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Após ser solto em audiência de custódia, homem mata mulher no DF


Imagem: Reprodução / Redes Sociais



















O juiz Aragonê Nunes Fernandes, que atua no Núcleo de Audiências de Custódia 
do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios, aproveitou a decisão de 
converter em preventiva a prisão em flagrante de um homem pela prática, em tese, 
de homicídio de sua mulher para fazer uma espécie de desabafo.



O magistrado afirmou que “não tem bola de cristal” e que nem sempre é possível 
prever qual agressor irá concretizar ameças a sua companheira.


“Infelizmente, todos os dias este NAC recebe um grande número de autuados 
envolvidos em crimes relacionados à Lei Maria da Penha. São comuns delitos de
 ameaça, de injúria, de lesões corporais, entre outros. Por não termos “bola de cristal”,
 não temos como prever aqueles que realmente concretizarão as ameaças que fazem. 
Prender a todos, indistintamente, não parece ser o melhor caminho a seguir”, afirmou.


A declaração do juiz ocorreu na discussão do caso de Vinícius Rodrigues de Sousa. 
Há dois dias, o homem passou por audiência de custódia e foi colocado em liberdade 
provisória com mediante cautelares e a imposição de medidas protetivas em favor da 
vítima.


Mesmo com a determinação de impossibilidade de procurar a vítima, ele retornou à
 residência e retirou a vida dela e na sequência tentou suicídio. “Em tal cenário, outra 
providência não há senão a segregação cautelar, como forma de garantir a ordem 
pública, preservando inclusive a integridade dos demais familiares”, 
disse Fernandes.


A prisão gerou a instauração de procedimento criminal distribuído ao Tribunal do 
Júri de Samambaia, onde os fatos serão apurados e o processo seguirá seu trâmite 
até o julgamento do autuado. O homem encontra-se hospitalizado.

Folha Política




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