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Dilma causou o fechamento de mais de 341 mil empresas no Brasil, segundo IBGE



O Brasil ainda vai levar anos para se recuperar da pior recessão de sua história, que teve início por volta do final de 2014 e culminou com o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff no episódio das pedaladas fiscais. A petista deixou um rombo nas contas públicas de mais de R$ 170 bilhões e um rastro de destruição na economia, com cerca de 13 milhões de desempregados, inflação e juros altos e queda nos investimentos. De lá para cá, 341,6 mil empresas fecharam as portas. O comércio foi o segmento mais afetado, com 262,3 mil casos. É o que aponta o Cadastro Central de empresas divulgado esta semana pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Pouco antes de Dilma afundar a economia do país, um levantamento realizado em 2016 revelou que havia pouco mais de 5 milhões de empresas ativas no País.  Embora o número de empresas fechadas represente uma queda de 6,3% na comparação com 2013, quando o número total de empresas ativas chegava a cerca de 5,4 milhões, o impacto na economia foi enorme.

Segundo o IBGE, do total de empreendimentos que fecharam as suas portas nesse período, 76,8% atuavam no comércio. Em 2013 havia 2,2 milhões de empresas com esse perfil, número que passou para 1,94 milhão em 2016 – uma queda de 11,9%.

Depois do comércio, em números absolutos, a indústria de transformação foi o segmento empresarial que mais teve empresas com atividades encerradas no período – 37,6 mil, o que corresponde a uma queda de 8,4%. O segmento de alojamento e alimentação aparece em terceiro lugar, com 15,6 mil empresas fechadas de 2013 a 2016, uma redução de 4,8%.

Com o fechamento das empresas, aponta a pesquisa, o total de empregados no setor empresarial caiu em 6,8% entre 2013 e 2016, o que representa um contingente de 3,7 milhões de desempregados.

Uma empresa fechada é como uma planta que morre em consequência da pobreza do solo. A recuperação não é tão simples. Instalações, maquinários e estoque são os primeiros ativos que mudam de mãos ou são simplesmente sucateados. A maior parte dos empresários que faliram ficaram endividados e dificilmente conseguirão capital para começar do zero seus negócios.

Com informações do G1

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