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Moradores de prédio que desabou pagavam até R$ 400 de aluguel a coordenadores de movimento social

De acordo com testemunhas, dupla supostamente ligada ao MLSM fazia cobrança de aluguel stest



SÃO PAULO — Os moradores do prédio que desabou no Largo do Paissandu, Centro de
 São Paulo, relatam que pagavam aluguel de até R$ 400 a dois supostos coordenadores do Movimento de Luta Social por Moradia (MLSM). De acordo com testemunhas, ambos
 sumiram assim que o fogo começou.

— Foram os primeiros a fugir — grita Antônio, um rapaz de boné, muito agitado, morador
 do local. — Eles moravam no térreo. Deu tempo até de tirar os carros da garagem.

De acordo com os moradores, as regras no local eram bastante rígidas. Ele relembram 
que o fornecimento de água só era liberado de madrugada e que os portões eram trancados
 às 19h.

— Estava tudo trancado na hora do fogo. Se não fosse um morador de rua arrebentar a
 corrente, a gente teria morrido lá dentro — diz Fábia.

Os "responsáveis" pelo edifício chegaram a expulsar moradores que atrasavam ou não 
pagavam corretamente o aluguel.

— Fui expulsa há duas semanas porque atrasei R$ 100 do aluguel. Sendo que o prédio 
é infestado de rato, não tem esgoto nem descarga — conta Bárbara Nair, de 19 anos.

O pagamento era feito à dupla mesmo se tratando de uma ocupação irregular.

INÍCIO DAS CHAMAS

O fogo começou num apartamento do 5º andar, por volta de 1h20m, e se espalhou
 rapidamente, atingindo um edifício vizinho. De acordo com uma testemunha, 
uma briga de casal pode ter iniciado as chamas. A testemunha Gabriel Archangelo,
 de 21 anos, afirmou que marido e mulher cozinhavam com álcool quando a discussão
 começou.

O segundo prédio foi evacuado e, de acordo com os bombeiros, não há risco de desabar.
 Cerca de 160 homens trabalharam intensamente no combate às chamas. Pelo menos três
 quarteirões foram isolados para o trabalho das equipes.

A Defesa Civil está no local fazendo o cadastramento de 150 famílias que moravam, 
de forma precária, no prédio que desabou. O edifício, de acordo com testemunhas, 
é uma antiga instalação da Polícia Federal, que estava desativada e foi ocupada por
 essas pessoas.

Jornal Extra

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