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Bolsonaro sinaliza preferência por Magno Malta para vice



Imagem: Igor Estrela / Estadão


















O pré-candidato do PSL a presidente da República, deputado Jair Bolsonaro (RJ), 
disse nesta quarta-feira, 16, num aceno ao PR, que, se dependesse dele, seu vice seria 
o senador Magno Malta (ES), um dos principais da bancada evangélica no 
Congresso.


"Me interessa o Magno Malta. Vamos supor que o PR queira me ofertar o Magno 
Malta. Se dependesse de mim, seria (pré-candidato a vice-presidente) a partir de hoje",
 afirmou Bolsonaro ao visitar a feira AgroBrasília, na zona rural da capital federal. 
"Acho que outro partido dificilmente vai querer compor comigo."


O parlamentar afirmou, porém, que um acordo passaria por alianças estaduais porque
 delegou aos dirigentes regionais do PSL essas decisões. Bolsonaro criticou a formação 
de um bloco de centro que apoia o governo Michel Temer, hoje integrado por DEM, PP, Solidariedade e PRB. O parlamentar disse que tais legendas, incluindo o MDB, querem 
continuar mandando no Brasil "mantendo governos fracos na rédea curta".


"Estão se unindo para levar um tiro só. Não querem conversar comigo porque não vou
 negociar escondidinho no mato com eles. Comigo tem que ser aberto", disse. 
Ele afirmou não se preocupar com o desempenho em pesquisas de outros pré-candidatos 
como Ciro Gomes (PDT) e Geraldo Alckmin (PSDB), que também visita a feira hoje: 
"Quem entrar em campo a gente traça".


O deputado disse que não terá dificuldades de governar, se eleito, por falta de apoio 
político, porque articula uma base atualmente com 50 deputados. Bolsonaro disse que
 nenhum pré-candidato domina o setor do agronegócio e que tem apoio porque
 representa autoridade e transmite hierarquia e disciplina. "Estamos vivendo uma 
crise de autoridade no Brasil e ser capitão do Exército ajuda", disse.


Bolsonaro disse que sua proposta para o setor é "não atrapalhar" e que as reclamações que
 recebe são pela proteção da propriedade privada, as invasões no campo e a tramitação
 do Funrural no Congresso.

Folha Politica

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