o resultado do processo de extradição.

Notícias ao Minuto

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Bolsonaro reage a Boulos: “Vamos tipificar como terrorismo qualquer invasão de propriedade privada”

Em sua ‘live’ de domingo no Facebook, Jair Bolsonaro reagiu ao vídeo de um comício feito por Guilherme Boulos na quarta-feira passada, ao lado de Gleisi Hoffmann, em cima de um carro de som no Masp, em São Paulo, no qual o candidato derrotado do PSOL disse que só deixaria passar o feriadão para voltar a fazer mobilizações pelo país e a militância cantou em coro: “Ô Bolsonaro, presta atenção, a sua casa vai virar ocupação”. Boulos afirmou que “o MTST ocupa terreno improdutivo, e a casa do Bolsonaro não me parece uma coisa muito produtiva”. “Você deve ter visto um vídeo de ontem, ou anteontem, do Boulos insuflando uma massa enorme para invadir, ocupar a minha residência. O que você faria se o Boulos e 2 mil pessoas ameaçassem invadir a sua residência? Se eu for o presidente e se o Parlamento assim entender, nós vamos tipificar como terrorismo qualquer invasão de propriedade privada”, disse Bolsonaro.
O Antagonista

Patrícia Pillar critica Regina Duarte por apoio a Bolsonaro

Através de comentário feito na postagem, Patrícia usou várias narrativas esquerdistas para indicar que o candidato do PSL não seria capaz de ocupar o cargo de presidente do Brasil.

Na tarde desta quinta-feira (11), a atriz Regina Duarte, da Rede Globo, que já havia sinalizado o apoio ao presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), usou as redes sociais para fazer novas críticas ao Partido dos Trabalhadores, do candidato Fernando Haddad.

A atriz global compartilhou uma imagem com uma comparação entre o salário mínimo e outra quantia com a indicação de “Bolsa Presidiário”, fazendo referência ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A imagem ainda traz o questionamento: “Tem certeza que o PT sabe governar?”

Após a publicação, a atriz Patrícia Pillar, colega de emissora, rebateu a postagem por meio de comentário, assumindo uma posição contra Bolsonaro.

A ex-mulher de Ciro Gomes (PDT) declarou:


Com toda admiração e respeito que tenho por você Regina, faço aqui uma ponderação: de antemão te digo que n…

Haddad tenta jogar católicos contra evangélicos

O candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, participou de uma missa em São Paulo nesta sexta-feira (12). Em entrevista, logo após, o petista atacou Bolsonaro e tentou dividir cristãos. O dia de Nossa Senhora Aparecida foi utilizado pelo Partido dos Trabalhadores (PT) para tentar construir a imagem de um Fernando Haddad com bases religiosas. “Eu sou neto de um líder religioso”, respondeu o candidato do PT ao ser chamado de “abortista” por uma cristã após a missa na paróquia Santos Mártires, no Jardim Ângela, em São Paulo.