Pular para o conteúdo principal

Crivella critica peça com Jesus transexual e obra é cancelada


Contrariados, os organizadores marcaram uma manifestação contra o prefeito do Rio


Pleno.News - 05/06/2018 15h01
O Evangelho Segundo Jesus, Rainha do Céu Foto: Divulgação
Após o prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, se manifestar contra a peça
O Evangelho Segundo Jesus, Rainha do Céu, nesta segunda-feira (4), a peça foi
cancelada. Sua exibição faria parte de uma mostra cultural chamada Corpos
Visíveis entre sexta (8) e domingo (10).

Crivella declarou que a peça não seria exibida na Arena Carioca Fernando Torres pelo
 local enfrentar questionamentos sobre licitações na Justiça. O espaço é administrado
pela prefeitura. Além disso, o político acrescentou que a peça “ofende a consciência
dos cristãos” e se opôs claramente a ela.

– Nenhuma exposição vai ofender a religião das pessoas. Eu não vou permitir enquanto
 estiver como prefeito do Rio de Janeiro – declarou Crivella.

A Secretaria Municipal de Cultura confirmou que o motivo principal do cancelamento
 foi a ação judicial. Segundo o órgão, as atividades na Arena estão suspensas há
 um mês.

– Por força do Processo nº 0092486-69.2018.8.19.0001, o espaço está com todas as
 atividades suspensas há cerca de um mês. Por causa desta decisão judicial, toda a
 programação na Arena Carioca Fernando Torres, em Madureira, está suspensa e
 não apenas a Mostra Corpos Visíveis – afirmou, em nota.

Ao saber do cancelamento, o grupo responsável pela Corpos Visíveis convocou uma
manifestação para esta terça-feira (5). Eles criticam o envolvimento do prefeito que,
segundo os organizadores, “veio a público para deslegitimar o evento”.

As atividades ao ar livre da mostra Corpos Visíveis, marcadas para o Parque Madureira,
na Zona Norte, foram mantidas.










Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Bolsonaro reage a Boulos: “Vamos tipificar como terrorismo qualquer invasão de propriedade privada”

Em sua ‘live’ de domingo no Facebook, Jair Bolsonaro reagiu ao vídeo de um comício feito por Guilherme Boulos na quarta-feira passada, ao lado de Gleisi Hoffmann, em cima de um carro de som no Masp, em São Paulo, no qual o candidato derrotado do PSOL disse que só deixaria passar o feriadão para voltar a fazer mobilizações pelo país e a militância cantou em coro: “Ô Bolsonaro, presta atenção, a sua casa vai virar ocupação”. Boulos afirmou que “o MTST ocupa terreno improdutivo, e a casa do Bolsonaro não me parece uma coisa muito produtiva”. “Você deve ter visto um vídeo de ontem, ou anteontem, do Boulos insuflando uma massa enorme para invadir, ocupar a minha residência. O que você faria se o Boulos e 2 mil pessoas ameaçassem invadir a sua residência? Se eu for o presidente e se o Parlamento assim entender, nós vamos tipificar como terrorismo qualquer invasão de propriedade privada”, disse Bolsonaro.
O Antagonista

Patrícia Pillar critica Regina Duarte por apoio a Bolsonaro

Através de comentário feito na postagem, Patrícia usou várias narrativas esquerdistas para indicar que o candidato do PSL não seria capaz de ocupar o cargo de presidente do Brasil.

Na tarde desta quinta-feira (11), a atriz Regina Duarte, da Rede Globo, que já havia sinalizado o apoio ao presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), usou as redes sociais para fazer novas críticas ao Partido dos Trabalhadores, do candidato Fernando Haddad.

A atriz global compartilhou uma imagem com uma comparação entre o salário mínimo e outra quantia com a indicação de “Bolsa Presidiário”, fazendo referência ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A imagem ainda traz o questionamento: “Tem certeza que o PT sabe governar?”

Após a publicação, a atriz Patrícia Pillar, colega de emissora, rebateu a postagem por meio de comentário, assumindo uma posição contra Bolsonaro.

A ex-mulher de Ciro Gomes (PDT) declarou:


Com toda admiração e respeito que tenho por você Regina, faço aqui uma ponderação: de antemão te digo que n…

Haddad tenta jogar católicos contra evangélicos

O candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, participou de uma missa em São Paulo nesta sexta-feira (12). Em entrevista, logo após, o petista atacou Bolsonaro e tentou dividir cristãos. O dia de Nossa Senhora Aparecida foi utilizado pelo Partido dos Trabalhadores (PT) para tentar construir a imagem de um Fernando Haddad com bases religiosas. “Eu sou neto de um líder religioso”, respondeu o candidato do PT ao ser chamado de “abortista” por uma cristã após a missa na paróquia Santos Mártires, no Jardim Ângela, em São Paulo.