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Secretário de Segurança de SP diz que não irá investigar 'movimentos' que organizam invasões


Imagem: Produção Ilustrativa / Folha Política
















O inquérito instaurado pela Polícia Civil de São Paulo para apurar o incêndio e
 desabamento do Edifício Wilton Paes de Almeida, no Largo do Paiçandu, também 
vai investigar cobranças feitas a moradores de outras ocupações da cidade. 
A informação foi dada pelo secretário da segurança pública, Mágino Alves Barbosa,
 na tarde desta quinta-feira, 3.



"(O inquérito) é para apurar cobranças. Vamos investigar as associações e não os 
movimentos que promovem as ocupações. Investigar as associações que exploram 
moradores das ocupações", explicou Barbosa.

A União, proprietária do imóvel que desabou, pediu à Polícia Federal que investigue 
a cobrança de eventuais taxas de aluguel dos ocupantes, seus responsáveis e motivações.
 Todos os moradores consultados pelo jornal O Estado de S. Paulo relataram que 
pagavam “aluguel” entre R$ 100 e R$ 350 por mês. Segundo afirmam, a taxa era usada 
para custear produtos de limpeza, além de advogados que atuam para o movimento.


Causas. Segundo a Polícia Civil, um curto-circuito em uma tomada no quinto andar do
 edifício deu início ao incêndio que causou o desabamento do prédio, na madrugada de 
terça-feira, 1º. Walkiria Camargo do Nascimento, que morava no barraco onde o fogo
 começou, foi ouvida pela polícia.



Segundo as investigações, havia um microondas, uma geladeira e uma televisão 
conectados a uma tomada, que deu curto e explodiu. Na hora, Walkiria estava no barraco
 com o marido, Pedro Lucas de Sampaio Viana Ribeiro, de 32 anos, e dois filhos, uma 
criança de 3 anos e outra de 10 meses. Todos dormiam.


Os moradores só teriam percebido o incêndio com o fogo já avançado. Segundo 
depoimento, Walkiria conseguiu resgatar a caçula e descer pelas escadas. A outra criança, 
Maria Cecília, sofreu queimaduras e está na UTI do Hospital das Clínicas em estado 
gravíssimo. O pai queimou 2/3 do corpo e também está internado, entubado, na Santa 
Casa de São Paulo.



Segundo o secretário, a família que morava no barraco onde o incêndio teve início, no
 quinto andar do edifício, foi separada pelo resgate. "Na hora da confusão, a família foi 
separada pelo resgate. A mãe (Walkiria) conseguiu salvar um bebê de colo", afirmou 
o secretário.

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