Pular para o conteúdo principal

Palocci assina acordo de delação com a PF, diz jornal

Negociação do ex-ministro com a força-tarefa da Lava Jato não teve sucesso; colaboração precisa, ainda, ser homologada pela Justiça

DF - DILMA/CH¡VEZ - POLÕTICA - O ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, durante encontro da presidente do Brasil, Dilma Rousseff, e o presidente da Venezuela, Hugo Ch·vez, no Pal·cio do Planalto, em BrasÌlia, nesta segunda-feira (06). 06/06/2011 - Foto: WILSON PEDROSA/AG NCIA ESTADO/AE



Após meses de negociação, o ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci (PT) finalmente assinou um acordo de delação premiada, segundo o jornal O Globo. De acordo com a edição desta quinta-feira da publicação, Palocci já prestou os depoimentos e fechou o acordo com a Polícia Federal. Antes, ele tentou, sem sucesso, negociar com os procuradores da força-tarefa.
Uma das principais lideranças do PT, ele chefiou a pasta da Fazenda no primeiro governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a Casa Civil no primeiro ano do governo de Dilma Rousseff. Palocci também foi prefeito de Ribeirão Preto (SP) e deputado federal.
A expectativa é que ele traga novos detalhes sobre esquemas já conhecidos no âmbito da Operação Lava Jato e possa envolver outros nomes ainda desconhecidos das investigações, sobretudo no setor empresarial, no qual sempre foi um dos petistas com mais trânsito.
No ano passado, após quase um ano preso, o ex-ministro deu um depoimento duro sobre Lula ao juiz Sergio Moro, acusando o ex-presidente de ter feito um “pacto de sangue” para o recebimento de propinas da empreiteira Odebrecht. A fala provocou a suspensão da sua filiação partidária. Dias depois, Palocci pediu para deixar o partido.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Cuba, Venezuela, Bolívia, Angola, Guiné Equatorial e Congo não investirão mais no Brasil se Bolsonaro for eleito.

Bolsonaro já disse, não tem acordo com a esquerda, países como, Cuba, Venezuela, Bolívia, Angola, Guiné equatorial, Congo e entre outros, não levarão nenhum centavo do povo brasileiro.

O Paí já colocou R$ 42 Bilhões na Ilha que ficou mais conhecida como Ilha de Fidel. Dinheiro que poderia modernizar nossos aeroportos, portos e rodovias.
Uma risonha presidente Dilma Rousseff inaugurou, ao do ditador cubano Raúl Castro, a primeira fase do Porto de Mariel, em Havana.

 Na época a presença de Dilma se devai a uma razão principal : a conta foi paga por ela- na verddae, por todos os brasieliros. O Mariel custou US$ 957 milhões de dólares, dos quais US4 802 milhões vieram de financiamento concedido pelo banco nacional de Desenvolvimento Econômico e Social(BNDES).

 O montante equivale a 2 bilhões. Dinheiro que poderia modernizar nossos aeroportos, portos e rodovias.

Istoé notícia-Jornal 21 Brasil

TSE suspende propaganda do PT que associa Bolsonaro à tortura

Luis Felipe Salomão, do TSE, suspendeu a propaganda eleitoral em que a coligação petista associa Jair Bolsonaro à ditadura e à tortura.

O ministro atendeu o pedido da defesa de Bolsonaro, que alegou que o programa veiculado viola a lei eleitoral, “uma vez que incute medo na população ao sugerir que se o candidato Jair Bolsonaro for eleito vai perseguir e torturar eventuais opositores políticos”.

“O tribunal tem feito um esforço no sentido de elevar o nível do debate para se evitar a disseminação desse clima de pânico que estão criando”, disse o advogado de Bolsonaro, Tiago Ayres, a O Antagonista.

Dilma e Gleisi vão a Cuba 'denunciar' situação de Lula no Foro de São Paulo

A ex-presidente Dilma Rousseff e a presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann, viajam na semana que vem para Cuba para participar do encontro anual do Foro de São Paulo, que congrega partidos políticos e organizações de esquerda da América Latina. Ali, as duas pretendem "fazer uma denúncia" sobre a situação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que os petistas classificam como "prisão política".


"Eu vou agora para o Foro de São Paulo fazer uma denúncia também. Dilma vai, resolvemos ir para fazer a denúncia do que está acontecendo", disse Gleisi ao Valor PRO. "Nós vamos ter todos os partidos de esquerda e centro-esquerda da América Latina reunidos lá, autoridades. E nós vamos para denúncia internacional." O encontro ocorre em Havana entre o domingo, 15 de julho, e a terça, 17. No site da entidade, já há destaques para a prisão do ex-presidente, como um "Mapa de Mobilização Mundial Lula Livre" e manifestações de políticos e entidades…