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Promotores põem em xeque urna eletrônica no País e pedem voto impresso


Imagem: Reprodução / Redes Sociais


















Uma nota técnica subscrita, até aqui, por 144 promotores e procuradores do Ministério 
Público e também juízes, alerta para a ‘impossibilidade de fiscalização efetiva das eleições
 realizadas por meio de urnas eletrônicas, sem voto impresso, por parte do cidadão, do 
Ministério Público e do Poder Judiciário’. Os promotores e procuradores põem em xeque
 o uso da urna eletrônica sem uma impressora acoplada em um País com ‘altíssimos
 índices de corrupção’.

“As urnas eletrônicas possuem intrincado e complexo funcionamento que requer 
conhecimento técnico-eletrônico especializado. Em face da ausência desse conhecimento,
 os membros do Ministério Público e do Poder Judiciário não têm como exercer
 a sua função constitucional de fiscalizar a lisura de um sistema eleitoral eletrônico que 
não contemple a impressão do voto do eleitor”, afirmam os promotores.

Segundo a nota técnica, ‘o eleitor não tem como conferir sequer o próprio voto, isto é, 
o cidadão, por também não possuir conhecimento técnico-eletrônico, não tem possibilidade
 de exercer a sua cidadania na fiscalização do sistema eleitoral’.

“As urnas eletrônicas possuem intrincado e complexo funcionamento que requerem conhecimento
 técnico-eletrônico especializado. Em face da ausência desse conhecimento, os membros do
 Ministério Público e do Poder Judiciário não têm como exercer a sua função constitucional de
 fiscalizar a lisura de um sistema eleitoral eletrônico que não contemple a impressão do voto 
do eleitor”, afirmam os promotores.

Segundo a nota técnica, ‘o eleitor não tem como conferir sequer o próprio voto, isto é, o 
cidadão, por também não possuir conhecimento técnico-eletrônico, não tem possibilidade de
 exercer a sua cidadania na fiscalização do sistema eleitoral’.

Folha Política

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