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Piloto de helicóptero de Perrella é preso em SP por transporte de cocaína

Imagem: Divulgação / Polícia Civil

















Preso em 2013, acusado de transportar 445 quilos de cocaína em um helicóptero que
 pertencia  ao ex-deputado estadual de Minas Gerais Gustavo Perrella (SD), o piloto
Rogério Almeida Antunes foi detido novamente na noite desta quarta-feira em
São Paulo.
Segundo a polícia, ele pilotava uma aeronave onde foram encontrados vestígios
de drogas.


Os investigadores apreenderam o helicóptero dentro de uma oficina no bairro Jardim
Fazenda Rincão, em Arujá, na Grande São Paulo. A polícia suspeita que a aeronave
seria utilizada pela facção criminosa paulista Primeiro Comando da Capital (PCC)
para transportar drogas entre Bolívia e Brasil.

Policiais da Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes de São Bernardo do
 Campo chegaram até o helicóptero ao investigar os rastros de outro piloto, Felipe
Ramos Moraes, suspeito de participar da execução de dois líderes do grupo criminoso
em Fortaleza há dois meses: Rogério Jeremias de Simone, o Gegê do Mangue, e Fabiano
 Alves de Souza, o Paca.

Dentro do helicóptero, foram localizados vestígios de cocaína. De acordo com a polícia,
outros indícios de que a aeronave transportava drogas são a falta de assentos além do
banco do piloto, a remoção do GPS e a presença de dois tambores de gasolina. Segundo
 policiais, a gasolina extra serve para aumentar a autonomia do voo e evitar pousos durante
 a viagem.

Além de Rogério, outros dois pilotos foram presos na operação de quarta-feira.
Os investigadores tentam descobrir, agora, a quem pertence o helicóptero.
Eles suspeitam que esteja em nome de um laranja.

Em 2014, Rogério foi denunciado por tráfico de drogas e associação ao tráfico pelo
 Miinistério Público Federal (MPF) do Espírito Santo no episódio envolvendo o
helicóptero de Perrella. A Justiça permitiu que ele respondesse ao processo em liberdade.
 A denúncia diz que o piloto ganharia R$ 50 mil para transportar a cocaína. Rogério e mais
quatro pessoas foram condenados em dezembro do ano passado.


PF DESCARTOU LIGAÇÃO COM DEPUTADO


Durante a investigação, a Polícia Federal (PF) concluiu que, embora a aeronave
pertencesse à empresa Limeira Agropecuária, de Perrella, o ex-parlamentar não teve
 nenhuma ligação com o crime.

Em depoimento, Perrella afirmou que foi enganado por Rogério, que havia pedido
autorização para ir a São Paulo fazer um frete de passageiros com a aeronave.
 O nome de Perrella não foi citado nem no indiciamento nem na denúncia.

Além de pilotar o helicóptero, Rogério era funcionário do gabinete de Perrella na
Assembleia Legislativa de Minas Gerais. Depois do episódio, foi exonerado.

Ex-secretário nacional de futebol do Ministério do Esporte, Perrella foi nomeado
 diretor da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) no início do ano. Ele é filho
 do senador e ex-presidente do Cruzeiro, Zezé Perrella (MDB-MG).







Folha Politica

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