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Ex-procurador que ajudou JBS-Friboi em delação tenta concurso para juiz federal


Imagem: Ailton de Freitas / Ag. O Globo


















O ex-procurador Marcello Miller, que é investigado por ter ajudado na delação premiada de 
executivos da JBS enquanto ainda atuava no Ministério Público, tenta agora virar juiz 
federal. Ele participará do concurso aberto no Tribunal Regional Federal da 3ª Região para a
 ocupação de 107 vagas de juiz substituto para atuar nos estados de São Paulo e Mato 
Grosso do Sul. Miller deixou o Ministério Público Federal em abril do ano passado para
trabalhar no escritório Trench Rossi Watanabe, que cuidava do acordo de leniência da J&F,
controladora da JBS. Mas, como ele próprio admitiu, auxiliou executivos da JBS antes de ter 
deixado seu cargo de procurador.


A inscrição de Miller no concurso para juiz já foi deferida e ele realizará a primeira prova no
 dia 10 de junho em São Paulo. Atualmente, o ex-procurador mora no Rio.
O ex-procurador esteve à frente de acordos de delação premiada de grande repercussão na
 Lava-Jato, como o do ex-senador Delcídio Amaral e do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró.
 Também atuou na colaboração de executivos da Andrade Gutierrez. Miller integrou o grupo de 
trabalho da Lava-Jato na gestão de Rodrigo Janot na Procuradoria-Geral da República. Antes
 de deixar o cargo definitivamente, já tinha sido transferido para o Rio de Janeiro e atuava 
apenas como "colaborador eventual" do grupo.

Ao deixar o MP, abriu mão de rendimento mensal de R$ 34,9 mil bruto, já incluídos benefícios
 de auxílio moradia, alimentação e pré-escola. Apesar de ter atuado formalmente por apenas
 três meses no escritório de advocacia, Miller recebeu R$ 1,6 milhão para deixar a sociedade. 
Seu salário fixo no escritório era de R$ 110 mil.

Miller é investigado pela Polícia Federal e pelo MP por ter atuado para a J&F enquanto
 ainda era procurador. Os investigadores apuram se ele recebeu dinheiro da empresa
 quando ainda ocupava o cargo público. Ele chegou a ser alvo de um pedido de prisão em 
setembro do ano passado, mas o ministro Edson Fachin indeferiu a medida. A previsão 
é que a PF conclua a investigação sobre o ex-procurador até a próxima semana.

Folha Política

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